Leia o fragmento de texto a seguir e assinale a alternativa...
“O problema de rupturas e de continuidade paradigmática aparece nitidamente em uma ciência como a geografia. No século XIX, a concepção de um conhecimento apoiado na descrição dos lugares, com ênfase nas relações de causalidade entre o homem e o meio, colocou a geografia sob a égide da análise regional: uma ciência empírica, descritiva e de síntese. Entre as décadas de 1950-1970, o embate entre a geografia quantitativa, a geografia cultural e a geografia crítica, em relação ao seu objeto de estudo, ainda ocupava o centro das preocupações. O reducionismo epistemológico não tardou em classificar essas abordagens em ‘quase-escolas’”, as quais são baseadas, respectivamente:
Gabarito comentado
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Gabarito: E
Fundamento decisivo: A questão exigia comparar, na ordem do enunciado, as bases epistemológicas atribuídas à geografia quantitativa, à geografia cultural e à geografia crítica. Como a correspondência canônica é quantitativa–positivismo lógico, cultural–fenomenologia e crítica–materialismo histórico e dialético, isso permite excluir as demais alternativas e identificar a E.
- Quando a questão pedir base epistemológica, procure a matriz teórica da corrente, não palavras associadas a método, tema ou experiência.
- Na tríade cobrada em concursos, confira a ordem: quantitativa–positivismo lógico; cultural–fenomenologia; crítica–materialismo histórico e dialético.
- Se a alternativa trouxer termos genéricos como descrição, interpretação ou correlação, desconfie: isso não basta para identificar fundamento paradigmático.
- Não trate categorias como topofilia, percepção, regionalização ou espaço em rede como equivalentes formais de base epistemológica.
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