Questões de Concurso Sobre português para cespe / cebraspe

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Q3970651 Português
        O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.

        Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.

        Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.

        Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.

        Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.

Internet:<www.udesc.br>  (com adaptações).

Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.


No quarto parágrafo, o deslocamento do trecho "Nos próximos 20 anos" para o final do período manteria a correção gramatical e os sentidos originais do texto, desde que feitos os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas. 

Alternativas
Q3970650 Português
        O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.

        Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.

        Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.

        Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.

        Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.

Internet:<www.udesc.br>  (com adaptações).

Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.


No trecho "Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais" (segundo parágrafo), a expressão "Segundo ela" poderia, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, ser substituída por Consoante a professora.

Alternativas
Q3970649 Português
        O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.

        Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.

        Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.

        Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.

        Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.

Internet:<www.udesc.br>  (com adaptações).

Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.


No primeiro parágrafo do texto, o emprego do sinal de dois-pontos tem a finalidade de introduzir uma síntese explicativa do significado de "composição".

Alternativas
Q3970648 Português
        O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.

        Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.

        Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.

        Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.

        Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.

Internet:<www.udesc.br>  (com adaptações).

Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.


De acordo com o texto, o sucesso do Brasil em aproveitar o segundo dividendo demográfico depende, principalmente, do entendimento do mapa do envelhecimento do país no âmbito técnico-científico. 

Alternativas
Q3970647 Português
        O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.

        Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.

        Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.

        Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.

        Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.

Internet:<www.udesc.br>  (com adaptações).

Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.


A locução verbal "está envelhecendo" (primeiro parágrafo) expressa um acontecimento com duração continuada no tempo, podendo ser substituída por tem envelhecido, sem prejuízo da coerência do texto.

Alternativas
Q3970646 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


No terceiro parágrafo, os trechos ‘Eu não posso controlar a neve’ e ‘Eu preciso aceitar tudo’ transmitem a ideia de que Lucas deve se adaptar na prática esportiva.

Alternativas
Q3970645 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


Depreende-se do texto que a prática de terapia e meditação é a causa da capacidade de adaptação do atleta.

Alternativas
Q3970644 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


Infere-se da menção aos ‘sonhos dos outros’, feita no último período do texto, que Lucas é crítico das expectativas que diferentes setores da sociedade comumente têm em relação a atletas.

Alternativas
Q3970643 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


No último período do primeiro parágrafo, o vocábulo "multiplicidade" é empregado em referência à dupla nacionalidade de Lucas Pinheiro Braathen.

Alternativas
Q3970642 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


Seria mantida a correção gramatical do texto caso o ponto final da primeira frase do texto fosse substituído pelo sinal de ponto e vírgula, feitas as devidas alterações de maiúsculas e minúsculas.

Alternativas
Q3970641 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


No trecho "Lucas disse ter se encontrado" (último período do segundo parágrafo), a partícula "se" poderia ser conectada ao verbo auxiliar mediante hífen, escrevendo-se ter-se encontrado, sem prejuízo da correção gramatical do texto.

Alternativas
Q3970640 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


No texto, as aspas foram empregadas, em todas as suas ocorrências, com o mesmo propósito. 

Alternativas
Q3963480 Português

Texto CG1A1-II 


Antonio Candido lembrava-se do método que o pai usava para aproximar os filhos da leitura. “Por exemplo: um belo dia, quando eu tinha mais ou menos nove anos, meu irmão do meio, sete, e o caçula, seis, ele nos deu os dois volumes alentados do Larousse universal, dizendo: „brinquem com isto‟. E nós começamos a brincar, a ver as pranchas coloridas com mapas, uniformes, mamíferos, répteis, borboletas, peixes etc. Depois de passar um ano colorindo perucas de personagens históricos, pondo bigodes em imperadores romanos, cavanhaque em Luís XIV e coisas assim, tínhamos adquirido bastante familiaridade com muitos verbetes e aprendido um pouco de francês, reforçado pelas lições de minha mãe”.


Elizabeth Lorenzotti. Antonio Candido, professor. In: Revista Giz, 2017.

Internet: < revistagiz.sinprosp.org.br> (com adaptações). 

No segundo período do texto CG1A1-II, o vocábulo “alentados” é empregado com o sentido de 
Alternativas
Q3963479 Português

Texto CG1A1-II 


Antonio Candido lembrava-se do método que o pai usava para aproximar os filhos da leitura. “Por exemplo: um belo dia, quando eu tinha mais ou menos nove anos, meu irmão do meio, sete, e o caçula, seis, ele nos deu os dois volumes alentados do Larousse universal, dizendo: „brinquem com isto‟. E nós começamos a brincar, a ver as pranchas coloridas com mapas, uniformes, mamíferos, répteis, borboletas, peixes etc. Depois de passar um ano colorindo perucas de personagens históricos, pondo bigodes em imperadores romanos, cavanhaque em Luís XIV e coisas assim, tínhamos adquirido bastante familiaridade com muitos verbetes e aprendido um pouco de francês, reforçado pelas lições de minha mãe”.


Elizabeth Lorenzotti. Antonio Candido, professor. In: Revista Giz, 2017.

Internet: < revistagiz.sinprosp.org.br> (com adaptações). 

No texto CG1A1-II, a função primordial das vírgulas empregadas nos segmentos “meu irmão do meio, sete” e “o caçula, seis” (segundo período) é 
Alternativas
Q3963478 Português

Texto CG1A1-II 


Antonio Candido lembrava-se do método que o pai usava para aproximar os filhos da leitura. “Por exemplo: um belo dia, quando eu tinha mais ou menos nove anos, meu irmão do meio, sete, e o caçula, seis, ele nos deu os dois volumes alentados do Larousse universal, dizendo: „brinquem com isto‟. E nós começamos a brincar, a ver as pranchas coloridas com mapas, uniformes, mamíferos, répteis, borboletas, peixes etc. Depois de passar um ano colorindo perucas de personagens históricos, pondo bigodes em imperadores romanos, cavanhaque em Luís XIV e coisas assim, tínhamos adquirido bastante familiaridade com muitos verbetes e aprendido um pouco de francês, reforçado pelas lições de minha mãe”.


Elizabeth Lorenzotti. Antonio Candido, professor. In: Revista Giz, 2017.

Internet: < revistagiz.sinprosp.org.br> (com adaptações). 

Entende-se da leitura do texto CG1A1-II que, para aproximar os filhos da leitura, o pai de Antonio Candido
Alternativas
Q3963477 Português

Texto CG1A1-I 


     — Oh! seu Pilar! bradou o mestre com voz de trovão.

     Estremeci como se acordasse de um sonho, e levantei-me às pressas. Dei com o mestre, olhando para mim, cara fechada, jornais dispersos, e ao pé da mesa, em pé, o Curvelo. Pareceu-me adivinhar tudo.

     — Venha cá! bradou o mestre.

     Fui e parei diante dele. Ele enterrou-me pela consciência dentro um par de olhos pontudos; depois chamou o filho. Toda a escola tinha parado; ninguém mais lia, ninguém fazia um só movimento. Eu, conquanto não tirasse os olhos do mestre, sentia no ar a curiosidade e o pavor de todos. 

     — Então o senhor recebe dinheiro para ensinar as lições aos outros? disse-me o Policarpo. 

     — Eu...

     — Dê cá a moeda que este seu colega lhe deu! clamou. 

     Não obedeci logo, mas não pude negar nada. Continuei a tremer muito. Policarpo bradou de novo que lhe desse a moeda, e eu não resisti mais, meti a mão no bolso, vagarosamente, saquei-a e entreguei-lha. Ele examinou-a de um e outro lado, bufando de raiva; depois estendeu o braço e atirou-a à rua. E então disse-nos uma porção de coisas duras, que tanto o filho como eu acabávamos de praticar uma ação feia, indigna, baixa, uma vilania, e para emenda e exemplo íamos ser castigados. Aqui pegou da palmatória. 



Machado de Assis. Conto de escola. In: 50 contos de Machado de Assis

São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 331. 

No sétimo e no oitavo parágrafos do texto CG1A1-I, há três ocorrências do pronome átono “lhe”: a primeira está no trecho “Dê cá a moeda que este seu colega lhe deu!”; a segunda, no trecho “Policarpo bradou de novo que lhe desse a moeda” e a terceira, no trecho “saquei-a e entreguei-lha”. Nessas três ocorrências, o pronome é empregado, respectivamente, em referência
Alternativas
Q3963476 Português

Texto CG1A1-I 


     — Oh! seu Pilar! bradou o mestre com voz de trovão.

     Estremeci como se acordasse de um sonho, e levantei-me às pressas. Dei com o mestre, olhando para mim, cara fechada, jornais dispersos, e ao pé da mesa, em pé, o Curvelo. Pareceu-me adivinhar tudo.

     — Venha cá! bradou o mestre.

     Fui e parei diante dele. Ele enterrou-me pela consciência dentro um par de olhos pontudos; depois chamou o filho. Toda a escola tinha parado; ninguém mais lia, ninguém fazia um só movimento. Eu, conquanto não tirasse os olhos do mestre, sentia no ar a curiosidade e o pavor de todos. 

     — Então o senhor recebe dinheiro para ensinar as lições aos outros? disse-me o Policarpo. 

     — Eu...

     — Dê cá a moeda que este seu colega lhe deu! clamou. 

     Não obedeci logo, mas não pude negar nada. Continuei a tremer muito. Policarpo bradou de novo que lhe desse a moeda, e eu não resisti mais, meti a mão no bolso, vagarosamente, saquei-a e entreguei-lha. Ele examinou-a de um e outro lado, bufando de raiva; depois estendeu o braço e atirou-a à rua. E então disse-nos uma porção de coisas duras, que tanto o filho como eu acabávamos de praticar uma ação feia, indigna, baixa, uma vilania, e para emenda e exemplo íamos ser castigados. Aqui pegou da palmatória. 



Machado de Assis. Conto de escola. In: 50 contos de Machado de Assis

São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 331. 

No texto CG1A1-I, a palavra “conquanto”, em “Eu, conquanto não tirasse os olhos do mestre, sentia no ar a curiosidade e o pavor de todos” (quarto período do quarto parágrafo), expressa circunstância de 
Alternativas
Q3963475 Português

Texto CG1A1-I 


     — Oh! seu Pilar! bradou o mestre com voz de trovão.

     Estremeci como se acordasse de um sonho, e levantei-me às pressas. Dei com o mestre, olhando para mim, cara fechada, jornais dispersos, e ao pé da mesa, em pé, o Curvelo. Pareceu-me adivinhar tudo.

     — Venha cá! bradou o mestre.

     Fui e parei diante dele. Ele enterrou-me pela consciência dentro um par de olhos pontudos; depois chamou o filho. Toda a escola tinha parado; ninguém mais lia, ninguém fazia um só movimento. Eu, conquanto não tirasse os olhos do mestre, sentia no ar a curiosidade e o pavor de todos. 

     — Então o senhor recebe dinheiro para ensinar as lições aos outros? disse-me o Policarpo. 

     — Eu...

     — Dê cá a moeda que este seu colega lhe deu! clamou. 

     Não obedeci logo, mas não pude negar nada. Continuei a tremer muito. Policarpo bradou de novo que lhe desse a moeda, e eu não resisti mais, meti a mão no bolso, vagarosamente, saquei-a e entreguei-lha. Ele examinou-a de um e outro lado, bufando de raiva; depois estendeu o braço e atirou-a à rua. E então disse-nos uma porção de coisas duras, que tanto o filho como eu acabávamos de praticar uma ação feia, indigna, baixa, uma vilania, e para emenda e exemplo íamos ser castigados. Aqui pegou da palmatória. 



Machado de Assis. Conto de escola. In: 50 contos de Machado de Assis

São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 331. 

O texto CG1A1-I caracteriza-se, predominantemente, como 
Alternativas
Q3961794 Português

Texto 1A1

 

Nestes 500 anos de história, quais são as figuras que personificam o nosso país, que sintetizam, por suas qualidades e seus defeitos, suas grandezas e suas misérias, a trajetória do Brasil? Nomes não nos faltam: Tiradentes, o Aleijadinho, Pelé, Chiquinha Gonzaga, Lampião, Antônio Conselheiro, Oswaldo Cruz, Villa Lobos, Gilberto Freyre, Monteiro Lobato, Getúlio Vargas, Henfil… A vida de cada um deles contém, em miniatura, aqueles traços que, no dizer do antropólogo Roberto da Matta, fazem do Brasil o Brasil: o talento, a astúcia, a violência, a ternura, o humor, a imaginação, a vocação trágica. Mas eu, particularmente, quando penso em Brasil, penso numa outra pessoa. Uma mulher de quem nem sei o nome e que vi uma única vez.

Eu era responsável pelo posto de saúde da prefeitura na Lomba do Pinheiro numa época em que aquela era uma região isolada da cidade, de difícil acesso. Uma tarde, eu já estava saindo, quando de repente me surge essa mulher, moça ainda, mas de face devastada pela miséria, pelo sofrimento. Trazia nos braços o filho, para consultar. E, para trazer este filho, ela tinha caminhado doze quilômetros. Doze quilômetros com uma criança nos braços.

O que faz do Brasil o Brasil? Pernas como as daquela mulher, pernas que caminham incansáveis. Braços como os daquela mulher, que seguram, sem se fatigar, um filho, dois filhos, muitos filhos. O que faz do Brasil o Brasil é a coragem, a determinação, a resignação. Cada vez que alguém (em geral uma pessoa de classe média, a quem nada falta) me diz que o Brasil não tem jeito, que o Brasil é uma esculhambação, eu penso naquela mulher. E penso nela com profundo respeito. O que ela carrega nos braços é, ao fim e ao cabo, o Brasil. E vem fazendo isso há 500 anos.

 

Moacyr Scliar. A imagem viva do Brasil. In: Zero Hora, 16 de abril de 2000. Internet: <www.moacyrscliar.com> (com adaptações).

Assinale a opção que apresenta um termo extraído do texto 1A1 que está empregado como substantivo no período em que ocorre.
Alternativas
Q3961793 Português

Texto 1A1

 

Nestes 500 anos de história, quais são as figuras que personificam o nosso país, que sintetizam, por suas qualidades e seus defeitos, suas grandezas e suas misérias, a trajetória do Brasil? Nomes não nos faltam: Tiradentes, o Aleijadinho, Pelé, Chiquinha Gonzaga, Lampião, Antônio Conselheiro, Oswaldo Cruz, Villa Lobos, Gilberto Freyre, Monteiro Lobato, Getúlio Vargas, Henfil… A vida de cada um deles contém, em miniatura, aqueles traços que, no dizer do antropólogo Roberto da Matta, fazem do Brasil o Brasil: o talento, a astúcia, a violência, a ternura, o humor, a imaginação, a vocação trágica. Mas eu, particularmente, quando penso em Brasil, penso numa outra pessoa. Uma mulher de quem nem sei o nome e que vi uma única vez.

Eu era responsável pelo posto de saúde da prefeitura na Lomba do Pinheiro numa época em que aquela era uma região isolada da cidade, de difícil acesso. Uma tarde, eu já estava saindo, quando de repente me surge essa mulher, moça ainda, mas de face devastada pela miséria, pelo sofrimento. Trazia nos braços o filho, para consultar. E, para trazer este filho, ela tinha caminhado doze quilômetros. Doze quilômetros com uma criança nos braços.

O que faz do Brasil o Brasil? Pernas como as daquela mulher, pernas que caminham incansáveis. Braços como os daquela mulher, que seguram, sem se fatigar, um filho, dois filhos, muitos filhos. O que faz do Brasil o Brasil é a coragem, a determinação, a resignação. Cada vez que alguém (em geral uma pessoa de classe média, a quem nada falta) me diz que o Brasil não tem jeito, que o Brasil é uma esculhambação, eu penso naquela mulher. E penso nela com profundo respeito. O que ela carrega nos braços é, ao fim e ao cabo, o Brasil. E vem fazendo isso há 500 anos.

 

Moacyr Scliar. A imagem viva do Brasil. In: Zero Hora, 16 de abril de 2000. Internet: <www.moacyrscliar.com> (com adaptações).

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto 1A1, julgue os próximos itens.
I Seriam mantidos os sentidos originais e a correção gramatical do trecho “Eu era responsável pelo posto de saúde da prefeitura” (primeiro período do segundo parágrafo) caso o termo “pelo” fosse substituído por para o.
II A forma verbal “vem” (último período do texto) estabelece concordância com um termo empregado no período imediatamente anterior.
III No trecho “como as daquela mulher” (segundo período do terceiro parágrafo), está elíptica a palavra pernas.
IV O trecho “o Brasil é uma esculhambação” (quinto período do terceiro parágrafo) exprime uma opinião pessoal do autor do texto.
Assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
261: E
262: C
263: E
264: E
265: C
266: C
267: E
268: C
269: E
270: C
271: C
272: C
273: B
274: D
275: C
276: D
277: D
278: D
279: B
280: C