Questões de Concurso Para saúde

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Q3965683 Medicina
Primigesta de 24 anos, em trabalho de parto ativo, evolução satisfatória da dilatação cervical e dinâmica uterina adequada. Ao toque vaginal, observa-se apresentação cefálica com mento apoiado no manúbrio esternal, variedade de posição occipitoanterior. O plano do estreito médio é ultrapassado com a sutura sagital desviada posteriormente, aproximando-se do promontório.
A adaptação da cabeça fetal ao trajeto pélvico que explica o achado descrito é 
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Q3965682 Medicina
Multigesta de 28 anos, G3P2, com 39 semanas e 2 dias de gestação, em trabalho de parto espontâneo, sem comorbidades. Bolsa rota espontaneamente há 6 horas, líquido claro com grumos. Refere 2 contrações em 10 minutos, durante 30 segundos. Não realizou analgesia. Ao exame obstétrico: dilatação cervical: 7 cm, apagamento: 90%, apresentação cefálica em plano +1, variedade de posição occipitoanterior, contrações uterinas: 2 em 10 minutos, batimentos cardíacos fetais normais, boa variabilidade. Peso fetal estimado: 3.300 g. Pelvimetria clínica adequada. Partograma mostra lentificação da progressão da dilatação, sem ultrapassar a linha de ação.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Q3965681 Medicina
Primigesta de 26 anos, 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto espontâneo, sem comorbidades. Bolsa rota espontaneamente há 14 horas, líquido tinto de mecônio. Analgesia peridural instalada há 4 horas. Partograma mostra: dilatação completa há 4 horas, contrações uterinas 5–6 em 10 minutos, altura da apresentação estacionada em plano 0 há 3 horas, variedade de posição occipitoanterior, batimentos cardíacos fetais com diminuição da variabilidade. Peso fetal estimado: 4.500 g. Pelvimetria clínica sem alterações evidentes.
A conduta mais adequada nesse momento é 
Alternativas
Q3965680 Medicina
Gestante de 31 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, sem comorbidades prévias, realizou teste oral de tolerância à glicose (TOTG 75 g) com os seguintes resultados: jejum: 104 mg/dL, 1 hora: 198 mg/dL, 2 horas: 162 mg/dL. Foi diagnosticado diabetes mellitus gestacional e orientada a iniciar dieta. Após duas semanas de acompanhamento, apresenta registros glicêmicos domiciliares: glicemias de jejum entre 102–108 mg/dL e glicemias pós-prandiais de 1h entre 145–160 mg/dL. Ultrassonografia obstétrica mostra feto único, peso estimado no percentil 70, líquido amniótico normal.
A conduta padrão-ouro nesse momento é
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Q3965679 Medicina
Gestante de 29 anos, G1P0, com 34 semanas de gestação, previamente hígida, procura emergência por cefaleia intensa de início súbito, associada a náuseas, turvação visual e episódio de confusão mental transitória nas últimas horas. Refere também um episódio breve de escotomas cintilantes. Nega trauma, febre ou uso de drogas ilícitas.
Ao exame: PA: 150 × 109 mmHg, confirmada após repouso; FC: 96 bpm; FR: 18 irpm; Glasgow 14 (desorientação temporoespacial leve); sem déficits motores focais. Exames laboratoriais iniciais: glicemia capilar: 60 mg/dL, eletrólitos: normais, relação proteinúria/creatininúria de 0,8. Ressonância magnética de encéfalo evidencia áreas de hipersinal em T2/FLAIR, bilaterais e simétricas, predominando nas regiões parietooccipitais, com padrão compatível com edema vasogênico.
O diagnóstico mais provável é 
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Q3965678 Medicina
Gestante de 34 anos, G2P1, com 37 semanas e 1 dia de gestação, previamente hígida, comparece à maternidade por cefaleia leve e mal-estar. Nega escotomas, epigastralgia intensa ou dispneia. Movimentos fetais presentes.
Ao exame: PA: 150 × 112 mmHg, confirmada após 15 minutos de repouso, FC: 88 bpm, FR: 18 irpm. Sistema respiratório normal. Exames laboratoriais: plaquetas: 92.000/mm³; AST: 86 U/L; ALT: 91 U/L; Creatinina: 1,3 mg/dL; Proteinúria: 3+ em fita; CTG: reativo. Ultrassonografia fetal: feto único, crescimento adequado, líquido amniótico normal.

A conduta mais adequada é 
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Q3965677 Medicina
Gestante de 29 anos, G3P2, com 24 semanas de gestação, moradora de rua, procura atendimento com tosse produtiva há 2 meses, emagrecimento, sudorese noturna e febre vespertina. Refere diagnóstico prévio de tuberculose pulmonar há 8 meses, tendo iniciado tratamento, porém abandonou o esquema após 2 meses. Não realizou seguimento.
Na avaliação atual, baciloscopia de escarro é positiva (++) e o teste molecular rápido para tuberculose detecta resistência à rifampicina. Radiografia de tórax compatível com TB ativa. A paciente encontra-se clinicamente estável, sem sinais de insuficiência respiratória. Sorologia para HIV negativa.
A conduta mais adequada é
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Q3965676 Medicina
Gestante de 26 anos, G1P0, com 32 semanas de gestação, procura atendimento no 5º dia de doença, com história de febre alta nos dias anteriores, cefaleia, mialgia intensa e dor retro-orbitária. Evoluiu nas últimas 24 horas com dor abdominal contínua, náuseas e vômitos persistentes e diminuição da ingesta oral. Nega sangramentos vaginais ou gengivais. Ao exame: PA 100/65 mmHg, FC 112 bpm, FR 22 irpm, temperatura 37,6 º C, extremidades frias. Exames laboratoriais: hematócrito: 46% (pré-natal inicial: 38%), plaquetas: 88.000/mm³, leucócitos: 3.000/mm³, AST/ALT: moderadamente elevadas Teste rápido para dengue positivo.
A conduta mais adequada é
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Q3965675 Medicina
Gestante de 28 anos, G2P1, com 30 semanas de gestação, portadora de anemia falciforme (HbSS), procura emergência com dor óssea intensa em membros inferiores e região lombar há 24 horas, sem sinais de infecção. Ao exame: afebril, PA 115/70 mmHg, FC 110 bpm, SatO₂ 97% em ar ambiente. Ausculta pulmonar sem alterações. Hemoglobina 8,2 g/dL (habitual da paciente ~ 8,5 g/dL), leucócitos 13.000/mm³. Sem sinais de síndrome torácica aguda ou outras complicações. 
A conduta mais adequada é
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Q3965674 Medicina
Gestante de 26 anos, G2P1, encontra-se em acompanhamento pré-natal regular. Apresenta sorologia inicial com FTA-ABS positivo e VDRL não reator. Refere história documentada de sífilis tratada adequadamente durante a gestação anterior, evolução clínica favorável e queda adequada dos títulos não treponêmicos à época. No momento, encontra-se assintomática, sem lesões cutaneomucosas, e o parceiro atual é o mesmo da gestação anterior, também adequadamente tratado.
A conduta mais adequada nesse momento é 
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Q3965673 Medicina
Mulher de 22 anos, G1P0, foi submetida a esvaziamento uterino para tratamento de mola hidatiforme completa, confirmada por exame histopatológico, fruto de uma gestação programada e desejada. Evoluiu bem no pós-operatório imediato, assintomática, sem sangramento transvaginal ou sinais clínicos de complicação. Todavia, durante o seguimento pós-molar, foram obtidas as seguintes dosagens de β-hCG sérico: 1ª dosagem: 12.400 UI/L; 2ª dosagem (após 7 dias): 12.700 UI/L. Ultrassonografia pélvica não evidencia massa residual intrauterina, embora haja imagem hipervascular miometrial. Radiografia de tórax sem alterações.
A conduta mais adequada nesse momento é
Alternativas
Q3965672 Medicina
Mulher de 31 anos, G2P0A1, com antecedente de salpingectomia direita por gravidez ectópica prévia, procura atendimento em emergência obstétrica por atraso menstrual e dor pélvica leve à esquerda, sem sangramento transvaginal. Encontra-se hemodinamicamente estável, sem sinais de irritação peritoneal. Dosagem de β-hCG inicial: 820 mUI/mL.
Após 48h, β-hCG: 610 mUI/mL. Ultrassonografia transvaginal evidencia massa anexial esquerda de 1,6 cm, sem embrião visível, sem líquido livre em cavidade peritoneal. A paciente manifesta desejo reprodutivo futuro.
A conduta mais adequada é
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Q3965671 Medicina
Mulher de 27 anos, G3P1A1, procura emergência com história de aborto incompleto há três dias, cursando com febre, dor hipogástrica, calafrios e secreção vaginal fétida.
Ao exame: PA 105/65 mmHg, FC 112 bpm, FR 22 irpm, temperatura axilar 38,9 ºC. Encontra-se lúcida, sem sinais de choque. Exames laboratoriais iniciais mostram: Leucócitos: 19.800/mm³; PCR: 18 mg/dL; VHS: 78 mm/h; Procalcitonina: 3,2 ng/mL; Creatinina: 0,9 mg/dL; Lactato sérico: 2,4 mmol/L.
Considerando os critérios atuais de sepse, o achado laboratorial determinante para a abertura imediata do bundle de 1 hora do protocolo de sepse do Surviving Sepsis Campaign é
Alternativas
Q3965670 Medicina
Gestante de 29 anos, G2P1, em pré-natal de risco habitual, apresenta sorologia positiva para HTLV-1, confirmada por teste confirmatório. Encontra-se assintomática, sem alterações neurológicas ou hematológicas. A gestação evolui sem intercorrências. 
A principal orientação que deve ser fornecida ainda no pré-natal, com impacto comprovado na redução da transmissão vertical, é
Alternativas
Q3965669 Medicina
Mulher de 62 anos, multípara, menopausada há 12 anos, refere sensação de “bola” vaginal, dificuldade miccional e episódios de infecção urinária de repetição. Ao exame ginecológico, observa-se prolapso uterino grau III, associado a cistocele avançada e retocele moderada. A paciente apresenta comorbidades clínicas (hipertensão arterial sistêmica e Diabetes Mellitus tipo 2, ambas controladas), vida sexual ativa e não deseja mais gestação. Questionada, refere incômodo significativo com o prolapso e desejo de tratamento definitivo.
A melhor estratégia terapêutica, considerando eficácia, risco cirúrgico e preservação da função sexual, é 
Alternativas
Q3965668 Medicina
Mulher de 33 anos, nuligesta, com diagnóstico de endometriose profunda, apresenta dor pélvica crônica moderada e infertilidade há 2 anos. Exames mostram endometriomas ovarianos bilaterais de 3,5 cm e 4,0 cm, sem sinais de obstrução tubária completa. Reserva ovariana dentro da normalidade. A paciente expressa desejo reprodutivo imediato.
A melhor estratégia terapêutica nesse cenário é
Alternativas
Q3965667 Medicina
Mulher de 48 anos, com carcinoma invasivo da mama esquerda medindo 3,5 cm, sem metástases à distância, linfonodo axilar clinicamente negativo. Imuno-histoquímica: RE negativo, RP negativo, HER2 negativo. Estadiamento clínico: T2N0M0.
A estratégia terapêutica inicial mais adequada é
Alternativas
Q3965666 Medicina
Mulher de 62 anos, menopausada há 12 anos, G3P3, procura atendimento por distensão abdominal progressiva, sensação de plenitude pós-prandial, saciedade precoce e perda ponderal não intencional nos últimos três meses. Nega sangramento vaginal. História familiar negativa para câncer ginecológico conhecido.
Ao exame físico: abdome globoso, com sinal do piparote positivo; toque vaginal: massa anexial direita, irregular, pouco móvel, dolorosa à palpação profunda.
Exames complementares: CA-125: 860 U/mL. Ultrassonografia transvaginal mostrando massa ovariana direita complexa, medindo 9,5 cm, componentes sólidos e císticos, septações espessas, presença de papilas intracísticas e ascite moderada. Tomografia computadorizada de abdome e pelve: implantes peritoneais difusos, espessamento omental (“omental cake”), linfonodos retroperitoneais aumentados. Função renal e hepática preservadas. Performance status ECOG 1.

Diante desse quadro, a conduta inicial mais adequada é
Alternativas
Q3965665 Medicina
Mulher de 46 anos, assintomática, sem história pessoal ou familiar de câncer de mama, realiza mamografia de rastreamento.
O exame evidencia nódulo ovalado, de contornos bem circunscritos, densidade homogênea, semelhante à do parênquima fibroglandular, medindo 0,8 cm, localizado no quadrante súpero-externo da mama esquerda, sem espículas, sem distorção arquitetural e sem microcalcificações suspeitas, achado novo em relação ao exame anterior. Não há alterações cutâneas ou achados clínicos associados.

Diante desse achado mamográfico, a conduta mais adequada é
Alternativas
Q3965664 Medicina
Mulher de 26 anos, previamente hígida, comparece ao serviço com queixa de dor pélvica baixa, corrimento vaginal aquoso e sangramento vaginal pós-coital há 5 dias. Refere também febre (38,2 C), mal-estar geral, mialgia e disúria. Iniciou vida sexual com novo parceiro há cerca de 10 dias e nega episódios prévios semelhantes. Ao exame ginecológico observa-se: colo uterino intensamente hiperemiado, friável, com múltiplas áreas puntiformes esbranquiçadas e erosões superficiais, algumas com aspecto vesicular; sangramento fácil ao toque; secreção cervical serossanguinolenta. Exame bimanual: discreta dor à mobilização do colo, sem sinais de doença inflamatória pélvica estabelecida. Exames laboratoriais: Hemograma: leucocitose discreta com linfocitose; PCR: elevada; Teste de Amplificação de Ácidos Nucleicos (NAAT) para Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae: negativos; Sorologia para sífilis e HIV: negativas; Urina tipo I: leucocitúria leve, urocultura negativa. Diante da suspeita clínica, optou-se por não aguardar demais exames laboratoriais solicitados para confirmação etiológica antes da conduta.

Diante do quadro clínico e dos achados laboratoriais, o tratamento mais adequado é 
Alternativas
Respostas
6881: A
6882: B
6883: E
6884: E
6885: D
6886: D
6887: D
6888: D
6889: C
6890: B
6891: A
6892: A
6893: D
6894: C
6895: D
6896: E
6897: B
6898: E
6899: D
6900: A