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Q3709621 Saúde Pública

Analise as situações a seguir.


1. Uma família de refugiados, vindos de um país em guerra, procura a Unidade Básica de Saúde, são acolhidos, recebem os atendimentos necessários, vacinação e orientações sobre o SUS.


2. Uma gestante adolescente, acompanhada pela ESF, além de realizar o pré‑natal, recebe também orientações sobre amamentação, planejamento familiar, seus direitos na gravidez e puerpério, sua maternidade de referência e é convidada para a terapia comunitária.


As situações apresentadas são exemplos, respectivamente, de quais princípios / diretrizes do SUS?

Alternativas
Q3709580 Medicina
Considere uma mulher de 45 anos de idade, portadora de Diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos, que comparece ao ambulatório referindo uso irregular de metformina, sedentarismo e dieta desbalanceada. Relata fadiga, poliúria e polidipsia. Exames recentes revelam glicemia de jejum = 280 mg/dL; hemoglobina glicada (HbA1c) = 9,5%; creatinina = 0,9 mg/dL; e IMC = 30 kg/m2 .
Nesse caso, a conduta mais adequada a ser adotada é:
Alternativas
Q3709579 Medicina
Considere que um homem de 58 anos de idade, com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave, chega ao pronto atendimento com dispneia intensa, uso de musculatura acessória e rebaixamento do nível de consciência. Gasometria: Ph = 7,15; PaCO2 = 85 mmHg; PaO2 = 50 mmHg com oxigênio suplementar.
O residente que está atendendo esse paciente indica intubação orotraqueal imediata, diante da gravidade do quadro. Nesse caso, a conduta do preceptor que está supervisionando esse residente deve ser:
Alternativas
Q3709578 Saúde Pública
Durante ação de saúde em uma comunidade periférica, uma paciente de 45 anos de idade relata hipertensão arterial descontrolada, além de dificuldade em manter dieta adequada devido à baixa renda e às condições precárias de moradia.
Diante desse contexto, para uma condução mais adequada, o profissional de saúde deve considerar
Alternativas
Q3709577 Medicina
Considere que um homem de 54 anos de idade, etilista, apresenta episódio único de hematêmese discreta há 12 horas. No pronto atendimento, encontra‑se estável: PA = 130x80 mmHg, FC = 84 bpm, sem sinais de choque ou repercussão hemodinâmica. Hemoglobina = 13 g/dL, exames laboratoriais sem alterações significativas. O residente que está atendendo esse paciente solicita endoscopia eletiva para investigação diagnóstica, sem adotar medidas imediatas adicionais.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está supervisionando esse residente deve ser:
Alternativas
Q3709575 Medicina
Considere uma mulher de 30 anos de idade que procura atendimento ambulatorial relatando disúria há três dias, polaciúria e urgência miccional. Refere ainda episódio isolado de hematúria macroscópica e leve dor suprapúbica. Nega febre, náuseas, vômitos ou dor lombar. Ao exame físico, apresenta‑se em bom estado geral, afebril, abdome flácido e doloroso à palpação suprapúbica, sem sinais de peritonismo; ausência de dor à punho‑percussão lombar bilateral. Os exames laboratoriais prévios mostram hemograma sem leucocitose, urina tipo I com leucocitúria e hematúria discretas.
Diante desse quadro, a conduta mais adequada a ser adotada é:
Alternativas
Q3709574 Medicina
Considere que um paciente jovem apresenta artralgias inespecíficas, rash cutâneo leve e transitório, após exposição solar, sem lesões típicas de lúpus. Exames: FAN positivo em baixo título (1:80), sem alterações hematológicas, renais ou sorológicas adicionais. O residente sugere alta sem investigação complementar, considerando que o quadro clínico não preenche critérios diagnósticos, e o FAN isolado pode ocorrer em indivíduos saudáveis.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está supervisionando esse residente deve ser:
Alternativas
Q3709573 Medicina
Considere que uma paciente de 25 anos de idade apresenta cefaleia intensa, febre alta, rigidez de nuca e vômitos. O residente que está atendendo a paciente solicita internação e, antes de iniciar antibiótico, solicita uma tomografia de crânio, para confirmação do diagnóstico.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está supervisionando esse residente deve ser:
Alternativas
Q3709570 Medicina
Considere que, durante um atendimento ambulatorial, um paciente de meia‑idade refere fadiga progressiva, ganho de peso nos últimos meses e intolerância ao frio. Ao exame, apresenta pele seca e discreto edema facial. Exames laboratoriais revelam TSH elevado e T4 livre baixo.
Diante desse quadro, a conduta médica mais adequada é:
Alternativas
Q3709569 Medicina
Considere que, em um pronto atendimento (PA), o residente avalia um paciente idoso com diarreia, mucosas secas, pressão 90x60 mmHg, ureia e creatinina elevadas. Ele prescreve soro de reidratação oral e sugere retorno do paciente ao PA, em caso de piora clínica.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está supervisionando esse residente deve ser:
Alternativas
Q3709568 Medicina
Considere que, durante a consulta, um residente atende um paciente com febre, tosse produtiva e infiltrado em lobo inferior direito na radiografia. Ele prescreve sintomáticos e libera o paciente para casa.
Nesse caso, o preceptor que está supervisionando esse residente deve:
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Q3709567 Medicina
Considere um homem de 72 anos de idade que chega ao hospital com palpitações ocasionais e que apresenta ECG mostrando fibrilação atrial paroxística autolimitada, com resposta ventricular controlada (80 bpm). O paciente é hipertenso bem controlado, sem insuficiência cardíaca, sem história prévia de AVC e sem outros fatores de risco tromboembólico. Escore CHA2 DS2 ‑VASc = 1 (apenas pela idade). O residente que está atendendo esse paciente propõe uso de ácido acetilsalicílico (AAS) em baixa dose como profilaxia antitrombótica.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está supervisionando esse residente deve ser:
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Q3709566 Medicina
Considere que um residente atende no ambulatório um paciente de 65 anos de idade, com dispneia aos esforços, ortopneia e edemas. O ecocardiograma mostra fração de ejeção de 35%. O residente prescreve furosemida e reforça as medidas dietéticas.
Nesse caso, a conduta do preceptor supervisor é:
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Q3709415 Português

Um professor de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, ao chegar em sua sala de aula, presenciou uma conversa entre dois estudantes:


 — Meu pai disse que essa palavra não pode existir!


— Mas é irada! O nome do site é bem bolado, não?


Eles estavam olhando a tela do celular de um deles que mostrava a logomarca de um site:

 

                                                                     Imagem associada para resolução da questão



O professor interveio e perguntou aos estudantes: “Vocês sabem que faz sentido a formação dessa palavra, não é? Ela segue uma lógica de um processo de formação de palavras bem comum no português!″


Os estudantes ficaram curiosos, e ele resolveu abordar o assunto na aula.


Para que os estudantes entendam qual o processo de formação de palavras que se deu para a criação do nome do site, o professor propôs que

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Q3709414 Português

Diminutivos


No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.


 — Mais um feijãozinho?


O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.


— Mais um feijãozinho?


— Um pouquinho.


— E uma farofinha?


— Ao lado do arrozinho?


— Isso.


 — E quem sabe mais uma cervejinha.


 — Obrigadinho.


VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.



Durante a aula de prática textual com alunos da 3ª série do Ensino Médio, um professor decidiu ler a crônica de Verissimo para abordar aspectos estilísticos do texto. Feita a leitura, selecionou o trecho “a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias” para explicar a importância de os estudantes compreenderem a ordem dos constituintes da oração e sua relação com o estilo, de modo a auxiliá-los na produção de textos argumentativos. Com base nessa abordagem, a estratégia que o professor utilizou para tal situação pressupõe
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Q3709413 Português

Diminutivos


No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.


 — Mais um feijãozinho?


O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.


— Mais um feijãozinho?


— Um pouquinho.


— E uma farofinha?


— Ao lado do arrozinho?


— Isso.


 — E quem sabe mais uma cervejinha.


 — Obrigadinho.


VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.



Um professor propõe utilizar o texto de Verissimo para desenvolver uma tarefa que leve os estudantes a refletirem sobre a formação e a função dos diminutivos, considerando os diferentes elementos constitutivos das palavras. Para cumprir o objetivo da aula, o professor deve
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Q3709410 Literatura
O ciclo de lobolo começou com a Ju. Foi com dinheiro e não com gado. Lobolou-se a mãe, com muito dinheiro, num lobolo- -casamento. As crianças foram legalmente reconhecidas, mas não tinham sido apresentadas aos espíritos da família. Era preciso trazê-las do teto da mãe para a sombra do patriarcal num ato de lobolo pelo filho, uma forma de legitimá-las uma vez que nasceram fora das regras de jogo de uma família polígamo. Depois fez-se lobolo da Lu e dos filhos. As nortenhas espantaram-se. Essa história de lobolo era nova para elas, mas envolve muito dinheiro. Dinheiro para os pais, elas, e os filhos. Dinheiro que faz falta para comer, para viver, para investir. Quando se trata de benesses, qualquer cultura serve. Elas esqueceram o matriarcado e disseram sim à tradição patriarcal. Passamos três meses a andar de festa em festa. Era importante que todos os lobolos fossem feitos numa rajada antes que o Tony mudasse de ideias.

CHIZIANE, P. Niketche: uma história de poligamia
São Paulo: Cia. das Letras, 2004.
No trecho do romance Niketche: uma história de poligamia, da escritora moçambicana Paulina Chiziane, é narrada uma prática tradicional de casamento em que o homem, para legitimar socialmente a relação, entrega à mulher e à sua família dinheiro ou posses como gado. Essa prática é conhecida na cultura africana como “lobolo”, termo da língua tsonga, de origem Bantu, falada em Moçambique.

Considerando uma formação em prol do desenvolvimento de conhecimentos teórico-práticos, estabelecendo relações entre o letramento literário decolonial e os saberes linguísticos em torno do léxico, espera-se que, ao trabalhar esse excerto em sala de aula, o professor do Ensino Médio seja capaz de
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Q3709409 Literatura
O ciclo de lobolo começou com a Ju. Foi com dinheiro e não com gado. Lobolou-se a mãe, com muito dinheiro, num lobolo- -casamento. As crianças foram legalmente reconhecidas, mas não tinham sido apresentadas aos espíritos da família. Era preciso trazê-las do teto da mãe para a sombra do patriarcal num ato de lobolo pelo filho, uma forma de legitimá-las uma vez que nasceram fora das regras de jogo de uma família polígamo. Depois fez-se lobolo da Lu e dos filhos. As nortenhas espantaram-se. Essa história de lobolo era nova para elas, mas envolve muito dinheiro. Dinheiro para os pais, elas, e os filhos. Dinheiro que faz falta para comer, para viver, para investir. Quando se trata de benesses, qualquer cultura serve. Elas esqueceram o matriarcado e disseram sim à tradição patriarcal. Passamos três meses a andar de festa em festa. Era importante que todos os lobolos fossem feitos numa rajada antes que o Tony mudasse de ideias.

CHIZIANE, P. Niketche: uma história de poligamia
São Paulo: Cia. das Letras, 2004.
A fim de fomentar reflexões, a partir de vozes de escritoras negras africanas ao currículo de Língua Portuguesa do Ensino Médio, uma rede de ensino pública decide inserir, como material didático, o romance Niketche: uma história de poligamia, da moçambicana Paulina Chiziane, representado pelo trecho em que é narrada a prática de “lobolo”, entendida como uma forma de legitimar as relações familiares por meio da entrega, por parte do noivo, de dinheiro ou bens à noiva e à sua família.

A exploração da leitura dessa obra, com base em uma perspectiva decolonial que oportuniza aos estudantes problematizações críticas por meio de uma postura investigativa, justifica-se pela concepção de literatura como espaço de
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Q3709408 Pedagogia
O ciclo de lobolo começou com a Ju. Foi com dinheiro e não com gado. Lobolou-se a mãe, com muito dinheiro, num lobolo- -casamento. As crianças foram legalmente reconhecidas, mas não tinham sido apresentadas aos espíritos da família. Era preciso trazê-las do teto da mãe para a sombra do patriarcal num ato de lobolo pelo filho, uma forma de legitimá-las uma vez que nasceram fora das regras de jogo de uma família polígamo. Depois fez-se lobolo da Lu e dos filhos. As nortenhas espantaram-se. Essa história de lobolo era nova para elas, mas envolve muito dinheiro. Dinheiro para os pais, elas, e os filhos. Dinheiro que faz falta para comer, para viver, para investir. Quando se trata de benesses, qualquer cultura serve. Elas esqueceram o matriarcado e disseram sim à tradição patriarcal. Passamos três meses a andar de festa em festa. Era importante que todos os lobolos fossem feitos numa rajada antes que o Tony mudasse de ideias.

CHIZIANE, P. Niketche: uma história de poligamia
São Paulo: Cia. das Letras, 2004.
Ao planejar aulas com base no trecho do romance, da escritora moçambicana Paulina Chiziane, um professor do Ensino Médio pretende considerar, no processo de mediação leitora, a reflexão em torno dos estudos literários e culturais em prol do desenvolvimento da construção de conhecimentos e da autonomia discente.

Partindo desse propósito e do potencial da obra de literatura africana Niketche: uma história de poligamia, qual prática docente é coerente com uma perspectiva emancipatória?
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Q3709407 Literatura
Uma professora de Literatura do Ensino Médio trabalhou com os estudantes a obra de Fernando Pessoa, incluindo poemas dele mesmo e de seus heterônimos. Para aprofundar a discussão, apresentou o trecho do livro Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro, que afirma:

“O que se passa em Pessoa não é a multiplicação do mesmo em outros, mas o desencadeamento de uma alteridade tal que a volta ao Um se torna impossível.”

PERRONE-MOISÉS, L. Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro
São Paulo: Martins Fontes, 2001.


Na sequência, a professora fez a leitura do trecho da obra A ausência do corpo na comunicação on-line: a descoberta da identidade no Second Life, que reflete sobre a multiplicidade identitária em ambientes virtuais:

“Na era da internet, eu sou quem quiser, os meus múltiplos avatares passeiam-se no ciberespaço enquanto eu passo o dia a trabalhar, mas à noite eu transformo-me em cada um deles e até flutuo pelo mundo inteiro sem um corpo físico, só com palavras. Não perdi a minha identidade, tenho várias, muitas delas são a materialização dos meus desejos, enquanto outras ou são muito mais reais ou completamente virtuais.”

JUSTIÇA, M. P. O. A ausência do corpo na comunicação on-line: a descoberta da identidade no Second Life. 
Lisboa: Universidade Aberta, 2013.
Com base na leitura dos trechos, uma professora estabeleceu uma conexão entre clássicos da literatura e contexto digital contemporâneo, aproximando a obra literária da realidade dos estudantes. Um dos objetivos da proposta foi refletir sobre como os discursos se relacionam entre si.
Para construir conhecimento em torno da interdiscursividade, em uma perspectiva interdisciplinar, a professora considerou diferentes interpretações da obra de Pessoa, permitidas pela relação entre os textos assinados por ele mesmo e por seus heterônimos. Destaca-se como correta a interpretação que aponta a presença de
Alternativas
Respostas
14801: A
14802: B
14803: A
14804: D
14805: B
14806: B
14807: A
14808: B
14809: C
14810: D
14811: D
14812: D
14813: B
14814: B
14815: C
14816: A
14817: B
14818: C
14819: A
14820: A