Na ampliação de uma unidade de bombeamento e automação, o pr...

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Q4352302 Engenharia Elétrica
Na ampliação de uma unidade de bombeamento e automação, o projetista precisa definir alimentação, proteção e infraestrutura (eletrocalhas/eletrodutos) em ambiente úmido e com partidas de motores. As decisões impactam diretamente a seletividade das proteções, a queda de tensão em regime e na partida e a capacidade térmica dos condutores agrupados. Além disso, a compatibilidade eletromagnética entre cabos de potência e instrumentação evita falhas em sinais 4-20 mA e redes industriais. A escolha do esquema de aterramento e o uso de DR devem equilibrar continuidade de serviço e segurança. O projeto deve atender a critérios técnicos de desempenho e boas práticas de instalação, com dimensionamentos coerentes. Nesse sentido, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
Imagem associada para resolução da questão
( ) Mantidos os demais parâmetros, a corrente nominal do motor na alimentação 380 V é aproximadamente In ≈ 60 A.
( ) Com os dados fornecidos e In calculada, a queda de tensão em regime no ponto do motor é menor que 4%.
( ) Para reduzir interferência em sinais 4-20 mA instalados na mesma eletrocalha, é aceitável lançar cabos de instrumentação e potência no mesmo compartimento, desde que ambos sejam blindados e com a blindagem aterrada nas duas extremidades.
( ) Considerando três circuitos trifásicos idênticos na mesma eletrocalha, é tecnicamente coerente aplicar fator de correção por agrupamento na capacidade de condução de corrente do cabo; caso contrário, há risco de subdimensionamento térmico, mesmo que a corrente de cada circuito isolado esteja atendida.
( ) Se a queda de tensão em regime atende ao limite, então a queda de tensão durante a partida direta certamente também atenderá, pois a duração é curta (3 s) e, portanto, não deve ser considerada no projeto.
A sequência está correta em
Alternativas