Um médico de família atua em uma Unidade de Saúde da Família (USF) localizada em território urbano periférico, com forte presença
de migrantes recentes e organizações comunitárias ativas. Durante uma consulta agendada, uma mulher de 47 anos procura
atendimento por cefaleia crônica, insônia e “nervosismo”. Ela relata múltiplas idas ao pronto atendimento, sem melhora sustentada. Ao
longo da consulta, o médico percebe que a paciente associa seus sintomas ao desemprego do marido, à violência no território e a
conflitos familiares. O médico opta por ampliar a escuta, explora o contexto de vida, negocia prioridades, constrói um plano de cuidado
compartilhado e articula ações com outros profissionais de nível superior que atuam na Unidade e com lideranças comunitárias,
respeitando os valores culturais da paciente e seus limites de adesão.
Com base nos fundamentos da Medicina de Família e Comunidade (MFC), na Atenção Primária à Saúde (APS) e na ética na APS, é
CORRETO afirmar que:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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