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A melhor conduta a ser adotada para o tratamento dessa paciente é
Considerando que o quadro clínico é altamente sugestivo de uma demência neurodegenerativa pré-senil, assinale a opção que indica corretamente as três variantes clínicas que compõem o espectro clínico dessa doença.
Ao exame físico, observa-se fraqueza dos músculos interósseos dorsais, abdutor do dedo mínimo, extensor comum dos dedos e flexor profundo dos dedos (4º e 5º dedos). A sensibilidade encontra-se discretamente reduzida na borda ulnar da mão. A ressonância magnética cervical evidencia espondilose discreta, sem compressão radicular significativa.
A eletroneuromiografia demonstra: desnervação ativa nos músculos interósseos dorsais, abdutor do dedo mínimo, extensor comum dos dedos e flexor profundo dos dedos; músculos paraespinais cervicais preservados; redução da amplitude do potencial sensitivo do nervo cutâneo medial do antebraço; condução motora dos nervos mediano e ulnar preservada.
Em relação ao caso, é correto afirmar que
Em relação ao caso, assinale a afirmativa correta.
Em relação ao caso, assinale a afirmativa correta.
Em relação ao caso, assinale a afirmativa correta.
Em relação ao caso, assinale a afirmativa correta.
Nesse caso, é correto afirmar que
Em relação ao caso, assinale a afirmativa correta.
Em relação ao caso, assinale a afirmativa correta.
Em relação ao caso, assinale a afirmativa correta
O tipo de fibra e organização circuital que provoca o fechamento da comporta são as fibras
Ressonância magnética da coluna cervical foi realizada e o resultado mostrou não haver evidências de compressão radicular ou outras alterações que justifiquem o quadro.
A técnica de imagem mais indicada para avaliar essa situação clínica é a
Em relação à órtese IEOM, é correto afirmar que
O achado de "silêncio elétrico" é esperado, apesar de contração muscular visível ou contratura dolorosa após exercícios, na
Assinale a opção que indica a estrutura que se encontra lesionada e está frequentemente associada a essa afecção.
Apresenta paroxismos de dor descritos como “choques elétricos” de intensidade 10/10, envolvendo os territórios maxilar e mandibular direitos, com duração de segundos e recorrência de dezenas de episódios por hora. As crises são desencadeadas ao falar, deglutir, mastigar ou tocar a hemiface direita. Nas últimas 18 horas, praticamente não conseguiu ingerir líquidos nem utilizar adequadamente a medicação oral.
Ao exame, encontra-se consciente, afebril e hemodinamicamente estável, com sinais de desidratação leve. Entre os paroxismos, o exame neurológico não demonstra novos déficits focais. Não há alterações odontológicas ou cutâneas que justifiquem a exacerbação.
Exames laboratoriais mostram: hemoglobina = 13,4 g/dL; leucócitos = 7.100/mm³; plaquetas = 236.000/mm³; sódio = 138 mEq/L; potássio = 4,2 mEq/L; magnésio = 1,9 mg/dL; creatinina = 0,84 mg/dL; albumina = 4,1 g/dL; AST = 24 U/L; ALT = 21 U/L. ECG demonstra ritmo sinusal, FC = 78 bpm, PR = 164 ms, QRS = 88 ms e QTc = 426 ms.
Após hidratação intravenosa e medidas iniciais, a paciente permanece com crises incapacitantes e sem condições de receber adequadamente tratamento oral. Opta-se por terapia farmacológica parenteral de resgate, em ambiente hospitalar e sob monitorização.
Considerando o quadro clínico, a necessidade de controle rápido dos paroxismos e o mecanismo farmacológico envolvido, a conduta mais apropriada é