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A estrutura da exposição de motivos apresenta duas formas básicas, estabelecidas conforme a sua finalidade. Caso se deseje levar algum assunto ao conhecimento do presidente da República, deve-se adotar o padrão ofício; e caso se pretenda propor alguma medida ou submeter projeto de ato normativo, deve-se utilizar, também, o padrão ofício, seguindo-se alguns preceitos redacionais específicos, e o documento deve ser acompanhado de formulário de anexo, padronizado e devidamente preenchido.
O emprego do vocativo Ilustríssimo Senhor para autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares confere a adequada distinção ao destinatário da comunicação oficial, no caso de esse ser uma autoridade do Estado
Se um servidor da Assessoria Especial dirigir correspondência oficial ao diretor do Instituto de Criminalística da Perícia Oficial do Estado de Alagoas, ele deverá empregar, na redação desse documento, o pronome de tratamento Vossa Senhoria e o vocativo Senhor, acompanhado do nome do diretor.
De acordo com o 1.º parágrafo, todas as coisas do mundo são passíveis de ser conhecidas pelos homens.
Da leitura do texto infere-se que agir bem se relaciona a saber julgar.
A oração “quando se tem certeza de que é assim” (l.37-38) poderia ser reescrita, com manutenção da correção gramatical e da coerência do texto, da seguinte forma: quando se está seguro que é assim.
O vocábulo “se” presente na linha 20 denota uma situação de incerteza quanto ao fato de se ter percorrido o caminho certo.
Está subentendida, após o pronome “outros” (l.13), a palavra métodos.
O emprego do sinal indicativo de crase na expressão “às suas mais difíceis demonstrações” (l.2-3) é facultativo
O narrador do texto resignou-se diante da ocupação que escolheu para sua vida.
No texto, afirma-se que as séries de razões utilizadas pelos geômetras, embora sejam longas, são simples e fáceis.
Sem prejuízo para a correção gramatical e a coerência do texto, o trecho “estivesse desembaraçado de seus defeitos” (l.12) poderia ser substituído, no texto, por: não apresentasse os defeitos encontrados na filosofia, na lógica e na matemática
O emprego da vírgula logo após a oração “Quando era mais jovem” (l.1) é facultativo.
O emprego do sinal indicativo de crase no “a” que constitui a expressão “pouco a pouco” (l.30) é facultativo.
O trecho “e de nada (...) dele” (l.22-25) poderia ser reescrito, com manutenção da correção gramatical e das ideias do texto, de uma das seguintes formas: (a) e de fazer constar de meus juízos apenas o que se apresentasse tão clara e distintamente a meu espírito que eu não tivesse nenhum motivo de duvidar dele; ou (b) e de fazer constar de meus juízos nada que não se apresentasse tão clara e distintamente a meu espírito que eu não tivesse nenhum motivo de duvidar dele.
A oração “de que se compõe a lógica” (l.16-17) corresponde, em sentido e em correção gramatical, à oração que a lógica é composta, portanto a substituição de uma pela outra não acarretaria prejuízo ao texto.
A forma verbal “são” (l.15) concorda em número com o nome “leis” (l.13).
Infere-se da leitura do texto que a existência de uma grande quantidade de leis pode não ser favorável a um Estado
De acordo com o texto, a filosofia, a lógica e a matemática servem mais para explicar aos outros as coisas já conhecidas que para possibilitar o aprendizado sobre essas coisas
De acordo com o texto, “a arte de Lúlio” (l.7) consistia na arte de fazer discursos tautológicos