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Dados os enunciados, quanto ao emprego de tempos e modos verbais,
I. O Pedro leu o jornal enquanto o Rui estava escrevendo uma carta.
II. Quando Pedro chegou, o Rui já tinha escrito uma carta.
III. O Rui comprou a passagem às dez horas; o ônibus partiria uma hora depois.
assinalam-se, respectivamente, as seguintes relações temporais:
Dadas as frases,
I. O professor ofereceu-lhe um livro de Gabriel García Marquez.
II. Os críticos consideraram o filme um desastre.
III. Aconteceram grandes modificações no Senado Federal.
os constituintes em destaque exercem, respectivamente, as funções sintáticas de
Dadas as afirmações que seguem, de acordo com as ideias contidas no texto,
I. O narrador expõe o seu pensamento sobre o futebol e faz uma analogia entre o gol e o pão.
II. Para o narrador, o gol é “alimento” do povo, porque se constitui em uma das alegrias do futebol.
III. O narrador considera o público o único que ainda sente saudades dos tempos em que o gol era indispensável ao futebol, já que todos os demais envolvidos no universo do futebol o apoiam na defesa.
IV. Em: “O técnico não precisa, e nem é aconselhável, entender de futebol [...]”, há presença de ironia, uma vez que se afirma algo querendo apontar para o inverso do que se afirma.
verifica-se que estão corretas
Dadas as frases, quanto à análise sintática dos períodos,
I. O automóvel é novo; por isso, não pode ir a grande velocidade.
II. O automóvel não pode ir a grande velocidade, porque é novo.
III. Porque o automóvel é novo, não pode ir a grande velocidade.
verifica-se que há oração subordinada causal em
Dados os enunciados,
I. As pessoas festejavam pelas ruas da cidade e sujavam-se com lama, tinta e detritos.
II. O atual diretor da estatal se permitiu outra façanha impensável: que chefes e subalternos virassem amigos.
os “se” em destaque nos enunciados exercem, respectivamente, a função de
A questão 19 refere-se ao texto abaixo.
“A alegria, na ausência, tem o nome de saudade: doce e amargo. A alegria é doce; ausência é amarga. Por isso, a páscoa judaica era celebrada com ervas amargas. Fome é saudade: o corpo sente a dor de uma coisa que falta. A moqueca começa com uma saudade culinária.”
RUBEM. A. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzher, Marx e Babette, São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2011 (Fragmento).
No pensamento de Rubem Alves, qual o elemento básico para a construção de sua ideia central?
A questão 18 refere-se ao texto abaixo.
“Há uma luta silenciosa dentro do governo contra a máquina de fabricar sindicatos artificiais. A proposta reside num decreto que permite transformar milhares de comunidades de pescadores espalhadas em cada praia do litoral do País em sindicatos de trabalhadores, sugestão que não tem nada a ver com direitos trabalhistas, mas com os ganhos que o imposto sindical pode proporcionar às lideranças, burocratas e autoridades envolvidas.”
Revista Veja, 2014, p. 29.
Qual a função sintática do “que” no texto acima, na ordem em que surge?
A questão 17 refere-se ao texto abaixo.
“Ouça, leitor: tenho poucas certezas nesta incerta vida, tão poucas que poderia enumerá-las nesta breve linha. Porém, uma certeza eu tive naquele instante, a mais absoluta das certezas: Jamais o verei. Apertei-lhe a mão, que tinha a mesma frialdade seca da morte.”
TELLES, L. F. Durante aquele estranho chá: Memória e Ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (Fragmento).
O uso do vocábulo “porém” indica que
A questão 16 refere-se ao texto abaixo.
“[...] haviam caminhado léguas quase sem sentir. De repente veio a fraqueza. Devia ser fome. Fabiano ergueu a cabeça, piscou os olhos por baixo da aba negra e queimada do chapéu de couro. Meio dia, pouco mais ou menos. Baixou os olhos encandeados, procurou descobrir na planície uma sombra ou sinal de água.”
RAMOS, G. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 1977 (Fragmento).
Dos elementos utilizados para elaborar a narração, o autor enfatiza
A questão 14 refere-se ao texto abaixo.
“Confesso-te honestamente o que sou. Se não te agradam sentimentos tão excessivos, mata-me. Porém não me mates logo: mata-me devagar, deitando veneno no que me escreveres. Provavelmente sabes fazê-lo.”
RAMOS, G. Cartas de amor a Heloísa. Rio de Janeiro: Record, 1994 (Fragmento).
Qual a função da linguagem predominante no fragmento acima?
A questão 12 refere-se ao texto abaixo.
Sobre palavras, disse o poeta Pablo Neruda: “Persigo algumas palavras. São tão belas que quero colocá-las todas em meu poema... Agarro-as no voo, quando vão zumbindo, e capturo-as, limpo-as, aparo-as, preparo-me diante do prato, sinto-as cristalinas, vibrantes, ebúrneas, vegetais, oleosas, como frutas, como algas, como ágatas, como azeitonas.”
NERUDA, P. Confesso que vivi: Memórias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997 (Fragmento).
Assim, para ele, a palavra
Considere o seguinte texto:
“Entregava sua vida a ela, totalmente. Ele não sabia por que, mas lhe agradavam os carinhos, as horas que passavam ali no pardo da madrugada. Assistiam silenciosamente à chegada da manhã.”
TEZA, C. O fotógrafo. São Paulo: Record, 2008.
As alternativas abaixo exibem alguns trechos modificados. Assinale aquela que apresenta danos à norma culta.
A questão 9 refere-se ao texto abaixo.
O poste
“O Estado brasileiro historicamente negligencia diversas de suas funções éticas, entre elas a de promover a segurança pública. No Estado de Direito, que em essência impõe limites e deveres ao próprio Estado, isso é crime de omissão. Ainda assim, tal omissão não torna ilegítimos os governantes, uma vez que foram democraticamente eleitos pelo povo e que esse mesmo povo tem na ferramenta política do voto a capacidade de também afastá-los do poder. Totalmente ilegítima, isso sim, é a moda que no País está se instalando de práticas truculentas e criminosas que, demagogicamente, se pretendem justificar justamente pela omissão do Estado na área da segurança – como se um erro desculpasse outro erro. Entre tais práticas está o bárbaro espetáculo de linchamento de pessoas que são pegas, por exemplo, furtando ou causando acidentes no trânsito – foram 19 linchamentos nas duas últimas semanas em todo o Brasil, incluindo o de um motorista que perdeu a direção e atropelou alguém porque passou mal ao volante: teve um infarto, dava tempo de ser socorrido, mas morreu de tomar pancada. Qualquer cidadão tem o aval constitucional de conter alguém que esteja praticando um ato antissocial, só que em contrapartida tem o dever de acionar a polícia. Nem Estados de exceção outorgam a quem quer que seja a função de xerife de plantão para amarrar infratores em postes ou sobre formigueiros, como vem ocorrendo, e insuflar gente a linchar o amarrado.”
Antonio Carlos Prado. Revista Istoé, 28 fev. 2014. p. 98.
Qual o ponto de vista central defendido pelo autor ao longo do texto?
A questão 7 refere-se ao texto abaixo.
“Um dos mais polêmicos historiadores israelenses acusa a liderança palestina de intransigência e afirma não acreditar num acordo de paz ‘nesta geração’”.
Revista Época, 24 fev. 2014. p. 52.
Considerando o contexto em que a palavra “intransigência” é empregada no período acima, qual das palavras abaixo tem o mesmo sentido?