Foram encontradas 446.952 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4132446 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro.


Não há nada menos natural do que ler" para os seres humanos. É o que aponta a pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf — e isso não é, de forma alguma, algo ruim.

"A alfabetização é uma das maiores invenções da espécie humana", diz a especialista americana. Além de útil, é tão poderosa que transforma nossas mentes. "Ler literalmente muda o cérebro."

Mas o avanço da tecnologia e a proliferação das mídias digitais têm modificado profundamente a forma como lemos.

Apesar de estarmos lendo mais palavras do que nunca — uma média estimada de cerca de 100 mil por dia —, a maioria vem em pequenas pílulas nas telas de celulares e computadores, e muita coisa é lida "por alto".

Essas mudanças de hábito têm preocupado cientistas porque, entre outros motivos, a transformação de novas informações em conhecimento consolidado nos circuitos cerebrais requer múltiplas conexões com habilidades de raciocínio abstrato que muitas vezes faltam na leitura digital.

Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.

Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada.

O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

É uma invenção relativamente recente — "é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos", diz Wolf.

"Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento", ressalta a neurocientista.

"Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção", completa.

Essa transformação começa com cada novo leitor.

"A habilidade de ler não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro."

E isso abre portas para um novo mundo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo
Com base no texto, analise as afirmativas a seguir e identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4132445 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro.


Não há nada menos natural do que ler" para os seres humanos. É o que aponta a pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf — e isso não é, de forma alguma, algo ruim.

"A alfabetização é uma das maiores invenções da espécie humana", diz a especialista americana. Além de útil, é tão poderosa que transforma nossas mentes. "Ler literalmente muda o cérebro."

Mas o avanço da tecnologia e a proliferação das mídias digitais têm modificado profundamente a forma como lemos.

Apesar de estarmos lendo mais palavras do que nunca — uma média estimada de cerca de 100 mil por dia —, a maioria vem em pequenas pílulas nas telas de celulares e computadores, e muita coisa é lida "por alto".

Essas mudanças de hábito têm preocupado cientistas porque, entre outros motivos, a transformação de novas informações em conhecimento consolidado nos circuitos cerebrais requer múltiplas conexões com habilidades de raciocínio abstrato que muitas vezes faltam na leitura digital.

Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.

Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada.

O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

É uma invenção relativamente recente — "é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos", diz Wolf.

"Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento", ressalta a neurocientista.

"Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção", completa.

Essa transformação começa com cada novo leitor.

"A habilidade de ler não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro."

E isso abre portas para um novo mundo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo
Considerando as regras de concordância de acordo com a norma-padrão, analise as afirmativas a seguir:

I.No trecho 'estamos lendo mais palavras do que nunca', o verbo 'estar' apresenta sujeito implícito, indicando que o enunciador se inclui entre os leitores, o que determina a flexão verbal na primeira pessoa do plural como única forma de concordância possível nesse contexto.
II.Em 'a maioria vem em pequenas pílulas', o verbo 'vir' concorda adequadamente com o núcleo do sujeito 'maioria', devendo obrigatoriamente permanecer no singular.
III.No trecho 'as pessoas a seu redor conversam umas com as outras', o verbo 'conversar' concorda com o núcleo do sujeito 'pessoas', no plural, seguindo a regra geral de concordância verbal, em que o verbo flexiona em número e pessoa de acordo com o sujeito.
IV.Em 'não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler', o verbo 'existir' está no singular, pois pertence a uma oração sem sujeito, devendo permanecer na terceira pessoa do singular.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4132444 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro.


Não há nada menos natural do que ler" para os seres humanos. É o que aponta a pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf — e isso não é, de forma alguma, algo ruim.

"A alfabetização é uma das maiores invenções da espécie humana", diz a especialista americana. Além de útil, é tão poderosa que transforma nossas mentes. "Ler literalmente muda o cérebro."

Mas o avanço da tecnologia e a proliferação das mídias digitais têm modificado profundamente a forma como lemos.

Apesar de estarmos lendo mais palavras do que nunca — uma média estimada de cerca de 100 mil por dia —, a maioria vem em pequenas pílulas nas telas de celulares e computadores, e muita coisa é lida "por alto".

Essas mudanças de hábito têm preocupado cientistas porque, entre outros motivos, a transformação de novas informações em conhecimento consolidado nos circuitos cerebrais requer múltiplas conexões com habilidades de raciocínio abstrato que muitas vezes faltam na leitura digital.

Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.

Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada.

O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

É uma invenção relativamente recente — "é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos", diz Wolf.

"Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento", ressalta a neurocientista.

"Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção", completa.

Essa transformação começa com cada novo leitor.

"A habilidade de ler não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro."

E isso abre portas para um novo mundo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo
"Essas mudanças de hábito têm preocupado cientistas porque, entre outros motivos, a transformação de novas informações em conhecimento consolidado...".

Assinale a alternativa que apresenta o termo destacado com a mesma função sintática de 'Essas mudanças de hábito'.
Alternativas
Q4132443 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro.


Não há nada menos natural do que ler" para os seres humanos. É o que aponta a pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf — e isso não é, de forma alguma, algo ruim.

"A alfabetização é uma das maiores invenções da espécie humana", diz a especialista americana. Além de útil, é tão poderosa que transforma nossas mentes. "Ler literalmente muda o cérebro."

Mas o avanço da tecnologia e a proliferação das mídias digitais têm modificado profundamente a forma como lemos.

Apesar de estarmos lendo mais palavras do que nunca — uma média estimada de cerca de 100 mil por dia —, a maioria vem em pequenas pílulas nas telas de celulares e computadores, e muita coisa é lida "por alto".

Essas mudanças de hábito têm preocupado cientistas porque, entre outros motivos, a transformação de novas informações em conhecimento consolidado nos circuitos cerebrais requer múltiplas conexões com habilidades de raciocínio abstrato que muitas vezes faltam na leitura digital.

Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.

Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada.

O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

É uma invenção relativamente recente — "é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos", diz Wolf.

"Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento", ressalta a neurocientista.

"Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção", completa.

Essa transformação começa com cada novo leitor.

"A habilidade de ler não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro."

E isso abre portas para um novo mundo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo
"Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos."

No trecho todas as palavras estão grafadas corretamente. Os enunciados a seguir também apresentam palavras grafadas corretamente, exceto.
Alternativas
Q4132442 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro.


Não há nada menos natural do que ler" para os seres humanos. É o que aponta a pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf — e isso não é, de forma alguma, algo ruim.

"A alfabetização é uma das maiores invenções da espécie humana", diz a especialista americana. Além de útil, é tão poderosa que transforma nossas mentes. "Ler literalmente muda o cérebro."

Mas o avanço da tecnologia e a proliferação das mídias digitais têm modificado profundamente a forma como lemos.

Apesar de estarmos lendo mais palavras do que nunca — uma média estimada de cerca de 100 mil por dia —, a maioria vem em pequenas pílulas nas telas de celulares e computadores, e muita coisa é lida "por alto".

Essas mudanças de hábito têm preocupado cientistas porque, entre outros motivos, a transformação de novas informações em conhecimento consolidado nos circuitos cerebrais requer múltiplas conexões com habilidades de raciocínio abstrato que muitas vezes faltam na leitura digital.

Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.

Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada.

O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

É uma invenção relativamente recente — "é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos", diz Wolf.

"Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento", ressalta a neurocientista.

"Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção", completa.

Essa transformação começa com cada novo leitor.

"A habilidade de ler não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro."

E isso abre portas para um novo mundo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo
"Não há nada menos natural do que ler para os seres humanos. É o que aponta a pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf — e isso não é, de forma alguma, algo ruim."

Os pronomes demonstrativos são importantes mecanismos de coesão e coerência. Com base em seu uso no trecho, identifique a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4132441 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro.


Não há nada menos natural do que ler" para os seres humanos. É o que aponta a pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf — e isso não é, de forma alguma, algo ruim.

"A alfabetização é uma das maiores invenções da espécie humana", diz a especialista americana. Além de útil, é tão poderosa que transforma nossas mentes. "Ler literalmente muda o cérebro."

Mas o avanço da tecnologia e a proliferação das mídias digitais têm modificado profundamente a forma como lemos.

Apesar de estarmos lendo mais palavras do que nunca — uma média estimada de cerca de 100 mil por dia —, a maioria vem em pequenas pílulas nas telas de celulares e computadores, e muita coisa é lida "por alto".

Essas mudanças de hábito têm preocupado cientistas porque, entre outros motivos, a transformação de novas informações em conhecimento consolidado nos circuitos cerebrais requer múltiplas conexões com habilidades de raciocínio abstrato que muitas vezes faltam na leitura digital.

Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.

Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada.

O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

É uma invenção relativamente recente — "é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos", diz Wolf.

"Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento", ressalta a neurocientista.

"Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção", completa.

Essa transformação começa com cada novo leitor.

"A habilidade de ler não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro."

E isso abre portas para um novo mundo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo
Considerando a regência dos verbos presentes no texto-base, analise as afirmativas a seguir e identifique a incorreta.
Alternativas
Q4132314 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
 Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei n° 13.146/2015), ao tratar do direito à educação no art. 28, prevê a disponibilização de tradutores e intérpretes da Libras nos sistemas de ensino. No que se refere à atuação desses profissionais na educação básica, a legislação estabelece requisitos mínimos para o exercício da função. Com base nisso, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)Possuir ensino superior completo.
(__)Possuir certificado de proficiência na Libras.
(__)Possuir ensino médio completo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q4132313 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
 O Estatuto da Pessoa com Deficiência estabelece, entre os direitos relacionados à educação, a oferta do ensino da Libras, do Sistema Braille e do uso de recursos de tecnologia assistiva, com a finalidade de ampliar as habilidades funcionais dos estudantes, favorecendo sua autonomia e participação social. De acordo com essa legislação, tal incumbência compete:

I.Ao poder público.
II.Aos professores.
III.Aos pais ou responsáveis pelos estudantes.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4132312 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional estabelece, em seu art. 3º, os princípios que orientam o ensino no Brasil. Com base nesses princípios, assinale a alternativa CORRETA que apresenta um princípio previsto na legislação educacional brasileira.
Alternativas
Q4132311 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n° 9.394/1996), ao tratar da organização da educação nacional, estabelece, em seu art. 12, as incumbências dos estabelecimentos de ensino. Com base nesse dispositivo legal, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)Prover a recuperação dos alunos de acordo com seu rendimento.
(__)Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola.
(__)Baixar normas complementares para o seu sistema de ensino.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q4132310 Pedagogia
A inclusão escolar apresenta-se como um processo complexo e multifacetado, composto por diferentes variáveis que podem influenciar os resultados educacionais. Trata-se de um desafio que não envolve apenas a comunidade escolar, mas também a sociedade como um todo. Com base nesse tema, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4132309 Pedagogia
A Constituição Federal de 1988 estabelece princípios que orientam a organização e a oferta do ensino no Brasil. Com base nesses princípios constitucionais, julgue os itens a seguir:

I.Piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública e privada, nos termos de lei federal.
II.Garantia do direito à educação e à aprendizagem durante a permanência do estudante na educação básica.
III.Garantia de padrão de qualidade.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4132308 Pedagogia
De acordo com o Manual de orientação: programa de implantação de salas de recursos multifuncionais e com a Resolução CNE/CEB nº 04/2009, art. 10, o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola de ensino regular deve institucionalizar a oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Relacione a coluna I à coluna II.

Coluna I

1.Plano do AEE.
2.Sala de recursos multifuncionais.
3.Outros profissionais da educação.
4.Redes de apoio.

Coluna II

(__)Contempla a identificação das necessidades educacionais específicas dos estudantes, os recursos necessários e as atividades a serem desenvolvidas.
(__)Favorece a articulação com a formação profissional, o desenvolvimento de pesquisas, o acesso a serviços e outros recursos que potencializem o atendimento.
(__)Contribuem para a acessibilidade, a comunicação e o apoio às necessidades específicas dos estudantes no contexto escolar.
(__)Reúne recursos pedagógicos, materiais de acessibilidade e equipamentos que auxiliam o desenvolvimento das atividades especializadas.

Correlacione as colunas I e II, e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4132307 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência define tecnologia assistiva como produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que têm como objetivo promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que NÃO se refere a um equipamento de tecnologia assistiva.
Alternativas
Q4132306 Português
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) compreende a oferta de recursos, serviços e estratégias pedagógicas voltadas à promoção da acessibilidade e à eliminação de barreiras no processo de escolarização. Ao longo de todo o percurso escolar, esse atendimento deve estar (X) à proposta pedagógica do ensino comum. Assinale a alternativa que substitui corretamente o termo (X). 
Alternativas
Q4132305 Pedagogia
A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em parceria com o Ministério da Saúde e com apoio do Ministério da Educação, investigou a saúde de adolescentes de 13 a 17 anos matriculados do 7º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio. Entre os resultados, 12,0% dos estudantes relataram ter praticado bullying no ambiente escolar, enquanto 23,0% afirmaram ter se sentido ofendidos ou humilhados por colegas nos 30 dias anteriores à pesquisa. Entre os principais motivos apontados, destacaram-se a aparência do corpo, a aparência do rosto e questões relacionadas à cor ou raça.

Fonte: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão. Bullying e convivência escolar: entendendo o fenômeno e os caminhos para uma cultura de paz. 1. ed. Curitiba, 2025.

Sobre o enfrentamento ao bullying, julgue as alternativas abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

(__)O enfrentamento do bullying no ambiente escolar envolve, entre outros aspectos, o reconhecimento de preconceitos estruturais presentes na sociedade, como racismo, discriminação de gênero e outras formas de intolerância.
(__)As situações que envolvem bullying devem ser tratadas como conflitos interpessoais entre estudantes, sem a devida visibilidade aos agressores ou a devida importância aos fatos ocorridos.
(__)A prevenção e o enfrentamento das violências no contexto escolar demandam ações articuladas e políticas públicas voltadas à promoção da cidadania, do respeito à diversidade e da construção de ambientes mais inclusivos.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo. 
Alternativas
Q4132304 Pedagogia
As Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) na Educação Básica, modalidade Educação Especial, estabelecidas pela Resolução do Conselho Nacional de Educação, por meio da Câmara de Educação Básica (CNE/CEB) nº 04/2009, definem como aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo aos estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida, favorecendo a utilização de materiais didáticos e pedagógicos, espaços, mobiliários, equipamentos, sistemas de comunicação e demais serviços:
Alternativas
Q4132303 Pedagogia
Durante uma avaliação de matemática, Fernando demonstrou sinais de ansiedade, apresentou ritmo de execução mais lento em comparação aos demais colegas e, em diversas situações, utilizou os dedos como apoio para realizar contagens. Além disso, a professora observou que o estudante apresentava desempenho superior nas habilidades verbais quando comparado às habilidades não verbais. Diante desses indícios, a docente da classe comum solicitou apoio da equipe do Atendimento Educacional Especializado (AEE), com o objetivo de realizar observações pedagógicas mais sistemáticas e orientar a família quanto à necessidade de investigação especializada.

Com base na situação apresentada, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a hipótese inicial a ser investigada.
Alternativas
Q4132302 Direitos Humanos
O Decreto nº 6.949/2009, que internaliza no ordenamento jurídico brasileiro a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, apresenta importantes considerações relacionadas à dignidade, à proteção e à garantia de direitos das pessoas com deficiência. Entre esses aspectos, o documento destaca a maior exposição desse grupo a situações de violência, negligência, abuso e exploração, tanto no ambiente doméstico quanto em outros espaços sociais. Com base nas disposições do referido decreto, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)Reconhece que mulheres e meninas com deficiência estão frequentemente expostas a maiores riscos, tanto no ambiente doméstico quanto fora dele, de sofrer violência, lesões, abuso, negligência, maus-tratos ou exploração.
(__)Estabelece como objetivo promover, proteger e assegurar o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência, bem como promover o respeito por sua dignidade inerente.
(__)Define como objetivo da Convenção, o respeito pela dignidade inerente, pela autonomia individual, inclusive a liberdade de fazer as próprias escolhas, e pela independência das pessoas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q4132301 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A educação inclusiva resulta de movimentos sociais, políticos, culturais e educacionais que defendem o direito de todos à aprendizagem, por meio de práticas pedagógicas que valorizem a diversidade e combatam qualquer forma de discriminação. Considerando os princípios das práticas pedagógicas inclusivas, julgue os itens a seguir:

I.A adaptação de instrumentos avaliativos, como a ampliação do tempo de prova ou a realização da avaliação em ambiente separado, já é suficiente, para garantir a efetivação da educação inclusiva.
II.As escolas devem considerar as características individuais e as necessidades de aprendizagem de cada estudante, favorecendo estratégias pedagógicas mais acessíveis e equitativas.

Com base na análise dos itens, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
3621: D
3622: C
3623: A
3624: C
3625: C
3626: B
3627: B
3628: A
3629: B
3630: B
3631: C
3632: A
3633: D
3634: A
3635: D
3636: A
3637: D
3638: B
3639: D
3640: B