A participação do farmacêutico em campanhas de educação em ...

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Q3914867 Farmácia
A participação do farmacêutico em campanhas de educação em saúde é essencial para a promoção do uso racional de medicamentos. Ao abordar temas como automedicação, resistência antimicrobiana e descarte correto, sua atuação deve priorizar:
Alternativas

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: O critério decisivo é que a educação em saúde, no contexto da assistência farmacêutica, deve fornecer informações claras, acessíveis e cientificamente embasadas para promover o uso racional de medicamentos; como o enunciado trata de automedicação, resistência antimicrobiana e descarte correto, a alternativa D é a única compatível com esse objetivo.

Tema central: Uso racional de medicamentos
Análise das alternativas
A
Errada
Promover consumo indiscriminado de fármacos contraria diretamente o uso racional de medicamentos. Medicamento deve ser utilizado com indicação correta, orientação e avaliação de risco-benefício; estimular uso sem critério aumenta reações adversas, interações, intoxicações e uso sem necessidade.
B
Errada
A educação em saúde realizada pelo farmacêutico não equivale a substituir orientações médicas relativas a diagnóstico, prescrição e seguimento clínico quando estes são necessários. A atuação do farmacêutico é complementar, não substitutiva.
C
Errada
Divulgação de marcas comerciais específicas não é prioridade de campanha educativa em saúde pública. O foco técnico da assistência farmacêutica é informação imparcial, segurança e uso racional, enquanto promoção mercadológica desvia a finalidade sanitária da ação educativa.
D
Certa
A alternativa D traduz a finalidade própria da educação em saúde pelo farmacêutico no contexto da assistência farmacêutica e da saúde pública. O uso racional de medicamentos exige orientação adequada ao usuário, com informação compreensível, confiável e baseada em evidências, para reduzir automedicação inadequada, uso incorreto, danos e falhas de segurança. Além disso, campanhas sobre resistência antimicrobiana e descarte correto dependem de comunicação qualificada e isenta, voltada à proteção da população.
E
Errada
Desconsiderar os riscos do uso inadequado é incompatível com o próprio objetivo das campanhas citadas no enunciado. Automedicação, resistência antimicrobiana e descarte incorreto são temas de educação em saúde exatamente porque envolvem prevenção de danos, eventos adversos, uso indevido e impactos coletivos.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre educação em saúde e práticas incompatíveis com a assistência farmacêutica, especialmente propaganda de medicamentos, incentivo ao consumo sem critério e a falsa ideia de que orientar o paciente significa substituir a conduta médica.
Dica para questões semelhantes
  • Se o enunciado mencionar uso racional de medicamentos, procure a alternativa centrada em segurança, indicação adequada e informação baseada em evidências.
  • Em educação em saúde, descarte opções com viés comercial, incentivo ao uso indiscriminado ou omissão de riscos sanitários.
  • Diferencie orientação farmacêutica de substituição de diagnóstico ou prescrição médica; a atuação correta é complementar e técnica.

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