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Para saúde
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Brasil deverá ter centro para enfrentamento de emergências em saúde
Até o final de 2026, o Brasil deverá criar um centro para o enfrentamento de emergências em saúde pública. A proposta é que o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp), como vem sendo chamado, seja uma instituição para tornar o país mais resiliente e preparado para enfrentar futuras epidemias, surtos e outras emergências sanitárias e até climáticas.
A proposta foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (lTpS) e vem sendo estudada há alguns anos por especialistas de diversas instituições do país, que pensaram em criar uma estrutura que respeite as normas do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) e também seja integrada ao Sistema Único de Saúde e vinculada ao Ministério da Saúde. A governança deve ficar sob a responsabilidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Segundo a proposta, as verbas para o funcionamento do centro seriam provenientes do Orçamento Geral da União. Também está prevista a captação de recursos complementar por meio de convênios internacionais e geração de receitas próprias.
“A proposta prevê que o centro funcione em lógica de rede, trabalhando de forma estreita e colaborativa com o Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e municipais, universidades e instituições de pesquisa”, explicou Gerson Penna, diretor-presidente do Instituto Todos pela Saúde (lrpS).
“Uma de suas grandes inovações será a intersetorialidade: ele promoverá a colaboração permanente entre diferentes setores do governo - como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência, tecnologia e inovação -, além de garantir articulação com a sociedade civil”, completou.
Penna ressaltou que o centro vem sendo planejado como uma política de Estado e não de governo, para não ser suscetível a intercorrências políticas, como ocorreu durante a pandemia de covid-'19.
“Entendemos que uma estrutura permanente com foco em prevenção, preparação e resposta a emergências em saúde pública ajudará o Brasil a reagir mais prontamente às crises”, disse Penna.
Segundo ele, a pandemia de covid-19, que vitimou mais de 7 milhões de pessoas no mundo, sendo 10% dessas mortes no Brasil, expôs as vulnerabilidades do sistema de saúde do país.
“Apesar da imensa capacidade do SUS, sofremos com a falta de coordenação do governo federal, com uma comunicação inconsistente e com os ataques do negacionismo científico. O centro trará uma perspectiva nacional unificada, pactuada e baseada exclusivamente nas melhores evidências científicas, fornecendo uma liderança forte e confiável para que os mesmos erros não se repitam”, reforçou.
Uma das funções do centro será o monitoramento de riscos e estratégias de prevenção, controle e combate a futuras epidemias e pandemias, de modo que o país não reaja tardiamente às crises sanitárias. Ele também deve ficar responsável pela implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública (Pnesp).
“O centro trabalhará em um cenário global cada vez mais complexo, fortemente impactado pelas emergências climáticas, pelo desmatamento e pelos deslocamentos populacionais em larga escala. Apenas em 2024, por exemplo, o Brasil enfrentou simultaneamente a maior epidemia de dengue da história, surtos de mpox, oropouche e a ameaça iminente da gripe aviária, sem falar nas emergências climáticas e desastres. O centro existirá exatamente para atuar nesse espectro amplo de ameaças”, destacou Penna.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/brasil-devera-ter-centro-para-enfrentamento-de-emergencias-em-saude (adaptado)
Em relação às moradias fornecidas pelo empregador aos trabalhadores e suas famílias, conforme a NR-21, analise as afirmativas abaixo:
I. Quando o empregador fornecer moradia ao empregado e sua família, ela deverá possuir condições sanitárias adequadas.
II. É vedada, em qualquer hipótese, a moradia coletiva da família.
III. Toda moradia deverá possuir, no mínimo, um dormitório, uma cozinha e um compartimento sanitário.
Pode-se afirmar que:
Sobre as responsabilidades do empregador, relativamente às radiações ionizantes, de que trata a NR-32, analise as afirmativas a seguir:
I. O empregador deve implementar medidas de proteção coletiva relacionadas aos riscos radiológicos.
II. O empregador deve manter profissional habilitado, responsável pela proteção radiológica em cada área específica, com vinculação formal com o estabelecimento.
III. O empregador deve promover capacitação em proteção radiológica apenas quando o trabalhador sofrer um acidente envolvendo radiações ionizantes.
Pode-se afirmar que:
Uma funcionária exerce a função de chefe de cozinha em um restaurante público, cumprindo jornada de B horas diárias. Durante a avaliação da exposição ao calor, foram obtidos os seguintes resultados:
• IBUTG médio ponderado: 28,26 ºC.
• Taxa Metabólica: 234,1W.
• Uniforme composto por calça, camisa de manga longa e touca.
• Medições pontuais:
o Em frente à churrasqueira: 41,23 ºC.
o Próximo à bancada: 26,82 ºC;
o Em frente ao fogão: 28,41 ºC.
Considerando a metodologia da norma de higiene ocupacional para avaliação da exposição ocupacional ao calor, assinale a alternativa CORRETA.
Sobre o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), analise as afirmativas a seguir:
I. O GRO corresponde a um conjunto de ações coordenadas de prevenção destinadas a assegurar condições e ambientes de trabalho seguros e saudáveis.
II. O GRO deve ser formalizado por meio do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), que se tornou obrigatório a partir de 3 de janeiro de 2022.
III. De acordo com a NR-1, o PGR deve ser implementado exclusivamente por empresa, sendo vedada sua implementação por unidade operacional, setor ou atividade.
Pode-se afirmar que:
A questão dos fatores de risco psicossociais, que a nova NR-1 evidenciou recentemente como necessária a todas as empresas no ambiente de trabalho, tem sido um grande desafio. Em relação à promoção de ambientes de trabalho saudáveis e à participação dos trabalhadores, analise as afirmativas a seguir:
I. A promoção de ambientes de trabalho saudáveis envolve a implementação de políticas e práticas que reduzam riscos físicos e psicossociais e incentivem a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.
II. Programas como ginástica laboral, aconselhamento psicológico e campanhas de saúde são exemplos de ações que podem contribuir para a promoção da qualidade de vida no trabalho.
III. A participação dos trabalhadores nas decisões relacionadas ao ambiente de trabalho tende a reduzir o sentimento de pertencimento e a motivação, dificultando a humanização do trabalho.
Pode-se afirmar que: