Nos embriões com gônadas femininas, os ductos mesonéfricos r...

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Q4069646 Biologia
Nos embriões com gônadas femininas, os ductos mesonéfricos regridem, e os ductos paramesonéfricos se desenvolvem, respectivamente, à custa da ausência de
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: C

Fundamento decisivo: A decisão dependia de reconhecer que, nos embriões com gônadas femininas, a regressão dos ductos mesonéfricos ocorre na ausência de testosterona e o desenvolvimento dos ductos paramesonéfricos, na ausência de diferenciação testicular e, portanto, de seus fatores testiculares. Por isso, a alternativa C é a compatível com o gabarito oficial.

Tema central: Ductos genitais embrionários
Análise das alternativas
A
Errada
Errada: a regressão dos ductos mesonéfricos não decorre da ausência de estrogênio, mas de testosterona. Além disso, o desenvolvimento dos ductos paramesonéfricos não depende da ausência de diidrotestosterona.
B
Errada
A primeira parte coincide com a regra dos ductos mesonéfricos, mas a alternativa não é a oficial. Tecnicamente, a formulação direta para os paramesonéfricos seria ausência de substância inibidora mülleriana.
C
Certa
A alternativa C é a correta porque os ductos mesonéfricos dependem de testosterona para manutenção; sem ela, regridem. Já os ductos paramesonéfricos se desenvolvem na ausência de diferenciação testicular, o que implica ausência do fator anti-mülleriano que os faria regredir.
D
Errada
Errada porque atribui a regressão dos mesonéfricos à ausência de estrogênio, quando o fator correto é a ausência de testosterona. Também erra ao usar células germinativas como causa do desenvolvimento dos paramesonéfricos.
E
Errada
Incorreta porque 17 OH desidrogenase e estradiol não representam o par causal que explica, no embrião feminino, a regressão dos mesonéfricos e o desenvolvimento dos paramesonéfricos.
Pegadinha da questão
A confusão é trocar o fator efetor direto dos paramesonéfricos por outro elo da cadeia: o direto é a ausência de hormônio anti-mülleriano, mas o gabarito oficial cobra a ausência de determinação testicular como marcador causal indireto. Outra armadilha é confundir testosterona com diidrotestosterona.
Dica para questões semelhantes
  • Para ductos mesonéfricos, procure testosterona como fator de manutenção; sem testosterona, eles regridem.
  • Para ductos paramesonéfricos, o ponto decisivo é a ausência do fator anti-mülleriano; na falta dele, esses ductos se desenvolvem.
  • Se a alternativa oficial usar um elo causal mais indireto, verifique se ele implica ausência de diferenciação testicular e, por consequência, ausência dos fatores testiculares efetores.

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