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Q69888 Português
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Julgue os itens a seguir, com relação às ideias e aspectos
linguísticos do texto.

O uso da preposição "em", na linha 16, é obrigatório para marcar a relação estabelecida com a forma verbal "vivencia" (L.15); por isso, a omissão dessa preposição provocaria erro gramatical e impossibilitaria a retomada do referente do pronome "que" (L.16).
Alternativas
Q69887 Português
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Julgue os itens a seguir, com relação às ideias e aspectos
linguísticos do texto.

A forma verbal "surge" (L.13) está flexionada no singular porque estabelece relação de concordância com o conjunto das ideias que compõem a oração anterior.
Alternativas
Q69886 Português
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Julgue os itens a seguir, com relação às ideias e aspectos
linguísticos do texto.

A ausência de vírgula depois de "vertiginosa" (L.12) indica que a oração iniciada por "que marca" (L.12) restringe a ideia de "velocidade vertiginosa" (L.11-12).
Alternativas
Q69885 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito dos sentidos e da organização
do texto acima.

A coerência entre os argumentos apresentados no texto mostra que o pronome "seu" (L.3) refere-se a "universalismo" (L.2).
Alternativas
Q69882 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito dos sentidos e da organização
do texto acima.

As relações entre as ideias do texto mostram que a forma verbal "dificultando" (L.10) está ligada a "diferenças" (L.9); por isso, seriam respeitadas as relações entre os argumentos dessa estrutura, como também a correção gramatical, caso se tornasse explícita essa relação, por meio da substituição dessa forma verbal por e dificultam.
Alternativas
Q69881 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito dos sentidos e da organização
do texto acima.

Na estrutura sintática em que ocorre, a preposição "em" (L.7) poderia ser omitida, o que não prejudicaria a coerência nem a correção gramatical do texto, pois a preposição ficaria subentendida.
Alternativas
Q69880 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito dos sentidos e da organização
do texto acima.

De acordo com as normas de pontuação, seria correto empregar, nas linhas 2 e 3, vírgulas no lugar dos travessões; entretanto, nesse caso, a leitura e a compreensão do trecho poderiam ser prejudicadas, dada a existência da vírgula empregada após "duplo", no interior do trecho destacado entre travessões.
Alternativas
Q69878 Português
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Com base na organização das ideias e nos aspectos gramaticais do
texto acima, julgue os itens que se seguem.

Na linha 4, para se evitar a repetição de "que", seria adequado substituir o trecho "que classificar" (L.4-5) por ao classificar, preservando-se tanto a coerência textual quanto a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q69877 Português
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Com base na organização das ideias e nos aspectos gramaticais do
texto acima, julgue os itens que se seguem.

O uso da forma verbal "se trata" (L.3), no singular, atende às regras de concordância com o termo "um corte epistemológico" (L.4) e seriam mantidas a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto se fosse usado o termo no plural, cortes epistemológicos, desde que o verbo fosse flexionado no plural: se tratam.
Alternativas
Q69876 Português
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Com base na organização das ideias e nos aspectos gramaticais do
texto acima, julgue os itens que se seguem.

De acordo com a argumentação do texto, a diferenciação das classes em "dois níveis polares" (L.1-2), como dois extremos, não atende à complexidade de classes da sociedade brasileira, mas é comum ao "mundo das estatísticas" (L.8-9) e ao "mundo do imaginário social" (L.9-10).
Alternativas
Q69873 Português
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A respeito da organização das estruturas linguísticas e das ideias do
texto, julgue os itens a seguir.

Na linha 4, o sinal de dois-pontos tem a função de introduzir uma explicação para as orações anteriores; por isso, em seu lugar, poderia ser escrito porque, sem prejuízo para a correção gramatical do texto ou para sua coerência.
Alternativas
Q69872 Português
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A respeito da organização das estruturas linguísticas e das ideias do
texto, julgue os itens a seguir.

A inserção de termo como antes de "seres humanos" (L.4) preservaria a coerência entre os argumentos bem como a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q69869 Português
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A respeito da organização das estruturas linguísticas e das ideias do
texto, julgue os itens a seguir.

Depreende-se do texto que as "condições contraditórias" mencionadas na linha 7 decorrem da dificuldade que o ser humano tem em admitir que suas experiências são intransferíveis porque surgem de "um contínuo devir" (L.5).
Alternativas
Q69867 Português
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Considerando a organização das ideias e estruturas linguísticas
do texto, julgue os seguintes itens.

Subentende-se da argumentação do texto que o pronome demonstrativo, no trecho "desse tipo de investimento" (L.20-21), refere-se à ideia de "fermento do crescimento econômico e social de um país" (L.4).
Alternativas
Q69866 Português
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Considerando a organização das ideias e estruturas linguísticas
do texto, julgue os seguintes itens.

O período sintático iniciado por "Inovar significa" (L.12) estabelece, com o período anterior, relação semântica que admite ser explicitada pela expressão Por conseguinte, escrevendo-se: Por conseguinte, inovar significa (...).
Alternativas
Q69865 Português
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Considerando a organização das ideias e estruturas linguísticas
do texto, julgue os seguintes itens.

Na linha 8, o segmento "as quais" remete a "situações" e, por isso, admite a substituição pelo pronome que; no entanto, nesse contexto, tal substituição provocaria ambiguidade.
Alternativas
Q2933364 Português

Atenção: As questões de números 11 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.


Poucos lugares têm cenas tão diversificadas quanto as telas de videogame. Esses jogos estão derrubando a fronteira que separa a brincadeira da realidade, e há muito tempo deixaram de ser coisa de garotos trancados em casa. Os viciados em Atari e em fliperama durante os anos 80 cresceram, mas não abandonaram o hábito. O mercado de videogames movi menta bilhões de dólares, mais do que a receita das bilheterias de cinema.

Tanto dinheiro transformou os consoles de jogo em máquinas sofisticadíssimas. Para os jogadores, o avanço tecnológico significou uma enorme evolução sobre os jogos de algumas décadas atrás. Os games são hoje bastante complexos, capazes de simular muitos aspectos da realidade. Os dribles e manobras dos atuais jogos de esporte, por exemplo, são feitos por atletas profissionais, filmados e depois transferidos para o videogame. Outra tendência é criar uma cidade com infinitas possibilidades e deixar o jogador fazer nela o que quiser, interagindo com personagens e descobrindo novos lugares.

A empolgação com passatempos não é recente. Em 1920, foram encontrados no Iraque tabuleiros, peças e dados com 2.600 anos de idade. Jogos como o xadrez, criado no século VI, sobrevivem até hoje. "Os seres humanos são feitos para gostar de desafios que não sejam tão fáceis a ponto de perder a graça nem tão difíceis que se tornem frustrantes"; afirma o psicólogo alemão Dietrich Dörner. Os videogames conseguem preencher essa disposição inata de forma eficiente graças a algumas características: eles possuem objetivos claros, vários modos de atingir o sucesso e feedback rápido, ou seja, o jogador recebe uma conseqüência imediata após cada ação. O resultado é uma das atividades mais envolventes que a humanidade já inventou.

O poder de imersão dos videogames e a seqüência constante de desafios podem levar à perda do sentido de tempo e de espaço e do limite entre a pessoa e a atividade. Os criadores de software sabem disso e se esforçam para aumentar o caráter viciador dos jogos. Uma estratégia é dar a eles o máximo de realismo e a sensação de que aquela realidade existe de fato. Há, no entanto, o risco de se passar da conta e, de fato, viciar. Por outro lado, pesquisadores mostraram que jogos de ação são capazes de melhorar a percepção visual e podem dar ao jogador um raciocínio mais complexo.


(Adaptado de Rafael Kenski e Gabriela Aguerre. Superin teressante , junho 2003. p.57-59)

A internet acrescentou um enorme grau de realismo aos jogos.

Jogadores consomem horas com esse passatempo no espaço virtual.

A dinâmica social confere aos jogos caráter cada vez mais viciador.


As três frases acima estão articuladas em um único período com lógica, clareza e correção da seguinte maneira:

Alternativas
Q2933362 Português

Atenção: As questões de números 11 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.


Poucos lugares têm cenas tão diversificadas quanto as telas de videogame. Esses jogos estão derrubando a fronteira que separa a brincadeira da realidade, e há muito tempo deixaram de ser coisa de garotos trancados em casa. Os viciados em Atari e em fliperama durante os anos 80 cresceram, mas não abandonaram o hábito. O mercado de videogames movi menta bilhões de dólares, mais do que a receita das bilheterias de cinema.

Tanto dinheiro transformou os consoles de jogo em máquinas sofisticadíssimas. Para os jogadores, o avanço tecnológico significou uma enorme evolução sobre os jogos de algumas décadas atrás. Os games são hoje bastante complexos, capazes de simular muitos aspectos da realidade. Os dribles e manobras dos atuais jogos de esporte, por exemplo, são feitos por atletas profissionais, filmados e depois transferidos para o videogame. Outra tendência é criar uma cidade com infinitas possibilidades e deixar o jogador fazer nela o que quiser, interagindo com personagens e descobrindo novos lugares.

A empolgação com passatempos não é recente. Em 1920, foram encontrados no Iraque tabuleiros, peças e dados com 2.600 anos de idade. Jogos como o xadrez, criado no século VI, sobrevivem até hoje. "Os seres humanos são feitos para gostar de desafios que não sejam tão fáceis a ponto de perder a graça nem tão difíceis que se tornem frustrantes"; afirma o psicólogo alemão Dietrich Dörner. Os videogames conseguem preencher essa disposição inata de forma eficiente graças a algumas características: eles possuem objetivos claros, vários modos de atingir o sucesso e feedback rápido, ou seja, o jogador recebe uma conseqüência imediata após cada ação. O resultado é uma das atividades mais envolventes que a humanidade já inventou.

O poder de imersão dos videogames e a seqüência constante de desafios podem levar à perda do sentido de tempo e de espaço e do limite entre a pessoa e a atividade. Os criadores de software sabem disso e se esforçam para aumentar o caráter viciador dos jogos. Uma estratégia é dar a eles o máximo de realismo e a sensação de que aquela realidade existe de fato. Há, no entanto, o risco de se passar da conta e, de fato, viciar. Por outro lado, pesquisadores mostraram que jogos de ação são capazes de melhorar a percepção visual e podem dar ao jogador um raciocínio mais complexo.


(Adaptado de Rafael Kenski e Gabriela Aguerre. Superin teressante , junho 2003. p.57-59)

A forma verbal cujo emprego denota possibilidade de realização de um fato está na frase:

Alternativas
Q2933355 Português

Atenção: As questões de números 11 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.


Poucos lugares têm cenas tão diversificadas quanto as telas de videogame. Esses jogos estão derrubando a fronteira que separa a brincadeira da realidade, e há muito tempo deixaram de ser coisa de garotos trancados em casa. Os viciados em Atari e em fliperama durante os anos 80 cresceram, mas não abandonaram o hábito. O mercado de videogames movi menta bilhões de dólares, mais do que a receita das bilheterias de cinema.

Tanto dinheiro transformou os consoles de jogo em máquinas sofisticadíssimas. Para os jogadores, o avanço tecnológico significou uma enorme evolução sobre os jogos de algumas décadas atrás. Os games são hoje bastante complexos, capazes de simular muitos aspectos da realidade. Os dribles e manobras dos atuais jogos de esporte, por exemplo, são feitos por atletas profissionais, filmados e depois transferidos para o videogame. Outra tendência é criar uma cidade com infinitas possibilidades e deixar o jogador fazer nela o que quiser, interagindo com personagens e descobrindo novos lugares.

A empolgação com passatempos não é recente. Em 1920, foram encontrados no Iraque tabuleiros, peças e dados com 2.600 anos de idade. Jogos como o xadrez, criado no século VI, sobrevivem até hoje. "Os seres humanos são feitos para gostar de desafios que não sejam tão fáceis a ponto de perder a graça nem tão difíceis que se tornem frustrantes"; afirma o psicólogo alemão Dietrich Dörner. Os videogames conseguem preencher essa disposição inata de forma eficiente graças a algumas características: eles possuem objetivos claros, vários modos de atingir o sucesso e feedback rápido, ou seja, o jogador recebe uma conseqüência imediata após cada ação. O resultado é uma das atividades mais envolventes que a humanidade já inventou.

O poder de imersão dos videogames e a seqüência constante de desafios podem levar à perda do sentido de tempo e de espaço e do limite entre a pessoa e a atividade. Os criadores de software sabem disso e se esforçam para aumentar o caráter viciador dos jogos. Uma estratégia é dar a eles o máximo de realismo e a sensação de que aquela realidade existe de fato. Há, no entanto, o risco de se passar da conta e, de fato, viciar. Por outro lado, pesquisadores mostraram que jogos de ação são capazes de melhorar a percepção visual e podem dar ao jogador um raciocínio mais complexo.


(Adaptado de Rafael Kenski e Gabriela Aguerre. Superin teressante , junho 2003. p.57-59)

O texto deixa claro que os jogos


I. constituem uma inclinação inata do ser humano, tanto que há vestígios antiqüíssimos de dispositivos utilizados em passatempos.

II. produzem sentimentos negativos nas pessoas que se dedicam a eles, por misturarem cenas fictícias à vida real.

III. apresentam alguns aspectos negativos, pois podem levar pessoas a agirem como viciadas, quando se voltam exclusivamente para eles, desligando-se de sua vida real.


Está correto o que se afirma SOMENTE em

Alternativas
Q2933350 Português

Atenção: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no texto apresentado abaixo.


Quem caminha pelos mais de 70 quilômetros de praia da Ilha Comprida, no litoral sul de São Paulo, pode perceber uma paisagem peculiar. Em meio às dunas da restinga, onde deveria existir apenas vegetação rasteira, grandes pinheiros brotam por toda parte. A sombra das árvores é um bem-vindo refresco para os moradores da região, mas a verdade ecológica é que elas não deveriam estar ali - assim como os pombos não deveriam estar nas praças das cidades, nem as tilápias nas águas dos rios, nem o mosquito da dengue picando pessoas dentro de casa ou as moscas varejeiras rondando raspas de frutas nas feiras.

São todas espécies exóticas invasoras, originárias de outros países e de outros ambientes, mas que chegaram ao Brasil e aqui encontraram espaço para proliferar. Algumas são exóticas também no sentido de "diferentes" ou "esquisitas'; mas muitas já se tornaram tão comuns que parecem fazer parte da paisagem nacional tanto quanto um pau-brasil ou um tucano. Outros exemplos, apontados pelo Programa Global de Espécies Invasoras e por cientistas brasileiros, incluem o pinus, o dendezeiro, as acácias, a mamona, a abelha-africana, o pardal, o barbeiro, a carpa, o búfalo, o javali e várias espécies de gramíneas usadas em pastos, além de bactérias e vírus responsáveis por doenças importantes como leptospirose e cólera.

Nenhuma delas é nativa do Brasil. Dependendo das circunstâncias, podem ser meras "imigrantes" inofensivas ou invasoras altamente nocivas. Dentro do sistema produtivo, por exemplo, o búfalo e o pinus são apenas espécies exóticas. Quando escapam para a natureza, entretanto, muitas vezes tornam-se organismos nocivos aos ecossistemas "naturais". Espécies invasoras não têm predadores naturais e se multiplicam rapidamente. São fortes, tipicamente agressivas e controlam o ambiente que ocupam, roubando espaço das espécies silvestres e competindo com elas por alimento - ou se alimentando delas diretamente.

Por sua capacidade de sobrepujar espécies nativas, as espécies invasoras são consideradas a segunda maior ameaça à biodiversidade no mundo - atrás apenas da destruição dos hábitats. Ao assumirem o papel de pragas e vetores de doenças, elas também causam impactos significativos na agricultura e na saúde humana.


(Adaptado de Herton Escobar. O Estado de S. Paulo, Vida&, 23 de julho de 2006 , A25)

O emprego das aspas em algumas palavras do texto

Alternativas
Respostas
261: E
262: E
263: C
264: C
265: E
266: E
267: C
268: E
269: E
270: C
271: C
272: C
273: E
274: E
275: E
276: E
277: D
278: B
279: D
280: A