Questões de Concurso Para legislativa

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Q3806450 Matemática
Um agricultor colheu 2.387 kg de milho e pretende armazená-los em sacos de 25 kg. Após encher todos os sacos, restaram 12 kg de milho. Quantos sacos completos o agricultor conseguiu encher? 
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Q3806449 Matemática
O marceneiro Marcos produziu 8 cadeiras por dia, durante 7 dias de trabalho, depois vendeu metade das cadeiras fabricadas. Passado um determinado tempo, ele recebeu uma encomenda de 45 cadeiras. Considerando que ele já tinha a quantidade de cadeiras que sobraram do trabalho anterior, quantas ele vai precisar fazer para completar as 45 da encomenda? 
Alternativas
Q3806448 Matemática

Marcos tem três bombas de água no seu sítio, que trabalham de maneira idêntica e, funcionando simultaneamente, despejam 1.200 litros de água em um reservatório. Se uma dessas bombas der defeito e apenas duas continuarem funcionando, quantos litros serão bombeados no mesmo período?
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Q3806447 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

 O texto destaca que o ato de compartilhar refeições, antes visto apenas como um costume cultural ou familiar, passa a ser reconhecido também pela pesquisa científica como um elemento determinante no bem-estar. Ao comparar esse hábito com outros fatores tradicionalmente associados à felicidade, percebe-se um deslocamento na compreensão do que contribui para uma vida satisfatória. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que melhor traduz a ideia central apresentada: 
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Q3806446 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

Ao observar o contraste estabelecido entre o passado e o presente, percebe-se que o texto propõe uma reflexão sobre a transformação das relações sociais mediadas pelo convívio familiar. Essa mudança, impulsionada por novos hábitos e pela presença constante das tecnologias, afeta não apenas a forma como as pessoas se relacionam, mas também aspectos emocionais mais profundos. Considerando essa perspectiva, é correto afirmar que o texto destaca:
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Q3806445 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto evidencia que o ato de compartilhar refeições não se limita a um costume cultural ou familiar, mas possui implicações significativas para a saúde emocional, especialmente em determinados grupos etários. Ao relacionar a prática com evidências científicas, o texto indica benefícios concretos associados à socialização durante as refeições. Com base nisso, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem do texto: 
Alternativas
Q3806444 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto apresenta uma reflexão sobre o papel das refeições coletivas no contexto da vida moderna, destacando momentos específicos do dia em que a interação social é mais significativa. A análise sugere que o ato de compartilhar refeições vai além da nutrição, funcionando como um ponto de apoio emocional e social. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem central do texto: 
Alternativas
Q3806443 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

 O texto estabelece uma conexão entre práticas antigas de convivência alimentar e descobertas recentes da ciência sobre o impacto das refeições coletivas no bem-estar humano. Ao relacionar tradição e evidência científica, percebe-se que compartilhar a alimentação vai além de um costume cultural, assumindo funções emocionais e sociais importantes. Considerando essas informações, é correto afirmar que o texto indica: 
Alternativas
Q3806402 Contabilidade Pública
A adoção dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais (PCP) pelo setor público, conforme orientado pelo MCASP, exige que os ativos sejam mensurados e avaliados de forma a refletir seu potencial de serviços. A depreciação, a reavaliação e a redução ao valor recuperável (impairment) são ajustes fundamentais nesse processo.
Assim, analise as afirmativas a seguir.

I. A redução ao valor recuperável (impairment) deve ser testada quando houver indicação de que um ativo possa ter desvalorizado, e a perda reconhecida (diferença entre valor contábil e valor recuperável) deve ser registrada imediatamente no resultado do período como uma Variação Patrimonial Diminutiva (VPD).

II. A reavaliação de ativos é vedada no setor público, devendo todos os ativos permanecer registrados ao custo histórico corrigido, conforme princípio da prudência estabelecido no MCASP, para evitar superestimação do patrimônio.

III. A depreciação de um ativo não cessa quando ele se torna ocioso ou é retirado temporariamente de uso, a menos que o ativo esteja totalmente depreciado ou classificado como mantido para venda.


Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3806401 Contabilidade Pública
A classificação da receita orçamentária por natureza é um instrumento fundamental para a análise e transparência da arrecadação, estruturada por Categoria Econômica, Origem, Espécie, Rubrica, Alínea e Subalínea. O MCASP detalha o correto registro dos ingressos. Com base nessa estrutura, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3806400 Contabilidade Pública
O Balanço Financeiro (BF) é uma das demonstrações contábeis exigidas pelo MCASP e evidencia as receitas e despesas orçamentárias, bem como os ingressos e dispêndios extraorçamentários, conjugados com os saldos de caixa e equivalentes de caixa do exercício anterior e do exercício atual. As edições recentes do MCASP trouxeram refinamentos à estrutura desta demonstração, visando melhor evidenciar o fluxo financeiro.
Acerca da estrutura e dos componentes do Balanço Financeiro conforme o MCASP vigente, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) O resultado financeiro do exercício apurado no Balanço Financeiro (diferença entre ingressos e dispêndios) é idêntico ao Superávit ou Déficit Financeiro evidenciado no Balanço Patrimonial.

(__) As despesas orçamentárias são apresentadas no BF exclusivamente pelo valor empenhado no exercício, e as receitas orçamentárias pelo valor lançado, refletindo o regime de competência orçamentário.

(__) A coluna "Saldos do Exercício Anterior" no Balanço Financeiro deve ser ajustada para refletir apenas os recursos ordinários (não vinculados), excluindo-se as fontes destinadas.

(__) A estrutura da demonstração evidencia os ingressos (orçamentários e extraorçamentários) e os dispêndios (orçamentários e extraorçamentários), sendo os saldos de depósitos em caução classificados como ingressos e dispêndios extraorçamentários.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3806399 Contabilidade Pública
As Notas Explicativas são parte integrante e indissociável das Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público (DCASP), conforme o MCASP. Elas fornecem informações adicionais, descritivas ou detalhadas, que não são apresentadas no corpo principal das demonstrações, mas são relevantes para a compreensão fidedigna da situação patrimonial e dos resultados.
Acerca do conteúdo e da obrigatoriedade das Notas Explicativas, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__) A divulgação das políticas contábeis adotadas é facultativa, desde que a entidade siga integralmente os Procedimentos Contábeis Orçamentários (PCO) do MCASP.

(__) As Notas Explicativas devem se limitar a detalhar os saldos das contas orçamentárias (Receita e Despesa), sendo vedada a inclusão de informações patrimoniais, que são exclusivas do Balanço Patrimonial.

(__) Informações sobre passivos contingentes (obrigações possíveis) devem ser reconhecidas obrigatoriamente no Balanço Patrimonial e, adicionalmente, detalhadas em Notas Explicativas.

(__) As Notas Explicativas devem, entre outras informações, apresentar um resumo das políticas contábeis significativas aplicadas, a declaração de conformidade com as NBC TSP e o MCASP, e informações sobre a entidade.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3806398 Contabilidade Pública
O Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP) estabelece critérios rigorosos para o reconhecimento de passivos, alinhando-se às normas internacionais. A correta distinção entre provisões e passivos contingentes é crucial para a fidedignidade das demonstrações contábeis. Considerando a NBC TSP 03, recepcionada pelo MCASP, assinale a alternativa que define corretamente o tratamento contábil exigido.
Alternativas
Q3806397 Contabilidade Pública
Ao final do exercício financeiro, o departamento de contabilidade realiza o levantamento das obrigações pendentes. A correta inscrição em Restos a Pagar é crucial para a apuração do resultado e para a execução orçamentária do exercício seguinte, conforme a Lei nº 4.320/64.
Acerca dos Restos a Pagar, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__) As despesas empenhadas e liquidadas, mas cujo pagamento ocorrerá no exercício seguinte, são classificadas como Restos a Pagar Não Processados.
(__) A Lei nº 4.320/64 veda expressamente a inscrição de despesas em Restos a Pagar caso a liquidação ainda não tenha ocorrido até 31 de dezembro.
(__) Os Restos a Pagar, sejam processados ou não processados, não afetam o resultado orçamentário do exercício em que foram empenhados.
(__) Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro, distinguindo-se em escrituração as processadas (liquidadas) das não processadas.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3806396 Contabilidade Pública
A execução da despesa orçamentária, segundo a Lei nº 4.320/64, segue um rito processual composto por três estágios distintos e obrigatórios, que garantem o controle sobre o gasto público. A correta observância desses estágios é fundamental para a regularidade da gestão financeira.
Assim, analise as afirmativas a seguir.

I. O empenho da despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição.

II. A liquidação da despesa consiste na ordem de pagamento expedida pela autoridade competente após a verificação do direito adquirido pelo credor.

III. A liquidação tem por fim apurar a origem e o objeto do que se deve pagar, a importância exata a pagar e a quem se deve pagar para extinguir a obrigação.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3806395 Contabilidade Pública
O setor de contabilidade de um Estado está consolidando o Balanço Patrimonial. É necessário diferenciar corretamente os compromissos de curto prazo, como operações de ARO (Antecipação de Receita Orçamentária), daqueles de longo prazo, como contratos de financiamento para construção de uma hidrelétrica. A Lei nº 4.320/64 estabelece critérios claros para essa distinção.
Acerca da Dívida Flutuante e Dívida Fundada, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__) A Dívida Fundada compreende os compromissos com exigibilidade inferior a doze meses, como os Restos a Pagar.

(__) As operações de crédito por antecipação de receita (ARO), por serem empréstimos, integram a Dívida Fundada.

(__) A Dívida Flutuante compreende os depósitos de terceiros e os serviços da dívida a pagar, excluindo os Restos a Pagar.

(__) A Dívida Flutuante compreende os Restos a Pagar, os serviços da dívida a pagar, os depósitos e as operações de crédito por antecipação de receita.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3806394 Administração Financeira e Orçamentária
Uma prefeitura foi atingida por fortes chuvas que causaram inundações, exigindo gastos imediatos com alojamento de desabrigados e reconstrução de pontes. O prefeito precisa de autorização para realizar essas despesas, que não estavam previstas de forma específica ou suficiente no orçamento vigente. Para lidar com essa situação, a Lei nº 4.320/64 prevê mecanismos de alteração orçamentária. Sobre os créditos adicionais, conforme a Lei nº 4.320/64, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3806393 Contabilidade Pública
A Lei nº 4.320/64 exige que as entidades públicas elaborem demonstrações contábeis específicas ao final do exercício financeiro para evidenciar a situação patrimonial, financeira e orçamentária. Cada balanço possui uma finalidade distinta e obrigatória.
Assim, analise as afirmativas a seguir.

I. O Balanço Orçamentário demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas, evidenciando o resultado orçamentário.
II. O Balanço Financeiro demonstrará o ativo e o passivo financeiro, bem como o saldo patrimonial, apurando o Ativo Real Líquido.
III. O Balanço Patrimonial demonstrará as receitas e despesas orçamentárias, bem como os recebimentos e pagamentos de natureza extraorçamentária.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3806392 Contabilidade Pública
A Lei nº 4.320/64 estabelece mecanismos de fiscalização e controle da execução orçamentária, financeira e patrimonial. Esses controles são exercidos tanto internamente, pela própria administração, quanto externamente, pelo Poder Legislativo com auxílio dos Tribunais de Contas.
Assim, analise as afirmativas a seguir.

I. O controle da execução orçamentária pelo Poder Legislativo terá por objetivo verificar a probidade da administração e o cumprimento da Lei de Orçamento.

II. O controle interno, exercido pelo Poder Executivo, se restringe à verificação do cumprimento do programa de trabalho, não abrangendo a legalidade dos atos.

III. A verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária, fidelidade funcional dos agentes e cumprimento dos programas de trabalho compete ao controle externo.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3806391 Contabilidade Pública
Um analista contábil da prefeitura está revisando a classificação das receitas arrecadadas. Ele observa o ingresso de R$ 500.000,00 referentes à alienação de um terreno público e R$ 200.000,00 de uma operação de crédito (empréstimo) de curto prazo. A correta classificação desses ingressos é vital para a apuração dos balanços, conforme a Lei nº 4.320/64.
Acerca da classificação das receitas públicas segundo a Lei nº 4.320/64, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__) As operações de crédito, mesmo que com prazo de resgate inferior a doze meses, são classificadas como Receitas Correntes.

(__) A receita proveniente da alienação de bens móveis ou imóveis é classificada como Receita Corrente, subcategoria Receita Patrimonial.

(__) As receitas tributárias, patrimoniais, industriais e de serviços são classificadas como Receitas de Capital, pois representam os principais ingressos do ente.

(__) As Receitas de Capital incluem, entre outras, as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas (operações de crédito) e da alienação de bens.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Respostas
8601: D
8602: A
8603: A
8604: C
8605: A
8606: D
8607: C
8608: B
8609: A
8610: D
8611: D
8612: D
8613: A
8614: C
8615: A
8616: D
8617: B
8618: D
8619: A
8620: B