Foram encontradas 202.314 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. Às/Aos estudantes com deficiência é prevista a implementação de ações que garantam acesso pleno ao ensino superior.
II. As discriminações e desigualdades vivenciadas pelas pessoas com deficiência são acentuadas pelas barreiras sociais e atitudinais reproduzidas socialmente. Por isso, a pauta da não discriminação está presente no projeto ético-político profissional.
III. Dentre os objetivos do Programa Incluir, criado pelo PNAES, está garantir a inclusão e a permanência de estudantes com deficiência na educação básica.
IV. Na atuação profissional, é dever da/do assistente social contribuir com a promoção de oportunidades equitativas às pessoas com deficiência.
V. A Resolução CFESS Nº 992, publicada em 2022, estabeleceu normas vedando atos e condutas discriminatórios e/ou preconceituosos contra pessoas com deficiência no exercício profissional da/do assistente social.
I. O familismo se expressa à medida que a política social considera que as unidades familiares devem assumir a principal responsabilidade pelo bem-estar de seus membros, com menor provisão de bem-estar por parte do Estado.
II. As famílias continuam sendo o espaço importante de proteção social, especialmente em momentos de crises econômicas, pois funcionam como amortecedores dessas crises, à medida que absorvem grande parte dos impactos acarretados por elas.
III. A desfamiliarização pressupõe a diminuição dos encargos familiares e a independência da família, especialmente em relação ao parentesco, através da ampliação das políticas familiares e sociais.
IV. As análises sobre família, na perspectiva transversal, devem considerar os diferentes lugares ocupados pelas mulheres na divisão social, sexual e racial do trabalho.
V. No contexto neoliberal de cortes de gastos em relação aos serviços públicos que garantem direitos sociais, muitos trabalhos de assistência são delegados às famílias e, dentro destas, às mulheres.
I. A assistencialização da política social, com a prevalência da diretriz da matricialidade sociofamiliar, é uma expressão da regressão do Estado na provisão de bem-estar.
II. A política social brasileira de caráter familista não incorpora a família no cotidiano dos serviços sociais ofertados.
III. A família exerce historicamente o papel no provimento de cuidado para com seus membros ao mesmo tempo que recebe apoio estatal irrestrito no atendimento às suas necessidades humanas e sociais.
IV. O modelo de pluralismo de bem-estar no Brasil incorpora o cuidado, por meio da corresponsabilidade entre família, Estado e mercado.
V. O familismo das políticas sociais situa a família que necessita da intervenção do Estado como culpada e responsabilizada por suas carências, evidenciando a desproteção social.
( ) A avaliação de políticas sociais pressupõe, primordialmente, a aplicação de um arsenal de métodos e técnicas avaliativas que expressem a eficácia e eficiência da sua materialização.
( ) A avaliação de políticas sociais deve partir da compreensão do significado do papel do Estado e das classes sociais na construção dos direitos e da democracia.
( ) A avaliação deve seguir uma abordagem sequencial, partindo da compreensão das políticas sociais como um conjunto de ações que possuem início, meio e fim.
( ) A avaliação de políticas sociais deve considerar sua múltipla causalidade, as conexões internas e as relações estabelecidas entre suas diversas manifestações e dimensões.
( ) A avaliação de políticas sociais deve fundamentar-se em índices econômicos buscando aferir os níveis de resolubilidade e propulsão de autonomia para a população atendida, evitando o desperdício de recursos e a acomodação das/dos usuárias/usuários.
I. A precarização nos campos de estágio e nas instituições de ensino e a bolsa-estágio não condizente com a realidade de estudantes-trabalhadoras/trabalhadores são fatores que influenciam na qualidade da realização dos estágios.
II. Na elaboração do Plano de Estágio, estão presentes papéis, funções, atribuições e dinâmica processual da supervisão.
III. Por Supervisão direta compreende-se a atividade de aprendizado desenvolvida pela/pelo estudante sem o acompanhamento direto da/do supervisora/supervisor de campo.
IV. Os Fóruns de Supervisão de Estágio são mecanismos de articulação importantes para pensar em alternativas comuns a docentes, profissionais e estudantes, tendo em vista a qualificação do estágio supervisionado.
V. O estágio supervisionado ocupa um papel central no aprendizado teórico-prático do trabalho profissional, por isso as Diretrizes Curriculares da ABEPSS estipulam que a carga horária mínima desse estágio deve ser de 10% em relação à carga horária mínima do curso de Serviço Social.
I. a evidência dos princípios, dos valores ético‐políticos e da matriz teórico‐metodológica em que se fundamenta.
II. o comprometimento com as lutas sociais através de suas formas coletivas de organização política em aliança com os setores progressistas da sociedade.
III. a produção de conhecimentos no interior do Serviço Social, as instâncias político-organizativas da profissão e a dimensão jurídico-política.
IV. a crítica radical à ordem social vigente – a da sociedade socialista –, que é produtora e reprodutora da miséria da população.
V. as tendências teóricas do conservadorismo, cujo objetivo é a manutenção da ordem.
I. Compactuar com o exercício ilegal da profissão, inclusive nos casos de estagiárias/estagiários que exerçam atribuições específicas, em substituição às/aos profissionais.
II. Permitir ou exercer a supervisão de estudante de serviço social em instituições públicas ou privadas que não tenham em seu quadro assistente social que realize acompanhamento direto à/ao estudante estagiária/estagiário.
III. Assumir responsabilidade por atividades para as quais não esteja capacitada/capacitado pessoal e tecnicamente.
IV. Adulterar resultados e fazer declarações falaciosas sobre situações ou estudos de que tome conhecimento.
V. Assinar ou publicar em seu nome ou de outrem trabalhos de terceiros, mesmo que executados sob sua orientação.
I. A profissão de Serviço Social é considerada uma especialização do trabalho coletivo, inscrita na divisão social e técnica do trabalho social, considerando a primazia do trabalho na constituição dos sujeitos sociais.
II. O exercício profissional é polarizado pela trama de suas relações e interesses sociais. Participa tanto dos mecanismos de exploração e dominação quanto de respostas institucionais e políticas às necessidades de sobrevivência da classe trabalhadora.
III. O Serviço Social exige uma/um profissional que tenha competência para propor e negociar os projetos e interesses institucionais, bem como para defender parcialmente o seu campo de trabalho, suas qualificações e atribuições profissionais.
IV. Cabe à/ao assistente social compreender que a profissão não é política pública e não se confunde com a política de assistência social, ainda que esta seja uma das justificativas históricas da origem da profissão.
V. As/Os assistentes sociais, a partir de sua prática cotidiana, firmam uma nova imagem social de profissão, relacionada aos direitos de mercado, apoiando a participação do setor financeiro em defesa do empreendedorismo e dos direitos sociais da população.
I. Posicionamento em favor da equidade e justiça social, que assegure universalidade de acesso aos bens e serviços relativos aos programas e políticas sociais, bem como sua gestão democrática.
II. Primazia por um projeto profissional vinculado a uma nova ordem societária de base positivista e capitalista humanista, sem dominação, exploração de classe, etnia e gênero.
III. Garantia do pluralismo, através do respeito às correntes profissionais democráticas existentes e suas expressões teóricas, bem como do compromisso com o constante aprimoramento intelectual.
IV. Manutenção exclusiva da cidadania já existente, considerada tarefa primordial de toda sociedade, com vistas à garantia dos direitos civis sociais e políticos da classe trabalhadora.
V. Defesa intransigente dos direitos humanos e do conservadorismo, para garantir a qualidade dos serviços prestados à população, na perspectiva da competência profissional.
( ) O Serviço Social emerge como uma atividade com bases mais doutrinárias que científicas, no bojo de um movimento reformista conservador. Na realidade contemporânea, o conservadorismo foi totalmente erradicado da produção teórica da profissão.
( ) O debate da questão social, a partir da teoria social crítica, consiste num dos elementos teóricometodológicos centrais da análise crítica da inserção do Serviço Social na realidade contemporânea.
( ) A dimensão ético-política, que constitui a matriz dos fundamentos do Serviço Social, expressa a direção social da profissão nos valores e compromissos que orientam a intervenção na realidade.
( ) O Serviço Social não se vê confrontado com o conjunto de transformações societárias, que aprofundam a precarização do trabalho e agravam as condições de vida das/dos trabalhadoras/trabalhadores.
( ) A dimensão teórico-metodológica e a dimensão ético-política fundamentam e materializam-se na dimensão técnico-operativa da profissão.
I. No Brasil, a ampliação, em determinados momentos históricos, do acesso – por parte dos segmentos mais pauperizados – a bens e serviços não alterou o padrão de desigualdade social, econômica, racial e de gênero.
II. O aumento da desigualdade social não afeta o mercado com o enfraquecimento da demanda, nem impacta negativamente a formação de capital humano, a produtividade e os processos de crescimento sustentável e de longo prazo.
III. O combate à pobreza e à desigualdade social no Brasil não tem sofrido restrições, sobretudo desde 2015, mesmo diante dos retrocessos nas políticas sociais e nos resultados no que tange aos indicadores socioeconômicos.
IV. A elite econômica e política que possui recursos e ocupa a maioria dos postos-chave no setor privado e, principalmente, na burocracia e nos cargos eletivos não tende a direcionar a distribuição das riquezas da sociedade a seu próprio favor.
V. No século XXI, a distribuição da riqueza socialmente produzida se deteriora de forma mais intensa, tanto nas economias emergentes quanto nas desenvolvidas. Desse modo, o quantitativo da população vivendo em situação de pobreza aumentou, e o número de bilionários dobrou.