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A palavra “informatização” (l.17) está sendo empregada com o mesmo sentido que tem a expressão “votação eletrônica” (l.14).
Depreende-se das informações do texto que, em 1996, a urna eletrônica foi adotada em todos os municípios do país.
A expressão “Por estranho que pareça” (l.4-5) estaria adequada se fosse empregada em uma correspondência oficial.
Na linha 4, o emprego do acento grave em “à atual” é exigido pela regência de “chegar” e pela presença de artigo definido feminino.
Em relação às estruturas e ideias do texto acima, julgue o item que se segue.
As vírgulas logo após “Federal” (l.10) e “Brasil” (l.11)
justificam-se por isolar expressão de valor apositivo.
Em relação às estruturas e ideias do texto acima, julgue o item que se segue.
A expressão “de fato” (l.4) está entre vírgulas por se tratar
de uma expressão enfática que tem o sentido confirmativo
equivalente a realmente, com efeito.
Em relação às estruturas e ideias do texto acima, julgue o item que se segue.
Em “investigar se” (l.4), o “se” funciona como conjunção
integrante e expressa dúvida, incerteza.
Em relação às estruturas e ideias do texto acima, julgue o item que se segue.
O trecho “que serão usadas nas eleições de 2010” (l.2-3)
constitui uma oração adjetiva com função explicativa.
De acordo com as informações do texto, o TSE submeterá as urnas eletrônicas a testes públicos, porque ainda suspeita de que elas apresentem fragilidades quanto à segurança de seus resultados.

Noeli Dutra Rossatto. Presença do outro e interpretação. In:
Mente, Cérebro & Filosofia. Duetto editorial, p. 29 (com adaptações).
Com base nas estruturas linguísticas e nas relações argumentativas do texto acima, julgue o item a seguir.
Na linha 18, o sinal de dois-pontos anuncia os termos da
enumeração que explicita as “duas noções” (l.17)
mencionadas.

Noeli Dutra Rossatto. Presença do outro e interpretação. In:
Mente, Cérebro & Filosofia. Duetto editorial, p. 29 (com adaptações).
Com base nas estruturas linguísticas e nas relações argumentativas do texto acima, julgue o item a seguir.
Os sinais de parênteses nas linhas 10, 24 e 25 são usados
para demarcar informações inseridas; por isso, preservam-se a correção gramatical e a coerência do texto ao se
substituí-los, nos dois casos, por sinais de travessão.

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
Regidos pela preposição de, os termos “de realização” (l.15-16) e “da técnica” (l.16) não admitem a ligação pela conjunção e, como ocorre entre “do desenraizamento” (l.16-17) e “da perda de referências” (l.17), porque, no primeiro caso, “técnica” é um termo dependente de “realização”.

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
O pronome “se” em “dilui-se” (l.13) indica indeterminação do sujeito da oração, que, por sua vez, no desenvolvimento da textualidade, mostra como os indivíduos se atomizam e se isolam no processo de globalização esmagadora das individualidades.

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
O desenvolvimento das ideias permite inferir que o uso do gerúndio em “tendo” (l.10) contribui para dar à oração que inicia a interpretação de uma circunstância passageira, temporária, acidental, na “economia de mercado” (l.11-12).

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
Alteram-se as relações de sentido com “momento histórico” (l.4-5), mas preservam-se a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto ao se substituir “Um dos traços” (l.4) por Entre os traços.

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
Os termos “Um” (l.2) e “unidade” (l.3), por um lado, e “múltiplo” (l.2) e “diferença” (l.3), por outro, remetem, respectivamente, aos dois polos referidos em “desses dois polos” (l.5).

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
Depreende-se da argumentação do texto que “pensar a relação entre o Um e o múltiplo” (l.2), desde os primórdios do Classicismo ocidental, significa distorcer as singularidades e rejeitar raízes, culturas e identidades étnicas.

Demétrio Magnoli. Uma vitória da razão.
Veja, 5/nov/2008, Entrevista (com adaptações).



