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Q4217874 Noções de Informática
A extensão de um arquivo indica o formato do seu conteúdo e qual aplicativo padrão deve ser utilizado para abri-lo. Considere os arquivos gastos_mensais.xlsx, contrato-de-seguranca.pdf e logotipo.png. A alternativa que lista corretamente, na ordem em que aparecem, os aplicativos indicados para abrir esses arquivos é:
Alternativas
Q4217870 Redes de Computadores
Considerando os conceitos de intranet e internet, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4217867 Noções de Informática
Considerando os atalhos de teclado do Sistema Operacional Windows 11 e do editor de textos Microsoft Word, analise as assertivas a seguir:
I. O atalho Ctrl + X, quando aplicado a um arquivo, apaga o arquivo, sendo totalmente equivalente à tecla Delete.
II. O atalho Ctrl + P, quando executado dentro do Microsoft Word, abre a janela de impressão.
III. O atalho Alt + Tab fecha a janela ou aplicativo ativo.
IV. O atalho Ctrl + Shift + C, quando executado dentro do Microsoft Word, cola o conteúdo da área de transferência, sendo sempre equivalente ao atalho Ctrl + V.
V. O atalho Win + I abre o painel de configurações do Windows.
Após análise, conclui-se que é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4217861 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.


12-16.png (333×340)

Quanto à morfossintaxe, ainda na oração “A minha mãe é braba pra caramba”, o termo em destaque:
Alternativas
Q4217860 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.


12-16.png (333×340)

Quanto ao sujeito e ao predicado, no segundo quadrinho da tirinha do Armandinho, a oração “A minha mãe é braba pra caramba” apresenta: 
Alternativas
Q4217859 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.


12-16.png (333×340)

A relação entre língua e cultura possibilita variações linguísticas que se adequam a diferentes contextos de uso da linguagem. Nessa perspectiva, pode-se afirmar que, na tirinha do Armandinho: 
Alternativas
Q4217858 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.


12-16.png (333×340)

No período “Tenho quase certeza de que ela é selvagem”, presente no terceiro quadrinho da tirinha do Armandinho, a oração em destaque classifica-se como:
Alternativas
Q4217852 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa

Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.

        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.

        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.

        E é justamente aí que mora o meu receio.

        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.

        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção.

        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.

        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.

        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.

        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.

        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.

        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/

A oração em destaque no excerto “[...] quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico [...]”, retirado do sexto parágrafo do texto, apresenta, em sua relação subordinada à oração seguinte, relação sintático-semântica de: 
Alternativas
Q4217848 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa

Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.

        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.

        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.

        E é justamente aí que mora o meu receio.

        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.

        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção.

        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.

        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.

        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.

        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.

        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.

        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/

No texto “O surto psicodélico da Copa”, a autora Neide Fischer problematiza que: 
Alternativas
Q4217070 Pedagogia
A avaliação na Educação Infantil deve estar articulada às especificidades dessa etapa da Educação Básica, considerando os processos de desenvolvimento e aprendizagem das crianças. Sobre esse tema, analise os itens a seguir:
01. Na Educação Infantil, a avaliação deve ocorrer por meio do acompanhamento contínuo do desenvolvimento da criança, utilizando registros, observaçôes e documentação pedagogica como instrumentos de reflexão sobre o processo educativo.
. Os registros avaliativos na Educação Infantil subsidiam o planejamento pedagogico, permitindo ao Professor reorganizar experiências, interações e propostas de aprendizagem em consonância com as necessidades e os percursos de desenvolvimento das crianças.
03. A avaliação na Educação Infantil tem caráter processual e qualitativo, não se destinando à promoção, retenção ou classiÍicação das crianças para acesso ao Ensino Fundamental.
A soma dos itens CORRETOS e: 
Alternativas
Q4217069 Pedagogia
Na etapa da Educação Infantil, o planejamento e a organização do espaço físico constituem elementos fundamentais do processo pedagógico. Com base nessa premissa, assinale a alternativa que expressa uma compreensão INADEQUADA do papel do espaço. 
Alternativas
Q4217068 Pedagogia
No contexto da inclusão escolar, o atendimento aos alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) deve estar fundamentado em práticas pedagogicas que promovam sua participação e a aprendizagem no ambiente escolar. Nesse sentido, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4217067 Pedagogia
Sobre o planejamento pedagogico no contexto da Educação Básica, analise a sentença abaixo:
O planejamento pedagógtco pode ser revisto e readequado ao longo do processo de ensino e aprendizagem, consíderando informações obtldas por meio do acompanhamento das atividades desenvolvidas e das necessidades educacionaís identíficadas (1ª parte). O planejamento pedagógíco constitui rrm processo íntenclona/ e contínuo de organização das ações educativas, articulando objetívos, conteúdos, metodologias e formas de avalíação em consonâncía com as fínalidades do enstno (2ª parte). A elaboração do planejamento pedagógico dispensa a análíse das característícas da turma e do contexto escolar, umd vez que a padronização das práticas didáticas assegura d uniformidade dos resultados educacionaís pretendldos (3ª parte).
A sentença está:
Alternativas
Q4217066 Pedagogia
No contexto do ensino de ciências, a prática pedagogica contemporânea busca transcender a mera transmissão de conteúdos para promover uma formação integral da criança. Diante disso, considere os seguintes itens sobre as estratégias e objetivos nessa etapa:
I. O ensino de ciências deve fomentar a alfabetização científica, concebida como um processo de enculturação que permite às crianças interpretar, questionar e agir sobre a realidade de maneira responsável e consciente.
II. A abordagem investigativa pressupõe a proposição de situações-problema que desafiem os alunos a mobilizar conhecimentos prévios, formular hipoteses e socializar resultados, consolidando o protagonismo discente no processo educativo.
III. A experimentação científica deve ser conduzida de modo a superar a reprodução mecânica de roteiros, priorizando a compreensão dos fenômenos e a construção de argumentações fundamentadas em evidências.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4217065 Pedagogia
No âmbito da fundamentação teorica de tvlagda Soares sobre as múltiplas facetas da alfabetização e do letramento, a faceta linguística ocupa um lugar de especificidade no processo de ensino-aprendizagem. Considerando essa perspectiva e o papel da escrita inventada na apropriação do sistema de escrita, assinale a alternativa que caracteriza CORRETAMENTE essa faceta.
Alternativas
Q4217064 Pedagogia
No contexto da profissão docente no que tange à didática, as práticas pedagogicas exigem a articulação entre os fundamentos teóricos e a ação em sala de aula para a promoção de uma aprendizagem qualitativa. Diante disso, analise as assertivas a seguir e julgue V, para as Verdadeiras, ou F, para as Falsas: 
( ) A didática contemporânea configura-se como um domínio científico que artícula intencionalmente objetivos e métodos, viabilizando a apropriação das experiências humanas historicamente sistematizadas por meio da dialogicidade e da participação ativa.
( ) A transposição didática profícua estabelece-se como um processo técnico que preserva a integridade axiomática dos saberes acadêmicos, garantindo que a atuação docente assegure a manutenção da exegese sistemática dos conteúdos programáticos estabelecidos nos documentos oficiais.
( ) O contrato didático consolidado opera como um mecanismo relacional que promove situações de devolução, transÍerindo ao educando a responsabilidade intelectual pelo enfrentamento de desafios e pela construção de inferências cognitivas autônomas.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4217063 Pedagogia
As metodologias ativas buscam converter o processo de ensino-aprendizagem em uma experiência dinâmica, retirando o foco da mera repetição e colocando a criança no centro da produção do conhecimento. Considerando as especificidades pedagogicas dessa etapa escolar, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE uma estratégia que utiliza o engajamento emocional para o desenvolvimento da linguagem e do pensamento crítico.
Alternativas
Q4217062 Pedagogia
Na etapa da Educação Infantil, o brincar constitui eixo estruturante das práticas pedagogicas, estando diretamente relacionado ao desenvolvimento integral da criança. A respeito dessa temática, analise as assertivas a seguir:
I. Brincadeiras coletivas favorecem o desenvolvimento da cooperação, do respeito às regras e da convivência social.
II. O brincar livre não interfere nos processos de aprendizagem, restringindo-se ao entretenimento infantil.
III. A interação com outras crianças no brincar possibilita o reconhecimento do outro e de si mesma.
Estão CORRETAS: 
Alternativas
Q4217061 Pedagogia
Considerando a obra Uma Lagarta Muito Comilona, de Eric Carle, assinale a alternativa que MELHOR expressa uma de suas principais características no contexto da literatura infantil.
Alternativas
Respostas
4961: C
4962: B
4963: C
4964: E
4965: C
4966: C
4967: B
4968: B
4969: B
4970: B
4971: D
4972: D
4973: A
4974: B
4975: D
4976: C
4977: A
4978: A
4979: B
4980: C