Questões de Concurso
Sobre português para fgv
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Em relação ao período acima, analise as afirmativas a seguir:
I. O período é simples.
II. Há uma oração principal.
III. Há uma ocorrência de adjunto adverbial de tempo.
Assinale .
I. Embora tenha havido muitos investimentos em modernização institucional nas diversas polícias do Estado de São Paulo, é necessário rever essa modernização.
II. Uma ação policial que resulte em morte não é sinônimo de ação bem-sucedida.
III. Quando uma ação policial é letal, põe em xeque a defesa da cidadania.
Assinale .
Assinale a alternativa que apresente pontuação igualmente correta para o período acima.
Assinale a alternativa em que, alterando-se a estrutura do período acima, manteve-se a correção gramatical.
A primeira oração do período acima tem valor .

O pronome isto na tirinha acima tem valor
No trecho acima, há quantos artigos?
(L.51-55)
Assinale a alternativa que NÃO pode substituir o termo grifado no período acima, sob pena de alteração de sentido.
Resgate no Chile
Assisti ao maior espetáculo da Terra numa operação de salvamento de vidas, após 69 dias de permanência no
fundo de uma mina de cobre e ouro no Chile.
Um a um os mineiros soterrados foram içados com sucesso, mostrando muita calma, saúde, sorrindo e
cumprimentando seus companheiros de trabalho. Não se pode esquecer a ajuda técnica e material que os Estados
Unidos, Canadá e China ofereceram à equipe chilena de salvamento, num gesto humanitário que só enobrece esses
países. E, também, dos dois médicos e dois “socorristas” que, demonstrando coragem e desprendimento, desceram na
mina para ajudar no salvamento.
(Douglas Jorge; São Paulo, SP; www.folha.com.br – painel do leitor – 17/10/2010)
O uso de telefones celulares revolucionou a comunicação
entre as pessoas de forma que muitos esqueceram como
vivíamos sem este aparelho fundamental à evolução da
espécie. Tão logo um cidadão adquire o santo instrumento
da felicidade humana, imediatamente se torna seu escravo.
Viciado em fazer ligações e responder imediatamente a
chamados.
Qualquer dúvida, por mais banal que seja, torna-se uma
urgência inadiável. A mão se estende rapidamente ao celular.
A ligação é feita. Alívio geral. Na maior parte do dia, isso,
além de cômico, não faz muito mal. Exceto ao bolso.
Caso a pessoa esteja dirigindo, no entanto, falar ao
telefone pode se transformar em tragédia. O estudo de
dados científicos realizado há cinco anos demonstrou,
claramente, a relação entre o uso do telefone celular e o
aumento do risco de acidentes automobilísticos graves.
A maioria dessas pesquisas aponta para um momento de
4 a 5,9 vezes maior chance de o motorista se distrair e bater
o carro. Recentemente, foram disseminados ao redor do
mundo aparelhos capazes de garantir ao motorista a
possibilidade de continuar a sua conversa telefônica sem
precisar segurar o celular com uma das mãos. Os famosos
métodos hands free, ou mãos livres: são fones de ouvido
ligados diretamente ao telefone ou a tecnologia blue tooth,
conectados sem fio, e ainda equipamentos viva-voz. Todos
permitem telefonar mantendo as mãos ao volante.
O problema parecia ter sido resolvido, mas estudos
publicados recentemente chamam a atenção para o perigo
dessas tecnologias. Umas pesquisa realizada na
Universidade do Arizona, em Phoenix, demonstrou que o
emprego de equipamentos hands free não conseguiu reduzir
de forma clara os riscos de acidentes automobilísticos. Basta
falar ao telefone, segurando ou não o aparelho, que este
risco aumenta em mais de quatro vezes. O estudo demons-
trou que dirigir enquanto se fala ao telefone tem o mesmo
nível de risco de acidentes que dirigir bêbado, intoxicado por
etanol.
O problema do uso do celular ao volante não é das mãos,
mas de cérebro. Problema de foco e atenção. Quando um
indivíduo fala ao telefone, ele mobiliza uma parte importante
do cérebro, responsável pela capacidade de atenção.
Os especialistas em segurança de trânsito sugerem leis
para banir totalmente o uso do celular ao volante dos carros.
Vai ser uma guerra contra os lobbies da indústria dos
celulares e de seus acessórios.
(Carta Capital, julho 2009)









