Questões de Concurso Para bancária

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Q172055 Matemática Financeira
Correlacione a segunda coluna à primeira:

Imagem 024.jpg

Assinale a opção CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q172054 Administração Geral
Leia o fragmento abaixo:

Imagem 023.jpg

São técnicas de planejamento, EXCETO:
Alternativas
Q172053 Marketing
Leia o fragmento abaixo:

Imagem 022.jpg

Assinale a alternativa que NÃO representa uma dessas forças.
Alternativas
Q172052 Administração Geral
São características da administração sistêmica, EXCETO:
Alternativas
Q172051 Administração Geral
Analise as afirmativas abaixo e responda ao que se pede:

I - Administração sistêmica é o processo administrativo de reunir ou combinar todas as partes integrantes de um sistema global para alcançar determinados objetivos.

II - Na administração sistêmica, as partes têm prevalência sobre o todo, pois devem estar intimamente relacionadas entre si, por meio de suas respectivas entradas e saídas, visando ao objetivo maior do sistema.

III - A administração sistêmica procura fazer com que todos os órgãos da empresa trabalhem em conjunto para obter efeitos de sinergia.

Baseando-se na análise das afirmativas, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q172048 Raciocínio Lógico
Em um jogo, dois jogadores fazem uma aposta. Cada um vai lançar duas moedas. Aquele que obtiver um par com faces iguais, isto é, coroa-coroa ou cara-cara, será o vencedor. Evidentemente, há possibilidade de empate, quando ambos os jogadores, cada um em seu lançamento, obtiver faces iguais nas duas moedas lançadas. Há também possibilidade de não haver vencedor, ou seja, quando ambos obtiverem faces distintas no lançamento das moedas.

É CORRETO afrmar que a probabilidade de não haver vencedores é de
Alternativas
Q172047 Raciocínio Lógico
Com 30 metros de tecido, foram fabricadas 25 camisas de tamanho G. Uma camisa de tamanho P gasta-se 15% a menos de tecido do que gasta para o tamanho G.

Então, é CORRETO afirmar que, com os mesmos 30 metros de tecido, é possível fabricar:
Alternativas
Q172046 Matemática
Um googol é a denominação dada para o número 10100 . Seja k o menor inteiro positivo tal que 10100 /2k < 3.
É CORRETO afirmar que
Alternativas
Q172045 Matemática
Corta-se um arame de 30 metros em duas partes. Com cada uma das partes constrói-se um quadrado. Se S é a soma das áreas dos dois quadrados, assim construídos, então o menor valor possível para S é obtido quando
Alternativas
Q172044 Raciocínio Lógico
Suponha que o preço do litro de jabuticaba seja 60 centavos. Sabe-se também que um litro de jabuticaba corresponde a 3 centésimos da caixa.

Considerando essas informações, é CORRETO afirmar que o preço da caixa de jabuticaba é
Alternativas
Q172043 Inglês
Imagem 014.jpg

You leave the supermarket and go straight to Heathrow to meet an old friend of yours. But at the entrance, you find the above sign which means you _____ enter.
Alternativas
Q172042 Inglês
Imagem 013.jpg

You are in London for the f rst time. You go to a supermarket because you want to buy some fresh vegetables. You f nd the sign above near the till.

So you conclude that you can:
Alternativas
Q172040 Português

TEXTO V

Contra a maré Cartunistas avaliam charge de João Montanaro, na Folha, que causou desconforto por retratar tsunami. João Montanaro já tinha decidido qual seria o tema da charge de sábado quando acordou na sexta-feira. Então, viu na televisão imagens de prédios se desfazendo em meio ao mar que avançava. “Não dava para fazer um desenho sobre política!”, diz.

Ao decidir retratar o tsunami, Montanaro lembrou-se da xilogravura de Katsushika Hokusai. Foi uma das opções que ele enviou à Folha para aprovação e publicação. “Fiquei surpreso com as críticas”, diz. “Acho que não entenderam a charge.”

Apesar da má recepção, inclusive na escola, o garoto diz estar seguro da escolha. “Fiz o certo, minha intenção não era fazer uma piada.”

O ilustrador Adão Iturrusgarai, que publica na Ilustrada, defende Montanaro. “É um desenho superimparcial. É inocente como o ilustrador, que é um jovenzinho”, diz. “De mau gosto foi a tragédia em si.” E completa: “O humor funciona por conta dessa contraonda, desse mau humor e da burrice dos críticos”.

Para o artista Allan Sieber, que também publica na Ilustrada, Montanaro “fez o trabalho dele e a escolha da ilustração valeu a pena”.

O pesquisador Gonçalo Junior, autor do livro “A Guerra dos Gibis” (Companhia das Letras), afirma que quem perdeu o bom senso, no caso da charge, foram os leitores que se manifestaram contra.

“Vivemos na era da chatice e do politicamente correto. É uma reação paranoica, o desenho retrata as mesmas coisas que todos esses vídeos que estão no YouTube.”

Exagerada ou não, a recepção da charge de Montanaro foi semelhante à vista na Malásia nesta semana.

O desenho de Mohamad Zohri Sukimi, publicado no jornal “Berita Harian”, mostrava o herói japonês Ultraman fugindo de uma onda . Uma petição on-line rodou o mundo. O jornal se retratou.

“Apesar de o desenho de Montanaro não ter me incomodado, consigo entender por que alguns leitores se sentiram desconfortáveis”, diz Sidney Gusman, editor chefe do site Universo HQ. “Fico imaginando como eu reagiria se tivesse perdido alguém nesse desastre.”

Outra razão apontada para a má recepção é o desconhecimento do desenho original. “Quando vi o rascunho, perguntei a ele se as pessoas não iriam se chocar”, diz Mario Sergio Barbosa, pai de Montanaro. “Mas eu não conhecia a referência dele.”

Há também a possibilidade de o leitor não estar acostumado ao gênero da charge. “As pessoas ligam a palavra “charge” a coisas alegres, mas a ideia é ser um convite ao pensamento”, diz o quadrinista Mauricio de Sousa.

O jornalista e professor de letras da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Paulo Ramos concorda. “Quem está acostumado entende melhor desenhos como o de Montanaro. Outros veem as charges como necessariamente uma piada e, por isso, se incomodam.”

Spacca, 46, que fez parte do rodízio de ilustradores da página A2 entre 1986 e 1995, diz: “Os cartunistas constroem uma imagem de irreverentes, de livres criadores, que podem fazer qualquer coisa.... Mas todo comunicador tem de antecipar a reação do público e medir o que vai causar. Nem tudo é permitido”.

Para Jal, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil, “é nesses momentos de tragédia que temos de fazer críticas”.

DIOGO BERCITO, de São Paulo (texto adaptado), 17/03/2011. 


Observe a charge abaixo, de Angeli.

Imagem 004.jpg

Um dos comentários presentes no texto V (página 5) referentes à charge de Montanaro pode ser também aplicado à charge acima, de Angeli. O profssional que faz esse comentário é:

Alternativas
Q172039 Português
TEXTO V

Contra a maré

Cartunistas avaliam charge de João Montanaro,
na Folha, que causou desconforto por retratar tsunami.


João Montanaro já tinha decidido qual seria o tema da
charge de sábado quando acordou na sexta-feira. Então,
viu na televisão imagens de prédios se desfazendo em
meio ao mar que avançava.
“Não dava para fazer um desenho sobre política!”, diz.

Ao decidir retratar o tsunami, Montanaro lembrou-se da
xilogravura de Katsushika Hokusai. Foi uma das opções
que ele enviou à Folha para aprovação e publicação.
“Fiquei surpreso com as críticas”, diz. “Acho que não
entenderam a charge.”

Apesar da má recepção, inclusive na escola, o garoto diz
estar seguro da escolha. “Fiz o certo, minha intenção não
era fazer uma piada.”

O ilustrador Adão Iturrusgarai, que publica na Ilustrada,
defende Montanaro.
“É um desenho superimparcial. É inocente como o
ilustrador, que é um jovenzinho”, diz. “De mau gosto foi a
tragédia em si.” E completa: “O humor funciona por conta
dessa contraonda, desse mau humor e da burrice dos
críticos”.

Para o artista Allan Sieber, que também publica na
Ilustrada, Montanaro “fez o trabalho dele e a escolha da
ilustração valeu a pena”.

O pesquisador Gonçalo Junior, autor do livro “A Guerra
dos Gibis” (Companhia das Letras), afrma que quem
perdeu o bom senso, no caso da charge, foram os leitores
que se manifestaram contra.

“Vivemos na era da chatice e do politicamente correto.
É uma reação paranoica, o desenho retrata as mesmas
coisas que todos esses vídeos que estão no YouTube.”

Exagerada ou não, a recepção da charge de Montanaro
foi semelhante à vista na Malásia nesta semana.

O desenho de Mohamad Zohri Sukimi, publicado no jornal
“Berita Harian”, mostrava o herói japonês Ultraman fugindo
de uma onda . Uma petição on-line rodou o mundo. O
jornal se retratou.
“Apesar de o desenho de Montanaro não ter me
incomodado, consigo entender por que alguns leitores
se sentiram desconfortáveis”, diz Sidney Gusman, editor-
chefe do site Universo HQ. “Fico imaginando como eu
reagiria se tivesse perdido alguém nesse desastre.”

Outra razão apontada para a má recepção é o
desconhecimento do desenho original.
“Quando vi o rascunho, perguntei a ele se as pessoas
não iriam se chocar”, diz Mario Sergio Barbosa, pai de
Montanaro. “Mas eu não conhecia a referência dele.”

Há também a possibilidade de o leitor não estar
acostumado ao gênero da charge.
“As pessoas ligam a palavra “charge” a coisas alegres,
mas a ideia é ser um convite ao pensamento”, diz o
quadrinista Mauricio de Sousa.

O jornalista e professor de letras da Unifesp (Universidade
Federal de São Paulo) Paulo Ramos concorda.
“Quem está acostumado entende melhor desenhos
como o de Montanaro. Outros veem as charges como
necessariamente uma piada e, por isso, se incomodam.”

Spacca, 46, que fez parte do rodízio de ilustradores
da página A2 entre 1986 e 1995, diz: “Os cartunistas
constroem uma imagem de irreverentes, de livres
criadores, que podem fazer qualquer coisa.... Mas todo
comunicador tem de antecipar a reação do público e
medir o que vai causar. Nem tudo é permitido”.

Para Jal, presidente da Associação dos Cartunistas do
Brasil, “é nesses momentos de tragédia que temos de
fazer críticas”.

DIOGO BERCITO, de São Paulo (texto adaptado), 17/03/2011.

Observando os quatro textos em análise, se pode afirmar que:
Alternativas
Q172037 Português
TEXTO III

Uma boa charge política não precisa de exegese, exatamente como uma boa piada dispensa explicação. Portanto as palavras do cartunista Laerte (painel do Leitor, 15/03) em defesa do colega João Montanaro, de 15 anos, só me convenceram de que a obra chocante talvez seja candidata a ser pendurada num museu qualquer ou numa galeria. Montanaro é menor de idade. Quem foi o maior de idade que o contratou para exercer uma função tão significativa no dia a dia de qualquer jornal que se preza e que respeita os seus leitores?

(Paula Mavienko-sikar, São Carlos, SP, in Painel do Leitor , 18/03/2011)

Sobre a composição do texto III, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q172036 Português
Sobre as relações entre os textos I e II, NÃO é possíve afirmar:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUMARC Órgão: BDMG Prova: FUMARC - 2011 - BDMG - Analista de Sistemas |
Q165314 Governança de TI
Em relação ao alinhamento estratégico de TI com o negócio e Balanced Scorecard (BSC), analise as seguintes afirmativas:

I. O alinhamento estratégico de TI é bidirecional, ou seja, tanto é influenciado pela estratégia de negócio quanto pode influenciá-la.

II. O Balanced Scorecard (BSC) permite o alinhamento das iniciativas de TI (projetos, ações e serviços) aos objetivos estratégicos do negócio nas perspectivas financeira, do cliente, dos processos internos e de aprendizado e crescimento.

III. O Mapa Estratégico é uma representação visual das relações de causa e efeito entre os objetivos estratégicos nas quatro perspectivas do Balanced (BSC).

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUMARC Órgão: BDMG Prova: FUMARC - 2011 - BDMG - Analista de Sistemas |
Q165313 Governança de TI
Em relação aos processos da Operação de Serviço da ITIL, correlacione as colunas a seguir:

Imagem 047.jpg

Está CORRETA a seguinte sequência de respostas, de cima para baixo:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUMARC Órgão: BDMG Prova: FUMARC - 2011 - BDMG - Analista de Sistemas |
Q165311 Governança de TI
Em relação aos conceitos da ITIL, analise as seguintes afirmativas:

I. Serviço é um meio de entregar valor aos clientes, facilitando o alcance dos resultados que eles desejam, tirando deles a propriedade dos custos e riscos específicos.

II. Central de Serviço (Service Desk) é uma das funções da Operação de Serviço relacionada à execução das atividades diárias da operação e melhoria da tecnologia utilizada nos serviços.

III. O processo de Gerenciamento de Mudança visa assegurar o tratamento sistemático e padronizado de todas as mudanças ocorridas no ambiente operacional, minimizando impactos na qualidade do serviço.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUMARC Órgão: BDMG Prova: FUMARC - 2011 - BDMG - Analista de Sistemas |
Q165310 Governança de TI
Adequando aos conceitos de governança de TI, para satisfazer os objetivos de negócio, a informação precisa estar em conformidade com critérios de informação específicos. O COBIT refere-se a estes critérios como requisitos de negócio para informação e os classifica em 03 (três) grupos. Associe os critérios de informação ao principal grupo ao qual estão relacionados.

Imagem 046.jpg

Está CORRETA a seguinte sequência de respostas, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
15381: A
15382: D
15383: A
15384: C
15385: B
15386: C
15387: A
15388: A
15389: A
15390: B
15391: D
15392: B
15393: A
15394: C
15395: C
15396: D
15397: D
15398: C
15399: B
15400: B