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Q4026953 Pedagogia
O planejamento docente, enquanto instrumento de organização da ação pedagógica, transcende a mera listagem de conteúdos curriculares ao articular os objetivos de aprendizagem com a realidade do contexto escolar. Sob esta perspectiva, é CORRETO afirmar que o ato de planejar constitui-se como: 
Alternativas
Q4026952 Pedagogia

Sobre a educação inclusiva no que tange ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), analise a sentença abaixo:


Cada aluno autista tem seu próprio conjunto de habilidades, desafios e formas de aprender, avaliar essas necessidades é o ponto de partida para definir como o ensino pode ser adaptado (1a parte). Textos longos e questões muito subjetivas, por exemplo, podem ser obstáculos para muitos desses alunos. Compreender o que funciona para cada aluno com TEA é essencial para uma abordagem mais assertiva e respeitosa (2a parte).


A sentença está: 

Alternativas
Q4026951 Pedagogia
Sobre o lúdico na educação, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:
(  ) O movimento lúdico, simultaneamente, torna-se fonte prazerosa de conhecimento, pois nele a criança constrói classificações, elabora sequências logicas, desenvolve o psicomotor e a afetividade e amplia conceitos das várias áreas da ciência.
(  ) As atividades lúdicas na escola, melhoram a forma como as crianças se comunicam e expressam o que sentem.
(  ) O lúdico deve ser sempre praticado pelas escolas sob o viés educativo e pedagógico em detrimento do caráter divertido e recreativo para o desenvolvimento da criança.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 
Alternativas
Q4026950 Pedagogia

Este tipo de avaliação constitui-se num levantamento das capacidades dos estudantes em relação aos conteúdos a serem abordados, com essa avaliação, procura-se identificar as aptidões iniciais, necessidades e interesses dos estudantes com vistas a determinar as estratégias de ensino mais adequadas.


A descrição supracitada e compatível com o tipo de avaliação: 

Alternativas
Q4026947 Pedagogia
Sobre o Projeto Político-Pedagógico (PPP), analise as assertivas a seguir:
I. Toda a comunidade escolar e a comunidade local são envolvidas no processo de elaboração do projeto político pedagógico da escola, tendo, assim, a conscientização de que estão constituindo um compromisso com um projeto de emancipação social que instrumentaliza a população para o exercício da cidadania, cuja finalidade e o direito da educação pública, gratuita e de qualidade.
II. O Projeto Político-Pedagógico (PPP) ocupa um papel central na construção de processos de participação e, portanto, na implementação de uma Gestão Democrática.
III. O Projeto Político-Pedagógico (PPP), é um documento que define diretrizes, metas e métodos para que a instituição de ensino consiga atingir os objetivos a que se propõe. O PPP visa melhorar a capacidade de ensino da escola como uma entidade inserida em uma sociedade democrática e de interações políticas.
Estão CORRETAS: 
Alternativas
Q4026946 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece competências gerais que norteiam a educação básica brasileira. No que tange à competência "Repertório Cultural", assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE seu proposito pedagógico. 
Alternativas
Q4026944 Segurança e Saúde no Trabalho
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), têm como objetivo proteger o profissional de se ferir em casos de acidentes, ou protege-lo de danos à saúde, causados pelo manuseio de alguma ferramenta. Qual das alternativas abaixo não se trata de um EPI? 
Alternativas
Q4026942 Segurança e Saúde no Trabalho
Ao trabalhar em um local com bastante poeira, qual EPI (Equipamento de Proteção Individual) deve-se usar para prevenir problemas respiratórios? 
Alternativas
Q4026934 Redes de Computadores
O protocolo que é usado para navegação em sites da internet funciona como uma conexão entre o cliente (navegador) e o servidor (site). O navegador envia um pedido de acesso a uma página, o servidor retorna uma resposta de permissão de acesso e, juntamente com ela, são enviados os arquivos da página que o usuário deseja acessar. O protocolo mencionado é denominado 
Alternativas
Q4026933 Redes de Computadores
A intranet, de acordo com os conceitos de redes de computadores, é definida como uma rede privada que utiliza tecnologias da internet (como TCP/IP), permitindo o compartilhamento de informações apenas entre usuários autorizados dentro de uma organização. Com base nesse assunto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4026932 Segurança da Informação
A segurança da informação é baseada em princípios fundamentais, que garantem a proteção dos dados em ambientes digitais. No caso hipotético de um usuário acessar um sistema corporativo utilizando login e senha, garantindo que a sua identidade seja validada antes de ter acesso às informações, a qual pilar da segurança da informação esse cenário está diretamente relacionado? 
Alternativas
Q4026931 Noções de Informática
O Google Chrome é um navegador desenvolvido pelo Google, conhecido por sua velocidade, segurança e integração com diversos serviços on-line. Com base em suas funcionalidades, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4026929 Noções de Informática
Um usuário precisa enviar um e-mail para vários destinatários, mas deseja que os endereços de e-mail não sejam visíveis entre eles. Qual campo deve ser utilizado para essa finalidade? 
Alternativas
Q4026928 Noções de Informática
Analise as afirmativas a seguir sobre os cookies utilizados durante a navegação na internet, e classifique-as em verdadeiras (V) ou falsas (F): 

( ) Os cookies são pequenos arquivos armazenados no navegador do usuário. ( ) Os cookies podem ser utilizados para lembrar preferências e dados de login. ( ) Os cookies são prejudiciais e, em algumas vezes, classificados como vírus. ( ) Os cookies podem ser utilizados para rastrear o comportamento do usuário na web. ( ) A exclusão de cookies pode fazer com que o usuário precise fazer login novamente em sites.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo: 
Alternativas
Q4026927 Segurança da Informação
De acordo com especialistas em segurança digital, diversas ameaças cibernéticas representam riscos constantes para usuários e organizações. Considere que um usuário recebe um e-mail aparentemente de seu banco solicitando que clique em um link e informe os seus dados pessoais para “atualização cadastral”. Após clicar, o usuário é direcionado a um site falso, que imita o original. Esse tipo de ameaça é conhecido por 
Alternativas
Q4026926 Noções de Informática
As redes sociais são ambientes virtuais que permitem a interação entre pessoas, empresas e organizações por meio do compartilhamento de conteúdo e da comunicação on-line. Com base nesse assunto, analise as afirmativas a seguir: 

I- As redes sociais permitem o compartilhamento de informações como textos, imagens e vídeos. II- As redes sociais, indistintamente, possuem o mesmo objetivo e público-alvo. III- As redes sociais podem ser utilizadas tanto para fins pessoais quanto profissionais. IV- As redes sociais limitam-se apenas à comunicação entre amigos.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q4026925 Redes de Computadores
Avalie as proposições a seguir sobre os protocolos de manipulação de e-mails:

I- É um protocolo utilizado para troca de mensagens eletrônicas. Funciona da seguinte forma: um servidor de e-mail recebe e armazena as mensagens; o cliente autentica-se ao servidor da caixa postal para poder acessar e ler as mensagens.

II- É um protocolo comumente utilizado para transferir e-mails de um servidor para outro, em conexão ponto a ponto. As mensagens são capturadas e enviadas ao protocolo, que as encaminha aos destinatários finais, em um processo automatizado e quase instantâneo. O usuário não tem autorização para realizar o download das mensagens no servidor.

III- É um protocolo de recebimento de e-mail que sincroniza mensagens diretamente no servidor, permitindo acesso em tempo real por múltiplos dispositivos (celular, computador, tablet). As alterações, como ler ou excluir, são refletidas em todos os locais, logo é ideal para quem usa mais de um aparelho.


A sequência CORRETA dos protocolos mencionados, considerando-os de cima para baixo, é:  
Alternativas
Q4026921 Português
Texto 01


Fazer nada


    A manhã está do jeito que eu gosto. Céu azul, ventinho frio. Logo bem cedinho convidou-me a fazer nada. Dar uma caminhada – não por razões de saúde, mas por puro prazer. Os ipês-rosa floriram antes do tempo – vocês já notaram? E não existe coisa mais linda que uma copa de ipê contra o céu azul. Cessam todos os pensamentos ansiosos e a gente fica possuído por pura gratidão de que a vida seja tão generosa em coisas belas. Ali, debaixo do ipê, não há nada que eu possa fazer. Não há nada que eu deva fazer. Qualquer ação minha seria supérflua. Pois como poderia eu melhorar o que já é perfeito?
    Lembro-me das minhas primeiras lições de filosofia, de como eu me ri quando li que, para o Taoísmo, a felicidade suprema é aquilo a que dão o nome de Wu-Wei, fazer nada. Achei que eram doidos. Porque, naqueles tempos, eu era um ser ético que julgava que a ação era a coisa mais importante. Ainda não havia aprendido as lições do Paraíso – que quando se está diante da beleza só nos resta...fazer nada, gozar a felicidade que nos é oferecida.
    Queria perguntar aos ipês das razões do seu equívoco. Será que, por acaso, não possuíam uma agenda? Pois, se possuíssem, saberiam que floração de ipê está agendada somente para o mês de julho. Qualquer um que preste atenção nos tempos da natureza sabe disto. Mas antes que fizesse minha pergunta tola ouvi, dentro de mim, a resposta que me dariam. Responderiam citando o místico medieval Ângelus Silésius, que dizia que as flores não têm porquês; florescem porque florescem. Pensei que seria bom se também nós fôssemos como as plantas, que nossas ações fossem um puro transbordar de vitalidade, uma pura explosão de uma beleza que cresceu por dentro e não mais por ser guardada. Sem razões, por puro prazer.
      Mas aí olho para a mesa e um livro de capa verde me lembra que não vivo no Paraíso, que não tenho o direito de viver pelo prazer. Há deveres que me esperam. O que todos pedem de mim não é que eu floresça, como os ipês, mas que eu cumpra os meus deveres – muito embora eles me levem para bem longe da minha felicidade. Pois dever é isto: aquela voz que grita mais alto que minhas flores não nascidas – os meus desejos – e me obriga a fazer o que não quero. Pois, se eu quisesse, ela não precisaria gritar. Eu faria por puro prazer. E se grita, para me obrigar à obediência, é porque o que o dever ordena não é aquilo que a alma pede. Daí a sabedoria de dois versos de Fernando Pessoa. Primeiro, aquele em que diz: Ah, a frescura na face de não cumprir um dever! Desavergonhado, irresponsável, corruptor da juventude, deveria ser obrigado a tomar cicuta, como Sócrates! Não é nada disto. Ele só diz a verdade: só podemos ser felizes quando formos como os ipês; quando florescemos porque florescemos; quando ninguém nos ordena o que fazer, e o que fazemos é só um filho do prazer. E o outro verso, aquele em que diz que somos o intervalo entre o nosso desejo e aquilo que o desejo dos outros fez de nós. [...]


Fonte: ALVES, Rubem. Fazer nada. Disponível em: https://rubemalvesdois.wordpress.com/. Acesso em: 14 mar. 2026. 
Sobre a passagem “Há deveres que me esperam.”, analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a sua estrutura linguística de composição. 

I- O verbo “há” foi usado como impessoal, por isso se encontra no singular. II- O pronome relativo “que” foi usado para retomar o termo anterior “deveres” III- O verbo “esperam” foi usado no plural para concordar com o termo “deveres”. IV- O pronome “me” foi usado em posição proclítica porque a palavra “que” é atrativa. V- O pronome oblíquo átono “me” foi usado como complemento do verbo “esperam”.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q4026920 Português
Texto 01


Fazer nada


    A manhã está do jeito que eu gosto. Céu azul, ventinho frio. Logo bem cedinho convidou-me a fazer nada. Dar uma caminhada – não por razões de saúde, mas por puro prazer. Os ipês-rosa floriram antes do tempo – vocês já notaram? E não existe coisa mais linda que uma copa de ipê contra o céu azul. Cessam todos os pensamentos ansiosos e a gente fica possuído por pura gratidão de que a vida seja tão generosa em coisas belas. Ali, debaixo do ipê, não há nada que eu possa fazer. Não há nada que eu deva fazer. Qualquer ação minha seria supérflua. Pois como poderia eu melhorar o que já é perfeito?
    Lembro-me das minhas primeiras lições de filosofia, de como eu me ri quando li que, para o Taoísmo, a felicidade suprema é aquilo a que dão o nome de Wu-Wei, fazer nada. Achei que eram doidos. Porque, naqueles tempos, eu era um ser ético que julgava que a ação era a coisa mais importante. Ainda não havia aprendido as lições do Paraíso – que quando se está diante da beleza só nos resta...fazer nada, gozar a felicidade que nos é oferecida.
    Queria perguntar aos ipês das razões do seu equívoco. Será que, por acaso, não possuíam uma agenda? Pois, se possuíssem, saberiam que floração de ipê está agendada somente para o mês de julho. Qualquer um que preste atenção nos tempos da natureza sabe disto. Mas antes que fizesse minha pergunta tola ouvi, dentro de mim, a resposta que me dariam. Responderiam citando o místico medieval Ângelus Silésius, que dizia que as flores não têm porquês; florescem porque florescem. Pensei que seria bom se também nós fôssemos como as plantas, que nossas ações fossem um puro transbordar de vitalidade, uma pura explosão de uma beleza que cresceu por dentro e não mais por ser guardada. Sem razões, por puro prazer.
      Mas aí olho para a mesa e um livro de capa verde me lembra que não vivo no Paraíso, que não tenho o direito de viver pelo prazer. Há deveres que me esperam. O que todos pedem de mim não é que eu floresça, como os ipês, mas que eu cumpra os meus deveres – muito embora eles me levem para bem longe da minha felicidade. Pois dever é isto: aquela voz que grita mais alto que minhas flores não nascidas – os meus desejos – e me obriga a fazer o que não quero. Pois, se eu quisesse, ela não precisaria gritar. Eu faria por puro prazer. E se grita, para me obrigar à obediência, é porque o que o dever ordena não é aquilo que a alma pede. Daí a sabedoria de dois versos de Fernando Pessoa. Primeiro, aquele em que diz: Ah, a frescura na face de não cumprir um dever! Desavergonhado, irresponsável, corruptor da juventude, deveria ser obrigado a tomar cicuta, como Sócrates! Não é nada disto. Ele só diz a verdade: só podemos ser felizes quando formos como os ipês; quando florescemos porque florescemos; quando ninguém nos ordena o que fazer, e o que fazemos é só um filho do prazer. E o outro verso, aquele em que diz que somos o intervalo entre o nosso desejo e aquilo que o desejo dos outros fez de nós. [...]


Fonte: ALVES, Rubem. Fazer nada. Disponível em: https://rubemalvesdois.wordpress.com/. Acesso em: 14 mar. 2026. 
Considere a passagem “A manhã está do jeito que eu gosto. Céu azul, ventinho frio. Logo bem cedinho convidou-me a fazer nada.”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista o sufixo “-inho” presente na formação das palavras “ventinho” e “cedinho”. 

I- Nas palavras “ventinho” e “cedinho”, o sufixo “-inho” indica diminutivo. II- Na palavra “ventinho”, o sufixo “-inho” sugere uma ideia de suavidade. III- Na palavra “cedinho”, o sufixo “-inho” insere uma ideia de intensidade. IV- Nas palavras “ventinho” e “cedinho”, o sufixo “-inho” indica depreciação. V- Nas palavras “ventinho” e “cedinho”, o sufixo “-inho” contrói uma ironia.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q4026919 Português
Texto 01


Fazer nada


    A manhã está do jeito que eu gosto. Céu azul, ventinho frio. Logo bem cedinho convidou-me a fazer nada. Dar uma caminhada – não por razões de saúde, mas por puro prazer. Os ipês-rosa floriram antes do tempo – vocês já notaram? E não existe coisa mais linda que uma copa de ipê contra o céu azul. Cessam todos os pensamentos ansiosos e a gente fica possuído por pura gratidão de que a vida seja tão generosa em coisas belas. Ali, debaixo do ipê, não há nada que eu possa fazer. Não há nada que eu deva fazer. Qualquer ação minha seria supérflua. Pois como poderia eu melhorar o que já é perfeito?
    Lembro-me das minhas primeiras lições de filosofia, de como eu me ri quando li que, para o Taoísmo, a felicidade suprema é aquilo a que dão o nome de Wu-Wei, fazer nada. Achei que eram doidos. Porque, naqueles tempos, eu era um ser ético que julgava que a ação era a coisa mais importante. Ainda não havia aprendido as lições do Paraíso – que quando se está diante da beleza só nos resta...fazer nada, gozar a felicidade que nos é oferecida.
    Queria perguntar aos ipês das razões do seu equívoco. Será que, por acaso, não possuíam uma agenda? Pois, se possuíssem, saberiam que floração de ipê está agendada somente para o mês de julho. Qualquer um que preste atenção nos tempos da natureza sabe disto. Mas antes que fizesse minha pergunta tola ouvi, dentro de mim, a resposta que me dariam. Responderiam citando o místico medieval Ângelus Silésius, que dizia que as flores não têm porquês; florescem porque florescem. Pensei que seria bom se também nós fôssemos como as plantas, que nossas ações fossem um puro transbordar de vitalidade, uma pura explosão de uma beleza que cresceu por dentro e não mais por ser guardada. Sem razões, por puro prazer.
      Mas aí olho para a mesa e um livro de capa verde me lembra que não vivo no Paraíso, que não tenho o direito de viver pelo prazer. Há deveres que me esperam. O que todos pedem de mim não é que eu floresça, como os ipês, mas que eu cumpra os meus deveres – muito embora eles me levem para bem longe da minha felicidade. Pois dever é isto: aquela voz que grita mais alto que minhas flores não nascidas – os meus desejos – e me obriga a fazer o que não quero. Pois, se eu quisesse, ela não precisaria gritar. Eu faria por puro prazer. E se grita, para me obrigar à obediência, é porque o que o dever ordena não é aquilo que a alma pede. Daí a sabedoria de dois versos de Fernando Pessoa. Primeiro, aquele em que diz: Ah, a frescura na face de não cumprir um dever! Desavergonhado, irresponsável, corruptor da juventude, deveria ser obrigado a tomar cicuta, como Sócrates! Não é nada disto. Ele só diz a verdade: só podemos ser felizes quando formos como os ipês; quando florescemos porque florescemos; quando ninguém nos ordena o que fazer, e o que fazemos é só um filho do prazer. E o outro verso, aquele em que diz que somos o intervalo entre o nosso desejo e aquilo que o desejo dos outros fez de nós. [...]


Fonte: ALVES, Rubem. Fazer nada. Disponível em: https://rubemalvesdois.wordpress.com/. Acesso em: 14 mar. 2026. 
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de argumentação usados na construção do texto.
I- Citação direta. II- Citação indireta. III- Coloquialidade. IV- Conotatividade. V- Denotatividade.
Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Respostas
4561: B
4562: A
4563: A
4564: D
4565: D
4566: B
4567: C
4568: C
4569: A
4570: E
4571: A
4572: B
4573: D
4574: C
4575: D
4576: B
4577: C
4578: E
4579: C
4580: E