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Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “despesas” (l. 02) pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No fragmento “Ele justificou o valor afirmando que, como está entre os brasileiros que participam do Parlamento do Mercosul, tem gastos elevados com viagens para o exterior...” (l. 09-11), se colocarmos a palavra sublinhada no plural, quantas outras alterações serão necessárias nesse fragmento?
Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Os símbolos das linhas 06 e 18 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação?
Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 01, 07 e 23 do texto.
Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre o texto, analise as assertivas abaixo:
I. A referência às redes sociais e plataformas digitais, mencionadas em relação aos gastos de alguns deputados com anúncios e divulgação de atividades parlamentares, pode ser considerada um intertexto.
II. A citação indireta presente em “Ele justificou o valor afirmando que, como está entre os brasileiros que participam do Parlamento do Mercosul, tem gastos elevados com viagens para o exterior...” (l. 09-11) pode ser compreendida como um recurso argumentativo.
III. Em “... deputados de Roraima, por exemplo, recebem uma cota mais generosa, já que as passagens de Boa Vista para Brasília são especialmente caras.” (l. 03-05), a expressão sublinhada introduz um motivo em relação à informação apresentada anteriormente.
Quais estão corretas?
Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre o texto, analise as assertivas abaixo:
I. Uma das ideias secundárias do texto é apresentar as ações sociais dos parlamentares na Câmara.
II. A linguagem do texto é predominantemente formal.
III. A intenção do texto é informar o leitor sobre os gastos parlamentares com despesas nos mandatos.
Quais estão corretas?
Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as informações expostas no texto, é correto afirmar que:
Novos medicamentos contra a obesidade estão chegando. Será que eles podem mudar o cenário atual?
Por Tara Haelle
01 A recente aprovação nos Estados Unidos de outro medicamento contra a obesidade, o
02 Zepbound, amplia as opções de remédios para controle de peso, mas ele vem com os mesmos
03 desafios de custo e acesso que afetam outros medicamentos para perda de peso de sua classe.
04 Os medicamentos para controle de peso dessa classe são agonistas ou mímicos dos
05 hormônios intestinais naturais que afetam o metabolismo do corpo e os sinais de fome no
06 cérebro. No entanto, os medicamentos atualmente aprovados, versões sintéticas desses
07 hormônios, são moléculas grandes, cuja fabricação é cara e demorada, o que significa preços
08 altos para os consumidores e escassez crescente de medicamentos.
09 Além disso, a maioria desses medicamentos são injeções, em vez de pílulas orais, e
10 geralmente exigem refrigeração para armazenamento. Com mais de quatro em cada dez
11 norte-americanos – e quase 2 bilhões de pessoas em todo o mundo – afetados pela obesidade,
12 a promessa desses novos medicamentos para tratar .... doença crônica que mais cresce no
13 mundo tem se chocado com a realidade de seus problemas de custo e acesso.
14 Além da fabricação complexa, o pequeno número de medicamentos para obesidade no
15 mercado significou menos concorrência, aumentando os preços para os consumidores. Isso é um
16 problema, pois muitos planos de saúde privados ainda não cobrem medicamentos para
17 obesidade. Embora os pesquisadores estejam desenvolvendo versões orais desses
18 medicamentos – incluindo versões mais baratas e mais rápidas de fabricar e distribuir –, elas
19 ainda não estão prontas para serem analisadas pelo FDA (U.S. Food and Drug Administration),
20 e os remédios orais existentes não são tão eficazes quanto as injeções.
21 “O grande problema é o fato de que, no momento, não apenas os medicamentos são
22 caros, mas também é difícil levar as injeções aos locais onde as pessoas podem precisar delas”,
23 explica Ali Zentner, médico de controle de peso e diretor médico da Revolution Medical Clinic em
24 Vancouver, no Canadá. “E nos Estados Unidos, por exemplo, a equidade depende da sua renda
25 e do seu seguro saúde, não importa realmente onde você está”.
26 No entanto, cerca de meia dúzia de candidatos dessa mesma classe de medicamentos
27 estão passando por testes clínicos e, como vários deles estão no caminho certo para serem
28 submetidos à FDA nos próximos anos, os especialistas esperam que eles finalmente comecem a
29 expandir o acesso para que o mundo possa começar a progredir no combate .... epidemia de
30 obesidade.
31 Um medicamento em desenvolvimento que vem chamando a atenção é o Orforglipron, um
32 medicamento semelhante aos agonistas já aprovados, mas que é uma molécula menor, o que
33 torna sua produção mais fácil e barata. Também é um comprimido oral, e não uma injeção, que
34 não é tão sensível .... temperatura de armazenamento quanto os medicamentos injetáveis.
35 Embora esteja apenas entrando na fase 3 dos estudos, a eficácia observada com o Orforglipron
36 em um estudo de fase 2 sugere que uma opção mais acessível não está fora de alcance.
37 Os remédios existentes estão “em uma forma que podemos usar facilmente, mas não
38 podemos fazer um injetável com tanta facilidade”, diz Sean Wharton, professor adjunto da
39 Universidade McMaster, no Canadá, e diretor médico da Wharton Medical Clinic, que está
40 liderando a pesquisa sobre o Orforglipron. “Ter algo que você precisa tomar toda semana para
41 os bilhões de pessoas em todo o planeta que vivem com obesidade significa que você precisa de
42 um produto que possa chegar lá, que possa ser produzido em massa e depois distribuído de
43 forma adequada”.
(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/03/novos-medicamentos-contra-a-obesidade-estao-chegando-sera-que-eles-podem-mudar-o-cenario-atual – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O Orforglipron é um medicamento em desenvolvimento que apresenta uma produção mais fácil e barata do que os demais medicamentos citados no texto.
( ) O Orforglipron é uma injeção que requer cuidados com a temperatura de armazenamento, diferentemente dos medicamentos orais.
( ) Sean Wharton, professor adjunto da Universidade McMaster, lidera a pesquisa sobre o Orforglipron e afirma que é mais fácil produzir um injetável do que um comprimido oral.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Workaholic: saiba o que é e quais os sinais
01 No mundo corporativo atual o trabalho excessivo tornou-se um fenômeno de interesse
02 crescente. As pessoas que trabalham em excesso são chamadas “workaholics”. Este artigo
03 explora os aspectos do comportamento workaholic, destacando sinais, causas e impactos tanto
04 na vida pessoal quanto profissional.
05 Ao analisar esse tema, busca-se oferecer insights para promover um equilíbrio saudável
06 entre trabalho e vida pessoal, visando a um bem-estar mais completo. Ser workaholic refere-se
07 .... um padrão de comportamento obsessivo em relação ao trabalho. Uma pessoa workaholic
08 _____ uma compulsão extrema para trabalhar, muitas vezes sacrificando outros aspectos da
09 vida, como relacionamentos pessoais, saúde e lazer, em prol da carreira ou do trabalho.
10 Eles tendem a dedicar longas horas ao trabalho, mesmo quando não é necessário, e muitas
11 vezes _____ dificuldade em desconectar-se ou relaxar. A condição de ser workaholic pode ser
12 impulsionada por uma variedade de fatores, incluindo pressão externa, necessidade de sucesso
13 ou reconhecimento, ou até mesmo um desejo interno de perfeição ou controle.
14 No entanto, essa dedicação excessiva ao trabalho pode levar a consequências negativas,
15 como estresse crônico, esgotamento, problemas de saúde física e mental e dificuldades nos
16 relacionamentos. Muitos fazem isso buscando alcançar posições de liderança.
17 Entender o significado de workaholic é fundamental para compreender quando o equilíbrio
18 entre trabalho e vida pessoal está comprometido. Aqui estão indicadores detalhados desse
19 comportamento:
20 1) Dificuldade em desligar-se – Workaholics enfrentam dificuldade em desconectar-se do
21 trabalho mesmo fora do horário de expediente. Eles frequentemente encontram-se verificando
22 e respondendo a e-mails ou pensando em projetos profissionais durante momentos de lazer,
23 tornando difícil relaxar e aproveitar o tempo livre plenamente.
24 2) Longas horas de trabalho – Trabalhar consistentemente longas horas, incluindo fins de
25 semana e feriados, é um padrão comum para os workaholics. Eles podem ser os últimos .... sair
26 do escritório ou levar trabalho para casa regularmente, comprometendo o tempo destinado ao
27 descanso e .... relações pessoais.
28 3) Priorização do trabalho – Workaholics tendem a colocar o trabalho acima de todos os
29 outros aspectos da vida. Eles sacrificam momentos com a família, amigos ou atividades de lazer
30 para dedicarem-se exclusivamente ao trabalho. Novas gerações, como a geração Z, estão
31 buscando um equilíbrio maior entre vida pessoal e profissional.
32 4) Perfeccionismo excessivo – A busca implacável pela perfeição é uma característica
33 marcante dos workaholics. Eles podem gastar tempo desproporcional em detalhes ou refazer
34 tarefas repetidamente, sempre buscando atingir um nível de excelência que muitas vezes _____
35 inatingível.
36 5) Negligência da saúde e do bem-estar – Em nome do trabalho, os workaholics
37 frequentemente ignoram sua saúde física e emocional. Eles podem minimizar sinais de estresse,
38 exaustão ou doenças físicas e mentais, persistindo no trabalho apesar dos danos à saúde que
39 possam surgir.
(Disponível em: www://exame.com/carreira/workaholic-saiba-o-que-e-e-quais-os-sinais/ – texto adaptado
especialmente para esta prova).
Considerando a coesão textual, assinale a alternativa correta.
Exercício físico como deleite?
Por Carlos Alberto Gianotti
- Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
- se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
- desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
- ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
- Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
- parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
- concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
- há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
- ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
- acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
- em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
- Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
- ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
- maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
- corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
- é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
- pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
- conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
- espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
- girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
- Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
- edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
- Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
- nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
- da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
- físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
- de um prazer é um grande autoengano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo a respeito da palavra sublinhada no trecho “há benefícios físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico”:
I. A palavra “notórios” é um adjetivo e tem a função sintática de adjunto adnominal.
II. Um sinônimo possível para a palavra é “consideráveis”.
III. A palavra “notórios” pode ser flexionada em gênero e número.
Quais estão corretas?
Exercício físico como deleite?
Por Carlos Alberto Gianotti
- Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
- se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
- desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
- ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
- Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
- parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
- concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
- há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
- ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
- acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
- em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
- Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
- ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
- maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
- corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
- é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
- pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
- conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
- espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
- girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
- Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
- edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
- Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
- nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
- da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
- físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
- de um prazer é um grande autoengano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “conjecturado” (l. 25) sem causa alteração de sentido significativa ao trecho do texto em que ocorre.
Exercício físico como deleite?
Por Carlos Alberto Gianotti
- Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
- se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
- desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
- ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
- Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
- parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
- concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
- há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
- ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
- acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
- em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
- Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
- ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
- maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
- corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
- é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
- pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
- conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
- espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
- girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
- Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
- edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
- Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
- nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
- da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
- físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
- de um prazer é um grande autoengano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego correto do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 04, 10 e 13.
Exercício físico como deleite?
Por Carlos Alberto Gianotti
- Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
- se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
- desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
- ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
- Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
- parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
- concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
- há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
- ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
- acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
- em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
- Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
- ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
- maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
- corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
- é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
- pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
- conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
- espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
- girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
- Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
- edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
- Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
- nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
- da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
- físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
- de um prazer é um grande autoengano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna pontilhada da linha 22.
A importância da arte e da arte de resistir no ano da pandemia
Por Milena Schäfer
- O encontro pelas telas marcou 2020 e com o fazer artístico não foi diferente. O olhar foi
- intermediado pela câmera, o aplauso deu lugar aos emojis, e todas as camadas da subjetividade
- dos encontros acomodaram-se, em tom de ur....ência, no enquadramento audiovisual.
- Para quem encontra na arte o sentido da vida e vive com o sustento de cada apresentação,
- parar realmente não foi uma opção. No desenrolar dessa cena trá....ica, os artistas também
- foram duramente impactados, mas não nos abandonaram. Alguns ligaram as câmeras pela
- primeira vez e confirmaram que a presença virtual, embora não seja ideal, é melhor do que a
- ausência. Sob espetáculos cancelados, teatros interditados e luzes apagadas, a arte não
- silenciou. Pelo contrário, cantou feito cigarra, espalhando-se a ponto de atingir o tão merecido
- status de "e....encial".
- A importância da arte para a sobrevivência da espécie humana não é novidade, mas virou
- certeza absoluta nos meses de isolamento. Sozinha, em um apartamento cheio de vazio, vi cada
- canto ser suavemente preenchido pelas obras que pude acessar. Não foi uma, nem 20; foram
- incontáveis as vezes que encontrei no botão de play a salvação para suportar dias tão difíceis.
- Que atire a primeira pedra quem foi capaz de ficar sem ler um livro, escutar uma música ou
- assistir ___ uma livezinha sequer. Pois é, 2020 foi o ano das lives.
- Quem foi que disse que as cigarras não trabalham? Mesmo paralisadas, muitas conseguiram
- sair da casca, alçando voos. Disseminaram-se pela rede online as oficinas, os ensaios remotos,
- os espetáculos e os shows filmados. O caos também foi inspiração para criar, gerou uma
- necessidade ainda maior de expressar. Financiamentos coletivos deram visibilidade ___ arte
- periférica.
- No acesso facilitado pelo controle remoto, algumas plateias tornaram-se, até mesmo, mais
- numerosas do que antes. No acesso facilitado ___ plataformas digitais, a cena cultural, que já
- era potente, ganhou mais diversidade. E as comunidades começaram a se ver, a
- reconhecerem-se de verdade.
- No "Ano das Trevas", renascemos a cada dia inspirados por músicas, coreografias, imagens,
- histórias e representações. Tudo feito por estas cigarras que, na concepção de cada obra,
- também nos ensinam a arte de resistir.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2020/12/a-importancia-da-arte-e-da-arte-de-resistir-no-ano-da-pandemia-ckj2tgvgg000p017whdowgm1m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta um trecho no qual NÃO tenha havido o emprego de linguagem figurada.
A importância da arte e da arte de resistir no ano da pandemia
Por Milena Schäfer
- O encontro pelas telas marcou 2020 e com o fazer artístico não foi diferente. O olhar foi
- intermediado pela câmera, o aplauso deu lugar aos emojis, e todas as camadas da subjetividade
- dos encontros acomodaram-se, em tom de ur....ência, no enquadramento audiovisual.
- Para quem encontra na arte o sentido da vida e vive com o sustento de cada apresentação,
- parar realmente não foi uma opção. No desenrolar dessa cena trá....ica, os artistas também
- foram duramente impactados, mas não nos abandonaram. Alguns ligaram as câmeras pela
- primeira vez e confirmaram que a presença virtual, embora não seja ideal, é melhor do que a
- ausência. Sob espetáculos cancelados, teatros interditados e luzes apagadas, a arte não
- silenciou. Pelo contrário, cantou feito cigarra, espalhando-se a ponto de atingir o tão merecido
- status de "e....encial".
- A importância da arte para a sobrevivência da espécie humana não é novidade, mas virou
- certeza absoluta nos meses de isolamento. Sozinha, em um apartamento cheio de vazio, vi cada
- canto ser suavemente preenchido pelas obras que pude acessar. Não foi uma, nem 20; foram
- incontáveis as vezes que encontrei no botão de play a salvação para suportar dias tão difíceis.
- Que atire a primeira pedra quem foi capaz de ficar sem ler um livro, escutar uma música ou
- assistir ___ uma livezinha sequer. Pois é, 2020 foi o ano das lives.
- Quem foi que disse que as cigarras não trabalham? Mesmo paralisadas, muitas conseguiram
- sair da casca, alçando voos. Disseminaram-se pela rede online as oficinas, os ensaios remotos,
- os espetáculos e os shows filmados. O caos também foi inspiração para criar, gerou uma
- necessidade ainda maior de expressar. Financiamentos coletivos deram visibilidade ___ arte
- periférica.
- No acesso facilitado pelo controle remoto, algumas plateias tornaram-se, até mesmo, mais
- numerosas do que antes. No acesso facilitado ___ plataformas digitais, a cena cultural, que já
- era potente, ganhou mais diversidade. E as comunidades começaram a se ver, a
- reconhecerem-se de verdade.
- No "Ano das Trevas", renascemos a cada dia inspirados por músicas, coreografias, imagens,
- histórias e representações. Tudo feito por estas cigarras que, na concepção de cada obra,
- também nos ensinam a arte de resistir.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2020/12/a-importancia-da-arte-e-da-arte-de-resistir-no-ano-da-pandemia-ckj2tgvgg000p017whdowgm1m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra ou expressão que possa substituir corretamente a conjunção “embora” (l. 07) sem causar alteração ao sentido ou à estrutura do trecho do texto em que ocorre.
A importância da arte e da arte de resistir no ano da pandemia
Por Milena Schäfer
- O encontro pelas telas marcou 2020 e com o fazer artístico não foi diferente. O olhar foi
- intermediado pela câmera, o aplauso deu lugar aos emojis, e todas as camadas da subjetividade
- dos encontros acomodaram-se, em tom de ur....ência, no enquadramento audiovisual.
- Para quem encontra na arte o sentido da vida e vive com o sustento de cada apresentação,
- parar realmente não foi uma opção. No desenrolar dessa cena trá....ica, os artistas também
- foram duramente impactados, mas não nos abandonaram. Alguns ligaram as câmeras pela
- primeira vez e confirmaram que a presença virtual, embora não seja ideal, é melhor do que a
- ausência. Sob espetáculos cancelados, teatros interditados e luzes apagadas, a arte não
- silenciou. Pelo contrário, cantou feito cigarra, espalhando-se a ponto de atingir o tão merecido
- status de "e....encial".
- A importância da arte para a sobrevivência da espécie humana não é novidade, mas virou
- certeza absoluta nos meses de isolamento. Sozinha, em um apartamento cheio de vazio, vi cada
- canto ser suavemente preenchido pelas obras que pude acessar. Não foi uma, nem 20; foram
- incontáveis as vezes que encontrei no botão de play a salvação para suportar dias tão difíceis.
- Que atire a primeira pedra quem foi capaz de ficar sem ler um livro, escutar uma música ou
- assistir ___ uma livezinha sequer. Pois é, 2020 foi o ano das lives.
- Quem foi que disse que as cigarras não trabalham? Mesmo paralisadas, muitas conseguiram
- sair da casca, alçando voos. Disseminaram-se pela rede online as oficinas, os ensaios remotos,
- os espetáculos e os shows filmados. O caos também foi inspiração para criar, gerou uma
- necessidade ainda maior de expressar. Financiamentos coletivos deram visibilidade ___ arte
- periférica.
- No acesso facilitado pelo controle remoto, algumas plateias tornaram-se, até mesmo, mais
- numerosas do que antes. No acesso facilitado ___ plataformas digitais, a cena cultural, que já
- era potente, ganhou mais diversidade. E as comunidades começaram a se ver, a
- reconhecerem-se de verdade.
- No "Ano das Trevas", renascemos a cada dia inspirados por músicas, coreografias, imagens,
- histórias e representações. Tudo feito por estas cigarras que, na concepção de cada obra,
- também nos ensinam a arte de resistir.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2020/12/a-importancia-da-arte-e-da-arte-de-resistir-no-ano-da-pandemia-ckj2tgvgg000p017whdowgm1m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 16, 20 e 23.
A importância da arte e da arte de resistir no ano da pandemia
Por Milena Schäfer
- O encontro pelas telas marcou 2020 e com o fazer artístico não foi diferente. O olhar foi
- intermediado pela câmera, o aplauso deu lugar aos emojis, e todas as camadas da subjetividade
- dos encontros acomodaram-se, em tom de ur....ência, no enquadramento audiovisual.
- Para quem encontra na arte o sentido da vida e vive com o sustento de cada apresentação,
- parar realmente não foi uma opção. No desenrolar dessa cena trá....ica, os artistas também
- foram duramente impactados, mas não nos abandonaram. Alguns ligaram as câmeras pela
- primeira vez e confirmaram que a presença virtual, embora não seja ideal, é melhor do que a
- ausência. Sob espetáculos cancelados, teatros interditados e luzes apagadas, a arte não
- silenciou. Pelo contrário, cantou feito cigarra, espalhando-se a ponto de atingir o tão merecido
- status de "e....encial".
- A importância da arte para a sobrevivência da espécie humana não é novidade, mas virou
- certeza absoluta nos meses de isolamento. Sozinha, em um apartamento cheio de vazio, vi cada
- canto ser suavemente preenchido pelas obras que pude acessar. Não foi uma, nem 20; foram
- incontáveis as vezes que encontrei no botão de play a salvação para suportar dias tão difíceis.
- Que atire a primeira pedra quem foi capaz de ficar sem ler um livro, escutar uma música ou
- assistir ___ uma livezinha sequer. Pois é, 2020 foi o ano das lives.
- Quem foi que disse que as cigarras não trabalham? Mesmo paralisadas, muitas conseguiram
- sair da casca, alçando voos. Disseminaram-se pela rede online as oficinas, os ensaios remotos,
- os espetáculos e os shows filmados. O caos também foi inspiração para criar, gerou uma
- necessidade ainda maior de expressar. Financiamentos coletivos deram visibilidade ___ arte
- periférica.
- No acesso facilitado pelo controle remoto, algumas plateias tornaram-se, até mesmo, mais
- numerosas do que antes. No acesso facilitado ___ plataformas digitais, a cena cultural, que já
- era potente, ganhou mais diversidade. E as comunidades começaram a se ver, a
- reconhecerem-se de verdade.
- No "Ano das Trevas", renascemos a cada dia inspirados por músicas, coreografias, imagens,
- histórias e representações. Tudo feito por estas cigarras que, na concepção de cada obra,
- também nos ensinam a arte de resistir.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2020/12/a-importancia-da-arte-e-da-arte-de-resistir-no-ano-da-pandemia-ckj2tgvgg000p017whdowgm1m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 03, 05 e 10.
A importância da arte e da arte de resistir no ano da pandemia
Por Milena Schäfer
- O encontro pelas telas marcou 2020 e com o fazer artístico não foi diferente. O olhar foi
- intermediado pela câmera, o aplauso deu lugar aos emojis, e todas as camadas da subjetividade
- dos encontros acomodaram-se, em tom de ur....ência, no enquadramento audiovisual.
- Para quem encontra na arte o sentido da vida e vive com o sustento de cada apresentação,
- parar realmente não foi uma opção. No desenrolar dessa cena trá....ica, os artistas também
- foram duramente impactados, mas não nos abandonaram. Alguns ligaram as câmeras pela
- primeira vez e confirmaram que a presença virtual, embora não seja ideal, é melhor do que a
- ausência. Sob espetáculos cancelados, teatros interditados e luzes apagadas, a arte não
- silenciou. Pelo contrário, cantou feito cigarra, espalhando-se a ponto de atingir o tão merecido
- status de "e....encial".
- A importância da arte para a sobrevivência da espécie humana não é novidade, mas virou
- certeza absoluta nos meses de isolamento. Sozinha, em um apartamento cheio de vazio, vi cada
- canto ser suavemente preenchido pelas obras que pude acessar. Não foi uma, nem 20; foram
- incontáveis as vezes que encontrei no botão de play a salvação para suportar dias tão difíceis.
- Que atire a primeira pedra quem foi capaz de ficar sem ler um livro, escutar uma música ou
- assistir ___ uma livezinha sequer. Pois é, 2020 foi o ano das lives.
- Quem foi que disse que as cigarras não trabalham? Mesmo paralisadas, muitas conseguiram
- sair da casca, alçando voos. Disseminaram-se pela rede online as oficinas, os ensaios remotos,
- os espetáculos e os shows filmados. O caos também foi inspiração para criar, gerou uma
- necessidade ainda maior de expressar. Financiamentos coletivos deram visibilidade ___ arte
- periférica.
- No acesso facilitado pelo controle remoto, algumas plateias tornaram-se, até mesmo, mais
- numerosas do que antes. No acesso facilitado ___ plataformas digitais, a cena cultural, que já
- era potente, ganhou mais diversidade. E as comunidades começaram a se ver, a
- reconhecerem-se de verdade.
- No "Ano das Trevas", renascemos a cada dia inspirados por músicas, coreografias, imagens,
- histórias e representações. Tudo feito por estas cigarras que, na concepção de cada obra,
- também nos ensinam a arte de resistir.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2020/12/a-importancia-da-arte-e-da-arte-de-resistir-no-ano-da-pandemia-ckj2tgvgg000p017whdowgm1m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, assinale a alternativa INCORRETA a respeito da situação da arte durante o ano de 2020.
Senna: ídolo das pistas
Por Adriano Lesme
- Ayrton Senna da Silva, ou simplesmente Senna, foi um piloto de Fórmula 1 das décadas de
- 80 e 90 e maior ídolo brasileiro do automobilismo. Nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de
- 1960, e morreu de maneira trágica em 1º de maio de 1994, após colidir com uma mureta de
- proteção no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola. Seu velório foi um dos mais marcantes da
- história do Brasil, durou cerca de 22 horas e foi acompanhado por aproximadamente 240 mil
- pessoas.
- A ca__eira de Senna no automobilismo começou como a da maioria dos pilotos: no kart.
- Aos quatro anos, Ayrton ganhou o seu primeiro kart, construído pelo seu pai. O motor foi tirado
- de um cortador de grama, mas chegava aos 60 km/h, bastante veloz para uma criança.
- O acidente de Senna é um dos episódios mais tristes da história do esporte, mas sua morte
- foi responsável por uma revolução na segurança da Fórmula 1. Os carros ficaram muito mais
- seguros e nenhum acidente fatal aconteceu por quase 20 anos.
- O maior legado de Senna é o Instituto Ayrton Senna, organização sem fins lucrativos que
- beneficia mais de 1,5 milhão de crianças brasileiras por ano, por meio da formação de
- educadores, projetos educacionais e parcerias com escolas públicas.
- A trajetória de Ayrton Senna no automobilismo foi de grande suce__o, o piloto foi
- tricampeão mundial da Fórmula 1, ganhando o título em 1988, 1990 e 1991. Em 2024 completa
- 30 anos de morte do ídolo brasileiro, um herói que segue na memória e no coração dos
- brasileiros.
(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/airton-senna-silva.htm. – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta a palavra com grafia correta.
Senna: ídolo das pistas
Por Adriano Lesme
- Ayrton Senna da Silva, ou simplesmente Senna, foi um piloto de Fórmula 1 das décadas de
- 80 e 90 e maior ídolo brasileiro do automobilismo. Nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de
- 1960, e morreu de maneira trágica em 1º de maio de 1994, após colidir com uma mureta de
- proteção no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola. Seu velório foi um dos mais marcantes da
- história do Brasil, durou cerca de 22 horas e foi acompanhado por aproximadamente 240 mil
- pessoas.
- A ca__eira de Senna no automobilismo começou como a da maioria dos pilotos: no kart.
- Aos quatro anos, Ayrton ganhou o seu primeiro kart, construído pelo seu pai. O motor foi tirado
- de um cortador de grama, mas chegava aos 60 km/h, bastante veloz para uma criança.
- O acidente de Senna é um dos episódios mais tristes da história do esporte, mas sua morte
- foi responsável por uma revolução na segurança da Fórmula 1. Os carros ficaram muito mais
- seguros e nenhum acidente fatal aconteceu por quase 20 anos.
- O maior legado de Senna é o Instituto Ayrton Senna, organização sem fins lucrativos que
- beneficia mais de 1,5 milhão de crianças brasileiras por ano, por meio da formação de
- educadores, projetos educacionais e parcerias com escolas públicas.
- A trajetória de Ayrton Senna no automobilismo foi de grande suce__o, o piloto foi
- tricampeão mundial da Fórmula 1, ganhando o título em 1988, 1990 e 1991. Em 2024 completa
- 30 anos de morte do ídolo brasileiro, um herói que segue na memória e no coração dos
- brasileiros.
(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/airton-senna-silva.htm. – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra que contém um encontro consonantal é:
