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Texto 3 para responder as questões de 8 a 10.
Quanto à tipologia, o texto classifica-se, predominantemente, como
Texto 3 para responder as questões de 8 a 10.
Do ponto de vista morfossintático e considerando as relações de coordenação e subordinação, assinale a alternativa correta acerca do período “Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que, para cada registro de intoxicação por agrotóxicos, outros 50 casos deixaram de ser verificados.” (linhas de 14 a 16).
Texto 3 para responder as questões de 8 a 10.
Assinale a alternativa que apresenta uma mensagem coerente com o texto.
Texto 2 para responder as questões de 4 a 7.
Caso o autor resolvesse acrescentar à oração “Prefira alimentos orgânicos” um objeto indireto representado por produtos industrializados, outra redação possível, conforme a norma-padrão, seria a seguinte:
Texto 2 para responder as questões de 4 a 7.
Com base nas relações morfossintáticas que envolvem o período “Entre para o mundo da vida saudável”, é correto afirmar que o verbo tem como referente um sujeito
Texto 2 para responder as questões de 4 a 7.
Caso o autor resolvesse substituir o termo destacado, em “Dê alimentos orgânicos para seus filhos.”, por um pronome pessoal oblíquo, de acordo com a norma-padrão, o novo texto deveria ser
Texto 2 para responder as questões de 4 a 7.
Com base nas informações e no propósito principal do texto, assinale a alternativa correta.
Texto 1 para responder as questões de 1 a 3.
Caso o autor resolvesse substituir o trecho destacado na oração “em função de possuir diferentes tipos de solo e clima” (linhas 4 e 5), de acordo com a norma-padrão e o sentido original do texto, a nova redação deveria ser
Texto 1 para responder as questões de 1 a 3.
De acordo com a norma-padrão, assinale a alternativa que apresenta outra redação possível para “Na agricultura orgânica, não é permitido o uso de substâncias que coloquem em risco a saúde humana e o meio ambiente.” (linhas de 1 a 3).
Texto 1 para responder as questões de 1 a 3.
Considerando as informações veiculadas pelo texto e a relação entre elas, assinale a alternativa correta.
Texto 2 para responder as questões de 5 a 8.
História do rock brasiliense contada por Irlam
Rocha Lima, repórter do Correio Braziliense
1 Confesso que cheguei atrasado ao rock de Brasília.
Quando desci ao porão do Cafofo, bar que Rênio Quintas
e sócios tinham na comercial da 407 Norte, para assistir
4 a um ensaio do Aborto Elétrico, o barulho já se espalhava
por vários pontos da cidade. Eu era ligado à MPB de
Caetano, Chico, Gil, Milton, Gal, Bethânia, Elis, Nara e
7 Novos Baianos e achava muito tosco aquele som que os
roqueiros brasilienses faziam.
Depois que Renato Russo veio à redação do
10 Correio para divulgar o festival que ia acontecer no teatro
da Associação Brasiliense de Odontologia (ABO), na 916
Sul, e me mostrou a letra de algumas de suas músicas,
13 inclusive Geração Coca-Cola, despertou-me grande
curiosidade. Desde então, passei a acompanhar de perto
tudo o que ele e seus companheiros de movimento
16 vinham fazendo.
Assisti aos shows do Temporada de Rock, na ABO,
e tomei conhecimento do trabalho das bandas que se
19 apresentaram no festival: Legião Urbana, Plebe Rude,
Capital Inicial (ainda sem Dinho Ouro Preto nos vocais),
XXX e Banda 69. À época, a Plebe era a mais falada. Depois
22 “descobri” Escola de Escândalo e passei a ouvir o que o
vocalista Bernardo Mueller tinha a dizer. Fui a alguns
shows do Escola, inclusive no Circo Voador (Rio de
25 Janeiro), e ficava impressionado com a guitarra do
“Fejão”, para muitos o melhor guitarrista da história do
rock brasiliense. Frustrei-me por não ver o Escola, com
28 seu trabalho original, seguir a trajetória da Legião, do
Capital e da Plebe, gravando disco e sendo reconhecido
30 nacionalmente.
Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/especiais/brasilia-capital-do-rock/2013/03/07/InternaBSBCapitalRock,353299/historia-do-rock-brasiliense-contada-por-reporter-do-correio-braziliense.shtml >. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
De acordo com a norma-padrão e as questões gramaticais que envolvem o trecho “Frustrei-me por não ver o Escola” (linha 27), é correto afirmar que
Texto 2 para responder as questões de 5 a 8.
História do rock brasiliense contada por Irlam
Rocha Lima, repórter do Correio Braziliense
1 Confesso que cheguei atrasado ao rock de Brasília.
Quando desci ao porão do Cafofo, bar que Rênio Quintas
e sócios tinham na comercial da 407 Norte, para assistir
4 a um ensaio do Aborto Elétrico, o barulho já se espalhava
por vários pontos da cidade. Eu era ligado à MPB de
Caetano, Chico, Gil, Milton, Gal, Bethânia, Elis, Nara e
7 Novos Baianos e achava muito tosco aquele som que os
roqueiros brasilienses faziam.
Depois que Renato Russo veio à redação do
10 Correio para divulgar o festival que ia acontecer no teatro
da Associação Brasiliense de Odontologia (ABO), na 916
Sul, e me mostrou a letra de algumas de suas músicas,
13 inclusive Geração Coca-Cola, despertou-me grande
curiosidade. Desde então, passei a acompanhar de perto
tudo o que ele e seus companheiros de movimento
16 vinham fazendo.
Assisti aos shows do Temporada de Rock, na ABO,
e tomei conhecimento do trabalho das bandas que se
19 apresentaram no festival: Legião Urbana, Plebe Rude,
Capital Inicial (ainda sem Dinho Ouro Preto nos vocais),
XXX e Banda 69. À época, a Plebe era a mais falada. Depois
22 “descobri” Escola de Escândalo e passei a ouvir o que o
vocalista Bernardo Mueller tinha a dizer. Fui a alguns
shows do Escola, inclusive no Circo Voador (Rio de
25 Janeiro), e ficava impressionado com a guitarra do
“Fejão”, para muitos o melhor guitarrista da história do
rock brasiliense. Frustrei-me por não ver o Escola, com
28 seu trabalho original, seguir a trajetória da Legião, do
Capital e da Plebe, gravando disco e sendo reconhecido
30 nacionalmente.
Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/especiais/brasilia-capital-do-rock/2013/03/07/InternaBSBCapitalRock,353299/historia-do-rock-brasiliense-contada-por-reporter-do-correio-braziliense.shtml >. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Se, no lugar do trecho destacado em “e tomei conhecimento do trabalho das bandas que se apresentaram no festival” (linhas 18 e 19), o autor utilizasse a construção da maioria das bandas, conforme a norma-padrão, o verbo da nova redação
Texto 2 para responder as questões de 5 a 8.
História do rock brasiliense contada por Irlam
Rocha Lima, repórter do Correio Braziliense
1 Confesso que cheguei atrasado ao rock de Brasília.
Quando desci ao porão do Cafofo, bar que Rênio Quintas
e sócios tinham na comercial da 407 Norte, para assistir
4 a um ensaio do Aborto Elétrico, o barulho já se espalhava
por vários pontos da cidade. Eu era ligado à MPB de
Caetano, Chico, Gil, Milton, Gal, Bethânia, Elis, Nara e
7 Novos Baianos e achava muito tosco aquele som que os
roqueiros brasilienses faziam.
Depois que Renato Russo veio à redação do
10 Correio para divulgar o festival que ia acontecer no teatro
da Associação Brasiliense de Odontologia (ABO), na 916
Sul, e me mostrou a letra de algumas de suas músicas,
13 inclusive Geração Coca-Cola, despertou-me grande
curiosidade. Desde então, passei a acompanhar de perto
tudo o que ele e seus companheiros de movimento
16 vinham fazendo.
Assisti aos shows do Temporada de Rock, na ABO,
e tomei conhecimento do trabalho das bandas que se
19 apresentaram no festival: Legião Urbana, Plebe Rude,
Capital Inicial (ainda sem Dinho Ouro Preto nos vocais),
XXX e Banda 69. À época, a Plebe era a mais falada. Depois
22 “descobri” Escola de Escândalo e passei a ouvir o que o
vocalista Bernardo Mueller tinha a dizer. Fui a alguns
shows do Escola, inclusive no Circo Voador (Rio de
25 Janeiro), e ficava impressionado com a guitarra do
“Fejão”, para muitos o melhor guitarrista da história do
rock brasiliense. Frustrei-me por não ver o Escola, com
28 seu trabalho original, seguir a trajetória da Legião, do
Capital e da Plebe, gravando disco e sendo reconhecido
30 nacionalmente.
Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/especiais/brasilia-capital-do-rock/2013/03/07/InternaBSBCapitalRock,353299/historia-do-rock-brasiliense-contada-por-reporter-do-correio-braziliense.shtml >. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Nas passagens “Eu era ligado à MPB de Caetano” (linhas 5 e 6), “Depois que Renato Russo veio à redação do Correio” (linhas 9 e 10) e “À época, a Plebe era a mais falada.” (linha 21), o emprego da crase é
Texto 2 para responder as questões de 5 a 8.
História do rock brasiliense contada por Irlam
Rocha Lima, repórter do Correio Braziliense
1 Confesso que cheguei atrasado ao rock de Brasília.
Quando desci ao porão do Cafofo, bar que Rênio Quintas
e sócios tinham na comercial da 407 Norte, para assistir
4 a um ensaio do Aborto Elétrico, o barulho já se espalhava
por vários pontos da cidade. Eu era ligado à MPB de
Caetano, Chico, Gil, Milton, Gal, Bethânia, Elis, Nara e
7 Novos Baianos e achava muito tosco aquele som que os
roqueiros brasilienses faziam.
Depois que Renato Russo veio à redação do
10 Correio para divulgar o festival que ia acontecer no teatro
da Associação Brasiliense de Odontologia (ABO), na 916
Sul, e me mostrou a letra de algumas de suas músicas,
13 inclusive Geração Coca-Cola, despertou-me grande
curiosidade. Desde então, passei a acompanhar de perto
tudo o que ele e seus companheiros de movimento
16 vinham fazendo.
Assisti aos shows do Temporada de Rock, na ABO,
e tomei conhecimento do trabalho das bandas que se
19 apresentaram no festival: Legião Urbana, Plebe Rude,
Capital Inicial (ainda sem Dinho Ouro Preto nos vocais),
XXX e Banda 69. À época, a Plebe era a mais falada. Depois
22 “descobri” Escola de Escândalo e passei a ouvir o que o
vocalista Bernardo Mueller tinha a dizer. Fui a alguns
shows do Escola, inclusive no Circo Voador (Rio de
25 Janeiro), e ficava impressionado com a guitarra do
“Fejão”, para muitos o melhor guitarrista da história do
rock brasiliense. Frustrei-me por não ver o Escola, com
28 seu trabalho original, seguir a trajetória da Legião, do
Capital e da Plebe, gravando disco e sendo reconhecido
30 nacionalmente.
Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/especiais/brasilia-capital-do-rock/2013/03/07/InternaBSBCapitalRock,353299/historia-do-rock-brasiliense-contada-por-reporter-do-correio-braziliense.shtml >. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Assinale a alternativa que reproduz integralmente o sentido do período “Quando desci ao porão do Cafofo, bar que Rênio Quintas e sócios tinham na comercial da 407 Norte, para assistir a um ensaio do Aborto Elétrico, o barulho já se espalhava por vários pontos da cidade.” (linhas de 2 a 5).
Texto 1 para responder as questões de 1 a 4.
O bumba meu boi de seu Teodoro
1 Nas noites de bumba meu boi em São Vicente
Ferrer (MA), onde nasceu, Teodoro Freire punha o pilão
na rede em que dormia para disfarçar e saía de casa
4 escondido. A mãe, que temia que o filho se machucasse
em alguma confusão, um dia descobriu o truque e
deu-lhe uma bronca. Ela foi aceitando aos poucos a
7 participação de Teodoro em festas populares.
Aos 14, o rapaz foi sozinho para São Luís, onde
trabalhou em quitanda, como estivador e porteiro. Em
10 1953, partiu para o Rio, atuou no comércio e organizou o
bumba meu boi com a ajuda de um deputado
conterrâneo.
13 Nos anos 60, ao se apresentar com seu grupo em
Brasília, recebeu o convite, também de um político
maranhense, para ficar na cidade. Já casado com a
16 piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu
um emprego de contínuo na UnB. Ficaria na
universidade, como conta a família, por 28 anos.
19 Desde 1963, dedicou-se ao bumba meu boi no
Centro de Tradições Populares que fundou. Por causa de
seu trabalho, recebeu do governo a ordem do mérito
22 cultural em 2006. Ganhou ainda um documentário sobre
23 sua vida.
BERTONI, Estêvão. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/21386-o-bumba-meu-boi- de-seu-teodoro.shtml >. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Quanto à pontuação em “Já casado com a piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu um emprego de contínuo na UnB.” (linhas de 15 a 17), assinale a alternativa correta.
Texto 1 para responder as questões de 1 a 4.
O bumba meu boi de seu Teodoro
1 Nas noites de bumba meu boi em São Vicente
Ferrer (MA), onde nasceu, Teodoro Freire punha o pilão
na rede em que dormia para disfarçar e saía de casa
4 escondido. A mãe, que temia que o filho se machucasse
em alguma confusão, um dia descobriu o truque e
deu-lhe uma bronca. Ela foi aceitando aos poucos a
7 participação de Teodoro em festas populares.
Aos 14, o rapaz foi sozinho para São Luís, onde
trabalhou em quitanda, como estivador e porteiro. Em
10 1953, partiu para o Rio, atuou no comércio e organizou o
bumba meu boi com a ajuda de um deputado
conterrâneo.
13 Nos anos 60, ao se apresentar com seu grupo em
Brasília, recebeu o convite, também de um político
maranhense, para ficar na cidade. Já casado com a
16 piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu
um emprego de contínuo na UnB. Ficaria na
universidade, como conta a família, por 28 anos.
19 Desde 1963, dedicou-se ao bumba meu boi no
Centro de Tradições Populares que fundou. Por causa de
seu trabalho, recebeu do governo a ordem do mérito
22 cultural em 2006. Ganhou ainda um documentário sobre
23 sua vida.
BERTONI, Estêvão. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/21386-o-bumba-meu-boi- de-seu-teodoro.shtml >. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
De acordo com a norma-padrão, assinale a alternativa correta acerca do emprego das palavras no texto.
Texto 1 para responder as questões de 1 a 4.
O bumba meu boi de seu Teodoro
1 Nas noites de bumba meu boi em São Vicente
Ferrer (MA), onde nasceu, Teodoro Freire punha o pilão
na rede em que dormia para disfarçar e saía de casa
4 escondido. A mãe, que temia que o filho se machucasse
em alguma confusão, um dia descobriu o truque e
deu-lhe uma bronca. Ela foi aceitando aos poucos a
7 participação de Teodoro em festas populares.
Aos 14, o rapaz foi sozinho para São Luís, onde
trabalhou em quitanda, como estivador e porteiro. Em
10 1953, partiu para o Rio, atuou no comércio e organizou o
bumba meu boi com a ajuda de um deputado
conterrâneo.
13 Nos anos 60, ao se apresentar com seu grupo em
Brasília, recebeu o convite, também de um político
maranhense, para ficar na cidade. Já casado com a
16 piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu
um emprego de contínuo na UnB. Ficaria na
universidade, como conta a família, por 28 anos.
19 Desde 1963, dedicou-se ao bumba meu boi no
Centro de Tradições Populares que fundou. Por causa de
seu trabalho, recebeu do governo a ordem do mérito
22 cultural em 2006. Ganhou ainda um documentário sobre
23 sua vida.
BERTONI, Estêvão. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/21386-o-bumba-meu-boi- de-seu-teodoro.shtml >. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Conforme as informações do texto, assinale a alternativa correta.
Texto 1 para responder as questões de 1 a 4.
O bumba meu boi de seu Teodoro
1 Nas noites de bumba meu boi em São Vicente
Ferrer (MA), onde nasceu, Teodoro Freire punha o pilão
na rede em que dormia para disfarçar e saía de casa
4 escondido. A mãe, que temia que o filho se machucasse
em alguma confusão, um dia descobriu o truque e
deu-lhe uma bronca. Ela foi aceitando aos poucos a
7 participação de Teodoro em festas populares.
Aos 14, o rapaz foi sozinho para São Luís, onde
trabalhou em quitanda, como estivador e porteiro. Em
10 1953, partiu para o Rio, atuou no comércio e organizou o
bumba meu boi com a ajuda de um deputado
conterrâneo.
13 Nos anos 60, ao se apresentar com seu grupo em
Brasília, recebeu o convite, também de um político
maranhense, para ficar na cidade. Já casado com a
16 piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu
um emprego de contínuo na UnB. Ficaria na
universidade, como conta a família, por 28 anos.
19 Desde 1963, dedicou-se ao bumba meu boi no
Centro de Tradições Populares que fundou. Por causa de
seu trabalho, recebeu do governo a ordem do mérito
22 cultural em 2006. Ganhou ainda um documentário sobre
23 sua vida.
BERTONI, Estêvão. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/21386-o-bumba-meu-boi- de-seu-teodoro.shtml >. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Do ponto de vista da tipologia textual, o texto apresentado classifica-se, predominantemente, como