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Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: MPE-SP Prova: IBFC - 2011 - MPE-SP - Oficial de Promotoria |
Q574988 Português
Colégios autoritários


Ao ameaçar, fazer vista grossa para agressões em seus pátios e expulsar alunos que tentam reparação judicial, três escolas de elite do Rio dão aula de falta de cidadania e de civilidade

Francisco Alves Filho

Conhecidas pelo excelente nível de ensino, três escolas do Rio de Janeiro preferidas pela elite deram nas últimas semanas verdadeiras aulas de desrespeito às regras mais básicas de cidadania. Denúncias feitas por alunos de agressões ou constrangimentos graves foram tratadas por esses estabelecimentos de forma arbitrária e só fez aumentar o sofrimento das vítimas e seus pais. No tradicionalíssimo Colégio São Bento, recordista de aprovação no Enem, um aluno de 6 anos foi agredido por um adolescente de 14, a direção da escola escondeu o fato dos responsáveis e se mostrou mais preocupada com o agressor. Na Escola Alemã Corcovado, depois de levar empurrão de um professor, um aluno de 12 anos, seu irmão e seus pais foram excluídos do estabelecimento. No pH, a adolescente Jannah Nebbeling, 15 anos, acusa coordenadoras de ameaçá-la por conta de uma comunidade virtual na qual discutia conteúdos curriculares. “Iniciei uma ação contra o colégio por coação, constrangimento e ameaça, além de danos morais", diz Andréa Coelho, mãe de Janna. Os outros dois casos também foram parar nos tribunais. Para piorar, diretores criticaram direta ou indiretamente os pais que foram à Justiça, como se nos limites da escola vigorasse uma lei diferente da do restante do País. O imbróglio mais comentado foi a abordagem dada pelo São Bento, escola com 153 anos de existência, a uma sequência de agressões sofrida pelo aluno de 6 anos. Ele apanhou de outro,de 14 anos, no dia 26 de maio. Para justificar aos pais os ferimentos na cabeça e na testa do menino, a diretoria da escola informou que tudo não passara de um “acidente" causado por simples brincadeira. A verdade logo veio à tona, mas a posição do colégio continuou inadequada. O agressor foi punido com apenas um dia de suspensão. “Eu e meu marido reivindicamos a expulsão dele, até para garantir que meu filho tivesse segurança para ir à escola. Isso não aconteceu e resolvemos procurar a polícia para denunciar o colégio", explica a advogada Viviane de Azevedo, mãe da vítima. A reação do estabelecimento de ensino foi equivocada. “Estão querendo transformar um acidente educacional em um fato criminal", reclamou Mário Silveira, supervisor administrativo do São Bento, que tem mensalidades em torno de R$ 2 mil. Silveira ainda se referiu ao agressor como alguém que estaria “sendo mais punido do que o acidentado". “Num contato com a direção, ouvi que aquela era a maneira de agir do São Bento e quem não estivesse satisfeito estaria livre para sair", recorda Viviane. “Entendi o recado e tirei meu filho de lá."

Na Escola Alemã Corcovado – onde, para ingressar, os pais têm que desembolsar R$ 8 mil, além das mensalidades de R$ 2 mil – a agressão teria partido de um mestre. Um estudante de 12 anos reclama que, durante uma aula realizada no ano passado, foi empurrado pelo professor alemão Jens Wiemer, que berrava palavrões. O menino caiu e bateu com a cabeça e as costas no chão. Os pais do garoto só souberam da agressão um mês depois. Foram à polícia e ao Ministério Público. O professor foi suspenso e voltou para a Alemanha. Algum tempo depois, os pais da vítima passaram a notar que o menino era avaliado na escola “com rigor exagerado e diferenciado em relação aos colegas de sala", segundo relata a ação. Depois de novo protesto, veio a decisão mais surpreendente: tanto o aluno denunciante quanto seu irmão e seus pais souberam há três meses que foram excluídos da escola. “Essa decisão decorreu exclusivamente das várias violações aos estatutos cometidas pela família", relata nota da escola à ISTOÉ. “Não decorreu do exercício legal e regular da família de seu direito de denunciar o que achasse devido às autoridades competentes." Sob qualquer aspecto, uma total inversão de valores.

No caso do curso pH, o diretor de ensino Rui Alves argumenta que não houve ameaça à menina e, segundo ele, a comunidade virtual que distribuiria uma “cola" associava o colégio a palavrões. “A mãe tem todo o direito de ir à Justiça, mas isso é um assunto pedagógico", diz Alves. Doutor em pedagogia, o professor Henrique Sobreira critica as escolas: “São atitudes de quem promete uma educação para a cidadania e faz algo bem diferente", diz ele. A lição é a pior possível. “Quando escolas se acham acima da lei, é compreensível que os alunos também passem a pensar da mesma forma", avalia o especialista.



Considere as afirmações que seguem.


I. Ao classificar o colégio como “tradicionalíssimo", o repórter enfatiza que se trata de um bom colégio, o que torna o fato noticiado mais surpreendente.

II. De acordo com a entrevista do pedagogo especialista, não punir o bullying pode comprometer a formação dos jovens e crianças.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: MPE-SP Prova: IBFC - 2011 - MPE-SP - Oficial de Promotoria |
Q574987 Português
Colégios autoritários


Ao ameaçar, fazer vista grossa para agressões em seus pátios e expulsar alunos que tentam reparação judicial, três escolas de elite do Rio dão aula de falta de cidadania e de civilidade

Francisco Alves Filho

Conhecidas pelo excelente nível de ensino, três escolas do Rio de Janeiro preferidas pela elite deram nas últimas semanas verdadeiras aulas de desrespeito às regras mais básicas de cidadania. Denúncias feitas por alunos de agressões ou constrangimentos graves foram tratadas por esses estabelecimentos de forma arbitrária e só fez aumentar o sofrimento das vítimas e seus pais. No tradicionalíssimo Colégio São Bento, recordista de aprovação no Enem, um aluno de 6 anos foi agredido por um adolescente de 14, a direção da escola escondeu o fato dos responsáveis e se mostrou mais preocupada com o agressor. Na Escola Alemã Corcovado, depois de levar empurrão de um professor, um aluno de 12 anos, seu irmão e seus pais foram excluídos do estabelecimento. No pH, a adolescente Jannah Nebbeling, 15 anos, acusa coordenadoras de ameaçá-la por conta de uma comunidade virtual na qual discutia conteúdos curriculares. “Iniciei uma ação contra o colégio por coação, constrangimento e ameaça, além de danos morais", diz Andréa Coelho, mãe de Janna. Os outros dois casos também foram parar nos tribunais. Para piorar, diretores criticaram direta ou indiretamente os pais que foram à Justiça, como se nos limites da escola vigorasse uma lei diferente da do restante do País. O imbróglio mais comentado foi a abordagem dada pelo São Bento, escola com 153 anos de existência, a uma sequência de agressões sofrida pelo aluno de 6 anos. Ele apanhou de outro,de 14 anos, no dia 26 de maio. Para justificar aos pais os ferimentos na cabeça e na testa do menino, a diretoria da escola informou que tudo não passara de um “acidente" causado por simples brincadeira. A verdade logo veio à tona, mas a posição do colégio continuou inadequada. O agressor foi punido com apenas um dia de suspensão. “Eu e meu marido reivindicamos a expulsão dele, até para garantir que meu filho tivesse segurança para ir à escola. Isso não aconteceu e resolvemos procurar a polícia para denunciar o colégio", explica a advogada Viviane de Azevedo, mãe da vítima. A reação do estabelecimento de ensino foi equivocada. “Estão querendo transformar um acidente educacional em um fato criminal", reclamou Mário Silveira, supervisor administrativo do São Bento, que tem mensalidades em torno de R$ 2 mil. Silveira ainda se referiu ao agressor como alguém que estaria “sendo mais punido do que o acidentado". “Num contato com a direção, ouvi que aquela era a maneira de agir do São Bento e quem não estivesse satisfeito estaria livre para sair", recorda Viviane. “Entendi o recado e tirei meu filho de lá."

Na Escola Alemã Corcovado – onde, para ingressar, os pais têm que desembolsar R$ 8 mil, além das mensalidades de R$ 2 mil – a agressão teria partido de um mestre. Um estudante de 12 anos reclama que, durante uma aula realizada no ano passado, foi empurrado pelo professor alemão Jens Wiemer, que berrava palavrões. O menino caiu e bateu com a cabeça e as costas no chão. Os pais do garoto só souberam da agressão um mês depois. Foram à polícia e ao Ministério Público. O professor foi suspenso e voltou para a Alemanha. Algum tempo depois, os pais da vítima passaram a notar que o menino era avaliado na escola “com rigor exagerado e diferenciado em relação aos colegas de sala", segundo relata a ação. Depois de novo protesto, veio a decisão mais surpreendente: tanto o aluno denunciante quanto seu irmão e seus pais souberam há três meses que foram excluídos da escola. “Essa decisão decorreu exclusivamente das várias violações aos estatutos cometidas pela família", relata nota da escola à ISTOÉ. “Não decorreu do exercício legal e regular da família de seu direito de denunciar o que achasse devido às autoridades competentes." Sob qualquer aspecto, uma total inversão de valores.

No caso do curso pH, o diretor de ensino Rui Alves argumenta que não houve ameaça à menina e, segundo ele, a comunidade virtual que distribuiria uma “cola" associava o colégio a palavrões. “A mãe tem todo o direito de ir à Justiça, mas isso é um assunto pedagógico", diz Alves. Doutor em pedagogia, o professor Henrique Sobreira critica as escolas: “São atitudes de quem promete uma educação para a cidadania e faz algo bem diferente", diz ele. A lição é a pior possível. “Quando escolas se acham acima da lei, é compreensível que os alunos também passem a pensar da mesma forma", avalia o especialista.



Considere as afirmações que seguem.

I. A reportagem evidencia que as escolas mencionadas, por serem tradicionais e rígidas, souberam como atuar corretamente nos casos de agressão.

II. Fica clara, na matéria, a falta de atuação do governo nos problemas ocorridos no ensino público brasileiro.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q475498 Português
Posto é investigado pela morte de paciente com suspeita de dengue hemorrágica Jacqueline Lopes

O Posto de Saúde 24 da Vila Almeida está sendo investigado pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) pela morte de Leonardo Brito, 22, no dia 15 de janeiro, última sexta-feira. Ele faleceu com suspeita de dengue hemorrágica.
Embora todos os procedimentos feitos naquele dia estejam sendo apurados administrativamente, o secretário-executivo da Sesau descarta por ora negligência.

Para Martins, o que aconteceu foi uma fatalidade. O quadro clínico do paciente evoluiu muito rápido e não houve tempo hábil para que ele fosse levado para um dos hospitais públicos da cidade, acredita o secretário-executivo.

Ele lamenta o fato e compreende o desespero dos familiares da vítima. “A gente não é insensível ainda mais numa situação de um paciente nesta faixa etária. A família vive uma situação de drama e ansiedade”, diz.

Indagado sobre a conduta dos profissionais posta em xeque pela família que acusa a unidade de saúde de ter sido negligente, Martins pondera. Para o secretário-executivo da Sesau, a rotina de atendimento foi feita dentro dos critérios previstos, a ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) esteve no local para fazer o transporte do paciente e houve empenho, segundo ele, para buscar uma vaga hospitalar.

“Estamos na fase de apuração não só ouvindo uma ou duas pessoas, mas também vendo os exames laboratoriais, identificando se havia uma patologia anterior já que a necropsia indicou um aumento na área cardíaca”.

Martins suspeita de que a dengue tenha sido um fator complicador, ou seja, que Brito teria algum outro problema de saúde (cardíaco) que acabou sendo agravado com a doença. Uma das facetas mais perigosas da dengue é esta. Em organismo debilitado, ela pode ser avassaladora. “A dengue como fator complicador da patologia deixa o diagnóstico sombrio”.

A Sesau espera a conclusão do laudo da necropsia e conforme Martins, a população tem que acreditar na equipe médica do SUS (Sistema Único de Saúde) para que o serviço alcance o nível de qualidade que a população merece.


Assinale a alternativa que indica corretamente a relação expressa pela conjunção no início do segundo parágrafo:

“Embora todos os procedimentos feitos naquele dia estejam sendo apurados administrativamente, o secretário-executivo da Sesau descarta por ora negligência”.
Alternativas
Q475497 Português
Posto é investigado pela morte de paciente com suspeita de dengue hemorrágica Jacqueline Lopes

O Posto de Saúde 24 da Vila Almeida está sendo investigado pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) pela morte de Leonardo Brito, 22, no dia 15 de janeiro, última sexta-feira. Ele faleceu com suspeita de dengue hemorrágica.
Embora todos os procedimentos feitos naquele dia estejam sendo apurados administrativamente, o secretário-executivo da Sesau descarta por ora negligência.

Para Martins, o que aconteceu foi uma fatalidade. O quadro clínico do paciente evoluiu muito rápido e não houve tempo hábil para que ele fosse levado para um dos hospitais públicos da cidade, acredita o secretário-executivo.

Ele lamenta o fato e compreende o desespero dos familiares da vítima. “A gente não é insensível ainda mais numa situação de um paciente nesta faixa etária. A família vive uma situação de drama e ansiedade”, diz.

Indagado sobre a conduta dos profissionais posta em xeque pela família que acusa a unidade de saúde de ter sido negligente, Martins pondera. Para o secretário-executivo da Sesau, a rotina de atendimento foi feita dentro dos critérios previstos, a ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) esteve no local para fazer o transporte do paciente e houve empenho, segundo ele, para buscar uma vaga hospitalar.

“Estamos na fase de apuração não só ouvindo uma ou duas pessoas, mas também vendo os exames laboratoriais, identificando se havia uma patologia anterior já que a necropsia indicou um aumento na área cardíaca”.

Martins suspeita de que a dengue tenha sido um fator complicador, ou seja, que Brito teria algum outro problema de saúde (cardíaco) que acabou sendo agravado com a doença. Uma das facetas mais perigosas da dengue é esta. Em organismo debilitado, ela pode ser avassaladora. “A dengue como fator complicador da patologia deixa o diagnóstico sombrio”.

A Sesau espera a conclusão do laudo da necropsia e conforme Martins, a população tem que acreditar na equipe médica do SUS (Sistema Único de Saúde) para que o serviço alcance o nível de qualidade que a população merece.


Considere as afirmações:

I. A palavra hemorrágica é acentuada porque é paroxítona terminada em vogal.
II. A palavra “público” é acentuada porque é proparoxítona.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q475496 Português
Posto é investigado pela morte de paciente com suspeita de dengue hemorrágica Jacqueline Lopes

O Posto de Saúde 24 da Vila Almeida está sendo investigado pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) pela morte de Leonardo Brito, 22, no dia 15 de janeiro, última sexta-feira. Ele faleceu com suspeita de dengue hemorrágica.
Embora todos os procedimentos feitos naquele dia estejam sendo apurados administrativamente, o secretário-executivo da Sesau descarta por ora negligência.

Para Martins, o que aconteceu foi uma fatalidade. O quadro clínico do paciente evoluiu muito rápido e não houve tempo hábil para que ele fosse levado para um dos hospitais públicos da cidade, acredita o secretário-executivo.

Ele lamenta o fato e compreende o desespero dos familiares da vítima. “A gente não é insensível ainda mais numa situação de um paciente nesta faixa etária. A família vive uma situação de drama e ansiedade”, diz.

Indagado sobre a conduta dos profissionais posta em xeque pela família que acusa a unidade de saúde de ter sido negligente, Martins pondera. Para o secretário-executivo da Sesau, a rotina de atendimento foi feita dentro dos critérios previstos, a ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) esteve no local para fazer o transporte do paciente e houve empenho, segundo ele, para buscar uma vaga hospitalar.

“Estamos na fase de apuração não só ouvindo uma ou duas pessoas, mas também vendo os exames laboratoriais, identificando se havia uma patologia anterior já que a necropsia indicou um aumento na área cardíaca”.

Martins suspeita de que a dengue tenha sido um fator complicador, ou seja, que Brito teria algum outro problema de saúde (cardíaco) que acabou sendo agravado com a doença. Uma das facetas mais perigosas da dengue é esta. Em organismo debilitado, ela pode ser avassaladora. “A dengue como fator complicador da patologia deixa o diagnóstico sombrio”.

A Sesau espera a conclusão do laudo da necropsia e conforme Martins, a população tem que acreditar na equipe médica do SUS (Sistema Único de Saúde) para que o serviço alcance o nível de qualidade que a população merece.


Considere as afirmações:

I. De acordo com o texto, a dengue só ataca pessoas com organismos debilitados, sendo fatal.
II. “Negligência” é um substantivo abstrato e pode ser compreendido como descuido, descaso.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q475495 Português
Mulher que come mais fibras pode ovular menos vezes
RACHEL BOTELHO

da Folha de S.Paulo

Mulheres que ingerem as doses recomendadas de fibras podem ter níveis mais baixos de estrogênio e ovular com menos frequência do que aquelas que consomem menos fibras. É o que sugere uma pesquisa realizada com 250 mulheres com idade entre 18 e 44 anos, todas saudáveis e com períodos menstruais regulares. O trabalho foi publicado no "American Journal of Clinical Nutrition".

O alto consumo de fibras, particularmente de frutas, também foi associado a um risco mais elevado de ter ciclos menstruais anovulatórios --em que os ovários não liberam o óvulo. Aquelas que relataram a taxa mais alta de consumo de fibras --22 g por dia ou mais -- tinham maior probabilidade de um ciclo anovulatório em dois meses. Ataxa foi de 22%, contra 7% entre as mulheres com consumo mais baixo de fibras.

Após terem sido feitos ajustes nos resultados para fatores que podem afetar a ovulação -- como IMC (índice de massa corporal), níveis de atividade física e ingestão calórica -- o consumo de fibras foi associado a um risco dez vezes mais alto de anovulação.

De acordo com o ginecologista Alfonso Massaguer, especialista em reprodução humana e professor da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), dieta e peso adequados na verdade têm um efeito positivo na ovulação, e a ingestão de fibras contribui para isso.

"A mulher que come mais fibras consegue controlar melhor o peso e o colesterol, além de reduzir o tecido adiposo, melhorando a ovulação", afirma o médico. "Vemos que, entre mulheres que não ovulam, melhorar a dieta aumenta a chance de isso ocorrer."

Para ele, não é possível, com base em um único estudo, orientar as mulheres com problemas de ovulação a não comer fibras, visto que a carência desse nutriente é um problema sério de saúde.

A oração abaixo se encontra na:

O trabalho foi publicado no "American Journal of Clinical Nutrition".
Alternativas
Q475494 Português
Mulher que come mais fibras pode ovular menos vezes
RACHEL BOTELHO

da Folha de S.Paulo

Mulheres que ingerem as doses recomendadas de fibras podem ter níveis mais baixos de estrogênio e ovular com menos frequência do que aquelas que consomem menos fibras. É o que sugere uma pesquisa realizada com 250 mulheres com idade entre 18 e 44 anos, todas saudáveis e com períodos menstruais regulares. O trabalho foi publicado no "American Journal of Clinical Nutrition".

O alto consumo de fibras, particularmente de frutas, também foi associado a um risco mais elevado de ter ciclos menstruais anovulatórios --em que os ovários não liberam o óvulo. Aquelas que relataram a taxa mais alta de consumo de fibras --22 g por dia ou mais -- tinham maior probabilidade de um ciclo anovulatório em dois meses. Ataxa foi de 22%, contra 7% entre as mulheres com consumo mais baixo de fibras.

Após terem sido feitos ajustes nos resultados para fatores que podem afetar a ovulação -- como IMC (índice de massa corporal), níveis de atividade física e ingestão calórica -- o consumo de fibras foi associado a um risco dez vezes mais alto de anovulação.

De acordo com o ginecologista Alfonso Massaguer, especialista em reprodução humana e professor da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), dieta e peso adequados na verdade têm um efeito positivo na ovulação, e a ingestão de fibras contribui para isso.

"A mulher que come mais fibras consegue controlar melhor o peso e o colesterol, além de reduzir o tecido adiposo, melhorando a ovulação", afirma o médico. "Vemos que, entre mulheres que não ovulam, melhorar a dieta aumenta a chance de isso ocorrer."

Para ele, não é possível, com base em um único estudo, orientar as mulheres com problemas de ovulação a não comer fibras, visto que a carência desse nutriente é um problema sério de saúde.

Considere as afirmações:

I. Ficou comprovado, com o estudo, que a ingestão de fibras faz mal à saúde.
II. A pesquisa constatou que o alto consumo de fibras pode provocar ciclos menstruais anovulatórios.

De acordo com o texto, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39903 Português
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas:

Foi dizer ____ ela que o contrato estava suspenso ____ um mês.
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39902 Português
Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática do termo destacado:

O corpo foi encontrado pelos policiais.
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39901 Português
Considere os períodos:

I. Se ele intervisse na discussão, tudo estaria resolvido.

II. Quando ele reaver os bens, ficará em boa situação.

De acordo com a norma culta:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39900 Português
Considere os períodos:

I. Quando ele ver como está destruída a casa da sua infância, ficará desolado.

II. Se ele vir aqui cedo, poderemos ir ao jogo.

De acordo com a norma culta:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39899 Português
Assinale a alternativa que indica corretamente a figura de linguagem presente na oração: "O cavaleiro enterrou a espada no dragão."
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39898 Português
Assinale a alternativa em que aparece um adjetivo no grau superlativo sintético:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39897 Português
Assinale a alternativa em que o período é composto por coordenação assindética:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39896 Português
Considere a palavra "cantassem" e as afirmações que se seguem:

I. Trata-se de um verbo conjugado no pretérito imperfeito do indicativo.

II. A letra grifada é chamada de vogal temática.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39895 Português
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas:
Os organizadores do evento informaram ______ participantes _____haverá o sorteio de um carro.
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39894 Português
Assinale a alternativa em que as palavras estão escritas corretamente:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39893 Português
Considere as orações:

I. É necessário tranqüilidade.

II. Estou quites com ele.

De acordo com a norma culta:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39892 Português
Assinale a alternativa em que o predicado é verbo-nominal:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: IBFC Órgão: ABDI Prova: IBFC - 2008 - ABDI - Assistente Jurídico |
Q39891 Português
Considere o enunciado e as afirmações que se seguem:

O meu filho, Pedro, está morando na Europa.

I. O nome próprio pode exercer a função tanto de vocativo quanto de aposto, dependendo da interpretação do enunciado.

II. Se retiradas as vírgulas, o sentido não se altera.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
3261: C
3262: D
3263: D
3264: B
3265: B
3266: C
3267: B
3268: A
3269: B
3270: D
3271: D
3272: A
3273: B
3274: D
3275: B
3276: C
3277: B
3278: A
3279: C
3280: A