Samuel, delegado titular da Delegacia de Entorpecentes, foi alvo de correição administrativa. Constatou-se que ele deixou diversos boletins de ocorrência sem andamento; manteve grande quantidade de drogas apreendidas armazenadas por anos sem
incineração; não deu destinação adequada a armas e objetos apreendidos; e frequentava a academia durante o horário de
expediente utilizando veículo oficial, agindo com negligência e desorganização funcional. À luz da jurisprudência do Supremo
Tribunal de Justiça (STJ), Samuel praticou: