"Quem cozinha com lenha porque não tem acesso a outra fonte...
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Ano: 2026
Banca:
AMEOSC
Órgão:
Câmara de Paraíso - SC
Prova:
AMEOSC - 2026 - Câmara de Paraíso - SC - Controlador Interno |
Q4375844
Português
Texto associado
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Relatório traz soluções para reduzir emissões de
metano
A rede de organizações ambientais e de pesquisa
Observatório do Clima lançou nesta terça-feira (18)
relatório que reúne 37 soluções para que o Brasil possa
reduzir as emissões de metano (CH4). O gás é
considerado um dos mais potentes poluidores
causadores das mudanças climáticas.
Apesar de durar apenas de 10 a 20 anos na atmosfera, o
metano tem um potencial de aquecimento do planeta 28
vezes maior que o gás carbônico (CO2). O Brasil é o
quinto país que mais emite esse poluidor, ficando atrás
apenas da China, Estados Unidos, Índia e Rússia.
Segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões
e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) do
Observatório do Clima, o Brasil lançou na atmosfera, em
2024, 21 milhões de toneladas de metano.
Para o coordenador do sistema, David Tsai, reduzir as
emissões de metano é uma ação crítica para frear o
aquecimento global e trazer o planeta à normalidade
climática. "Temos à disposição um amplo conjunto de
soluções para fazer isso, mas o Brasil precisa
transformar esse conhecimento em ação coordenada e
com escala", diz.
As soluções trazidas no relatório são direcionadas a
quatro setores de atividades: agropecuária, resíduos,
mudança de uso da terra e florestas e energia. Para
cada área são sugeridas ações de planejamento,
financiamento, governança, operação e monitoramento.
No setor da agropecuária, por exemplo, são 15
propostas que exigem envolvimento dos diversos
setores, incluindo os setores produtivos, governos,
instituições financeiras e academia. "Entre as ações
estão mudanças no manejo de animais e dos resíduos, o
planejamento territorial e a intensificação de assistência
técnica e acesso ao crédito."
O setor da agropecuária é um dos principais emissores
de metano e foi responsável por 15,7 milhões de
toneladas de metano, em 2024, o que corresponde a
75,8% do total das emissões brasileiras no mesmo ano.
Para Gabriel Quintana, coordenador da área de Ciência
do Clima do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e
Agrícola (Imaflora) — responsável pelas propostas para
o setor —, as mudanças necessárias são oportunidades
para incluir produtividade e eficiência na produção de
alimentos.
"Essa edição do SEEG Soluções expande as estratégias
já existentes, trazendo opções que podem ser
implementadas por produtores, municípios e regiões do
país", diz.
O manejo e governança de aterros sanitários e a
eliminação dos lixões também são medidas necessárias
para eliminar a emissão de metano no setor de resíduos.
Para auxiliar, a rede global Iclei — Governos Locais pela
Sustentabilidade contribuiu com 12 propostas no
relatório.
São medidas para inspirar cidades brasileiras a reduzir a
geração e o desperdício de resíduos, como a ampliação
de coleta seletiva e aproveitamento energético de
materiais, afirma Iris Coluna, assessora do Iclei —
Governos Locais pela Sustentabilidade.
Para o setor de Mudança no Uso da Terra (MUT) e
Florestas, o Instituto de Pesquisa Ambiental da
Amazônia (Ipam) contribuiu com cinco sugestões no
relatório. As ações sugerem melhorias no
monitoramento, prevenção e combate a incêndios na
vegetação nativa.
As últimas cinco sugestões do relatório apontam
soluções para reduzir a emissão de metano nas cadeias
de combustíveis fósseis como petróleo, gás e carvão.
São ações com foco no vazamento e desperdício nos
processos produtivos.
As contribuições são do Instituto de Energia e Meio
Ambiente (Iema), que direciona respostas específicas
para as diferentes necessidades do setor.
"Quem cozinha com lenha porque não tem acesso a
outra fonte de energia precisa de política pública. Já as
emissões da cadeia de combustíveis fósseis vêm de
operação industrial, e ali cabe responsabilizar quem lucra
com a atividade", conclui a pesquisadora do Iema, Ingrid
Graces.
SINIMBÚ, Fabíola. Relatório traz soluções para reduzir emissões de
metano [adaptado]. Agência Brasil, Brasília, 18 ago. 2026. Meio
Ambiente. Disponível em:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/relatori
o-traz-solucoes-para-reduzir-emissoes-de-metano-no-pais. Acesso em:
22 ago. 2026.
"Quem cozinha com lenha porque não tem acesso a
outra fonte de energia precisa de política pública. Já as
emissões da cadeia de combustíveis fósseis vêm de
operação industrial, e ali cabe responsabilizar quem lucra
com a atividade, conclui a pesquisadora do Iema, Ingrid
Graces."
Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) A palavra 'política' é proparoxítona, por isso leva acento. Já a palavra 'energia', por ser paroxítona terminada em ditongo decrescente, não recebe acento.
(__) O vocábulo 'vêm' recebe acento diferencial, uma vez que sua terminação não exige acento gráfico por regra específica de acentuação.
(__) Os monossílabos tônicos sempre recebem acento gráfico, já que a vogal é pronunciada como tônica, como se observa também em 'pá' e 'pé'.
(__) O vocábulo 'cadeia' não sofreu alteração ortográfica porque, embora seja paroxítona que apresenta ditongo 'ei', esse encontro vocálico é fechado, diferentemente de 'tramoia', que perdeu o acento por ser paroxítona terminada em ditongo aberto 'oi'.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) A palavra 'política' é proparoxítona, por isso leva acento. Já a palavra 'energia', por ser paroxítona terminada em ditongo decrescente, não recebe acento.
(__) O vocábulo 'vêm' recebe acento diferencial, uma vez que sua terminação não exige acento gráfico por regra específica de acentuação.
(__) Os monossílabos tônicos sempre recebem acento gráfico, já que a vogal é pronunciada como tônica, como se observa também em 'pá' e 'pé'.
(__) O vocábulo 'cadeia' não sofreu alteração ortográfica porque, embora seja paroxítona que apresenta ditongo 'ei', esse encontro vocálico é fechado, diferentemente de 'tramoia', que perdeu o acento por ser paroxítona terminada em ditongo aberto 'oi'.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é