Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos c...
A dor em membro fantasma deve ser abordada quando interferir nas atividades diárias ou no sono, sendo indicações farmacológicas os antidepressivos tricíclicos, os inibidores do GABA, as medicações antiepilépticas e até mesmo os antiarrítmicos.
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Tema central: Dor em membro fantasma pós-amputação e abordagem terapêutica.
Comentário da questão:
A dor em membro fantasma é uma manifestação frequente após amputações, caracterizada pela sensação dolorosa em segmento corporal ausente. Essa dor tem impacto relevante na qualidade de vida do paciente, a ponto de afetar atividades diárias e o sono.
De acordo com as Diretrizes de Atenção à Pessoa Amputada do Ministério da Saúde, o manejo deve ser individualizado e multidisciplinar. O início do tratamento farmacológico é recomendado quando a dor interfere funcionalmente, exatamente como relatado no item analisado.
Entre as opções farmacológicas mais utilizadas destacam-se:
- Antidepressivos tricíclicos (ex: amitriptilina) – comprovadamente eficazes na dor neuropática;
- Antiepilépticos/anticonvulsivantes (ex: gabapentina, pregabalina) – agem como moduladores dos canais GABA;
- Antiarrítmicos (ex: mexiletina) – indicados em casos específicos e refratários, menos usuais;
- Opioides e bloqueios anestésicos – reservados para casos refratários.
Como reforça o UpToDate, “as abordagens farmacológicas mais efetivas para dor neuropática – incluindo dor fantasma – são os antidepressivos tricíclicos e os anticonvulsivantes”, sendo os demais utilizados conforme gravidade e resposta.
Análise da alternativa correta (Certo): O item está correto, pois condiz com protocolos nacionais e internacionais para manejo da dor em membro fantasma, incluindo abordagem quando há prejuízo funcional e opções farmacológicas pertinentes.
Estratégia para provas de concurso: Sempre atente para a indicação real de tratamento – não se trata toda dor fantasma de imediato, e sim quando interfere nas funções do paciente. Cuidado com alternativas que omitem o critério de impacto funcional ou mencionam fármacos sem respaldo na literatura científica.
Resumo: A conduta descrita está alinhada à recomendação das principais diretrizes clínicas e evidências científicas sobre o tema.
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