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Q4351302 Biblioteconomia
Entre as condutas estabelecidas pelo Código de Ética e Deontologia do Bibliotecário, constitui uma proibição ao profissional:
Alternativas
Q4351301 Biblioteconomia
No exercício profissional, o bibliotecário deve observar deveres relacionados à atuação profissional e à relação com o Conselho Regional de biblioteconomia. Com base nisso e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4351300 Biblioteconomia
Uma biblioteca digital disponibiliza documentos científicos produzidos por sua instituição. Após algumas alterações na estrutura do servidor, diversos endereços utilizados para acessar os documentos deixaram de funcionar. Além disso, a biblioteca pretende ampliar a integração de seu acervo com outros sistemas de informação. Diante dessa situação, a estratégia mais adequada consiste em:
Alternativas
Q4351299 Biblioteconomia
Uma universidade mantém bibliotecas digitais administradas por diferentes unidades acadêmicas. Cada uma possui seu próprio sistema e armazena coleções distintas. A instituição pretende criar um serviço que permita ao usuário realizar uma única pesquisa e recuperar registros provenientes dessas diferentes coleções, sem precisar consultar cada sistema separadamente. Considerando os requisitos de uma biblioteca digital, a medida mais adequada para alcançar esse objetivo é:
Alternativas
Q4351298 Biblioteconomia
As bases de dados bibliográficas constituem importantes recursos para identificação e recuperação de documentos em diferentes áreas do conhecimento. Sobre suas características, analise as proposições:
I. Podem reunir registros contendo elementos como autoria, título, fonte de publicação, data e outros dados utilizados para identificação dos documentos. II. Caracterizam-se obrigatoriamente pela disponibilização integral dos documentos indexados, sendo o acesso ao texto completo condição necessária para que um registro faça parte da base. III. Podem apresentar cobertura temática especializada ou ser estruturadas de acordo com os objetivos e a área de atuação da instituição responsável por sua produção. IV. Além dos dados bibliográficos, determinados registros podem incluir elementos como resumos e termos de indexação que auxiliam a recuperação da informação.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4351297 Biblioteconomia
Sobre os sistemas informatizados de gerenciamento de acervos, analise as afirmativas e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) O módulo de circulação pode controlar operações como empréstimos, devoluções, renovações e situações relacionadas aos usuários. ( ) O opac constitui uma interface por meio da qual o usuário pode pesquisar os recursos registrados no catálogo da biblioteca. ( ) A utilização de um sistema integrado torna desnecessária a adoção de padrões para representação e intercâmbio de dados bibliográficos. ( ) Relatórios produzidos pelo sistema podem fornecer dados para acompanhamento das atividades e apoio à gestão da unidade de informação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4351296 Biblioteconomia
Uma biblioteca pretende substituir seu sistema de gerenciamento de acervo. O sistema atualmente utilizado possui milhares de registros bibliográficos, cadastro de usuários e dados de circulação. A equipe pretende adotar uma nova solução que permita integrar catalogação, circulação, pesquisa no catálogo e outras atividades, evitando a perda ou a necessidade de redigitação dos dados já existentes. Diante dessa situação, uma medida tecnicamente adequada durante a seleção e implantação do novo sistema é:
Alternativas
Q4351295 Biblioteconomia
Os sistemas informatizados de gerenciamento de acervos podem integrar diferentes atividades realizadas em uma biblioteca. Considerando as funcionalidades desses sistemas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4351294 Biblioteconomia
A catalogação envolve a criação de dados bibliográficos e de autoridade que permitam representar e recuperar adequadamente os recursos de uma unidade de informação. Sobre princípios e procedimentos relacionados à catalogação, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4351293 Biblioteconomia
Considerando as funções do catálogo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4351292 Biblioteconomia
As unidades de informação assumem diferentes formas e finalidades nos processos de organização e acesso à informação. Considerando tais informações, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4351291 Biblioteconomia
Sobre o processo de transformação das bibliotecas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4351290 Biblioteconomia
Considerando a evolução histórica do livro, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4351289 Biblioteconomia
A Ciência da Informação consolidou-se como um campo voltado ao estudo de diferentes fenômenos associados à informação. Com base nisso, analise as proposições:
I. A recuperação da informação constitui uma das questões historicamente relevantes para o desenvolvimento da Ciência da Informação. II. O campo estabelece relações interdisciplinares com outras áreas do conhecimento. III. Os estudos da Ciência da Informação restringem-se aos documentos mantidos em bibliotecas e centros de documentação. IV. Processos relacionados à organização, comunicação, recuperação e uso da informação podem integrar seu campo de investigação.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4351288 Biblioteconomia
Sobre os fundamentos da Documentação, analise as afirmativas e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) O conceito de documento pode abranger diferentes formas de registro da informação, não ficando restrito ao livro impresso. ( ) A documentação relaciona-se a operações que permitem representar, organizar e favorecer o acesso ao conteúdo dos documentos. ( ) O tratamento documental tem como finalidade principal preservar a integridade física do suporte, independentemente da recuperação de seu conteúdo. ( ) A preocupação com o acesso à informação registrada constitui um dos elementos relacionados ao desenvolvimento das práticas documentárias. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4351287 Biblioteconomia
Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação possuem trajetórias e campos de atuação próprios, embora apresentem relações históricas e conceituais entre si. Considerando os fundamentos dessas áreas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4351286 Português
Texto: ECOANSIEDADE COMO RESPOSTA À CRISE AMBIENTAL

Vinícius de Avelar São Pedro e Danielle Gonzalez


    “Temperatura média global é a maior desde o início das medições”. “Perda de biodiversidade se aproxima do ponto de não retorno”. “Incêndios batem recorde no Pantanal e na Amazônia”. “Temporada de tornados será a mais devastadora em décadas”. Manchetes como essas se tornaram cotidianas e, se por um lado, deixam clara a gravidade e urgência da atual crise ambiental, por outro, apontam para um cenário apocalíptico e desesperançoso.

    Por se tratar de uma crise global, cuja solução demanda transformações profundas nos  diferentes setores da sociedade, é de suma importância que a população seja devidamente esclarecida e sensibilizada sobre os problemas ambientais.

    No entanto, tão importante quanto divulgar os dados científicos é possibilitar às pessoas o devido preparo emocional e a força de vontade para o enfrentamento da degradação ambiental. Nesse sentido, a comunicação da crise ecológica, seja ela feita pelos noticiários, relatórios técnicos ou livros didáticos, tem se mostrado eficiente como alerta, mas pouco promissora em seu potencial de mobilização.

    A atual crise ambiental já é um fator reconhecidamente impactante sobre a saúde mental das pessoas. A iminência de catástrofes climáticas, a perda gradativa dos recursos naturais e dos serviços ecossistêmicos e a incerteza da manutenção da vida no planeta tal como a conhecemos são alguns dos fatores que geram emoções como medo, ansiedade e desespero.

    Esse mal-estar causado pela crise ambiental se tornou um interesse específico da psicologia há menos de duas décadas.

    Classificada como um tipo de emoção moral, decorrente do cuidado inspirado pela crise ecológica, a ecoansiedade não se caracteriza necessariamente como um quadro patológico e sequer é considerada um transtorno mental. Na verdade, ela pode até agir como força motivadora de condutas pró-ambientais ou, contrariamente, pode atuar como fator paralisante e desmotivador.

    Diversos fatores psicossociais podem influenciar os efeitos da ecoansiedade sobre o indivíduo, e compreendê-los pode ajudar a minimizar seus impactos negativos e potencializar os positivos. Como é de se esperar, a ecoansiedade é mais frequente em pessoas que vivem em maior contato com a natureza, sobretudo aquelas afetadas diretamente por problemas ambientais, como enchentes, queimadas e escassez de recursos naturais.

    Outro grupo particularmente propenso à ecoansiedade é o de profissionais e militantes que atuam na área ambiental. A proximidade destes com os impactos ambientais, a frequência e profundidade com que acessam os dados científicos e uma tendência a maior sensibilidade em relação à temática ambiental são vistos como principais fatores de vulnerabilidade desse público à ecoansiedade.

    A faixa etária é outro importante fator de propensão à ecoansiedade, sendo mais frequente em crianças, adolescentes e jovens.

    Vale lembrar que outros fatores, como desigualdade intergeracional, precarização do trabalho e efeitos colaterais das redes sociais, agravam o quadro mental desse público, levando a índices atuais de ansiedade e depressão sem precedentes entre adolescentes e jovens adultos mundo afora.

    Por se tratar de um fenômeno relativamente recente, com consequências gerais ainda pouco compreendidas, ainda há pouca informação na literatura sobre como lidar com a ecoansiedade e, sobretudo, como evitar seu potencial efeito desmotivador na luta contra a crise ambiental.

    Estudiosos da ecoansiedade afirmam que o otimismo e a esperança realistas – isto é, quando não baseados em negação da realidade – estão entre os fatores que mais contribuem para a prática de comportamentos pró-ambientais. Nesse sentido, garantir que se mantenha uma perspectiva positiva no horizonte de possibilidades para o futuro é tarefa fundamental na luta contra a degradação ambiental.

Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/ecoansiedade-comoresposta-a-crise-ambiental/
Segundo a leitura global do texto, o combate aos efeitos psicossociais da crise ambiental pode se resumir ao binômio:
Alternativas
Q4351285 Português
Texto: ECOANSIEDADE COMO RESPOSTA À CRISE AMBIENTAL

Vinícius de Avelar São Pedro e Danielle Gonzalez


    “Temperatura média global é a maior desde o início das medições”. “Perda de biodiversidade se aproxima do ponto de não retorno”. “Incêndios batem recorde no Pantanal e na Amazônia”. “Temporada de tornados será a mais devastadora em décadas”. Manchetes como essas se tornaram cotidianas e, se por um lado, deixam clara a gravidade e urgência da atual crise ambiental, por outro, apontam para um cenário apocalíptico e desesperançoso.

    Por se tratar de uma crise global, cuja solução demanda transformações profundas nos  diferentes setores da sociedade, é de suma importância que a população seja devidamente esclarecida e sensibilizada sobre os problemas ambientais.

    No entanto, tão importante quanto divulgar os dados científicos é possibilitar às pessoas o devido preparo emocional e a força de vontade para o enfrentamento da degradação ambiental. Nesse sentido, a comunicação da crise ecológica, seja ela feita pelos noticiários, relatórios técnicos ou livros didáticos, tem se mostrado eficiente como alerta, mas pouco promissora em seu potencial de mobilização.

    A atual crise ambiental já é um fator reconhecidamente impactante sobre a saúde mental das pessoas. A iminência de catástrofes climáticas, a perda gradativa dos recursos naturais e dos serviços ecossistêmicos e a incerteza da manutenção da vida no planeta tal como a conhecemos são alguns dos fatores que geram emoções como medo, ansiedade e desespero.

    Esse mal-estar causado pela crise ambiental se tornou um interesse específico da psicologia há menos de duas décadas.

    Classificada como um tipo de emoção moral, decorrente do cuidado inspirado pela crise ecológica, a ecoansiedade não se caracteriza necessariamente como um quadro patológico e sequer é considerada um transtorno mental. Na verdade, ela pode até agir como força motivadora de condutas pró-ambientais ou, contrariamente, pode atuar como fator paralisante e desmotivador.

    Diversos fatores psicossociais podem influenciar os efeitos da ecoansiedade sobre o indivíduo, e compreendê-los pode ajudar a minimizar seus impactos negativos e potencializar os positivos. Como é de se esperar, a ecoansiedade é mais frequente em pessoas que vivem em maior contato com a natureza, sobretudo aquelas afetadas diretamente por problemas ambientais, como enchentes, queimadas e escassez de recursos naturais.

    Outro grupo particularmente propenso à ecoansiedade é o de profissionais e militantes que atuam na área ambiental. A proximidade destes com os impactos ambientais, a frequência e profundidade com que acessam os dados científicos e uma tendência a maior sensibilidade em relação à temática ambiental são vistos como principais fatores de vulnerabilidade desse público à ecoansiedade.

    A faixa etária é outro importante fator de propensão à ecoansiedade, sendo mais frequente em crianças, adolescentes e jovens.

    Vale lembrar que outros fatores, como desigualdade intergeracional, precarização do trabalho e efeitos colaterais das redes sociais, agravam o quadro mental desse público, levando a índices atuais de ansiedade e depressão sem precedentes entre adolescentes e jovens adultos mundo afora.

    Por se tratar de um fenômeno relativamente recente, com consequências gerais ainda pouco compreendidas, ainda há pouca informação na literatura sobre como lidar com a ecoansiedade e, sobretudo, como evitar seu potencial efeito desmotivador na luta contra a crise ambiental.

    Estudiosos da ecoansiedade afirmam que o otimismo e a esperança realistas – isto é, quando não baseados em negação da realidade – estão entre os fatores que mais contribuem para a prática de comportamentos pró-ambientais. Nesse sentido, garantir que se mantenha uma perspectiva positiva no horizonte de possibilidades para o futuro é tarefa fundamental na luta contra a degradação ambiental.

Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/ecoansiedade-comoresposta-a-crise-ambiental/
No último parágrafo, a expressão “isto é” introduz, com o termo anterior, uma relação de:
Alternativas
Q4351284 Português
Texto: ECOANSIEDADE COMO RESPOSTA À CRISE AMBIENTAL

Vinícius de Avelar São Pedro e Danielle Gonzalez


    “Temperatura média global é a maior desde o início das medições”. “Perda de biodiversidade se aproxima do ponto de não retorno”. “Incêndios batem recorde no Pantanal e na Amazônia”. “Temporada de tornados será a mais devastadora em décadas”. Manchetes como essas se tornaram cotidianas e, se por um lado, deixam clara a gravidade e urgência da atual crise ambiental, por outro, apontam para um cenário apocalíptico e desesperançoso.

    Por se tratar de uma crise global, cuja solução demanda transformações profundas nos  diferentes setores da sociedade, é de suma importância que a população seja devidamente esclarecida e sensibilizada sobre os problemas ambientais.

    No entanto, tão importante quanto divulgar os dados científicos é possibilitar às pessoas o devido preparo emocional e a força de vontade para o enfrentamento da degradação ambiental. Nesse sentido, a comunicação da crise ecológica, seja ela feita pelos noticiários, relatórios técnicos ou livros didáticos, tem se mostrado eficiente como alerta, mas pouco promissora em seu potencial de mobilização.

    A atual crise ambiental já é um fator reconhecidamente impactante sobre a saúde mental das pessoas. A iminência de catástrofes climáticas, a perda gradativa dos recursos naturais e dos serviços ecossistêmicos e a incerteza da manutenção da vida no planeta tal como a conhecemos são alguns dos fatores que geram emoções como medo, ansiedade e desespero.

    Esse mal-estar causado pela crise ambiental se tornou um interesse específico da psicologia há menos de duas décadas.

    Classificada como um tipo de emoção moral, decorrente do cuidado inspirado pela crise ecológica, a ecoansiedade não se caracteriza necessariamente como um quadro patológico e sequer é considerada um transtorno mental. Na verdade, ela pode até agir como força motivadora de condutas pró-ambientais ou, contrariamente, pode atuar como fator paralisante e desmotivador.

    Diversos fatores psicossociais podem influenciar os efeitos da ecoansiedade sobre o indivíduo, e compreendê-los pode ajudar a minimizar seus impactos negativos e potencializar os positivos. Como é de se esperar, a ecoansiedade é mais frequente em pessoas que vivem em maior contato com a natureza, sobretudo aquelas afetadas diretamente por problemas ambientais, como enchentes, queimadas e escassez de recursos naturais.

    Outro grupo particularmente propenso à ecoansiedade é o de profissionais e militantes que atuam na área ambiental. A proximidade destes com os impactos ambientais, a frequência e profundidade com que acessam os dados científicos e uma tendência a maior sensibilidade em relação à temática ambiental são vistos como principais fatores de vulnerabilidade desse público à ecoansiedade.

    A faixa etária é outro importante fator de propensão à ecoansiedade, sendo mais frequente em crianças, adolescentes e jovens.

    Vale lembrar que outros fatores, como desigualdade intergeracional, precarização do trabalho e efeitos colaterais das redes sociais, agravam o quadro mental desse público, levando a índices atuais de ansiedade e depressão sem precedentes entre adolescentes e jovens adultos mundo afora.

    Por se tratar de um fenômeno relativamente recente, com consequências gerais ainda pouco compreendidas, ainda há pouca informação na literatura sobre como lidar com a ecoansiedade e, sobretudo, como evitar seu potencial efeito desmotivador na luta contra a crise ambiental.

    Estudiosos da ecoansiedade afirmam que o otimismo e a esperança realistas – isto é, quando não baseados em negação da realidade – estão entre os fatores que mais contribuem para a prática de comportamentos pró-ambientais. Nesse sentido, garantir que se mantenha uma perspectiva positiva no horizonte de possibilidades para o futuro é tarefa fundamental na luta contra a degradação ambiental.

Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/ecoansiedade-comoresposta-a-crise-ambiental/
No sétimo parágrafo, o pronome em destaque em “compreendê-los” refere-se a:
Alternativas
Q4351283 Português
Texto: ECOANSIEDADE COMO RESPOSTA À CRISE AMBIENTAL

Vinícius de Avelar São Pedro e Danielle Gonzalez


    “Temperatura média global é a maior desde o início das medições”. “Perda de biodiversidade se aproxima do ponto de não retorno”. “Incêndios batem recorde no Pantanal e na Amazônia”. “Temporada de tornados será a mais devastadora em décadas”. Manchetes como essas se tornaram cotidianas e, se por um lado, deixam clara a gravidade e urgência da atual crise ambiental, por outro, apontam para um cenário apocalíptico e desesperançoso.

    Por se tratar de uma crise global, cuja solução demanda transformações profundas nos  diferentes setores da sociedade, é de suma importância que a população seja devidamente esclarecida e sensibilizada sobre os problemas ambientais.

    No entanto, tão importante quanto divulgar os dados científicos é possibilitar às pessoas o devido preparo emocional e a força de vontade para o enfrentamento da degradação ambiental. Nesse sentido, a comunicação da crise ecológica, seja ela feita pelos noticiários, relatórios técnicos ou livros didáticos, tem se mostrado eficiente como alerta, mas pouco promissora em seu potencial de mobilização.

    A atual crise ambiental já é um fator reconhecidamente impactante sobre a saúde mental das pessoas. A iminência de catástrofes climáticas, a perda gradativa dos recursos naturais e dos serviços ecossistêmicos e a incerteza da manutenção da vida no planeta tal como a conhecemos são alguns dos fatores que geram emoções como medo, ansiedade e desespero.

    Esse mal-estar causado pela crise ambiental se tornou um interesse específico da psicologia há menos de duas décadas.

    Classificada como um tipo de emoção moral, decorrente do cuidado inspirado pela crise ecológica, a ecoansiedade não se caracteriza necessariamente como um quadro patológico e sequer é considerada um transtorno mental. Na verdade, ela pode até agir como força motivadora de condutas pró-ambientais ou, contrariamente, pode atuar como fator paralisante e desmotivador.

    Diversos fatores psicossociais podem influenciar os efeitos da ecoansiedade sobre o indivíduo, e compreendê-los pode ajudar a minimizar seus impactos negativos e potencializar os positivos. Como é de se esperar, a ecoansiedade é mais frequente em pessoas que vivem em maior contato com a natureza, sobretudo aquelas afetadas diretamente por problemas ambientais, como enchentes, queimadas e escassez de recursos naturais.

    Outro grupo particularmente propenso à ecoansiedade é o de profissionais e militantes que atuam na área ambiental. A proximidade destes com os impactos ambientais, a frequência e profundidade com que acessam os dados científicos e uma tendência a maior sensibilidade em relação à temática ambiental são vistos como principais fatores de vulnerabilidade desse público à ecoansiedade.

    A faixa etária é outro importante fator de propensão à ecoansiedade, sendo mais frequente em crianças, adolescentes e jovens.

    Vale lembrar que outros fatores, como desigualdade intergeracional, precarização do trabalho e efeitos colaterais das redes sociais, agravam o quadro mental desse público, levando a índices atuais de ansiedade e depressão sem precedentes entre adolescentes e jovens adultos mundo afora.

    Por se tratar de um fenômeno relativamente recente, com consequências gerais ainda pouco compreendidas, ainda há pouca informação na literatura sobre como lidar com a ecoansiedade e, sobretudo, como evitar seu potencial efeito desmotivador na luta contra a crise ambiental.

    Estudiosos da ecoansiedade afirmam que o otimismo e a esperança realistas – isto é, quando não baseados em negação da realidade – estão entre os fatores que mais contribuem para a prática de comportamentos pró-ambientais. Nesse sentido, garantir que se mantenha uma perspectiva positiva no horizonte de possibilidades para o futuro é tarefa fundamental na luta contra a degradação ambiental.

Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/ecoansiedade-comoresposta-a-crise-ambiental/
O trecho “como enchentes, queimadas e escassez de recursos naturais.” (7º parágrafo) expressa, com o termo anterior, uma relação coesiva de: 
Alternativas
Respostas
12281: E
12282: D
12283: B
12284: A
12285: E
12286: D
12287: C
12288: B
12289: D
12290: A
12291: A
12292: D
12293: C
12294: C
12295: D
12296: A
12297: A
12298: B
12299: D
12300: A