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Q4044841 Noções de Informática
No exercício de suas atividades, servidores públicos utilizam navegadores de internet para acesso simultâneo a sistemas institucionais, consulta a legislações e elaboração de documentos, sendo comum o uso de múltiplas guias e diferentes modos de navegação no Google Chrome. Considerando as funcionalidades relacionadas ao gerenciamento de guias e ao modo de navegação anônima, analise as partes que seguem:

(1a parte): Uma guia pode ser destacada da janela original e convertida em uma nova janela independente por meio de ação de arraste.
(2a parte): Ao ativar o modo anônimo, todas as guias previamente abertas em janelas comuns são automaticamente migradas para esse modo.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4044840 Noções de Informática
No Microsoft Word 365, os modos de exibição permitem ao usuário visualizar o documento sob diferentes perspectivas, conforme a finalidade desejada. Dentre esses modos, o Layout da Web apresenta o conteúdo de forma semelhante à exibida em navegadores, sendo especialmente útil para leitura em ambiente digital. Com base nesse recurso, analise as assertivas a seguir:

I. O modo Layout da Web elimina a divisão por páginas, apresentando o conteúdo de forma contínua.
II. Nesse modo, o conteúdo e ajustado automaticamente à largura da janela de visualização.
III. O modo Layout da Web converte automaticamente o documento em uma página HTML.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4044839 Noções de Informática
No Microsoft Word 365, um servidor público está formatando um documento oficial e precisa configurar margens que permitam maior espaço para anotações e encadernação. Para isso, opta pela configuração de margens Larga, disponível nas opções de layout de página. Diante disso, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE as características dessa configuração. 
Alternativas
Q4044833 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

    Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, ern busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

    Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

    Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão proximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

    A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

    Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).
A respeito de aspectos gramaticais presentes em trechos do texto, analise as assertivas a seguir.

I. Em A quietude do instante me abraça, o pronome oblíquo átono me exerce função de objeto direto da forma verbal.
II. Em Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia, a expressão Ao visitar a biblioteca indica circunstância temporal e apresenta verbo em forma nominal.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4044832 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

    Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, ern busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

    Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

    Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão proximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

    A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

    Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).
A análise de elementos linguísticos em contexto exige atenção às funções sintáticas e aos valores assumidos pelas palavras no interior do enunciado. Com base em trechos do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4044831 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

    Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, ern busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

    Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

    Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão proximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

    A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

    Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).
No período Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano, o emprego dos dois-pontos justifica-se por introduzir: 
Alternativas
Q4044830 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

    Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, ern busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

    Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

    Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão proximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

    A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

    Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).
No trecho Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão, a posição do pronome oblíquo átono em relação à forma verbal exemplifica um caso de:
Alternativas
Q4044829 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

    Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, ern busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

    Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

    Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão proximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

    A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

    Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).

No período Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, a oração iniciada por se completa o sentido de uma forma verbal anterior, desempenhando função sintática propria de ____________.

Por isso, classifica-se como oração subordinada substantiva _______________.


Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?

Alternativas
Q4044827 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

    Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, ern busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

    Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

    Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão proximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

    A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

    Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).
No trecho A quietude do instante me abraça, a construção verbal projeta um efeito expressivo que ultrapassa a literalidade, atribuindo ação a um elemento abstrato. Nesse contexto, a figura de linguagem predominante e a recurso por meio do qual se confere traço de ser animado a realidade não humana ou não concreta.
Qual alternativa preenche, CORRETATVENTE, a lacuna acima?
Alternativas
Q4044826 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

    Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, ern busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

    Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

    Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão proximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

    A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

    Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).
A afirmação final - Desconheço a orfandade. Sou uma multidão - condensa sentidos disseminados ao longo do texto. No contexto da crônica, essa passagem sugere, sobretudo, que o eu enunciador: 
Alternativas
Q4044825 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

    Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, ern busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

    Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

    Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão proximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

    A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

    Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).
No trecho em que o narrador afirma que Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual, a felicidade e apresentada como:
Alternativas
Q4044824 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

    Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, ern busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

    Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

    Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão proximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

    A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

    Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).
Ao longo da crônica, a evocação de imagens da natureza, da memória afetiva e da interioridade não se organiza como mera enumeração contemplativa, mas como eixo de uma visão de mundo. Assim, é CORRETO afirmar que o texto constrói, predominantemente, a ideia de que:
Alternativas
Q4044793 Nutrição
Análise as partes que seguem: As normativas da alimentação escolar determinam restrições rigorosas sobre a oferta de açúcares (refinado, cristal, mascavo, etc.). A adição de açúcar, mel ou adoçantes é proibida nas preparações para crianças de até três anos de idade (1a parte). Essa medida visa prevenir a obesidade infantil, a cárie dentária e ajudar a construir hábitos alimentares saudáveis (2a parte). Além disso, para essa mesma faixa etária, também é totalmente proibida a oferta de alimentos ultraprocessados nas refeições escolares (3a parte).

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4044791 Saúde Pública
Para que as verduras e legumes crus sejam consumidos com segurança na merenda, as técnicas básicas de pré-preparo devem incluir etapas rigorosas de higienização. Diante disso, analise as assertivas abaixo:

I. Deve-se selecionar os vegetais, retirando previamente as folhas soltas e as partes deterioradas.
II. As verduras folhosas devem ser lavadas, folha a folha, em água corrente antes do processo de desinfecção.
III. Para a desinfecção, deve-se deixar de molho em solução clorada pelo tempo adequado e depois enxaguar com água potável.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4044789 Português
Analise as partes que seguem: O trabalho na cozinha escolar exige atenção constante. A Merendeira e responsável por receber e armazenar os alimentos destinados à merenda de forma a conservá-los em perfeito estado (1a parte). Alem disso, deve observar o aspecto dos alimentos antes e depois de sua preparação, quanto ao cheiro, cor e sabor (2a parte). Por fim, deve abrir apenas as embalagens para o consumo do dia, guardando bem fechadas as que não forem utilizadas totalmente (3a parte).

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4044768 Pedagogia
No que tange às metodologias ativas, a cultura maker, quando integrada nas práticas pedagógicas, propõe uma mudança de paradigma na relação entre o sujeito e o objeto de conhecimento. Nessa perspectiva, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE a essência da metodologia maker no processo de aprendizagem.
Alternativas
Q4044767 Pedagogia
Sobre o Projeto Político-Pedagógico, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) O Projeto Político-Pedagógico não é uma peça burocrática e sim um instrumento de gestão e de compromisso político e pedagógico coletivo. Não é feito para ser mandado para alguém ou algum setor, mas sim para ser usado como referência para as lutas da escola. É um resumo das condições e funcionamento da escola e, ao mesmo tempo, um diagnóstico seguido de compromissos aceitos e firmados pela escola consigo mesma - sob o olhar atento do poder público.
( ) O Projeto Político-Pedagógico é a materialização da identidade da instituição e, por essa razão, deve ser construído de forma democrática, com a participação da comunidade escolar de forma mais transparente possível.
( ) O Projeto Político-Pedagógico tem como finalidade orientar o trabalho cotidiano realizado na escola, em suas dimensões pedagógica, administrativa e financeira. Essas esferas são faces dissociáveis da gestão escolar, elemento responsável pela articulação e implementação da proposta pedagógica da escola.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, os parênteses acima, na ordem em que aparecem? 
Alternativas
Q4044766 Português

A respeito dos gêneros textuais orais e escritos, marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4044764 Pedagogia
A respeito da inclusão escolar, analise a sentença abaixo:
A inclusão diz respeito a todos os alunos, e não somente a alguns. Ela envolve uma mudança de cultura e de organização da escola para assegurar acesso e participação para todos os alunos que a frequentam regularmente e para aqueles que agora estão em serviço segregado, mas que podem retornar à escola em algum momento (1ª parte). Os anos de 1980 foram considerados décadas dos tratados. Originaram-se as primeiras declarações e tratados defendendo o processo inclusivo (2ª parte). A partir desses resultados, nos anos 90, surgem os primeiros movimentos que apontavam para um novo paradigma educacional, desta vez a "Inclusão", no sentido da palavra que significa fazer parte de, não só estar na escola fisicamente, mas participar efetivamente das experiências pedagógicas, integrar e socializar-se com os demais alunos, além de aprender segundo suas potencialidades e limitações (3ª parte).
A sentença está: 
Alternativas
Q4044761 Pedagogia
Neste estágio do desenvolvimento cognitivo, de acordo com Jean Piaget, as crianças adquirem a capacidade de realizar operações mentais reversíveis, ou seja, são capazes de pensar em ações e operações que podem ser desfeitas ou revertidas. Isso significa que elas conseguem entender que uma quantidade de líquido, por exemplo, permanece a mesma, mesmo que seja transferida de um recipiente para outro. A descrição acima é compatível com qual etapa do desenvolvimento cognitivo?
Alternativas
Respostas
1021: A
1022: B
1023: C
1024: B
1025: C
1026: D
1027: C
1028: D
1029: A
1030: C
1031: B
1032: D
1033: D
1034: E
1035: C
1036: A
1037: E
1038: C
1039: A
1040: D