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Q4101741 Geografia
Processo de destruição do potencial produtivo das áreas de clima semiárido, árido e subúmido. Ocorre por causa da pressão exercida pelas atividades humanas, como queimadas, desmatamento e mineração.
A descrição acima trata de qual fenômeno de degradação ambiental?
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Q4101740 História
Ninguém poderia imaginar o quanto os Estados Unidos poderiam ser vulneráveis quando ocorreram os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. Esse fato marcou a história contemporânea e revelou fragilidades na segurança dos Estados Unidos. Sobre os acontecimentos daquela data, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4101739 História e Geografia de Estados e Municípios
Semanas após a morte de Getúlio Vargas, ocorreu a eleição para o governo estadual em 3 de outubro de 1954, sagrando-se vitorioso o candidato Ildo Meneghetti. Sua eleição foi, até certo ponto, surpreendente, pois ele tinha entrado para a vida pública tardiamente, com 52 anos. Em relação ao governo de Ildo Meneghetti e à política econômica nacional da época, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4101738 História
Em relação ao contexto econômico e político do governo Lula, no Brasil, entre 2003 e 2008, analise as afirmativas abaixo:
I. O governo Lula foi beneficiado pela estabilidade econômica herdada do Plano Real.
II. O crescimento da economia mundial e a expansão do comércio internacional favoreceram o Brasil naquele período.
III. Durante o período citado, houve crescimento significativo do número de empregos formais no país.
Está(ão) CORRETA(S):
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Q4101737 História
A chamada Crise de Julho de 1914 teve início com um acontecimento específico que contribuiu diretamente para o desencadeamento da Primeira Guerra Mundial. Dentro desse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4101736 Português
A problematização teórica, ao lidar com conceitos, nomeações e classificações, deve nos alertar para a necessidade de pensarmos o fato histórico como uma possibilidade entre tantas outras. O que aconteceu no passado não é um elemento dado ou uma simples fatalidade. Trata-se de uma construção que é constantemente reelaborada de acordo com as sucessivas gerações de historiadores.
Sobre a metodologia da pesquisa histórica e o uso das fontes, é CORRETO afirmar que:
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Q4101735 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

Considere o seguinte trecho do texto:


Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções...


Com base nos aspectos morfossintáticos e semânticos do trecho acima, analise as assertivas que seguem:


I. A palavra repensar é formada por derivação parassintética, visto que o prefixo "re-" e o sufixo verbal "-ar" foram anexados simultaneamente ao radical.


II. O verbo revela encontra-se na voz passiva sintética, indicando que o sujeito sofre a ação verbal.


III. Embora pertença à classe dos numerais cardinais, o vocábulo dois caracteriza-se por ser uma palavra variável que admite flexão de gênero.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4101734 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

Considerando a estrutura fonológica e as relações entre grafia e pronúncia das palavras extraÍdas do texto, analise as assertivas que seguem:
I. A palavra perplexidade apresenta um caso de dífono na letra "x", que representa graficamente a sequência de dois fonemas consonantais. Por essa razão, a contagem final resulta em 12 letras e 13 fonemas.
II. A palavra históricas apresenta uma assimetria entre o número de letras e fonemas, contendo 10 letras e 9 fonemas, devido à presença do "h" inicial, que funciona como uma letra diacrítica sem valor fonético.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4101733 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No segundo parágrafo, o filósofo entrevistado afirma: E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê. O uso do termo porquê gera no texto um efeito de sentido que enfatiza:
Alternativas
Q4101732 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No texto, os vocábulos filósofo e época recebem acento gráfico legítimo. Diante disso, assinale a alternativa em que as duas palavras apresentadas são acentuadas graficamente pela mesma regra que justifica os acentos do par extraído do texto.
Alternativas
Q4101731 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

Considerando a construção temática do texto, sua organização discursiva, os efeitos de sentido produzidos ao longo da argumentação e os elementos relacionados ao gênero e à tipologia textual, analise as partes que seguem:
(1a parte): A leitura global do texto permite inferir que sua ideia central e sua finalidade comunicativa concentram-se na reconstrução cronológica dos grandes conflitos armados do século XX utilizando os relatos memorialísticos de Stefan Zweig como estratégia argumentativa para atribuir responsabilidade histórica direta aos agentes que provocaram o colapso da hegemonia cultura europeia.
(2a parte)Considerando os aspectos composicionais, estilísticos e discursivos do texto, é possível classificá-lo, respectivamente, como crônica literária de caráter predominantemente narrativo, uma vez que o eixo central da produção textual reside na ficcionalização do convívio cotidiano e das interações subjetivas estabelecidas entre intelectuais europeus em contexto histórico específico.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4101730 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No quarto parágrafo, ao relatar a conclusão de Freud sobre as causas da guerra e da violência, o filosofo Denis Rosenfield utiliza a seguinte estrutura: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana. A partir da análise léxica do texto, o emprego do termo enraizada confere ao argumento a ideia de que a violência é um elemento:
Alternativas
Q4101729 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No quarto parágrafo, o texto expõe a estrutura teórica desenvolvida por Freud para explicar a recorrência dos conflitos armados: A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. Considerando a expressão sublinhada, pode-se afirmar que ocorre a figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q4101728 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

O quinto parágrafo cita o escritor Stefan Zweig e sua obra "O mundo de ontem" para ilustrar a frustração de uma geração de intelectuais do início do século XX. A partir da leitura desse trecho, fica pressuposto que a eclosão das guerras mundiais:
Alternativas
Q4101727 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No terceiro parágrafo do texto, ao analisar o posicionamento dos intelectuais diante da guerra, o filósofo afirma: O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Do ponto de vista da sintaxe da oração, o termo sublinhado classifica-se como:
Alternativas
Q4101726 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

De acordo com a análise do filosofo Denis Rosenfield sobre a correspondência entre Einstein e Freud, a principal divergência na postura intelectual dos dois pensadores diante da guerra consistia no fato de que:
Alternativas
Q4101725 Matemática
Uma renomada casa de análise financeira realizou um levantamento com 500 clientes para verificar a presença de três fundos imobiliários específicos em suas carteiras: o Fundo A, o Fundo B e o Fundo C. Após a tabulação dos dados, foram obtidas as seguintes informações:
• 260 clientes possuem o Fundo A;
• 240 clientes possuem o Fundo B;
• 200 clientes possuem o Fundo C;
• 120 clientes possuem os fundos A e B;
• 100 clientes possuem os fundos B e C;
• 90 clientes possuem os fundos A e C;
• 80 clientes não possuem nenhum desses três fundos em suas carteiras.
Considerando que todos os dados coletados são consistentes, o número de clientes que possuem, simultaneamente, os três fundos (A, B e C) em suas carteiras é:
Alternativas
Q4101724 Matemática
Uma pequena empresa de cosméticos naturais produz três tipos de óleos essenciais: Lavanda, Alecrim e Capim-Limão. Para a produção de um lote especial, foram utilizados três insumos básicos: extrato vegetal, fixa dor e essência concentrada. A tabela a seguir apresenta a quantidade de cada insumo (em ml) necessária para produzir uma unidade de cada óleo e o total de insumos consumidos no final do dia:

                                                                Imagem associada para resolução da questão

O gerente de produção precisa saber exatamente quantas unidades de cada óleo foram produzidas para dar baixa no estoque. Com base nos dados da tabela, o número de unidades produzidas do óleo de Lavanda foi:
Alternativas
Q4101723 Matemática
Em um programa de reflorestamento de uma área degradada por mineração, uma equipe planejou o plantio de mudas em linha reta para otimizar o sistema de irrigação por gotejamento. No primeiro dia de trabalho, a equipe plantou 40 mudas. Com a melhoria dos processos logísticos, foi possível plantar, a cada dia seguinte, 5 mudas a mais do que no dia anterior. O coordenador da operação determinou que o plantio dessa etapa seria finalizado no dia em que a quantidade de mudas plantadas na quele dia específico fosse igual ao quádruplo da quantidade plantada no segundo dia de trabalho. Com base nas metas estabelecidas pela coordenação, em qual dia de trabalho o projeto de plantio foi encerrado?
Alternativas
Q4101722 Matemática
Um pequeno comerciante está revisando sua estratégia de vendas para o próximo semestre. Ele identificou os quatro produtos que mais circulam em sua loja e deseja priorizar o investimento naquele que lhe oferece o maior retorno financeiro relativo, ou seja, a maior margem de lucro calculada sobre o valor que ele paga pelo produto (preço de custo). A tabela abaixo apresenta os valores praticados para esses itens:

                                                               Imagem associada para resolução da questão

Com o objetivo de maximizar a rentabilidade por item estocado, o comerciante deve investir prioritariamente no produto:
Alternativas
Respostas
19021: A
19022: B
19023: C
19024: D
19025: B
19026: D
19027: B
19028: A
19029: A
19030: C
19031: C
19032: A
19033: D
19034: A
19035: B
19036: B
19037: B
19038: D
19039: C
19040: A