Questões de Concurso Sobre português para ibfc

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Q1072751 Português

A partir da leitura do trecho inicial do poema “Sentimento do Mundo” de Carlos Drummond de Andrade e da charge do chargista Nani responda a questão.


Tenho apenas duas mãos

e o sentimento do mundo,

mas estou cheio de escravos,

minhas lembranças escorrem

e o corpo transige na confluência do amor.

Quando me levantar, o céu

estará morto e saqueado,

eu mesmo estarei morto,

morto meu desejo, morto

o pântano sem acordes.  

                                                                                                 (Drummond, Carlos)


                       





Com base na leitura e interpretação do poema e da charge, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1072750 Português

Leia com atenção o trecho inicial do conto “O dia em que explodiu Mabata-Bata” do escritor angolano Mia Couto, e responda a questão a seguir.


De repente, o boi explodiu. Rebentou sem um múúú. No capim em volta choveram pedaços e fatias, grão e folhas de boi. A carne eram já borboletas vermelhas. Os ossos eram moedas espalhadas. Os chifres ficaram num qualquer ramo, balouçando a imitar a vida, no invisível do vento.

O espanto não cabia em Azarias, o pequeno pastor. Ainda há um instante ele admirava o grande boi malhado, chamado de Mabata-bata. O bicho pastava mais vagaroso que a preguiça. Era o maior da manada, régulo da chifraria, e estava destinado como prenda de lobolo do tio Raul, dono da criação. Azarias trabalhava para ele desde que era órfão. Despegava antes da luz para que os bois comessem o cacimbo das primeiras horas. Olhou a desgraça: o boi poeirado, eco de silêncio, sombra de nada.

“Deve ser foi um relâmpago”, pensou.

Mas relâmpago não podia. O céu estava liso, azul sem mancha. De onde saíra o raio? Ou foi a terra que relampejou?

                                                                                   Fonte: Ms - Camp, 10/10/2008

Sobre o discurso direto presente no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1072749 Português

Leia com atenção o trecho inicial do conto “O dia em que explodiu Mabata-Bata” do escritor angolano Mia Couto, e responda a questão a seguir.


De repente, o boi explodiu. Rebentou sem um múúú. No capim em volta choveram pedaços e fatias, grão e folhas de boi. A carne eram já borboletas vermelhas. Os ossos eram moedas espalhadas. Os chifres ficaram num qualquer ramo, balouçando a imitar a vida, no invisível do vento.

O espanto não cabia em Azarias, o pequeno pastor. Ainda há um instante ele admirava o grande boi malhado, chamado de Mabata-bata. O bicho pastava mais vagaroso que a preguiça. Era o maior da manada, régulo da chifraria, e estava destinado como prenda de lobolo do tio Raul, dono da criação. Azarias trabalhava para ele desde que era órfão. Despegava antes da luz para que os bois comessem o cacimbo das primeiras horas. Olhou a desgraça: o boi poeirado, eco de silêncio, sombra de nada.

“Deve ser foi um relâmpago”, pensou.

Mas relâmpago não podia. O céu estava liso, azul sem mancha. De onde saíra o raio? Ou foi a terra que relampejou?

                                                                                   Fonte: Ms - Camp, 10/10/2008

Sobre as figuras de linguagem presentes no trecho acima, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1072748 Português

Leia o trecho inicial do conto “Muribeca” de Marcelino Freire e observe as duas imagens abaixo para responder a questão a seguir:


Lixo? Lixo serve pra tudo. A gente encontra a mobília da casa, cadeira pra pôr uns pregos e ajeitar, sentar. Lixo pra poder ter sofá, costurado, cama, colchão. Até televisão. É a vida da gente o lixão. E por que é que agora querem tirar ele da gente? O que é que eu vou dizer pras crianças? Que não tem mais brinquedo? Que acabou o calçado? Que não tem mais história, livro, desenho? E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pelas ruas, roubar pra comer? E o que eu vou cozinhar agora? Onde vou procurar tomate, alho, cebola? Com que dinheiro vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou inventar farofa? Fale, fale. Explique o que é que a gente vai fazer da vida? O que a gente vai fazer da vida? Não pense que é fácil.

                                                                         Fonte: Armazém de Texto - Blogspot


                

Em relação ao texto e à gramática normativa da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. O sujeito da oração “É a vida da gente o lixão.” é simples e posposto.

II. Nesse trecho “E por que é que agora querem tirar ele da gente?” há um erro de colocação pronominal.

III. A oração destacada em negrito “Não pense que é fácil.” é classificada como Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta.

IV. “(...) vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou inventar farofa?” as orações desse período são classificadas como Orações Coordenadas Sindéticas Aditivas.

Alternativas
Q1072747 Português

Leia o trecho inicial do conto “Muribeca” de Marcelino Freire e observe as duas imagens abaixo para responder a questão a seguir:


Lixo? Lixo serve pra tudo. A gente encontra a mobília da casa, cadeira pra pôr uns pregos e ajeitar, sentar. Lixo pra poder ter sofá, costurado, cama, colchão. Até televisão. É a vida da gente o lixão. E por que é que agora querem tirar ele da gente? O que é que eu vou dizer pras crianças? Que não tem mais brinquedo? Que acabou o calçado? Que não tem mais história, livro, desenho? E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pelas ruas, roubar pra comer? E o que eu vou cozinhar agora? Onde vou procurar tomate, alho, cebola? Com que dinheiro vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou inventar farofa? Fale, fale. Explique o que é que a gente vai fazer da vida? O que a gente vai fazer da vida? Não pense que é fácil.

                                                                         Fonte: Armazém de Texto - Blogspot


                

De acordo com a gramática normativa da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que a classificação da palavra “que” está incorreta. 
Alternativas
Q1072746 Português

Leia o trecho inicial do conto “Muribeca” de Marcelino Freire e observe as duas imagens abaixo para responder a questão a seguir:


Lixo? Lixo serve pra tudo. A gente encontra a mobília da casa, cadeira pra pôr uns pregos e ajeitar, sentar. Lixo pra poder ter sofá, costurado, cama, colchão. Até televisão. É a vida da gente o lixão. E por que é que agora querem tirar ele da gente? O que é que eu vou dizer pras crianças? Que não tem mais brinquedo? Que acabou o calçado? Que não tem mais história, livro, desenho? E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pelas ruas, roubar pra comer? E o que eu vou cozinhar agora? Onde vou procurar tomate, alho, cebola? Com que dinheiro vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou inventar farofa? Fale, fale. Explique o que é que a gente vai fazer da vida? O que a gente vai fazer da vida? Não pense que é fácil.

                                                                         Fonte: Armazém de Texto - Blogspot


                

Leia o texto atentamente e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1072745 Português

Leia o trecho inicial do conto “Muribeca” de Marcelino Freire e observe as duas imagens abaixo para responder a questão a seguir:


Lixo? Lixo serve pra tudo. A gente encontra a mobília da casa, cadeira pra pôr uns pregos e ajeitar, sentar. Lixo pra poder ter sofá, costurado, cama, colchão. Até televisão. É a vida da gente o lixão. E por que é que agora querem tirar ele da gente? O que é que eu vou dizer pras crianças? Que não tem mais brinquedo? Que acabou o calçado? Que não tem mais história, livro, desenho? E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pelas ruas, roubar pra comer? E o que eu vou cozinhar agora? Onde vou procurar tomate, alho, cebola? Com que dinheiro vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou inventar farofa? Fale, fale. Explique o que é que a gente vai fazer da vida? O que a gente vai fazer da vida? Não pense que é fácil.

                                                                         Fonte: Armazém de Texto - Blogspot


                

A partir da leitura atenta do texto e das duas imagens acima, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. Tanto as imagens como o texto de Marcelino Freire são formas de sensibilizar as pessoas para a importância de separar o lixo antes dele chegar aos aterros.

II. O estranhamento gerado no início do texto se deve ao fato de ele apresentar o lixo como uma necessidade da personagem ao invés de algo que precisa ser descartado e eliminado.

III. As imagens reforçam o apelo do trecho literário ao evidenciar a utilidade dos objetos contidos nos chamados lixões.

IV. O texto e a imagem 2 registram como o lixo é fonte de trabalho e subsistência para algumas pessoas.

Alternativas
Q1072654 Português
De acordo com as regras da gramática normativa da Língua Portuguesa, sobre a colocação de vírgulas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1072653 Português

Observe atentamente o cartaz de uma campanha antitabagista abaixo. Interpretando seu conteúdo, responda a questão.


Imagem associada para resolução da questão


Utilizando a interpretação linguística e visual do cartaz acima assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1072652 Português

Nasrudin é uma figura do imaginário oriental conhecido como o sábio-tolo. Leia com atenção a história abaixo e responda a questão a seguir.


Um homem analfabeto pediu a Nasrudin que escrevesse uma carta para ele. Todavia, Nasrudin recusou, dizendo:

- Infelizmente, eu não posso fazer isso agora porque os meus pés estão doendo demais.

- Seus pés? – O homem perguntou surpreso – O que isso tem a ver com o ato de escrever uma carta?

- Bem,- explicou Nasrudin – desde que ninguém além de mim é capaz de ler minha caligrafia, eu tenho de ir onde quer que a carta vá, a fim de que eu mesmo possa lê-la para o destinatário.

Fonte: nasrudin.com.br


Partindo do texto acima, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1072651 Português
De acordo com as regras da gramática normativa da Língua Portuguesa, sobre o uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1072650 Português
De acordo com as regras da gramática normativa da Língua Portuguesa, sobre concordância verbal e nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1072649 Português

A música “Tocando em frente” de Almir Sater está escrita em primeira pessoa, ou seja, quem fala nessa letra é um “eu”. Sobre esse “eu”, que chamamos de “eu-lírico”, responda a questão, a seguir. 


                              Ando devagar

                              Porque já tive pressa

                              E levo esse sorriso

                              Porque já chorei demais

                              Hoje me sinto mais forte

                              Mais feliz, quem sabe

                              Só levo a certeza

                              De que muito pouco sei

                              Ou nada sei

                                                          Fonte: letras.mus.br

Sobre a análise do trecho “Ando devagar porque já tive pressa”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1072648 Português

A música “Tocando em frente” de Almir Sater está escrita em primeira pessoa, ou seja, quem fala nessa letra é um “eu”. Sobre esse “eu”, que chamamos de “eu-lírico”, responda a questão, a seguir. 


                              Ando devagar

                              Porque já tive pressa

                              E levo esse sorriso

                              Porque já chorei demais

                              Hoje me sinto mais forte

                              Mais feliz, quem sabe

                              Só levo a certeza

                              De que muito pouco sei

                              Ou nada sei

                                                          Fonte: letras.mus.br

Sobre a expressão “quem sabe”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1072647 Português

A música “Tocando em frente” de Almir Sater está escrita em primeira pessoa, ou seja, quem fala nessa letra é um “eu”. Sobre esse “eu”, que chamamos de “eu-lírico”, responda a questão, a seguir. 


                              Ando devagar

                              Porque já tive pressa

                              E levo esse sorriso

                              Porque já chorei demais

                              Hoje me sinto mais forte

                              Mais feliz, quem sabe

                              Só levo a certeza

                              De que muito pouco sei

                              Ou nada sei

                                                          Fonte: letras.mus.br

A partir da interpretação da letra da música acima assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1072646 Português
De acordo com as regras da gramática normativa da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta na qual todos os plurais estão flexionados corretamente.
Alternativas
Q1072645 Português

Observe à charge de Armandinho e responda a questão a seguir.  


                     

Para explicar o uso do acento indicativo de crase na expressão “essencial à vida”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1072644 Português

Observe à charge de Armandinho e responda a questão a seguir.  


                     

Sobre a interpretação da charge, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1072643 Português

Leia o trecho de “Os três mal amados” de João Cabral de Melo Neto e responda a questão a seguir.


O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.

O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.

(Portal São Francisco, s/d)


Com base na interpretação do texto acima, analise as afirmativas abaixo.

I. A palavra amor está no sentido figurado.

II. “Escrevera meu nome” é uma oração inscrita no tempo futuro.

III. A interpretação do texto sugere que “amor” é o nome de um cachorro.

IV. O plural de chapéu é chapéis.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1072642 Português

Observe a imagem abaixo e responda a questão a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


As palavras podem ser usadas em sentido próprio e em sentido figurado. Assinale a alternativa que traduz, em sentido figurado, a informação contida na imagem.

Alternativas
Respostas
1901: D
1902: B
1903: E
1904: C
1905: B
1906: A
1907: D
1908: B
1909: D
1910: C
1911: B
1912: E
1913: C
1914: A
1915: E
1916: A
1917: D
1918: C
1919: B
1920: E