Questões de Concurso
Para educação
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I. Segundo filósofos de esquerda, a classe média tem medo de empobrecer.
II. Lins é um advogado que fala bonito e por isso encanta a todos.
III. Parece que há muito petróleo na foz do rio Amazonas.
IV. Andar de moto é perigoso, por isso prefiro o automóvel.
As palavras destacadas em negrito são formadas, respectivamente, pelo seguinte processo:
I. Face a face, o empregado disse umas verdades ao patrão.
II. Dirigi-me a Sua Excelência, o governador, em termos respeitosos.
III. Nesta universidade, a profissão a que eu aspiro não possui nenhum curso.
IV.A pintura de Portinari é aquela a qual fiz alusão em meu discurso.
V. Refiro-me aquilo que disseste sobre a impropriedade da astrologia.
VI.A garota que melhor desfilar será feita a oferta para tornar-se modelo.
Assinale a alternativa CORRETA:
Atente para o quadro a seguir, intitulado “O Lavrador de café” (produzido em 1934), do famoso pintor brasileiro Candido Portinari (1903-1962). Tenha em mente que uma pintura é um texto visual e, como tal, pode ser “lido”:

Fonte: https://masp.org.br/acervo/obra/o-lavrador-de-cafe
Leia agora as afirmativas a seguir, feitas sobre o quadro:
I. As mãos e os pés desproporcionais representam não só a força bruta, mas também o trabalho braçal pesado a que eram submetidos os lavradores de café.
II. A cor do lavrador não é gratuita e indica que, mesmo oficialmente extinta a escravidão, os negros continuavam a exercer trabalhos na agricultura.
III. O trem (que se vê à esquerda, a meia altura), representando a modernidade, cria um contraste com a figura do trabalhador dos cafezais; no caso, o conflito ocorre entre o novo e o antigo.
IV. Embora à época da feitura do quadro não houvesse, como hoje, preocupações com a ecologia, a árvore cortada indica a destruição do meio ambiente pelas plantações de café.
V. O quadro ultrapassa os limites do meramente estético, já que funciona como um documento que nos leva a pensar sobre a divisão do trabalho e a exclusão social.
Assinale a alternativa CORRETA:
Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso
companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos
desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo
das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos
democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo depois da
morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e
medrosas.
Sobre o texto, fazem-se as afirmativas a seguir:
I. O clima de terror que perpassava o mundo, durante a II Guerra Mundial, sobrepõe-se a todos os sentimentos, inclusive ao amor e ao ódio.
II. As flores amarelas no último verso são uma referência ao sol e, embora elas sejam medrosas, indicam que o mundo poderá se renovar, uma vez finda a guerra.
III. Ao dizer que “cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas”, o poeta generaliza a guerra como um terror em si, independentemente de posições políticas.
IV.A repetição do vocábulo “medo” é uma antonomásia e essa característica estilística não se torna abusiva em virtude de evidenciar que o medo é maior do que tudo.
V. Com uma forte reflexão crítica, o poema ressalta a esperança de um mundo melhor, sentimento que invadiu os indivíduos durante a guerra.
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia as frases a seguir, atentando para a pontuação que apresentam:
I. Os meus gatos, eu os considero como filhos.
II. A velha senhora esperava o telefonema aflita.
III. Quando chegaram de viagem, avisaram logo à família.
IV. A velha senhora, aflita, esperava o telefonema.
V. A moça dançava, e rodopiava, e ria, e transmitia alegria.
VI. João trabalha como escrivão, e seu filho, como bancário.
Quanto ao emprego ou a ausência da vírgula, podemos afirmar que:
Leia a crônica a seguir, intitulada “A aliança”, de Luís Fernando Veríssimo, antes de responder à questão que a ela se refere:
Esta é uma história exemplar, só não está muito claro qual é o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crianças. Também não tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situação na América Central ou no Oriente Médio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas aflições da classe média. Enfim, aconteceu com um amigo meu. Fictício, claro.
Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que já sabe que nunca será o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu.
Com dificuldade, ele encostou o carro no meio-fio e preparou-se para a batalha contra o macaco, não um dos grandes macacos que o desafiavam no jângal dos seus sonhos de infância, mas o macaco do seu carro tamanho médio, que provavelmente não funcionaria, resignação e reticências… Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão. Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas, sem querer, a chutou.
A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro, onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa.
Começou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo às perguntas da mulher antes de ela fazê-las.
– Você não sabe o que me aconteceu!
– O quê?
– Uma coisa incrível.
– O quê?
– Contando, ninguém acredita.
– Conta!
– Você não nota nada de diferente em mim? Não está faltando nada?
– Não.
– Olhe.
E ele mostraria o dedo da aliança, sem a aliança.
– O que aconteceu?
E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O óleo. A aliança no asfalto. O chute involuntário. E a aliança voando para o bueiro e desaparecendo.
– Que coisa – diria a mulher, calmamente.
– Não é difícil de acreditar?
– Não. É perfeitamente possível.
– Pois é. Eu…
– SEU CRETINO!
– Meu bem…
– Está me achando com cara de boba? De palhaça? Eu sei o que aconteceu com essa aliança. Você tirou do dedo para namorar. É ou não é? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara de pau de inventar uma história em que só um imbecil acreditaria.
– Mas, meu bem…
– Eu sei onde está essa aliança. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!
E ela sairia de casa com as crianças, sem querer ouvir explicações.
Ele chegou em casa sem dizer nada.
– Por que o atraso?
– Muito trânsito.
– Por que essa cara?
– Nada, nada.
E, finalmente:
– Que fim levou a sua aliança?
E ele disse:
– Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. Não tenho desculpas. Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.
Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois, reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom senso, a venceriam.
– O mais importante é que você não mentiu pra mim.
E foi tratar do jantar.
Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo.
I. verbo “acontecer” (em “exatamente como acontecera”) e o verbo “perder” (em “E perdi no motel”) estão ambos conjugados no pretérito perfeito do indicativo.
II. verbo “mostrar” (em “E ele mostraria o dedo da aliança”) e o verbo “sair” (em “E ela sairia de casa com as crianças”) expressam ações que poderiam ter acontecido após um evento no passado.
III. vocábulo “batalha” (em “e preparou-se para a batalha contra o macaco”) está empregado em sentido conotativo e se caracteriza como uma metáfora.
IV. vocábulos “mais” (em “Situa-se no terreno mais baixo”, no 1.º parágrafo) e “mas” (em “mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida”, no 2.º parágrafo), são, respectivamente, um advérbio e uma conjunção.
V. período “Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei” é composto por duas orações, sendo a primeira uma subordinada concessiva.
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia a crônica a seguir, intitulada “A aliança”, de Luís Fernando Veríssimo, antes de responder à questão que a ela se refere:
Esta é uma história exemplar, só não está muito claro qual é o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crianças. Também não tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situação na América Central ou no Oriente Médio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas aflições da classe média. Enfim, aconteceu com um amigo meu. Fictício, claro.
Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que já sabe que nunca será o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu.
Com dificuldade, ele encostou o carro no meio-fio e preparou-se para a batalha contra o macaco, não um dos grandes macacos que o desafiavam no jângal dos seus sonhos de infância, mas o macaco do seu carro tamanho médio, que provavelmente não funcionaria, resignação e reticências… Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão. Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas, sem querer, a chutou.
A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro, onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa.
Começou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo às perguntas da mulher antes de ela fazê-las.
– Você não sabe o que me aconteceu!
– O quê?
– Uma coisa incrível.
– O quê?
– Contando, ninguém acredita.
– Conta!
– Você não nota nada de diferente em mim? Não está faltando nada?
– Não.
– Olhe.
E ele mostraria o dedo da aliança, sem a aliança.
– O que aconteceu?
E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O óleo. A aliança no asfalto. O chute involuntário. E a aliança voando para o bueiro e desaparecendo.
– Que coisa – diria a mulher, calmamente.
– Não é difícil de acreditar?
– Não. É perfeitamente possível.
– Pois é. Eu…
– SEU CRETINO!
– Meu bem…
– Está me achando com cara de boba? De palhaça? Eu sei o que aconteceu com essa aliança. Você tirou do dedo para namorar. É ou não é? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara de pau de inventar uma história em que só um imbecil acreditaria.
– Mas, meu bem…
– Eu sei onde está essa aliança. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!
E ela sairia de casa com as crianças, sem querer ouvir explicações.
Ele chegou em casa sem dizer nada.
– Por que o atraso?
– Muito trânsito.
– Por que essa cara?
– Nada, nada.
E, finalmente:
– Que fim levou a sua aliança?
E ele disse:
– Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. Não tenho desculpas. Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.
Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois, reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom senso, a venceriam.
– O mais importante é que você não mentiu pra mim.
E foi tratar do jantar.
Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo.
I. São apresentadas duas narrativas, uma imaginária e outra que, segundo o autor, de fato aconteceu, muito embora tenha sido com um amigo inexistente.
II. À maneira das fábulas, a crônica apresenta uma moral, ainda que não esteja de acordo com as regras sociais: a de que a mentira, muitas vezes, compensa.
III. A crônica sugere que os problemas do cotidiano das pessoas são mais importantes do que conflitos em escala planetária.
IV. A expressão “Seu cretino!”, proferida pela mulher, em virtude de estar grafada em maiúsculas, indica que se trata de um grito ou, pelo menos, de um insulto em voz alta.
V. Em geral, as narrativas se desenvolvem a partir de um problema; no caso de “A aliança”, o problema gerador foi a incompatibilidade de gênio entre os cônjuges.
Assinale a alternativa CORRETA:
Em uma instituição de ensino superior, foi necessário criar um banco de dados para controlar os projetos científicos e a participação dos pesquisadores. Para isso, foram criadas as tabelas Pesquisador, Area_Conhecimento e Projeto por meio dos scripts SQL abaixo:

Deseja-se listar o nome dos pesquisadores que atuam como bolsistas, juntamente com a carga horária semanal dos projetos, exibindo apenas registros com correspondência entre as tabelas e ordenando em ordem decrescente de carga horária.
Assinale a alternativa correta:
Em uma instituição de ensino de grande porte, o gerenciamento de materiais de estoque (como itens de papelaria, toners e materiais de limpeza) é realizado através do módulo TOTVS Gestão de Estoque, Compras e Faturamento. Para otimizar o processo de reposição desses itens, o analista de sistemas precisa configurar a Visão de Produtos de modo que os compradores visualizem apenas os itens pertinentes ao estoque de consumo pedagógico e administrativo, ocultando itens inativos ou serviços.
Situação-Problema:
A equipe de compras solicitou a criação de um filtro na visão de produtos que atenda aos seguintes critérios simultâneos:
O produto deve estar com o status Ativo.
O produto deve pertencer ao tipo "Material de Estoque".
A descrição do produto deve conter o termo "Papel" (para facilitar a gestão de suprimentos de secretaria e exames).
Considerando as funcionalidades do construtor de filtros e a arquitetura de dados do TOTVS RM, analise as afirmações abaixo:
I. Para garantir que apenas os registros que atendem a todos os critérios sejam exibidos, o analista deve utilizar o operador lógico "E" (AND) entre as condições de status, tipo de produto e descrição.
II. A busca pelo termo "Papel" na descrição técnica deve ser configurada com o operador "Like", o que permite ao sistema localizar o termo independentemente de ele estar no início, meio ou fim do texto.
III. Uma vez criado e salvo como "Filtro do Usuário", este filtro poderá ser utilizado por qualquer usuário que tenha acesso à visão de produtos, independentemente do seu perfil de segurança ou permissões de acesso ao módulo.
Assinale a opção correta:
No módulo TOTVS RM Labore, o lançamento da folha de pagamento é o processo que consolida as informações financeiras dos colaboradores. A flexibilidade do sistema permite que regras de negócio específicas sejam implementadas através de Fórmulas de Cálculo, que interagem com o cadastro de Eventos e os dados contratuais do funcionário.
Situação-Problema:
Uma empresa deseja implementar um "Prêmio por Tempo de Casa". A regra define que funcionários com mais de 5 anos de empresa devem receber um valor fixo de R$ 200,00 lançados automaticamente todo mês. Para isso, o analista criou o evento de provento "0150 - Prêmio Antiguidade".
Considerando o processo de parametrização e lançamento, analise as afirmações abaixo:
I. A verificação do tempo de casa (se maior que 5 anos) deve ser feita por uma Fórmula de Cálculo associada ao evento, utilizando funções que consultam a data de admissão do colaborador.
II. Se o valor do prêmio for alterado para R$ 250,00 na fórmula, o sistema atualizará automaticamente todos os envelopes de pagamento que já foram calculados e fechados no mês, sem necessidade de novo lançamento.
III. Para que o valor de R$ 200,00 seja calculado, a fórmula deve ser inserida no campo "Fórmula de Valor" do cadastro do evento, e este evento deve constar no "Grupo de Eventos" utilizado no momento do lançamento da folha.
IV. O uso de fórmulas é considerado uma customização do código-fonte, o que impede que o sistema receba atualizações oficiais da TOTVS (patches) até que as fórmulas sejam removidas.
Assinale a opção correta: