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Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244797 Português
[Indivíduo e sociedade]

         O conceito abstrato de “sociedade” significa, para o ser humano individual, a soma total de suas relações diretas e indiretas com seus contemporâneos e com todos os que viveram nas gerações anteriores. O indivíduo é capaz de pensar, sentir, lutar e trabalhar por si mesmo; mas depende a tal ponto da sociedade – em sua existência física, intelectual e emocional – que é impossível pensar a si mesmo ou compreender-se fora da estrutura da sociedade. É a “sociedade” que provê o homem de alimento, roupas, moradia, instrumentos de trabalho, língua, formas de pensamento e da maior parte dos conteúdos de pensamento; sua vida torna-se possível graças ao trabalho e às realizações dos muitos milhões de homens que já viveram ou ainda vivem, todos ocultos por trás da pequena palavra “sociedade”.

(Albert Einstein, Escritos da maturidade.)
No último período do texto (É a sociedade que provê... por trás da pequena palavra sociedade.),
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244796 Português
[Indivíduo e sociedade]

         O conceito abstrato de “sociedade” significa, para o ser humano individual, a soma total de suas relações diretas e indiretas com seus contemporâneos e com todos os que viveram nas gerações anteriores. O indivíduo é capaz de pensar, sentir, lutar e trabalhar por si mesmo; mas depende a tal ponto da sociedade – em sua existência física, intelectual e emocional – que é impossível pensar a si mesmo ou compreender-se fora da estrutura da sociedade. É a “sociedade” que provê o homem de alimento, roupas, moradia, instrumentos de trabalho, língua, formas de pensamento e da maior parte dos conteúdos de pensamento; sua vida torna-se possível graças ao trabalho e às realizações dos muitos milhões de homens que já viveram ou ainda vivem, todos ocultos por trás da pequena palavra “sociedade”.

(Albert Einstein, Escritos da maturidade.)
Todas as formas verbais estão corretamente flexionadas na frase:
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244795 Português
O que é a CVM?

          A CVM – Comissão de Valores Mobiliários – é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade administrativa independente, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabilidade de seus dirigentes, e autonomia financeira e orçamentária. (Redação dada pela Lei no. 10.411, de 26 de fevereiro de 2002)
        A CVM surgiu com vistas ao desenvolvimento de uma economia fundamentada na livre iniciativa, tendo por princípio básico defender os interesses do investidor, especialmente o acionista minoritário, e o mercado de valores mobiliários em geral, entendido como aquele em que são negociados títulos emitidos pelas empresas para captar, junto ao público, recursos destinados ao financiamento de suas atividades.
      Ao eleger como objetivo básico defender os investidores, especialmente os acionistas minoritários, a CVM oferece ao mercado as condições de segurança e desenvolvimento capazes de consolidá-lo como instrumento dinâmico e eficaz na formação de poupanças, de capitalização das empresas e de dispersão de renda e da propriedade, através da participação do público de uma forma crescente e democrática, assegurando o acesso do público às informações sobre valores mobiliários negociados e sobre quem os tenha emitido.

(Texto institucional)
O verbo entre parênteses deverá ser flexionado numa forma do plural para se integrar adequadamente à seguinte frase:
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244793 Português
O que é a CVM?

          A CVM – Comissão de Valores Mobiliários – é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade administrativa independente, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabilidade de seus dirigentes, e autonomia financeira e orçamentária. (Redação dada pela Lei no. 10.411, de 26 de fevereiro de 2002)
        A CVM surgiu com vistas ao desenvolvimento de uma economia fundamentada na livre iniciativa, tendo por princípio básico defender os interesses do investidor, especialmente o acionista minoritário, e o mercado de valores mobiliários em geral, entendido como aquele em que são negociados títulos emitidos pelas empresas para captar, junto ao público, recursos destinados ao financiamento de suas atividades.
      Ao eleger como objetivo básico defender os investidores, especialmente os acionistas minoritários, a CVM oferece ao mercado as condições de segurança e desenvolvimento capazes de consolidá-lo como instrumento dinâmico e eficaz na formação de poupanças, de capitalização das empresas e de dispersão de renda e da propriedade, através da participação do público de uma forma crescente e democrática, assegurando o acesso do público às informações sobre valores mobiliários negociados e sobre quem os tenha emitido.

(Texto institucional)
Está adequado o emprego de ambas as expressões sublinhadas na frase:
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244789 Português
A compensação

          Não faz muito, li um artigo sobre as pretensões literárias de Napoleão Bonaparte. Aparentemente, Napoleão era um escritor frustrado. Tinha escrito contos e poemas na juventude, escreveu muito sobre política e estratégia militar, e sonhava em escrever um grande romance. Acreditava-se, mesmo, que Napoleão considerava a literatura sua verdadeira vocação, e que foi sua incapacidade de escrever um grande romance e conquistar uma reputação literária que o levou a escolher uma alternativa menor, conquistar o mundo.
       Não sei se é verdade, mas fiquei pensando no que isto significa para os escritores de hoje e daqui. Em primeiro lugar, claro, leva a pensar na enorme importância que tinha a literatura nos séculos XVIII e XIX, e não apenas na França, onde, anos depois de Napoleão Bonaparte, um Victor Hugo empolgaria multidões e faria história não com batalhas e canhões, mas com a força da palavra escrita, e não só em conclamações e panfletos, mas, muitas vezes, na forma de ficção. Não sei se devemos invejar uma época em que reputações literárias e reputações guerreiras se equivaliam desta maneira, e em que até a imaginação tinha tanto poder. Mas acho que podemos invejar, pelo menos um pouco, o que a literatura tinha então e parece ter perdido: relevância. Se Napoleão pensava que podia ser tão relevante escrevendo romances quanto comandando exércitos, e se um Victor Hugo podia morrer como um dos homens mais relevantes do seu tempo sem nunca ter trocado a palavra e a imaginação por armas, então uma pergunta que nenhum escritor daquele tempo se fazia é essa que nos fazemos o tempo todo: para que serve a literatura, de que adianta a palavra impressa, onde está a nossa relevância? Gostávamos de pensar que era através dos seus escritores e intelectuais que o mundo se pensava e se entendia, e a experiência humana era racionalizada. O estado irracional do mundo neste começo de século é a medida do fracasso desta missão, ou desta ilusão.
      Depois que a literatura deixou de ser uma opção tão vigorosa e vital para um homem de ação quanto a conquista militar ou política – ou seja, depois que virou opção para generais e políticos aposentados, mais compensação pela perda de poder do que poder, e uma ocupação para, enfim, meros escritores – ela nunca mais recuperou a sua respeitabilidade, na medida em que qualquer poder, por armas ou por palavras, é respeitável. Hoje a literatura só participa da política, do poder e da história como instrumento ou cúmplice. E não pode nem escolher que tipo de cúmplice quer ser. Todos os que escrevem no Brasil, principalmente os que têm um espaço na imprensa para fazer sua pequena literatura ou simplesmente dar seus palpites, têm esta preocupação. Ou deveriam ter. (...)

(Luiz Fernando Veríssimo, Banquete com os deuses. Rio de
Janeiro: Objetiva, 2003, pp. 113-14)
Alterando-se a forma do verbo, resulta uma forma verbal com o mesmo significado em: 
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244788 Português
A compensação

          Não faz muito, li um artigo sobre as pretensões literárias de Napoleão Bonaparte. Aparentemente, Napoleão era um escritor frustrado. Tinha escrito contos e poemas na juventude, escreveu muito sobre política e estratégia militar, e sonhava em escrever um grande romance. Acreditava-se, mesmo, que Napoleão considerava a literatura sua verdadeira vocação, e que foi sua incapacidade de escrever um grande romance e conquistar uma reputação literária que o levou a escolher uma alternativa menor, conquistar o mundo.
       Não sei se é verdade, mas fiquei pensando no que isto significa para os escritores de hoje e daqui. Em primeiro lugar, claro, leva a pensar na enorme importância que tinha a literatura nos séculos XVIII e XIX, e não apenas na França, onde, anos depois de Napoleão Bonaparte, um Victor Hugo empolgaria multidões e faria história não com batalhas e canhões, mas com a força da palavra escrita, e não só em conclamações e panfletos, mas, muitas vezes, na forma de ficção. Não sei se devemos invejar uma época em que reputações literárias e reputações guerreiras se equivaliam desta maneira, e em que até a imaginação tinha tanto poder. Mas acho que podemos invejar, pelo menos um pouco, o que a literatura tinha então e parece ter perdido: relevância. Se Napoleão pensava que podia ser tão relevante escrevendo romances quanto comandando exércitos, e se um Victor Hugo podia morrer como um dos homens mais relevantes do seu tempo sem nunca ter trocado a palavra e a imaginação por armas, então uma pergunta que nenhum escritor daquele tempo se fazia é essa que nos fazemos o tempo todo: para que serve a literatura, de que adianta a palavra impressa, onde está a nossa relevância? Gostávamos de pensar que era através dos seus escritores e intelectuais que o mundo se pensava e se entendia, e a experiência humana era racionalizada. O estado irracional do mundo neste começo de século é a medida do fracasso desta missão, ou desta ilusão.
      Depois que a literatura deixou de ser uma opção tão vigorosa e vital para um homem de ação quanto a conquista militar ou política – ou seja, depois que virou opção para generais e políticos aposentados, mais compensação pela perda de poder do que poder, e uma ocupação para, enfim, meros escritores – ela nunca mais recuperou a sua respeitabilidade, na medida em que qualquer poder, por armas ou por palavras, é respeitável. Hoje a literatura só participa da política, do poder e da história como instrumento ou cúmplice. E não pode nem escolher que tipo de cúmplice quer ser. Todos os que escrevem no Brasil, principalmente os que têm um espaço na imprensa para fazer sua pequena literatura ou simplesmente dar seus palpites, têm esta preocupação. Ou deveriam ter. (...)

(Luiz Fernando Veríssimo, Banquete com os deuses. Rio de
Janeiro: Objetiva, 2003, pp. 113-14)
Considerando-se o contexto, traduz-se um segmento do texto por outro de sentido equivalente em:
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244785 Matemática Financeira
O gerente de determinada empresa terá que decidir, por meio do método do custo anual, qual a alternativa mais vantajosa com relação à compra de um motor:

                                             MARCA X                   MARCA Y Investimento inicial            R$ 10.000,00              R$ 11.000,00 Despesas anuais               R$ 2.000,00                R$ 1.850,00 Valor Residual                         ----                         R$ 1.000,00

A taxa mínima de atratividade é de 10% ao ano (capitalização anual) e o período de serviço para uma das alternativas é de 10 anos. O gerente conclui que
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244784 Matemática Financeira
O esquema abaixo representa o fluxo de caixa de um investimento no período de 3 anos, valores em reais: 
Imagem associada para resolução da questão
Sabendo-se que a taxa interna de retorno (TIR) é de 10% ao ano, o valor do desembolso inicial (D) é de
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244783 Matemática Financeira
A empresa "Y" realiza certo investimento em projeto que apresenta o fluxo de caixa a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Se a taxa mínima de atratividade for de 25% ao ano (capitalização anual), o valor presente líquido deste investimento no ano 0 será de


Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244782 Matemática Financeira
Uma máquina à vista custa R$ 8.000,00. O vendedor oferece a opção de venda à prazo, com entrada de R$ 1.600,00, sendo o restante em 4 parcelas mensais iguais e o vencimento da primeira dois meses após o pagamento da entrada. Supondo-se a equivalência de capitais em ambas as alternativas de compra e sendo a taxa mensal de juros compostos de 2% ao mês, o valor de cada prestação mensal, após a entrada, desprezando os centavos, será de
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244781 Matemática Financeira
Um empréstimo de R$ 10.000,00 foi contratado para ser pago em 10 prestações mensais iguais, vencendo a primeira no prazo de 30 dias, à taxa de juros compostos de 3% ao mês. O saldo devedor no primeiro mês, após o pagamento da primeira prestação, considerando o Sistema de Amortização Francês, é de
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244780 Matemática Financeira
Depositando R$ 20.000,00 no início de cada ano, durante 10 anos, à taxa de juros compostos de 10% ao ano, obtém-se, na data do último depósito, um montante igual ao gerado por uma aplicação de valor único feita no início do primeiro ano à taxa de juros compostos de 25% ao ano, durante doze meses. Desprezando-se os centavos, o valor da aplicação de valor único é de
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244779 Matemática Financeira
Certa pessoa investiu R$ 3.000,00 em um banco à taxa nominal de juros de 36% ao ano, capitalizados mensalmente, e R$ 7.000,00 à 24% ao ano, capitalizados semestralmente. Ao final de 2 anos, a soma dos dois montantes será
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244778 Matemática Financeira
A inflação acumulada no primeiro semestre de determinado ano foi de 20%. Uma pessoa aplicou R$ 12.000,00 no início deste período e resgatou R$ 18.000,00 no final. A taxa real de retorno no período de aplicação foi de
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244777 Matemática Financeira
Descontando-se um título de valor nominal de R$ 10.500,00 dois meses antes de seu vencimento, à taxa de desconto de 3% ao mês e de acordo com o critério do desconto comercial composto, o valor do desconto na operação é de
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244776 Matemática Financeira
Determinado título é descontado 6 meses antes de seu vencimento à taxa de desconto comercial simples de 6% ao mês. A taxa efetiva semestral correspondente a esta operação é de
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244775 Matemática Financeira
Certa empresa desconta em um banco três duplicatas na mesma data, à taxa de desconto comercial simples de 6% ao mês, conforme abaixo: Imagem associada para resolução da questão

O valor líquido recebido pela empresa foi de
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244774 Matemática Financeira
Determinado capital foi aplicado a prazo fixo durante um período à taxa de juros simples de 30% ao ano. Decorrido o prazo, o montante no valor total de R$ 23.400,00 foi aplicado por mais um período igual ao da aplicação inicial, à taxa de juros simples de 36% ao ano. Sendo o montante final de R$ 26.910,00, o capital da primeira aplicação corresponde a
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244773 Matemática Financeira
 Em determinada data, uma pessoa aplica R$ 10.000,00 à taxa de juros simples de 2% ao mês. Decorridos 2 meses, outra pessoa aplica R$ 8.000,00 à taxa de juros simples de 4% ao mês. No momento em que o montante referente ao valor aplicado pela primeira pessoa for igual ao montante referente ao valor aplicado pela segunda pessoa, o total dos juros correspondente à aplicação da primeira pessoa será de
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244772 Matemática Financeira
Determinado capital aplicado a juros simples durante 18 meses rendeu R$ 7.200,00. Sabe-se que, se o dobro deste capital fosse aplicado a juros simples com a mesma taxa anterior, geraria, ao final de dois anos, o montante de R$ 40.000,00. O valor do capital aplicado na primeira situação foi
Alternativas
Respostas
9641: D
9642: C
9643: D
9644: E
9645: A
9646: E
9647: E
9648: D
9649: B
9650: C
9651: B
9652: C
9653: C
9654: A
9655: D
9656: E
9657: D
9658: C
9659: A
9660: E