Questões de Concurso
Sobre português para cespe / cebraspe
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De acordo com o texto, os parceiros do espaço virtual são pessoas que utilizam máscaras, para apresentar uma multiplicidade de pessoas.
O termo “que” (l.2) introduz oração que complementa de forma direta o sentido do verbo “aprender” (l.1).
Não acarretaria prejuízo para a correção gramatical e os sentidos do texto a substituição de “engendra a omissão” (l.7) por dá existência à omissão.
A eliminação da vírgula logo após a conjunção “porque” (l.10) não acarretaria prejuízo à correção gramatical do texto.
No trecho “o não importar-se com o que ocorra” (l.7-8), é opcional a colocação do pronome “se” antes de “importar-se”: o não se importar com o que ocorra.
No trecho “é possível que associe a figura do seu pai com a figura do seu pai como é hoje” (l.4-5), o conectivo “que” inicia oração que complementa o sentido do adjetivo “possível”.
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a expressão “mais que” (l.23) fosse substituída por mais do que.
Nas linhas 21 e 22, a substituição das vírgulas por travessões manteria a correção gramatical e o sentido do texto.
O pronome “que” (l.11 e 13) introduz oração que restringe a significação dos antecedentes “a” (l.11) e “fotografias antigas” (l.12-13), respectivamente.
Depreende-se do texto que o narrador se ressente do fato de momentos marcantes de sua adolescência não terem sido guardados, na memória, por seu pai.
De acordo com o narrador, fotografias antigas evocam imagens irreais daqueles com quem se conviveu no passado.
De acordo com o primeiro parágrafo, as mudanças pelas quais as pessoas passam ao envelhecer alteram a figura delas quando jovens.
Infere-se do segundo parágrafo que os fatos lembrados dependem da importância que lhes foi atribuída pelos que os vivenciaram.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
No trecho “Não porque escolheu, mas foi o que lhe restou” (l.1-2), o emprego da próclise relativa ao pronome “lhe” explica-se pela presença do pronome relativo.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Infere-se do texto que a autora acredita que o cenário de conflitos ligado a profissões é irrelevante no que se refere à vida do gerente da loja de sapatos, vivida com singela nobreza.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
A autora do texto busca evidenciar que a modernização das sociedades valoriza conhecimentos tecnológicos em detrimento de conhecimentos relativos às ciências naturais, o que, de acordo com o ponto de vista do gerente, desqualifica, na estrutura social e na organização profissional, as atividades laborais no comércio, como o de sapatos.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Segundo a autora, a diferença de prestígio e de remuneração entre as profissões decorre da competência, mas também da realização técnica e organizada das tarefas, aspecto esse que escapa à indagação do gerente da loja de sapatos, por ser um erudito.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
O emprego do acento gráfico na palavra “arqueológica” e na palavra “áspera” justifica-se com base na mesma regra de acentuação.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
No período iniciado por “Mas” (l.5), identificam-se as causas da existência da pergunta “onde está o meu erro?” (l.3).

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
No segmento “mas foi o que lhe restou” (l.2), a referência do pronome “o” é a expressão nominal “uma loja de sapatos” (l.1), e a do pronome “lhe” é o substantivo “gerente” (l.1).


