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Q3640917 Português
Texto CG1A1


      O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

      O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

    Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

   Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

   Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

    O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)  
A coesão textual e os sentidos do texto CG1A1 seriam preservados caso se substituísse  
Alternativas
Q3640916 Português
Texto CG1A1


      O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

      O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

    Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

   Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

   Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

    O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)  
De acordo com o texto CG1A1, é correto afirmar que o economês  
Alternativas
Q3640915 Português
Texto CG1A1


      O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

      O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

    Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

   Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

   Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

    O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)  
No texto CG1A1, o vocábulo “economês” 
Alternativas
Q3624638 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


O emprego de vírgula logo após a conjunção “mas” (segundo período do terceiro parágrafo) prejudicaria a correção gramatical do texto.  

Alternativas
Q3624636 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


Em “A IA se caracteriza” (primeiro período do segundo parágrafo), o pronome “se” é reflexivo, o que demonstra a intenção do autor do texto de atribuir características humanas à IA. 

Alternativas
Q3624635 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


A substituição de “agilizando a fase de distribuição” (final do terceiro parágrafo) por de forma que agiliza a fase de distribuição manteria a correção gramatical e os sentidos do texto.  

Alternativas
Q3624634 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


A palavra “Porém” (segundo período do primeiro parágrafo) introduz uma ideia que se opõe à apresentada no primeiro período do texto. 

Alternativas
Q3624633 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


No primeiro período do texto, a substituição do trecho “com a imagem” por a imagens manteria a correção gramatical e os sentidos do texto. 

Alternativas
Q3624632 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


A palavra “apocalípticas” (segundo período do último parágrafo) está empregada com o mesmo sentido de irremediáveis.

Alternativas
Q3624631 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


No trecho “se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos” (segundo período do quarto parágrafo), a substituição do vocábulo “se” por como comprometeria a coerência das ideias do texto. 

Alternativas
Q3624630 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


O texto sugere que o uso da IA para “estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas” (quarto parágrafo) pode ser questionável do ponto de vista legal e ético. 

Alternativas
Q3624628 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


O autor do texto argumenta a favor da ideia de que há características humanas que a IA não é capaz de substituir.  

Alternativas
Q3624627 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


Infere-se do texto que algumas formas de IA podem passar despercebidas no dia a dia.  

Alternativas
Q3585622 Português
Texto CG1A1

        No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

        De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

        Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

         O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos.  

        De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

         Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações). 

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado. 


A correção gramatical do texto e o seu sentido original seriam mantidos caso o vocábulo “aleatórios” (primeiro período do último parágrafo) fosse substituído pela expressão sem sentido

Alternativas
Q3585050 Português
Texto CG1A1

        No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

        De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

        O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos. 

        De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

        Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações)

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.  


A eliminação do acento gráfico na palavra “hieróglifos” (final do quarto parágrafo) não geraria incorreção no texto. 

Alternativas
Q3585047 Português
Texto CG1A1

        No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

        De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

        O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos. 

        De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

        Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações)

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.  


A forma verbal “adverte” (primeiro período do terceiro parágrafo) poderia ser substituída por ensina, mantendo-se a correção gramatical e os sentidos originais do texto.

Alternativas
Q3585043 Português
Texto CG1A1

        No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

        De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

        O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos. 

        De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

        Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações)

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.  


No início do primeiro parágrafo, a expressão “No momento em que” poderia ser substituída por Na medida que, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência das ideias do texto. 

Alternativas
Q3584841 Português
Texto CG1A1

No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos.

De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).  

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.  


Estaria mantida a coerência das ideias do texto caso a forma verbal ‘reciclaram’ (último período do quinto parágrafo) fosse substituída pela locução tenham reciclado

Alternativas
Q3584834 Português
Texto CG1A1

No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos.

De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).  

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.  


No final do primeiro parágrafo, o trecho “e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu” poderia ser reescrito, sem alteração do sentido do texto e sem prejuízo da sua correção gramatical, da seguinte forma: e quando a nossa espécie surgiu, criou algo que não existia.  

Alternativas
Q3584832 Português
Texto CG1A1

No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos.

De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).  

Com base nas ideias do texto CG1A1, julgue o seguinte item.  


Segundo o texto, o ato de ler possibilita que áreas cerebrais em desuso voltem a ser utilizadas. 

Alternativas
Respostas
621: E
622: D
623: E
624: C
625: E
626: E
627: C
628: E
629: E
630: E
631: C
632: E
633: C
634: E
635: C
636: E
637: E
638: C
639: E
640: E