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Para tribunal de contas e controladoria
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De acordo com as diretrizes da prática clínica, define-se lesão renal aguda por três critérios: 1) aumento do valor da creatinina sérica maior ou igual a 0,5 mg/dl; 2) aumento de 50% da creatinina sérica basal nos últimos 7 dias; 3) diurese inferior a 0,2 ml/kg/hora nas últimas 6 horas.
A diminuição global do murmúrio vesicular indica a presença de importante broncoespasmo.
Estima-se que 80% dos tabagistas desenvolvam em algum momento de sua vida a doença descrita no caso clínico em tela.
No tratamento farmacológico inicial do referido paciente deve-se instituir o uso inalatório de beta 2 agonista ou de um anticolinérgico ambos de longa duração.
A espirometria possível para o referido paciente deve mostrar uma CVF dentro de 80% do previsto e um índice VEF1/CVF abaixo de 70%, mesmo com o uso do broncodilatador.
Deve-se restringir o uso de corticoide inalatório até que se obtenha o controle dos sintomas, devido ao alto risco de complicações geradas pelo uso contínuo deste fármaco.
O ensino de medidas comportamentais, como, por exemplo, o controle do ambiente doméstico e do trabalho, é essencial para o tratamento da doença em questão.
Se a paciente desse caso for submetida à prova de função pulmonar, o resultado deverá mostrar um padrão restritivo com resposta significativa ao uso do broncodilatador.
O diagnóstico da doença em tela é eminentemente clínico e prescinde da realização de exames complementares.

O paciente deve realizar, imediatamente, o cateterismo cardíaco.

É recomendada a nitroglicerina endovenosa para a redução da isquemia miocárdica.

Os dados indicam probabilidade de ocorrência de infarto agudo do miocárdio sem supradesnível do segmento ST do tipo 1.
A dosagem da relação aldosterona plasmática/atividade de renina plasmática deve ser realizada para a confirmação do diagnóstico.
O relato clínico apresentado revela a ocorrência de hipertensão arterial resistente.
Recomenda-se associar bisoprolol ao esquema terapêutico atual.

A pesquisa de doença arterial coronária é desnecessária em razão da ausência de sintomas e de alterações eletrocardiográficas compatíveis com isquemia miocárdica.

Preconiza-se o uso da apixabana para a redução do risco de eventos tromboembólicos.

O enalapril deve ser substituído por sacubitril ou valsartana.

Recomenda-se iniciar o tratamento com ivabradina com vistas à redução da morbimortalidade do paciente.

O valor do BNP acima de 400 mg/dl é esperado nesse paciente.