Após quatro anos de vigência do Plano Estratégico
Institucional (PEI), o órgão não realizou revisões formais,
tampouco promoveu monitoramento sistemático das metas e
indicadores. Em auditoria interna, constatou-se ausência de
relatórios de avaliação estratégica e inexistência de mecanismos
de retroalimentação decisória. Considerando as boas práticas de
governança e planejamento estratégico na administração pública,
o analista técnico deveria recomendar que fosse realizada a: