Questões de Concurso
Sobre português para fundatec
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Psicologia da Internet: ................ nos tornamos outras pessoas na vida digital.
01 Há cerca de duas décadas foi criada a expressão “Psicologia da Internet” para explicar a
02 razão pela qual o comportamento das pessoas se altera tanto dentro dos ambientes virtuais.
03 Qualquer um que já navegou na web percebeu alguma modificação, ainda que mais leve, em sua
04 conduta ou ação. Por ser um espaço muito atípico e diferente de tudo que já experimentamos na
05 vida concreta, descobriu-se que a realidade paralela exerce um tipo de “dinamização” da
06 personalidade, o que coloca as pessoas em inclinação para atitudes de maior risco e de
07 descontrole calculado, se comparadas ao que se vive no nosso dia-a-dia.
08 A respeito desse fenômeno, criou-se um termo para melhor definir tais alterações
09 comportamentais: “efeito de ________ online”, explicita, portanto, a variação de padrões.
10 Pesquisas demonstraram que essas alternâncias da vida off-line para a vida online se baseiam nas
11 seguintes crenças:
12 (A) “Você não sabe quem eu sou e não pode me ver”: à medida que as pessoas navegam na
13 internet, obviamente que não podem ser “vistas”, no sentido literal da palavra – diferentemente
14 de como ocorre no mundo concreto -, conferindo então aos internautas a falsa percepção de que
15 eles estão anônimos e, por esta razão, não há limites ou regras associadas ao comportamento
16 online. Esse fato também é descrito na literatura psicológica como “desindividualização”, ou seja,
17 um estado de _________ da identidade real e que favorece o aparecimento de maior grau de
18 insubordinação, agressividade e sexualidade exacerbada, se comparado ao que ocorre na vida
19 concreta.
20 (B) “Até logo” ou “até mais”: a internet, querendo ou não, uma vez que permite aos seus
21 usuários escaparem facilmente das situações mais embaraçosas, leva-os a correrem mais riscos e
22 tolerarem melhor as situações de ameaça. Como não existe uma consequência imediata dessas
23 ações virtuais (na verdade “existe” uma consequência, todavia, ela é mais demorada para que os
24 resultados apareçam), as pessoas então se tornam mais flexíveis a respeito das transgressões.
25 (C) “É apenas um jogo”: esta ________ dá ao usuário a ilusão de que o mundo online opera,
26 na verdade, em condição de fantasia, e que ninguém, de fato, seria prejudicado pelas “aventuras”
27 realizadas no mundo digital. Assim, a linha divisória entre a ficção e a realidade torna-se
28 facilmente mais turva, uma vez que existem centenas de atividades que, na verdade, “não
29 existem” na realidade concreta.
30 (D) “Somos todos amigos”: cria a ilusão de que, na vida paralela da internet, somos todos
31 iguais ou amigos, uns com os outros e que, portanto, as regras que determinam as relações
32 adequadas entre os diferentes grupos (por exemplo, crianças, adolescentes e adultos) existentes
33 no mundo real podem ser simplesmente desconsideradas. Este princípio também tem o poder de
34 diluir as hierarquias existentes entre diferentes indivíduos na sociedade, favorecendo aos
35 comportamentos de maior desrespeito e falta de cuidado interpessoal que tanto se observa nas
36 redes sociais e nas comunicações entre funcionários de uma empresa.
37 Portanto, esse efeito descontrói os ambientes formais e mais rígidos da realidade concreta
38 para liberar o indivíduo ao trânsito nos espaços altamente permissivos, tornando as pessoas mais
39 condescendentes e altamente plásticas em relação às transgressões. Vamos lembrar que todo
40 esse processo já tem um nome e se chama “personalidade eletrônica” (e-personality).
41 Imagine então, as crianças e jovens ainda em processo de formação, o que o ambiente
42 virtual poderia fazer com a consolidação de sua personalidade (ainda) em definição? No final das
43 contas, pensam muitos pais desavisados: “é apenas videogame” ou, ainda, “eles só estão usando
44 uma rede social”, que problema haveria com isso? No passado não muito distante, o
45 desassossego familiar vinha das amizades inadequadas, hoje deriva do próprio indivíduo em sua
46 relação consigo mesmo no ambiente virtual.
47 Para se pensar, não acha?
(Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/ — texto adaptado)
Analise as seguintes assertivas a respeito dos nexos coesivos presentes no texto:
I. A conjunção ‘portanto’ (l.09) poderia ser substituída por ‘desse modo’ sem alteração de sentido, já que ambos apresentam a conclusão de um raciocínio ou exposição de motivos anteriores.
II. A palavra ‘todavia’ (l.23) é uma conjunção adversativa e poderia ser substituída por ‘embora’ sem alterar o sentido da frase em que se encontra.
III. O advérbio ‘Assim’ (l.27) apresenta ideia de conclusão de ideias e poderia ser substituído por ‘Portanto’ sem alterar o sentido da frase em que se insere.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Psicologia da Internet: ................ nos tornamos outras pessoas na vida digital.
01 Há cerca de duas décadas foi criada a expressão “Psicologia da Internet” para explicar a
02 razão pela qual o comportamento das pessoas se altera tanto dentro dos ambientes virtuais.
03 Qualquer um que já navegou na web percebeu alguma modificação, ainda que mais leve, em sua
04 conduta ou ação. Por ser um espaço muito atípico e diferente de tudo que já experimentamos na
05 vida concreta, descobriu-se que a realidade paralela exerce um tipo de “dinamização” da
06 personalidade, o que coloca as pessoas em inclinação para atitudes de maior risco e de
07 descontrole calculado, se comparadas ao que se vive no nosso dia-a-dia.
08 A respeito desse fenômeno, criou-se um termo para melhor definir tais alterações
09 comportamentais: “efeito de ________ online”, explicita, portanto, a variação de padrões.
10 Pesquisas demonstraram que essas alternâncias da vida off-line para a vida online se baseiam nas
11 seguintes crenças:
12 (A) “Você não sabe quem eu sou e não pode me ver”: à medida que as pessoas navegam na
13 internet, obviamente que não podem ser “vistas”, no sentido literal da palavra – diferentemente
14 de como ocorre no mundo concreto -, conferindo então aos internautas a falsa percepção de que
15 eles estão anônimos e, por esta razão, não há limites ou regras associadas ao comportamento
16 online. Esse fato também é descrito na literatura psicológica como “desindividualização”, ou seja,
17 um estado de _________ da identidade real e que favorece o aparecimento de maior grau de
18 insubordinação, agressividade e sexualidade exacerbada, se comparado ao que ocorre na vida
19 concreta.
20 (B) “Até logo” ou “até mais”: a internet, querendo ou não, uma vez que permite aos seus
21 usuários escaparem facilmente das situações mais embaraçosas, leva-os a correrem mais riscos e
22 tolerarem melhor as situações de ameaça. Como não existe uma consequência imediata dessas
23 ações virtuais (na verdade “existe” uma consequência, todavia, ela é mais demorada para que os
24 resultados apareçam), as pessoas então se tornam mais flexíveis a respeito das transgressões.
25 (C) “É apenas um jogo”: esta ________ dá ao usuário a ilusão de que o mundo online opera,
26 na verdade, em condição de fantasia, e que ninguém, de fato, seria prejudicado pelas “aventuras”
27 realizadas no mundo digital. Assim, a linha divisória entre a ficção e a realidade torna-se
28 facilmente mais turva, uma vez que existem centenas de atividades que, na verdade, “não
29 existem” na realidade concreta.
30 (D) “Somos todos amigos”: cria a ilusão de que, na vida paralela da internet, somos todos
31 iguais ou amigos, uns com os outros e que, portanto, as regras que determinam as relações
32 adequadas entre os diferentes grupos (por exemplo, crianças, adolescentes e adultos) existentes
33 no mundo real podem ser simplesmente desconsideradas. Este princípio também tem o poder de
34 diluir as hierarquias existentes entre diferentes indivíduos na sociedade, favorecendo aos
35 comportamentos de maior desrespeito e falta de cuidado interpessoal que tanto se observa nas
36 redes sociais e nas comunicações entre funcionários de uma empresa.
37 Portanto, esse efeito descontrói os ambientes formais e mais rígidos da realidade concreta
38 para liberar o indivíduo ao trânsito nos espaços altamente permissivos, tornando as pessoas mais
39 condescendentes e altamente plásticas em relação às transgressões. Vamos lembrar que todo
40 esse processo já tem um nome e se chama “personalidade eletrônica” (e-personality).
41 Imagine então, as crianças e jovens ainda em processo de formação, o que o ambiente
42 virtual poderia fazer com a consolidação de sua personalidade (ainda) em definição? No final das
43 contas, pensam muitos pais desavisados: “é apenas videogame” ou, ainda, “eles só estão usando
44 uma rede social”, que problema haveria com isso? No passado não muito distante, o
45 desassossego familiar vinha das amizades inadequadas, hoje deriva do próprio indivíduo em sua
46 relação consigo mesmo no ambiente virtual.
47 Para se pensar, não acha?
(Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/ — texto adaptado)
Considerando a sintaxe, analise as seguintes propostas de alteração de palavras do texto:
I. Substituição de ‘favorecendo’ (l.34) por ‘fortalecendo’.
II. Substituição de ‘liberar’ (l.38) por ‘autorizar’.
III. Substituição de ‘transgressões (l.39) por ‘regras’.
Quais NÃO acarretam mudanças sintáticas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Psicologia da Internet: ................ nos tornamos outras pessoas na vida digital.
01 Há cerca de duas décadas foi criada a expressão “Psicologia da Internet” para explicar a
02 razão pela qual o comportamento das pessoas se altera tanto dentro dos ambientes virtuais.
03 Qualquer um que já navegou na web percebeu alguma modificação, ainda que mais leve, em sua
04 conduta ou ação. Por ser um espaço muito atípico e diferente de tudo que já experimentamos na
05 vida concreta, descobriu-se que a realidade paralela exerce um tipo de “dinamização” da
06 personalidade, o que coloca as pessoas em inclinação para atitudes de maior risco e de
07 descontrole calculado, se comparadas ao que se vive no nosso dia-a-dia.
08 A respeito desse fenômeno, criou-se um termo para melhor definir tais alterações
09 comportamentais: “efeito de ________ online”, explicita, portanto, a variação de padrões.
10 Pesquisas demonstraram que essas alternâncias da vida off-line para a vida online se baseiam nas
11 seguintes crenças:
12 (A) “Você não sabe quem eu sou e não pode me ver”: à medida que as pessoas navegam na
13 internet, obviamente que não podem ser “vistas”, no sentido literal da palavra – diferentemente
14 de como ocorre no mundo concreto -, conferindo então aos internautas a falsa percepção de que
15 eles estão anônimos e, por esta razão, não há limites ou regras associadas ao comportamento
16 online. Esse fato também é descrito na literatura psicológica como “desindividualização”, ou seja,
17 um estado de _________ da identidade real e que favorece o aparecimento de maior grau de
18 insubordinação, agressividade e sexualidade exacerbada, se comparado ao que ocorre na vida
19 concreta.
20 (B) “Até logo” ou “até mais”: a internet, querendo ou não, uma vez que permite aos seus
21 usuários escaparem facilmente das situações mais embaraçosas, leva-os a correrem mais riscos e
22 tolerarem melhor as situações de ameaça. Como não existe uma consequência imediata dessas
23 ações virtuais (na verdade “existe” uma consequência, todavia, ela é mais demorada para que os
24 resultados apareçam), as pessoas então se tornam mais flexíveis a respeito das transgressões.
25 (C) “É apenas um jogo”: esta ________ dá ao usuário a ilusão de que o mundo online opera,
26 na verdade, em condição de fantasia, e que ninguém, de fato, seria prejudicado pelas “aventuras”
27 realizadas no mundo digital. Assim, a linha divisória entre a ficção e a realidade torna-se
28 facilmente mais turva, uma vez que existem centenas de atividades que, na verdade, “não
29 existem” na realidade concreta.
30 (D) “Somos todos amigos”: cria a ilusão de que, na vida paralela da internet, somos todos
31 iguais ou amigos, uns com os outros e que, portanto, as regras que determinam as relações
32 adequadas entre os diferentes grupos (por exemplo, crianças, adolescentes e adultos) existentes
33 no mundo real podem ser simplesmente desconsideradas. Este princípio também tem o poder de
34 diluir as hierarquias existentes entre diferentes indivíduos na sociedade, favorecendo aos
35 comportamentos de maior desrespeito e falta de cuidado interpessoal que tanto se observa nas
36 redes sociais e nas comunicações entre funcionários de uma empresa.
37 Portanto, esse efeito descontrói os ambientes formais e mais rígidos da realidade concreta
38 para liberar o indivíduo ao trânsito nos espaços altamente permissivos, tornando as pessoas mais
39 condescendentes e altamente plásticas em relação às transgressões. Vamos lembrar que todo
40 esse processo já tem um nome e se chama “personalidade eletrônica” (e-personality).
41 Imagine então, as crianças e jovens ainda em processo de formação, o que o ambiente
42 virtual poderia fazer com a consolidação de sua personalidade (ainda) em definição? No final das
43 contas, pensam muitos pais desavisados: “é apenas videogame” ou, ainda, “eles só estão usando
44 uma rede social”, que problema haveria com isso? No passado não muito distante, o
45 desassossego familiar vinha das amizades inadequadas, hoje deriva do próprio indivíduo em sua
46 relação consigo mesmo no ambiente virtual.
47 Para se pensar, não acha?
(Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/ — texto adaptado)
Analise as assertivas abaixo a respeito de expressões presentes no texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A lacuna pontilhada presente no título do texto ficaria corretamente preenchida por ‘por que’, conjunção que apresenta causa, motivo ou razão da ação contida na oração principal.
( ) A expressão ‘pela qual’ (l.02) poderia ser substituída por ‘por que’ sem acarretar problemas de sentido.
( ) A expressão ‘à medida que’ (l.12) é uma locução conjuntiva proporcional e expressa ideia de proporção.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Psicologia da Internet: ................ nos tornamos outras pessoas na vida digital.
01 Há cerca de duas décadas foi criada a expressão “Psicologia da Internet” para explicar a
02 razão pela qual o comportamento das pessoas se altera tanto dentro dos ambientes virtuais.
03 Qualquer um que já navegou na web percebeu alguma modificação, ainda que mais leve, em sua
04 conduta ou ação. Por ser um espaço muito atípico e diferente de tudo que já experimentamos na
05 vida concreta, descobriu-se que a realidade paralela exerce um tipo de “dinamização” da
06 personalidade, o que coloca as pessoas em inclinação para atitudes de maior risco e de
07 descontrole calculado, se comparadas ao que se vive no nosso dia-a-dia.
08 A respeito desse fenômeno, criou-se um termo para melhor definir tais alterações
09 comportamentais: “efeito de ________ online”, explicita, portanto, a variação de padrões.
10 Pesquisas demonstraram que essas alternâncias da vida off-line para a vida online se baseiam nas
11 seguintes crenças:
12 (A) “Você não sabe quem eu sou e não pode me ver”: à medida que as pessoas navegam na
13 internet, obviamente que não podem ser “vistas”, no sentido literal da palavra – diferentemente
14 de como ocorre no mundo concreto -, conferindo então aos internautas a falsa percepção de que
15 eles estão anônimos e, por esta razão, não há limites ou regras associadas ao comportamento
16 online. Esse fato também é descrito na literatura psicológica como “desindividualização”, ou seja,
17 um estado de _________ da identidade real e que favorece o aparecimento de maior grau de
18 insubordinação, agressividade e sexualidade exacerbada, se comparado ao que ocorre na vida
19 concreta.
20 (B) “Até logo” ou “até mais”: a internet, querendo ou não, uma vez que permite aos seus
21 usuários escaparem facilmente das situações mais embaraçosas, leva-os a correrem mais riscos e
22 tolerarem melhor as situações de ameaça. Como não existe uma consequência imediata dessas
23 ações virtuais (na verdade “existe” uma consequência, todavia, ela é mais demorada para que os
24 resultados apareçam), as pessoas então se tornam mais flexíveis a respeito das transgressões.
25 (C) “É apenas um jogo”: esta ________ dá ao usuário a ilusão de que o mundo online opera,
26 na verdade, em condição de fantasia, e que ninguém, de fato, seria prejudicado pelas “aventuras”
27 realizadas no mundo digital. Assim, a linha divisória entre a ficção e a realidade torna-se
28 facilmente mais turva, uma vez que existem centenas de atividades que, na verdade, “não
29 existem” na realidade concreta.
30 (D) “Somos todos amigos”: cria a ilusão de que, na vida paralela da internet, somos todos
31 iguais ou amigos, uns com os outros e que, portanto, as regras que determinam as relações
32 adequadas entre os diferentes grupos (por exemplo, crianças, adolescentes e adultos) existentes
33 no mundo real podem ser simplesmente desconsideradas. Este princípio também tem o poder de
34 diluir as hierarquias existentes entre diferentes indivíduos na sociedade, favorecendo aos
35 comportamentos de maior desrespeito e falta de cuidado interpessoal que tanto se observa nas
36 redes sociais e nas comunicações entre funcionários de uma empresa.
37 Portanto, esse efeito descontrói os ambientes formais e mais rígidos da realidade concreta
38 para liberar o indivíduo ao trânsito nos espaços altamente permissivos, tornando as pessoas mais
39 condescendentes e altamente plásticas em relação às transgressões. Vamos lembrar que todo
40 esse processo já tem um nome e se chama “personalidade eletrônica” (e-personality).
41 Imagine então, as crianças e jovens ainda em processo de formação, o que o ambiente
42 virtual poderia fazer com a consolidação de sua personalidade (ainda) em definição? No final das
43 contas, pensam muitos pais desavisados: “é apenas videogame” ou, ainda, “eles só estão usando
44 uma rede social”, que problema haveria com isso? No passado não muito distante, o
45 desassossego familiar vinha das amizades inadequadas, hoje deriva do próprio indivíduo em sua
46 relação consigo mesmo no ambiente virtual.
47 Para se pensar, não acha?
(Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/ — texto adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 09, 17 e 25.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo
Por Felipe Germano Bruno Garattoni
01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De
02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves
03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em
04 momentos importantes.
05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa
06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de
07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as
08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas
09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse
10 freio vai ficando mais fraco.
11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles
12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em
13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha
14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a
15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa
16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a
17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando
18 ao ato de mentir.
19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do
20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a
21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras
22 maiores”, acredita.
23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica
24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o
25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter
26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.
(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)
Todas as palavras estão acentuadas pela mesma razão que justifica o acento no vocábulo ‘psicóloga’, EXCETO:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo
Por Felipe Germano Bruno Garattoni
01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De
02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves
03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em
04 momentos importantes.
05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa
06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de
07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as
08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas
09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse
10 freio vai ficando mais fraco.
11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles
12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em
13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha
14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a
15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa
16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a
17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando
18 ao ato de mentir.
19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do
20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a
21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras
22 maiores”, acredita.
23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica
24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o
25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter
26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.
(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)
Em relação ao uso da vírgula, analise as afirmações que seguem:
I. Na linha 05, a vírgula separa uma oração adverbial.
II. A primeira vírgula da linha 13 poderia ser omitida sem causar nenhum tipo de prejuízo à frase.
III. Na linha 19, a primeira vírgula separa uma oração intercalada, já a segunda, um aposto.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo
Por Felipe Germano Bruno Garattoni
01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De
02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves
03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em
04 momentos importantes.
05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa
06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de
07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as
08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas
09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse
10 freio vai ficando mais fraco.
11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles
12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em
13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha
14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a
15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa
16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a
17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando
18 ao ato de mentir.
19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do
20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a
21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras
22 maiores”, acredita.
23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica
24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o
25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter
26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.
(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)
Em relação aos processos de coesão textual, analise as assertivas abaixo:
I. Na linha 03, ‘que’ retoma a expressão ‘contar mentirinhas’ (l. 02).
II. A expressão ‘Essa reação’ (l. 05-06) se refere ao fato de as pessoas se sentirem mal quando contam mentiras.
III. Na linha 14, ‘delas’ retoma ‘modalidades’ (l. 14).
Quais estão INCORRETAS?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo
Por Felipe Germano Bruno Garattoni
01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De
02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves
03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em
04 momentos importantes.
05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa
06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de
07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as
08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas
09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse
10 freio vai ficando mais fraco.
11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles
12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em
13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha
14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a
15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa
16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a
17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando
18 ao ato de mentir.
19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do
20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a
21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras
22 maiores”, acredita.
23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica
24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o
25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter
26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.
(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)
Em relação às letras e aos fonemas de palavras do texto, analise as afirmações que seguem e assinale C, se corretas, ou I, se incorretas.
( ) O vocábulo ‘expor’ é grafado com X, porém, esse fonema tem som de S. A palavra ‘e_trair’ segue a mesma grafia.
( ) A palavra ‘consistia’ tem o mesmo número de letras e fonemas.
( ) As palavras ‘pequenos’ e ‘sequência’ possuem dígrafos consonantais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo
Por Felipe Germano Bruno Garattoni
01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De
02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves
03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em
04 momentos importantes.
05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa
06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de
07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as
08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas
09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse
10 freio vai ficando mais fraco.
11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles
12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em
13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha
14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a
15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa
16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a
17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando
18 ao ato de mentir.
19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do
20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a
21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras
22 maiores”, acredita.
23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica
24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o
25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter
26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.
(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)
Em relação a palavras do texto, analise as seguintes propostas de substituição:
I. Na linha 03, se o advérbio ‘propenso’ fosse substituído por ‘inclinado’, o sentido da frase permaneceria o mesmo, assim como a estrutura sintática.
II. Na linha 14, a palavra ‘superestimando’ poderia ser substituída por ‘enaltecendo’ sem causar nenhum prejuízo ao sentido empregado no texto, visto que ambas têm como significado ‘estimar em excesso’.
III. Na linha 16, a palavra ‘estimulados’ (l. 16), ao ser substituída por ‘encorajados’, não provoca nenhuma alteração semântica e estrutural na frase.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo
Por Felipe Germano Bruno Garattoni
01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De
02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves
03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em
04 momentos importantes.
05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa
06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de
07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as
08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas
09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse
10 freio vai ficando mais fraco.
11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles
12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em
13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha
14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a
15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa
16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a
17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando
18 ao ato de mentir.
19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do
20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a
21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras
22 maiores”, acredita.
23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica
24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o
25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter
26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.
(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)
Em relação ao texto, analise as afirmações abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Ao iniciar o texto, os autores fazem referência à história de Pinóquio, instigando o conhecimento de mundo dos leitores.
( ) As pessoas, em geral, não se importam em contar mentiras.
( ) Quanto mais mentimos, mais nosso cérebro tende a se acostumar, deixando de controlar a quantidade de mentiras contadas.
( ) O freio natural que temos no cérebro pode ficar enfraquecido se contarmos mentiras com frequência.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo
Por Felipe Germano Bruno Garattoni
01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De
02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves
03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em
04 momentos importantes.
05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa
06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de
07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as
08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas
09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse
10 freio vai ficando mais fraco.
11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles
12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em
13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha
14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a
15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa
16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a
17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando
18 ao ato de mentir.
19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do
20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a
21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras
22 maiores”, acredita.
23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica
24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o
25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter
26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.
(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)
Considerando o contexto de ocorrências do vocábulo ‘a’ no texto, as lacunas tracejadas das linhas 03, 06, 24 e 25 devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo
Por Felipe Germano Bruno Garattoni
01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De
02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves
03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em
04 momentos importantes.
05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa
06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de
07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as
08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas
09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse
10 freio vai ficando mais fraco.
11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles
12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em
13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha
14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a
15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa
16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a
17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando
18 ao ato de mentir.
19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do
20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a
21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras
22 maiores”, acredita.
23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica
24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o
25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter
26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.
(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)
De acordo com as regras de ortografia e contexto de ocorrência, as lacunas pontilhadas das linhas 01, 15 e 19 ficam, correta e respectivamente, preenchidas por:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale V, se verdadeiras ou F, se falsas nas seguintes afirmativas sobre o texto.
( ) Na linha 05 e na linha 08, as palavras “professor” e “filósofo” referem-se, ambas, a Mário Sérgio Cortella (linha 01).
( ) Na linha 08, “seus” refere-se a “pessoas” (linha 06).
( ) Na linha 10, “Isso” refere-se ao fato de a roda ter sido inventada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


( ) Trechos como “educação pode criar novas mentes e novos corações” (l. 07 e 08) e “conheceremos a escuridão” (l. 12) estão em sentido conotativo ou figurado. ( ) O autor escreve em primeira pessoa; percebe-se isso ao menos em duas passagens do texto. ( ) Leonardo Boff considera urgente a necessidade de relacionarmos o pensamento ecológico à educação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


“Nesse documento definiram-se quinze perspectivas estratégicas em vista de uma educação para a sustentabilidade.”

I. É a mesma regra que determina que socioecológicas, paradigmáticas e múltiplos recebam acento gráfico. II. Saúde recebe acento gráfico pela mesma razão (regra) que “júri” e “túnel”. III. Frequência e água recebem acento gráfico pela mesma razão (regra) que miséria.
Quais estão corretas?

“...não temos alternativa: ou mudamos ou conheceremos a escuridão."
