Questões de Concurso Sobre português para nosso rumo

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Q3368476 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto ao emprego dos verbos, assinale a alternativa em que o verbo destacado indique um fato realizado em momento anterior ao do enunciado e parou de ocorrer.
Alternativas
Q3368474 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto à ortografia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3368473 Português
Humanos viverão por mais tempo até 2050, mas qualidade
de vida vai diminuir



Até 2050, as pessoas viverão mais tempo. Porém, a perspectiva de anos de boa vida não acompanhará esse crescimento, pois há tendência de elevação dos casos de doenças metabólicas, como sobrepeso


         As conclusões do Estudo sobre a Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD) revelam uma previsão de aumento na expectativa de vida global. Entre 2022 e 2050, é esperado que homens vivam 4,9 anos a mais e mulheres 4,2, com uma redução nas disparidades regionais. Esse crescimento é impulsionado por melhorias nas taxas de sobrevivência de doenças cardiovasculares, covid-19 e várias patologias transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais (CMNNs). Na contramão, problemas metabólicos, como pressão e colesterol alto, aumentaram quase 50% nas duas últimas décadas.

        No entanto, há uma mudança nas taxas de CMNNs, que estão se tornando menos comuns, e de condições não transmissíveis (DNTs), que fazem mais vítimas a cada dia, como câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes. Esse deslocamento reflete um aumento na incidência de fatores de risco comportamentais e metabólicos, como obesidade, hipertensão, dieta inadequada e tabagismo. Essas condições mudarão os índices de anos de vida perdidos para anos vividos com incapacidade, ou seja, mais pessoas viverão mais tempo, mas com problemas de saúde.

        Segundo o estudo, detalhado na revista The Lancet, a expectativa de vida global deve aumentar de 73,6 anos em 2022 para 78,1 anos em 2050. Paralelamente, a perspectiva de vida saudável deve subir de 64,8 anos para 67,4 anos. Isso indica que,
embora a população mundial viva mais tempo, os anos com boa saúde não aumentarão na mesma proporção.

       As regiões com menor expectativa de vida atual, como a África Subsariana, viverão elevações, graças a intervenções de saúde pública pontuais.

      “Há imensas oportunidades pela frente para influenciarmos o futuro da saúde global, superando esses fatores de risco metabólicos e dietéticos crescentes, particularmente aqueles relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida, como açúcar elevado no sangue, índice de massa corporal elevado e pressão arterial elevada”, reforçou Amanda E. Smith, diretora assistente de Previsão do Instituto Izzy Colindres de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), que participou do trabalho.

       Carol Sarmento, médica intensivista e paliativista e idealizadora do Cuida — projeto que estimula o autocuidado — detalha que com mais pessoas envelhecendo é fundamental melhorar a qualidade de serviços e de atenção na sociedade. “De maneira que as pessoas vivam isso com qualidade, mantendo a autonomia e sendo funcionais. Tudo isso faz bem às famílias e à sociedade também. Envelhecer com saúde e evitando doenças crônicas degenerativas da terceira idade”.

         Fernanda Carvalho Oliveira, médica especialista em longevidade e bem-estar, da clínica Viva Mais, em Brasília, destaca que doenças crônicas e inflamatórias passarão a ser não apenas as principais causas de morte, mas também responsáveis por sequelas e incapacidade. “Trazendo um paradoxo para o momento atual, onde se vive cada vez mais, mas não necessariamente melhor. Essa realidade tende a se agravar e tem grande impacto em como as pessoas viverão seus últimos anos, inclusive há repercussões sociais e econômicas, impactando a Previdência e os custos com saúde”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6858735-humanos-viverao-por-mais-tempo-ate-2050-masqualidade-de-vida-vai-diminuir.html. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa que melhor reflete a previsão dos especialistas sobre as mudanças nos padrões de saúde global até 2050.
Alternativas
Q3368472 Português
Humanos viverão por mais tempo até 2050, mas qualidade
de vida vai diminuir



Até 2050, as pessoas viverão mais tempo. Porém, a perspectiva de anos de boa vida não acompanhará esse crescimento, pois há tendência de elevação dos casos de doenças metabólicas, como sobrepeso


         As conclusões do Estudo sobre a Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD) revelam uma previsão de aumento na expectativa de vida global. Entre 2022 e 2050, é esperado que homens vivam 4,9 anos a mais e mulheres 4,2, com uma redução nas disparidades regionais. Esse crescimento é impulsionado por melhorias nas taxas de sobrevivência de doenças cardiovasculares, covid-19 e várias patologias transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais (CMNNs). Na contramão, problemas metabólicos, como pressão e colesterol alto, aumentaram quase 50% nas duas últimas décadas.

        No entanto, há uma mudança nas taxas de CMNNs, que estão se tornando menos comuns, e de condições não transmissíveis (DNTs), que fazem mais vítimas a cada dia, como câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes. Esse deslocamento reflete um aumento na incidência de fatores de risco comportamentais e metabólicos, como obesidade, hipertensão, dieta inadequada e tabagismo. Essas condições mudarão os índices de anos de vida perdidos para anos vividos com incapacidade, ou seja, mais pessoas viverão mais tempo, mas com problemas de saúde.

        Segundo o estudo, detalhado na revista The Lancet, a expectativa de vida global deve aumentar de 73,6 anos em 2022 para 78,1 anos em 2050. Paralelamente, a perspectiva de vida saudável deve subir de 64,8 anos para 67,4 anos. Isso indica que,
embora a população mundial viva mais tempo, os anos com boa saúde não aumentarão na mesma proporção.

       As regiões com menor expectativa de vida atual, como a África Subsariana, viverão elevações, graças a intervenções de saúde pública pontuais.

      “Há imensas oportunidades pela frente para influenciarmos o futuro da saúde global, superando esses fatores de risco metabólicos e dietéticos crescentes, particularmente aqueles relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida, como açúcar elevado no sangue, índice de massa corporal elevado e pressão arterial elevada”, reforçou Amanda E. Smith, diretora assistente de Previsão do Instituto Izzy Colindres de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), que participou do trabalho.

       Carol Sarmento, médica intensivista e paliativista e idealizadora do Cuida — projeto que estimula o autocuidado — detalha que com mais pessoas envelhecendo é fundamental melhorar a qualidade de serviços e de atenção na sociedade. “De maneira que as pessoas vivam isso com qualidade, mantendo a autonomia e sendo funcionais. Tudo isso faz bem às famílias e à sociedade também. Envelhecer com saúde e evitando doenças crônicas degenerativas da terceira idade”.

         Fernanda Carvalho Oliveira, médica especialista em longevidade e bem-estar, da clínica Viva Mais, em Brasília, destaca que doenças crônicas e inflamatórias passarão a ser não apenas as principais causas de morte, mas também responsáveis por sequelas e incapacidade. “Trazendo um paradoxo para o momento atual, onde se vive cada vez mais, mas não necessariamente melhor. Essa realidade tende a se agravar e tem grande impacto em como as pessoas viverão seus últimos anos, inclusive há repercussões sociais e econômicas, impactando a Previdência e os custos com saúde”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6858735-humanos-viverao-por-mais-tempo-ate-2050-masqualidade-de-vida-vai-diminuir.html. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta o principal paradoxo apresentado no texto sobre a expectativa de vida global até 2050.
Alternativas
Q3077010 Português

Disponível em: https://www.simnoticias.com.br/70-anos-de-peanuts-15-licoes-da
turma-do-charlie-brown-sobre-a-vida/ (com alterações).
A palavra “sempre”, presente no último quadrinho, corresponde a um advérbio de: 
Alternativas
Q3077009 Português

Disponível em: https://www.simnoticias.com.br/70-anos-de-peanuts-15-licoes-da
turma-do-charlie-brown-sobre-a-vida/ (com alterações).
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas presentes no segundo quadrinho. 
Alternativas
Q3077008 Português
Para se dirigir ao reitor da universidade em que trabalha, o professor Adalberto deve usar o seguinte pronome de tratamento: 
Alternativas
Q3077007 Português
Assinale a alternativa cuja conjunção em destaque na sentença apresenta ideia de contraste. 
Alternativas
Q3077006 Português
Na frase “Fiquei muito triste contigo ontem”, o pronome em destaque é: 
Alternativas
Q3077005 Português
Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa e o acordo ortográfico vigente, está INCORRETO o uso do hífen em: 
Alternativas
Q3077004 Português

Vacina contra herpes-zóster pode reduzir risco de

demência, diz estudo 


        A vacina recombinante contra o herpes-zóster foi associada a um risco 17% menor de demência em comparação com a vacina atenuada contra o vírus, nos seis anos subsequentes a vacinação. O achado é de estudo publicado na revista científica Nature Medicine.


        A vacina atenuada possui o vírus do herpes-zóster ativo, mas enfraquecido, enquanto a vacina recombinante é inativada, ou seja, é feita apenas com uma proteína do vírus em combinação com o adjuvante AS01. Em outras palavras, o imunizante recombinante não contém o vírus ativo em sua composição. No Brasil, existem os dois tipos de imunizantes para a prevenção da doença.


        Estudos anteriores haviam mostrado uma relação entre a vacina atenuada e o menor risco de demência. No entanto, a maioria desses estudos foi em pequenas coortes, ou seja, feitos com uma pequena quantidade de participantes. Ao mesmo tempo, a vacina atenuada foi descontinuada em alguns países, como os Estados Unidos, em favor da vacina recombinante, que apresenta eficácia maior para prevenir o herpes-zóster.


        Diante disso, os pesquisadores queriam entender se a vacina recombinante poderia ter os mesmos efeitos na proteção contra a demência. Para isso, eles analisaram dados de saúde eletrônicos dos Estados Unidos de um total de 103.837 pessoas que receberam sua primeira dose de vacina contra herpes-zóster entre 2017 e 2020, com 95% deles recebendo a vacina recombinante. Em seguida, compararam os dados encontrados com as descobertas mostradas pelos estudos anteriores feitos com a vacina atenuada.


        Os pesquisadores descobriram que a vacina recombinante estava associada a um menor risco de demência nos seis anos após a vacinação em comparação com o risco encontrado com a vacina atenuada. Segundo o estudo, a vacina com o vírus inativado leva a 17% mais tempo vivido sem diagnóstico da doença, o que significa 164 dias a mais vividos sem diagnóstico de demência em pessoas posteriormente afetadas.


        Além disso, segundo o estudo, o efeito protetor foi 9% maior nas mulheres em comparação com os homens. Os autores também observaram que tanto a vacina atenuada quanto a recombinante parecem fornecer proteção contra a demência em comparação com outros dois imunizantes comumente aplicados em idosos: a vacina Tdap (tétano, difteria e coqueluche) e a vacina contra a gripe.


        Apesar das descobertas, os pesquisadores ressaltam que o estudo foi apenas observacional, ou seja, não pode confirmar que a vacina, de fato, previne a demência. Para que essa confirmação seja feita, estudos adicionais precisam ser realizados.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vacina-contra-herpes

zoster-pode-reduzir-risco-de-demencia-diz-estudo/ (modificado). Acesso:

25/07/2024. 

Analise o trecho abaixo, retirado do texto.


        “Estudos anteriores haviam mostrado uma relação

entre a vacina atenuada e o menor risco de demência.”


Sobre os verbos em destaque acima, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q3077003 Português

Vacina contra herpes-zóster pode reduzir risco de

demência, diz estudo 


        A vacina recombinante contra o herpes-zóster foi associada a um risco 17% menor de demência em comparação com a vacina atenuada contra o vírus, nos seis anos subsequentes a vacinação. O achado é de estudo publicado na revista científica Nature Medicine.


        A vacina atenuada possui o vírus do herpes-zóster ativo, mas enfraquecido, enquanto a vacina recombinante é inativada, ou seja, é feita apenas com uma proteína do vírus em combinação com o adjuvante AS01. Em outras palavras, o imunizante recombinante não contém o vírus ativo em sua composição. No Brasil, existem os dois tipos de imunizantes para a prevenção da doença.


        Estudos anteriores haviam mostrado uma relação entre a vacina atenuada e o menor risco de demência. No entanto, a maioria desses estudos foi em pequenas coortes, ou seja, feitos com uma pequena quantidade de participantes. Ao mesmo tempo, a vacina atenuada foi descontinuada em alguns países, como os Estados Unidos, em favor da vacina recombinante, que apresenta eficácia maior para prevenir o herpes-zóster.


        Diante disso, os pesquisadores queriam entender se a vacina recombinante poderia ter os mesmos efeitos na proteção contra a demência. Para isso, eles analisaram dados de saúde eletrônicos dos Estados Unidos de um total de 103.837 pessoas que receberam sua primeira dose de vacina contra herpes-zóster entre 2017 e 2020, com 95% deles recebendo a vacina recombinante. Em seguida, compararam os dados encontrados com as descobertas mostradas pelos estudos anteriores feitos com a vacina atenuada.


        Os pesquisadores descobriram que a vacina recombinante estava associada a um menor risco de demência nos seis anos após a vacinação em comparação com o risco encontrado com a vacina atenuada. Segundo o estudo, a vacina com o vírus inativado leva a 17% mais tempo vivido sem diagnóstico da doença, o que significa 164 dias a mais vividos sem diagnóstico de demência em pessoas posteriormente afetadas.


        Além disso, segundo o estudo, o efeito protetor foi 9% maior nas mulheres em comparação com os homens. Os autores também observaram que tanto a vacina atenuada quanto a recombinante parecem fornecer proteção contra a demência em comparação com outros dois imunizantes comumente aplicados em idosos: a vacina Tdap (tétano, difteria e coqueluche) e a vacina contra a gripe.


        Apesar das descobertas, os pesquisadores ressaltam que o estudo foi apenas observacional, ou seja, não pode confirmar que a vacina, de fato, previne a demência. Para que essa confirmação seja feita, estudos adicionais precisam ser realizados.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vacina-contra-herpes

zoster-pode-reduzir-risco-de-demencia-diz-estudo/ (modificado). Acesso:

25/07/2024. 

Assinale a alternativa cujo trecho retirado do texto apresenta o uso correto da crase, de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3077002 Português

Vacina contra herpes-zóster pode reduzir risco de

demência, diz estudo 


        A vacina recombinante contra o herpes-zóster foi associada a um risco 17% menor de demência em comparação com a vacina atenuada contra o vírus, nos seis anos subsequentes a vacinação. O achado é de estudo publicado na revista científica Nature Medicine.


        A vacina atenuada possui o vírus do herpes-zóster ativo, mas enfraquecido, enquanto a vacina recombinante é inativada, ou seja, é feita apenas com uma proteína do vírus em combinação com o adjuvante AS01. Em outras palavras, o imunizante recombinante não contém o vírus ativo em sua composição. No Brasil, existem os dois tipos de imunizantes para a prevenção da doença.


        Estudos anteriores haviam mostrado uma relação entre a vacina atenuada e o menor risco de demência. No entanto, a maioria desses estudos foi em pequenas coortes, ou seja, feitos com uma pequena quantidade de participantes. Ao mesmo tempo, a vacina atenuada foi descontinuada em alguns países, como os Estados Unidos, em favor da vacina recombinante, que apresenta eficácia maior para prevenir o herpes-zóster.


        Diante disso, os pesquisadores queriam entender se a vacina recombinante poderia ter os mesmos efeitos na proteção contra a demência. Para isso, eles analisaram dados de saúde eletrônicos dos Estados Unidos de um total de 103.837 pessoas que receberam sua primeira dose de vacina contra herpes-zóster entre 2017 e 2020, com 95% deles recebendo a vacina recombinante. Em seguida, compararam os dados encontrados com as descobertas mostradas pelos estudos anteriores feitos com a vacina atenuada.


        Os pesquisadores descobriram que a vacina recombinante estava associada a um menor risco de demência nos seis anos após a vacinação em comparação com o risco encontrado com a vacina atenuada. Segundo o estudo, a vacina com o vírus inativado leva a 17% mais tempo vivido sem diagnóstico da doença, o que significa 164 dias a mais vividos sem diagnóstico de demência em pessoas posteriormente afetadas.


        Além disso, segundo o estudo, o efeito protetor foi 9% maior nas mulheres em comparação com os homens. Os autores também observaram que tanto a vacina atenuada quanto a recombinante parecem fornecer proteção contra a demência em comparação com outros dois imunizantes comumente aplicados em idosos: a vacina Tdap (tétano, difteria e coqueluche) e a vacina contra a gripe.


        Apesar das descobertas, os pesquisadores ressaltam que o estudo foi apenas observacional, ou seja, não pode confirmar que a vacina, de fato, previne a demência. Para que essa confirmação seja feita, estudos adicionais precisam ser realizados.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vacina-contra-herpes

zoster-pode-reduzir-risco-de-demencia-diz-estudo/ (modificado). Acesso:

25/07/2024. 

Assinale a alternativa cuja alteração na pontuação do trecho retirado do texto NÃO causou prejuízo gramatical ou de sentido.  
Alternativas
Q3077001 Português

Vacina contra herpes-zóster pode reduzir risco de

demência, diz estudo 


        A vacina recombinante contra o herpes-zóster foi associada a um risco 17% menor de demência em comparação com a vacina atenuada contra o vírus, nos seis anos subsequentes a vacinação. O achado é de estudo publicado na revista científica Nature Medicine.


        A vacina atenuada possui o vírus do herpes-zóster ativo, mas enfraquecido, enquanto a vacina recombinante é inativada, ou seja, é feita apenas com uma proteína do vírus em combinação com o adjuvante AS01. Em outras palavras, o imunizante recombinante não contém o vírus ativo em sua composição. No Brasil, existem os dois tipos de imunizantes para a prevenção da doença.


        Estudos anteriores haviam mostrado uma relação entre a vacina atenuada e o menor risco de demência. No entanto, a maioria desses estudos foi em pequenas coortes, ou seja, feitos com uma pequena quantidade de participantes. Ao mesmo tempo, a vacina atenuada foi descontinuada em alguns países, como os Estados Unidos, em favor da vacina recombinante, que apresenta eficácia maior para prevenir o herpes-zóster.


        Diante disso, os pesquisadores queriam entender se a vacina recombinante poderia ter os mesmos efeitos na proteção contra a demência. Para isso, eles analisaram dados de saúde eletrônicos dos Estados Unidos de um total de 103.837 pessoas que receberam sua primeira dose de vacina contra herpes-zóster entre 2017 e 2020, com 95% deles recebendo a vacina recombinante. Em seguida, compararam os dados encontrados com as descobertas mostradas pelos estudos anteriores feitos com a vacina atenuada.


        Os pesquisadores descobriram que a vacina recombinante estava associada a um menor risco de demência nos seis anos após a vacinação em comparação com o risco encontrado com a vacina atenuada. Segundo o estudo, a vacina com o vírus inativado leva a 17% mais tempo vivido sem diagnóstico da doença, o que significa 164 dias a mais vividos sem diagnóstico de demência em pessoas posteriormente afetadas.


        Além disso, segundo o estudo, o efeito protetor foi 9% maior nas mulheres em comparação com os homens. Os autores também observaram que tanto a vacina atenuada quanto a recombinante parecem fornecer proteção contra a demência em comparação com outros dois imunizantes comumente aplicados em idosos: a vacina Tdap (tétano, difteria e coqueluche) e a vacina contra a gripe.


        Apesar das descobertas, os pesquisadores ressaltam que o estudo foi apenas observacional, ou seja, não pode confirmar que a vacina, de fato, previne a demência. Para que essa confirmação seja feita, estudos adicionais precisam ser realizados.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vacina-contra-herpes

zoster-pode-reduzir-risco-de-demencia-diz-estudo/ (modificado). Acesso:

25/07/2024. 

Analise as assertivas abaixo


I.         Somente a vacina recombinante contra herpes-zóster reduz o risco de demência.


II.         As vacinas atenuada e recombinante contra herpes zóster também são usadas para prevenção da demência.


III.         A vacina recombinante, quando comparada à atenuada, tem maior eficácia contra herpes-zóster e parece apresentar maior             potencial para reduzir risco de demência. 


Com base na leitura do texto, está correto o contido em: 



Alternativas
Q2218304 Português

Leia a tirinha abaixo, de Calvin e Haroldo, para responder à questão.



Sobre a fala presente no terceiro quadrinho, é correto afirmar que
Alternativas
Q2218303 Português

Leia a tirinha abaixo, de Calvin e Haroldo, para responder à questão.



A onomatopeia presente na tirinha é uma figura de linguagem de
Alternativas
Q2218302 Português

Leia a tirinha abaixo, de Calvin e Haroldo, para responder à questão.



No segundo quadrinho ocorre, predominantemente, a seguinte função da linguagem:
Alternativas
Q2218301 Português
Assinale a alternativa que apresenta um adjetivo uniforme.
Alternativas
Q2218300 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Realidade Paralela
        Um passo a frente. Esta languidez chegará ao fim. Os olhos dela calam-me a intensidade. A celebração. Para sempre vou te amar.
        Por isso, me aproximo. Abro a boca. Vou declarar-lhe meu amor. Mas então, subitamente, ele surge. Um homem de quase dois metros de altura. Coloca o braço sobre os ombros dela. E os dois me encaram como que perguntando: “o que deseja?”
           Volte. Volte. Volte.
      Vinte segundos antes. Aproximo-me lentamente, mas nada digo. Deixo que o efeito do silêncio coloque meus pensamentos no eixo. Assim, não me precipito. Afinal, estou cansado de me precipitar. Trinta e poucos anos tomando atitudes imbecis, me arrependendo, e voltando 20 segundos antes. Às vezes, menos que isso.
        Vinte segundos é o máximo que consigo. Descobri este dom na adolescência. Posso navegar por entre as milhares de portas abertas de minha realidade paralela. Pena que não consigo voltar mais do que 20 segundos. Isto me limita. Isto me trava. Isto me corrói.
        Sempre fui inconsequente. Afinal, se eu tomar uma decisão errada, posso voltar atrás. Mas sempre precisei analisar as consequências nos 20 segundos após agir. Do contrário, perderia a oportunidade de explorar as outras portas de minha realidade paralela. E então elas se fechariam, e precisaria conviver com as inevitáveis consequências de atos irrefletidos.
        E, agora, justo agora, que ia lhe declarar meu amor, surge este ser ao seu lado. Qual o problema dela? Tem vocação para sofrer? Um desejo incontido de mergulhar fundo em um lamaçal de más escolhas? Não consigo deixar de concluir: se ela não pode voltar e escolher outra realidade paralela, deveria tomar mais cuidado.
        Estou diante dos dois, mas não os encaro. Percebo pelo canto dos olhos que ele a abraça. Cada centímetro cúbico do meu sangue chegando facilmente aos 100°. Pode acreditar. Olho para eles. Na verdade, para ele. Diretamente para ele. Avanço sobre ele, um salto com as duas mãos na direção do seu pescoço.
        Ele desequilibra e cai. Ela grita. Olha para mim. Fica sem entender minha reação. Pessoas costumam ficar estáticas diante de eventos inesperados. Animal acuado. Pronto para o abate.
        – O que você fez? – ela pergunta, enquanto o gigante se levanta pronto para o segundo round.
        Dou um sorriso malévolo.
        – Não se preocupe. Já dou um jeito nisso.     
        Volte. Volte. Volte.
        Vinte segundos antes. Estou parado diante deles. Dessa vez olho para ela. Encaro-a. Eles me percebem.
        – Olá, Adélia. Sinto dizer, mas você vai sofrer. Uma pena. Eu quis te proteger, te guardar de todo o mal. Mas você tinha que seguir seu estúpido coração. Agora vai carregar este fardo.
        Eles ficam inertes por alguns segundos.
        – Você conhece esse aí? – pergunta o cidadão.
        Ela não tem tempo de responder. Vou para cima dela agarrando-a pela roupa. Ele fica parado, estático ante o evento inesperado. Aproveito seu instante de hesitação e sacudo Adélia, gritando:
        – Qual é o seu problema? Eu te amaria como ninguém. Eu cuidaria de você.
        Sinto o braço do gigante envolvendo meu pescoço. O animal acuado reage, e me derruba violentamente ao chão. Dor. Falta de ar. Ele não solta. Insano e forte – uma perigosa combinação. Tento me soltar. Não consigo. Pessoas em volta. Ouço vozes, mas não entendo o que dizem. Acho que vou apagar. Mas antes…
        Volte. Volte. Volte.
        – Olá, Adélia…
        Por pouco. Se demorasse um ou dois segundos a mais, não conseguiria evitar a frase “Sinto dizer, mas você vai sofrer”.
        – Olá, Edgar… Está tudo bem? – Ela estranha meu silêncio, meu olhar desolado, provavelmente.
        – Aham.
        – Esse aqui é William, meu namorado. William, esse é o Edgar.
        William Patético da Silva me olha. Ele sorri e estende-me a mão. Cumprimento-o e devolvo o sorriso.
        Ergo a bandeira branca no exato instante em que pergunto:
        – Posso pagar uma bebida para vocês?
        Não há como negar. Mesmo com inúmeras escolhas, algumas batalhas simplesmente não podem ser vencidas.
Juliano Martinez Disponível em https://corrosiva.com.br/cronicas/realidade-paralela/




Sobre o texto prescritivo, é correto afirmar que

Alternativas
Q2218299 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta ortografia das palavras, considerando o contexto da frase, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Respostas
81: A
82: D
83: E
84: A
85: B
86: C
87: C
88: E
89: B
90: D
91: C
92: E
93: A
94: B
95: D
96: D
97: E
98: A
99: D
100: C