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A partir do caso apresentado, assinale a alternativa correta.
Se o processo não foi iniciado, é correto afirmar que
p: O inquérito foi instaurado. q: A denúncia foi apurada. r: A instituição foi inspecionada.
Considere ainda a proposição composta p → (q v r) assim descrita: Se o inquérito foi instaurado, então a denúncia foi apurada ou a instituição foi inspecionada.
Nesse contexto, assinale a alternativa que, de forma lógica, apresenta a negação dessa proposição composta.
Contato diário com cultura e arte pode desacelerar
envelhecimento, diz estudo
Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que
prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a
ritmo mais lento de envelhecimento celular
Sarah Macedo
Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou
visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente.
Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na
Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades
culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.
O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation
in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido,
incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses
dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos
participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.
Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam
com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente
do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha
esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3%
mais lento.
Em média, os participantes que realizavam alguma
atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que
aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam
exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de
seis meses nessa mesma métrica.
Como o estudo foi feito
Para a pesquisa, os participantes precisaram responder
com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como
canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições,
eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como
monumentos, prédios antigos e parques históricos).
“Os resultados fornecem evidências de que o
envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um
comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”,
disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em
entrevista ao The Guardian.
Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do
estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o
envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico
mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que
associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do
risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de
exercícios físicos.
Fancourt também destacou que diferentes atividades
culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de
atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais,
visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente,
emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista
Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como
manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.”
[...]
Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml.
Acesso em: 17 jun. 2026.
Contato diário com cultura e arte pode desacelerar
envelhecimento, diz estudo
Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que
prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a
ritmo mais lento de envelhecimento celular
Sarah Macedo
Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou
visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente.
Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na
Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades
culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.
O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation
in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido,
incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses
dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos
participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.
Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam
com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente
do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha
esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3%
mais lento.
Em média, os participantes que realizavam alguma
atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que
aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam
exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de
seis meses nessa mesma métrica.
Como o estudo foi feito
Para a pesquisa, os participantes precisaram responder
com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como
canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições,
eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como
monumentos, prédios antigos e parques históricos).
“Os resultados fornecem evidências de que o
envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um
comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”,
disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em
entrevista ao The Guardian.
Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do
estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o
envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico
mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que
associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do
risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de
exercícios físicos.
Fancourt também destacou que diferentes atividades
culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de
atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais,
visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente,
emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista
Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como
manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.”
[...]
Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml.
Acesso em: 17 jun. 2026.
Contato diário com cultura e arte pode desacelerar
envelhecimento, diz estudo
Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que
prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a
ritmo mais lento de envelhecimento celular
Sarah Macedo
Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou
visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente.
Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na
Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades
culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.
O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation
in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido,
incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses
dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos
participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.
Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam
com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente
do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha
esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3%
mais lento.
Em média, os participantes que realizavam alguma
atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que
aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam
exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de
seis meses nessa mesma métrica.
Como o estudo foi feito
Para a pesquisa, os participantes precisaram responder
com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como
canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições,
eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como
monumentos, prédios antigos e parques históricos).
“Os resultados fornecem evidências de que o
envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um
comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”,
disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em
entrevista ao The Guardian.
Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do
estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o
envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico
mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que
associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do
risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de
exercícios físicos.
Fancourt também destacou que diferentes atividades
culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de
atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais,
visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente,
emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista
Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como
manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.”
[...]
Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml.
Acesso em: 17 jun. 2026.
Contato diário com cultura e arte pode desacelerar
envelhecimento, diz estudo
Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que
prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a
ritmo mais lento de envelhecimento celular
Sarah Macedo
Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou
visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente.
Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na
Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades
culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.
O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation
in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido,
incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses
dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos
participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.
Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam
com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente
do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha
esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3%
mais lento.
Em média, os participantes que realizavam alguma
atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que
aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam
exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de
seis meses nessa mesma métrica.
Como o estudo foi feito
Para a pesquisa, os participantes precisaram responder
com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como
canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições,
eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como
monumentos, prédios antigos e parques históricos).
“Os resultados fornecem evidências de que o
envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um
comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”,
disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em
entrevista ao The Guardian.
Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do
estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o
envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico
mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que
associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do
risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de
exercícios físicos.
Fancourt também destacou que diferentes atividades
culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de
atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais,
visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente,
emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista
Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como
manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.”
[...]
Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml.
Acesso em: 17 jun. 2026.
Contato diário com cultura e arte pode desacelerar
envelhecimento, diz estudo
Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que
prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a
ritmo mais lento de envelhecimento celular
Sarah Macedo
Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou
visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente.
Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na
Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades
culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.
O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation
in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido,
incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses
dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos
participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.
Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam
com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente
do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha
esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3%
mais lento.
Em média, os participantes que realizavam alguma
atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que
aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam
exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de
seis meses nessa mesma métrica.
Como o estudo foi feito
Para a pesquisa, os participantes precisaram responder
com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como
canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições,
eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como
monumentos, prédios antigos e parques históricos).
“Os resultados fornecem evidências de que o
envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um
comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”,
disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em
entrevista ao The Guardian.
Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do
estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o
envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico
mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que
associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do
risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de
exercícios físicos.
Fancourt também destacou que diferentes atividades
culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de
atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais,
visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente,
emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista
Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como
manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.”
[...]
Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml.
Acesso em: 17 jun. 2026.
NARDI, Antonio Egidio; SILVA, Antônio Geraldo da; QUEVEDO, João (org.). Tratado de psiquiatria da Associação Brasileira de Psiquiatria [recurso eletrônico]. Porto Alegre: Artmed, 2022.
Nesse contexto, considere as afirmativas a seguir.
I. Medicações, como valproato de sódio, fenobarbital, clozapina, naltrexona, agomelatina e lorazepam, podem causar lesão hepática.
II. Na prática ambulatorial, o tratamento com antipsicóticos atípicos, de modo geral, gera ganho de peso e alterações metabólicas importantes. Dessa forma, além da avaliação metabólica, deve-se recomendar medidas comportamentais e até farmacológicas para prevenir síndrome metabólica.
III. Dentre os antidepressivos que mais podem causar hiponatremia, estão os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs), a bupropiona e a mirtazapina.
IV. Medicações psiquiátricas podem levar à alteração do hemograma do paciente. Por exemplo, clozapina pode induzir à leucocitose e carbamazepina à agranulocitose.
Está correto o que se afirma em
I. É direito do paciente receber relatório médico especializado de seu médico assistente sem custos adicionais, documento que discorre sobre a enfermidade do requerente, descreve o diagnóstico, a terapêutica, a evolução clínica, o prognóstico, os resultados de exames complementares, com acréscimos da discussão técnica da literatura científica e a conclusão sobre o fato que se quer comprovar.
II. Parecer técnico é o documento expedido pelo médico especialista em uma área específica, de caráter opinativo, baseado na literatura científica e, quando na seara judicial, fundamenta-se também nos autos do processo, em fatos, ou evidências e na legislação aplicada.
III. Laudo médico contém a descrição e a conclusão do médico sobre exame complementar realizado em um paciente, devendo constar a data da realização do exame e da emissão do laudo.
Está correto o que se afirma em
I. Intenção suicida é a expectativa subjetiva e o desejo que um ato autolesivo resulte em morte, enquanto ideação suicida inclui pensamentos de servir como agente de sua própria morte, podendo variar em gravidade, dependendo da especificidade de planos de suicídio e do grau de intenção suicida.
II. Apesar da incidência de tentativas de suicídio ser maior em mulheres, o desfecho letal é maior em homens numa proporção de (aproximadamente) 4:1, embora o método adotado para a tentativa não pareça ter relação com essa discrepância da letalidade.
III. Na estratificação do risco, pacientes de alto risco são aqueles que têm histórias de tentativas anteriores, idealizam nova tentativa com planos e meios de execução com caráter imediato. Esses pacientes normalmente devem ser encaminhados à internação.
Está correto o que se afirma em