Questões de Concurso
Para prefeitura
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• “... alguns deles tão complexos e empetecados...” (2o parágrafo)
• “Era, de fato, uma minicoxinha...” (3o parágrafo)
• “Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora...” (4o parágrafo)
As expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:
Leia o texto a seguir. Após a discussão sobre a relação entre Educação Física, saúde e estética em diferentes cenários epistemológicos, identificamos a relação com a ideologia do ser saudável atrelada a uma diversidade de discursos. Do ideal de robustez, ao modelo atlético e ao peso corporal ideal, observamos discursos e intervenções alicerçados por uma postura normativa guiada por modelos determinísticos, que expõem guias de conduta. […]
MENDES, Maria Isabel Brandão de Souza. Do ideal de robustez ao ideal de magreza: educação física, saúde e estética. Movimento, Porto Alegre, v. 15, n. 4, p. 175-191, out./dez. 2009, p. 186.
Ao aprofundar as relações da saúde e da estética, a autora identificou um marco central dessa discussão vinculada a uma trajetória histórica do desenvolvimento da área e que aponta os que
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Compreendemos que a Educação Física escolar não deve restringir-se a treinar o corpo, adestrá-lo ou habilitá-lo. Entende-se que deve ultrapassar estas barreiras, promovendo a saúde enquanto determinada socialmente, baseado no princípio da integralidade.
FERREIRA, Haroldo Simões. OLIVEIRA, Bráulio Nogueira de. SAMPAIO, José Jackson Coelho. Análise da percepção dos professores de educação física acerca da interface entre a saúde e a educação física escolar: conceitos e metodologias In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Florianópolis, v. 35, n. 3, p. 673-685, jul./set. 2013, p. 682.
O princípio da integralidade, proposto pelo grupo de pesquisadores, corrobora a ampliação do trato com o conhecimento acerca da saúde na escola e compreende o tema como
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A capoeira encerra em seus movimentos a luta de emancipação do negro no Brasil escravocrata. Em seu conjunto de gestos, a capoeira expressa, de forma explícita, a “voz” do oprimido na sua relação com o opressor.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1993, p.76.
Ao problematizarmos as abordagens de ensino da educação física brasileira, tensionamentos históricos elevam a gradação da apropriação desse acervo de conhecimento nas aulas da escola. Levando em consideração este elemento, em sua forma de luta como tema gerador a ser desenvolvido nos diferentes momentos da curricularidade, o resgate a ser executado envolve
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No desenvolvimento da educação física escolar, a problemática da inclusão foi objeto de várias normatizações de interesses e contradições. A entrada da política de educação especial na perspectiva da Educação Inclusiva traz como um de seus objetivos expoentes “[…] o acesso, a participação e a aprendizagem dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas regulares. […]”
BRASIL, Programa Mais Educação, Portaria Normativa Interministerial n◦- 17, de 24 de abril de 2007. Interministérios, 2007, p.8. [Adaptado].
A materialização dessa política no turno regular escolar veio em sentido antagônico ao que culturalmente designava a teoria, a doutrina e/ou tendência de diminuição do outro pela diferença, intitulada terminologicamente de
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Lazer e saúde são temas de natureza ética, política, cultural e social, e levam-nos a refletir que o lazer, como campo de conhecimentos, é interdisciplinar, assim como a saúde, e ambos podem interagir com diferentes áreas. [...]
MARCELLINO, Nelson Carvalho. Lazer, saúde e educação física: a corporeidade e a qualidade de vida In: Educação física e produção de conhecimento. Belém: Edufpa, 2009. p.87.
Em sua trajetória acadêmica, o autor sinaliza elementos que permeiam as relações constituídas da educação física, lazer e saúde, para tanto a formação dependerá, de início, do desenvolvimento
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Fica implícito, em certa medida, que a formação de um novo tipo de trabalhador reverbera na seleção e na distribuição do conhecimento a ser instrumentalizado, sobretudo no espaço escolar, indicando, inclusive, uma espécie de hierarquia entre os diferentes componentes curriculares, assim como um movimento de inserção de novos componentes na grade curricular ou, por outro lado, o abandono de determinados conhecimentos que [...] não contribuem imediatamente para a formação do novo tipo de trabalhador. É nessa fundamentação, aliás, que se busca respaldo para corroborar o primeiro suposto sobre o abandono do trabalho pedagógico em educação física do Novo Ensino Médio. […]
SCAPIN, G. J., & FERREIRA, L. S. (2022). O abandono do trabalho pedagógico na educação física do Novo Ensino Médio. Cadernos de Pesquisa, 52, Artigo e09413. p.10.
Ao verificar no texto as características curriculares do chamado Novo Ensino Médio, este por sua vez, está inserido em uma condição sine qua non aos reordenamentos do mundo do trabalho, a serem implementados pela lógica do produtivismo e do gerencialismo como modus operandi da formação humana. A partir disso, pela historicidade, e daqueles agentes mediadores, que influenciaram na composição do estatuto dos conhecimentos da educação física brasileira de maneira dicotômica, o impacto na organização pedagógica da escola e da educação física por esse viés objetiva a
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Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos...enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.
GOELLNER, Silvana V. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira; FELIPE, Jane; GOELLNER, Silvana. Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. p.28.
Ao depararmos com as concepções hegemônicas da corporeidade nas aulas de educação física na escola, o caminho percorrido pelas postulações da autora nos aspectos da inclusão, diferença e gênero inserem-se na crítica
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Uma mudança na forma de organização curricular, como ocorre com as escolas que adotam os ciclos de formação, traz consigo um conjunto de alterações no interior da instituição, que passam pelas metodologias e procedimentos de ensino, mas mexem, especialmente, com os princípios e pressupostos educacionais daqueles que integram o sistema escolar. […]
PEREIRA, Neiva; MENDES, Valdelaine. A Educação Física na escola organizada por ciclos de formação: especificidades do trabalho docente in: Movimento. Porto Alegre, v. 16, n. 03, p. 109-132, julho/setembro de 2010. p. 110.
Na perspectiva da constituição de um projeto político-pedagógico, os sistemas de educação nacionais, em experiências curriculares desenvolvidas nas unidades da federação brasileira, trouxeram arcabouços críticos que subsidiaram as áreas de conhecimento e também a educação física. Nessa direção, o vetor principal de antagonismo baseado na formulação das autoras apresenta foco na