Questões de Concurso
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A abrupta queda do mundo americano é inconteste. A rápida decadência começa nas ilhas caribenhas. Ali não houve saída para os nativos, quase eliminados antes de começar a aventura das companhias de mercenários espanhóis no continente.
VARELLA, Alexandre C. Os índios: povos ancestrais, sujeitos modernos. In. CAÑIZARES-ESGUERRA, Jorge; FERNANDES, Luiz Estevam de Ol; MARTINS, Maria Cristina Bohn (org.) As Américas na Primeira Modernidade (1492-1750). Curitiba; Editora Prismas, 2017.
Alexandre Varella utiliza a expressão “de encontro ao cataclismo” para discutir a mortandade das populações nas primeiras décadas de ocupação hispânica. Dentre os motivos, destaca as epidemias que resultaram
“Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas Geram pros seus maridos os novos filhos de Atenas Elas não têm gosto ou vontade Nem defeito nem qualidade Têm medo apenas Não têm sonhos, só têm presságios O seu homem, mares, naufrágios Lindas sirena Morenas” (Chico Buarque)
Atenas é considerada o berço da democracia grega, mas como relata a música de Chico Buarque, as mulheres não eram consideradas cidadãs com direito à vida pública, uma vez que essa condição era assegurada,
A abrupta queda do mundo americano é inconteste. A rápida decadência começa nas ilhas caribenhas. Ali não houve saída para os nativos, quase eliminados antes de começar a aventura das companhias de mercenários espanhóis no continente.
FRANCO JUNIOR, Hilário. As Cruzadas: Guerra Santa entre Ocidente e Oriente. São Paulo: Brasiliense, 1999.
Uma das consequências mais significativa das Cruzadas para o Ocidente Europeu foi
Observe a figura a seguir.

A arte é um dos aspectos mais ricos e significativos da produção humana, ela acompanha o homem desde seus primórdios. De tão expressivo, está presente nas mais variadas formas, aspectos e lugares, tamanha a preocupação do homem com o aspecto estético nas suas realizações. Neste contexto, as edificações também sofreram transformações no decorrer dos tempos. Por isso, ao se observar os detalhes e as características arquitetônicas da imagem, logo se deduz que ela é referente a uma Igreja, devido ao seu formato, tamanho e imponência. Analisando a imagem, pode-se afirmar que o movimento artístico com o qual ela se identifica é o
O período entre o século IV e XVI é tradicionalmente conhecido por Idade das Trevas, Idade da Fé ou, com mais frequência, Idade Média. Todos esses rótulos pejorativos escondem a importância daquela época, na qual surgiram os traços essenciais da civilização ocidental. Países surgidos depois daquela fase histórica – caso do Brasil, por exemplo – têm muito mais de medieval do que à primeira vista possa parecer. Olhar para a Idade Média é estabelecer contato com coisas que nos são, ao mesmo tempo, familiares e estranhas, é resgatar uma infância longínqua que tendemos a negar, mas da qual, somos produto. De fato, para o homem do Ocidente atual, compreender em profundidade a Idade Média é um exercício imprescindível de autoconhecimento.
FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média, nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2006.
Conforme o pensamento do autor, a denominada Idade Média é importante pois
O movimento das Diretas Já trouxe como implicações para a política brasileira,
O termo diáspora define o deslocamento, normalmente forçado ou incentivado, de grandes massas populacionais originárias de uma zona determinada para várias áreas de acolhimento distintas. O termo "diáspora" é usado com muita frequência no mundo antigo para fazer referência à dispersão do povo judaico. Em termos gerais, diáspora pode significar a dispersão de qualquer povo ou etnia pelo mundo. Todavia o termo foi originalmente cunhado para designar a migração e colonização, por parte dos gregos, de diversos locais ao longo da Ásia Menor e Mediterrâneo, de 800 a 600 a.C. Segundo o autor Hall (2013), o termo diáspora é utilizado para descrever um fenômeno sociocultural da dispersão do povo africano para outros continentes, no entanto, como vimos acima, a origem do termo diáspora antecede a questão diaspórica dos africanos.
CRUZ, Ailton Machado da. História e cultura afro-brasileira. Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu, 2017.
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que o conceito de diáspora, cunhado por Stuart Hall (2003), é compreendido como um campo de investigação
No primeiro quartel do século XX, o intercâmbio entre africanos e negros da diáspora ocorreu de diversas formas. De um lado, por meio do retorno de afrodescendentes, principalmente da América do Norte, para a Libéria, mas também das Antilhas e Brasil para diversas regiões da África. De outro, através da saída de jovens pertencentes à elite africana para ingressar nas universidades dos Estados Unidos e da Europa.
CLARO, Regina. Olhar a África: fontes visuais para a sala de aula. São Paulo: Hedra, 2012.
O impacto do fenômeno apresentado no texto acima resultou no
Disciplina escolar e conhecimento histórico acadêmico são campos permeáveis. No caso da História, ao acompanharmos sua constituição, na escola e na universidade, verificamos que a partir do século XIX, existem constantes aproximações e separações entre a História escolar e a dos historiadores.
Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
Acerca do saber histórico escolar, constatamos aproximações e separações entre a educação básica e a universidade, uma vez que temos práticas de ensino
Há uma pergunta central na História que não pode ser evitada, no mínimo porque todos nós queremos saber a resposta: como a humanidade passou do homem das cavernas para o astronauta, de um tempo em que éramos assustados por tigres de dentes de sabre para um tempo em que somos assustados por explosões nucleares – isto é, não assustados pelos perigos da natureza, mas por aqueles que nós mesmos criamos? O que faz desta uma pergunta essencialmente histórica é que os seres humanos, embora recentemente bem mais altos e pesados que nunca, são biologicamente quase os mesmos que no início do registro histórico.
HOBSBAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
A “pergunta central” a que se refere o trecho está relacionada a um aspecto fundamental do ofício do historiador com implicações no ensino de história. Trata-se da
Se concluímos que não existe um fato histórico eterno, mas existe um fato que consideramos hoje um fato histórico, é fácil deduzir que o conceito de documento siga a mesma lógica. Fato e documento histórico demonstram nossa visão atual sobre o passado, num diálogo entre a visão contemporânea e as fontes pretéritas.
KARNAL, Leandro e TATSCH, Flávia G. Documento e história: a memória evanescente. In. PINSKY, Carla e LUCA, Tania de (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo, Contexto, 2009.
Sobre fato e documento histórico, os autores afirmam que