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Q3534807 Serviço Social

De acordo com a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, preencha CORRETAMENTE as lacunas:



O SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS é realizado em __________, organizado a partir de percursos, de modo a garantir aquisições progressivas aos seus usuários, de acordo com o seu ciclo de vida, a fim de complementar o trabalho ____________ com famílias e prevenir a ocorrência de situações de ___________.



Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3534806 Serviço Social

De acordo com a Lei de número 12.435/2011, assinale a alternativa que NÂO corresponde a um objetivo da Assistência Social:

Alternativas
Q3534805 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

De acordo com a Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3534804 Serviço Social

Assinale a alternativa CORRETA sobre a Política de Assistência Social: 

Alternativas
Q3534803 Serviço Social

Assinale a alternativa correta que contém um Serviço contemplado pela Proteção Social Básica de Assistência Social: 

Alternativas
Q3534802 Atualidades

O conflito entre Irã e Israel é um dos mais longos e complexos do Oriente Médio e da história. O Irã mantém uma postura antissionista e antagonista a Israel, apoiando diversos grupos regionais que se opõe ao Estado Israelense, como por exemplo, o Hezbollah no Líbano. Esse antagonismo tem resultado em frequentes tensões, com ações militares indiretas, ataques cibernéticos e operações estratégicas de ambos os lados.


O Líder Supremo do Irã é a autoridade máxima do país, responsável pelas decisões políticas e militares que moldam a postura iraniana no conflito com Israel. Essa figura exerce controle sobre as forças armadas e a política externa, sendo central para a dinâmica da região.


Considerando esse contexto e a liderança vigente até este ano de 2025, qual é o nome desse Líder Supremo do Irã?

Alternativas
Q3534799 História e Geografia de Estados e Municípios

De acordo com dados históricos e segundo o site oficial do município, Santa Rosa do Sul, no passado já foi conhecida por outros nomes. Deste modo, qual das alternativas abaixo, apresenta um nome verdadeiro, no qual Santa Rosa do Sul/SC já foi conhecida. 

Alternativas
Q3534798 Geografia

De acordo com dados publicados pelo IBGE, a Densidade Demográfica do município de Santa Rosa do Sul/SC, no último levantamento válido, do ano de 2022, é de aproximadamente:

Alternativas
Q3534797 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:



Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?


Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis


    Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.


    Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.


    O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.  


    De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.


    Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.


    "Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.


    A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma. 


    No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.


    Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".


    Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?


    Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.


    “Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.


    Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.


    “Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.


    É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.



Gabriela Maraccini, da CNN

19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38

A respeito do trecho abaixo, retirado da reportagem, assinale a alternativa CORRETA em relação às suas estruturas morfossintáticas:



“Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”




Alternativas: 

Alternativas
Q3534796 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:



Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?


Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis


    Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.


    Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.


    O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.  


    De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.


    Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.


    "Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.


    A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma. 


    No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.


    Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".


    Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?


    Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.


    “Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.


    Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.


    “Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.


    É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.



Gabriela Maraccini, da CNN

19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38

A conjunção em negrito no texto pode ser substituída sem alteração de sua gramaticalidade e nem de seu sentido contextual por:

Alternativas
Q3534795 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:



Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?


Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis


    Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.


    Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.


    O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.  


    De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.


    Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.


    "Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.


    A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma. 


    No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.


    Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".


    Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?


    Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.


    “Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.


    Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.


    “Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.


    É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.



Gabriela Maraccini, da CNN

19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38

Algumas palavras apresentam mais de uma classificação gramatical a depender de seu contexto. A partícula “a” no contexto em que está destacada abaixo, é classificada morfologicamente como um(uma):



E ter uma boneca reborn a acalma.



Alternativas:

Alternativas
Q3534794 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:



Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?


Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis


    Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.


    Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.


    O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.  


    De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.


    Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.


    "Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.


    A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma. 


    No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.


    Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".


    Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?


    Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.


    “Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.


    Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.


    “Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.


    É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.



Gabriela Maraccini, da CNN

19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38

Se o vocábulo “bonecas” fosse passado ao singular, quantas outras alterações seriam necessárias no trecho abaixo para fins de concordância?



“bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiperrealistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.”



Alterantivas:

Alternativas
Q3534793 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:



Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?


Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis


    Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.


    Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.


    O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.  


    De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.


    Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.


    "Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.


    A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma. 


    No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.


    Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".


    Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?


    Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.


    “Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.


    Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.


    “Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.


    É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.



Gabriela Maraccini, da CNN

19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38

A reportagem da CNN Brasil acima trata de um fenômeno cultural que ganhou espaço nas discussões nos últimos tempos. A respeito deste assunto e da maneira como o texto o aborda, assinale a alternativa que apresente ponto de vista NÃO defendido na reportagem:

Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCRP Órgão: HCRP Prova: HCRP - 2025 - HCRP - Médico Reumatologista |
Q3525647 Medicina
Homem, 51 anos, em uso de mesalazina 1200 mg a cada 12 horas, azatioprina 150 mg/dia e infliximabe 5 mg/kg a cada 8 semanas, para tratamento de espondiloartrite associada à doença inflamatória intestinal. Refere dor cervical posterior, bilateral, ao início dos movimentos e com rigidez para rotações do pescoço. Exame físico: bom estado; distância trago-parede = 19 cm; rotações cervicais até 60°, movimento interrompido por dor cervical; dor à palpação cervical paravertebral bilateral, à altura do processo espinhoso de C5, com irradiação até nuca e região temporal, bilateral. Qual o melhor tratamento para esse paciente? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCRP Órgão: HCRP Prova: HCRP - 2025 - HCRP - Médico Reumatologista |
Q3525646 Medicina
Imunoglobulina humana pode ser usada para o tratamento de algumas doenças reumáticas autoimunes. Dentre os mecanismos de ação da imunoglobulina, qual contribui para diminuição da meia-vida dos autoanticorpos patogênicos? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCRP Órgão: HCRP Prova: HCRP - 2025 - HCRP - Médico Reumatologista |
Q3525645 Medicina
Mulher, 32 anos, em tratamento regular para lúpus eritematoso sistêmico, com prednisona 5 mg/dia e hidroxicloroquina 400 mg/dia, e para síndrome antifosfolípide, com varfarina 5 mg/dia e AAS 100 mg/dia. Há um mês apresenta lesões cutâneas fotossensíveis e dor articular. Exame físico: bom estado; eritema malar; calor, edema e dor em cotovelos, punhos e tornozelos. Levando em conta que nova medicação deverá ser adicionada ao esquema terapêutico, qual opção aumenta o risco de eventos trombóticos? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCRP Órgão: HCRP Prova: HCRP - 2025 - HCRP - Médico Reumatologista |
Q3525644 Medicina
É fator de pior prognóstico para vasculites sistêmicas necrotizantes: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCRP Órgão: HCRP Prova: HCRP - 2025 - HCRP - Médico Reumatologista |
Q3525643 Medicina
Homem, 48 anos, em tratamento tópico para psoríase de pequena extensão (couro cabeludo e cotovelos), com boa resposta. Há seis meses apresenta dor em calcanhares, com pouca resposta ao uso de AINEs por 12 semanas. Ultrassonografia de ambos os pés mostrou: inserção tendínea aquileana espessada e hipoecogênica, com entesófitos não calcificados e erosões corticais. Qual o melhor tratamento para esse paciente? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCRP Órgão: HCRP Prova: HCRP - 2025 - HCRP - Médico Reumatologista |
Q3525642 Medicina
Mulher, 62 anos, tem diagnóstico de artrite reumatoide há 21 anos. Atualmente em uso de leflunomida e golimumabe, com DAS28 = 2,9. Refere dor nos pés à deambulação. Exame físico: bom estado; sem sinais inflamatórios articulares. Solicitada podobarometria para indicação de tratamento para dor nos pés. Um dos parâmetros podobarométricos foi: largura do istmo = largura do antepé X 0,7. De acordo com esse parâmetro, qual orientação deve constar da receita de palmilhas? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: HCRP Órgão: HCRP Prova: HCRP - 2025 - HCRP - Médico Reumatologista |
Q3525641 Medicina
Mulher, 26 anos, gestante de 29 semanas e 2 dias. Tem o diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico, com manifestações cutâneo-mucosas e articulares. Fazia uso de metotrexato, com bom controle da doença, trocado por azatioprina (AZA), para engravidar. Um mês após a troca passou a ter dor articular, para o que tem sido aumentada a dose de prednisona. Está em uso de sulfato de hidroxicloroquina 400 mg/dia, AZA 150 mg/dia e, há duas semanas, prednisona 1 mg/kg/dia. Exames laboratoriais normais. Exame físico: bom estado; peso: 60 kg; FC: 84 bpm, PA: 118/64 mmHg; edema, calor e dor em cotovelos e punhos. Qual a melhor conduta? 
Alternativas
Respostas
14161: B
14162: D
14163: A
14164: A
14165: B
14166: E
14167: C
14168: C
14169: D
14170: C
14171: D
14172: A
14173: A
14174: B
14175: A
14176: A
14177: A
14178: D
14179: C
14180: A