Considerando os fundamentos, princípios e definições de seg...

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Q3408834 Segurança e Transporte

Considerando os fundamentos, princípios e definições de segurança orgânica, bem como planejamento de contingências, julgue o item subsecutivo. 

No que se refere à segurança corporativa estratégica no Poder Judiciário, o diagnóstico local, como perfil criminal e infraestrutura física, é autônomo e independe de adaptação às normativas nacionais. 

Alternativas

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Alternativa correta: E (Errado)

Tema central: A questão aborda o planejamento de contingências e a segurança corporativa estratégica no Poder Judiciário, especialmente no que diz respeito à necessidade de que o diagnóstico local se alinhe às normativas nacionais.

Resumo teórico: O planejamento de contingências é uma atividade essencial da segurança organizacional, sendo composto por etapas como diagnóstico, análise de riscos, definição de medidas preventivas e corretivas, além de adequação a normas e legislações. Segundo o Manual de Segurança Institucional do CNJ e a Política Nacional de Segurança do Poder Judiciário (Resolução CNJ nº 291/2019), o planejamento deve considerar tanto a realidade local quanto diretrizes nacionais, buscando padronização e integração das ações de segurança.

Justificativa da alternativa correta: A afirmativa é ERRADA porque, embora o diagnóstico local (perfil criminal, infraestrutura, vulnerabilidades) seja importante, ele não é autônomo. Ou seja, deve sempre ser realizado em consonância com as normativas e orientações nacionais estabelecidas pelo CNJ e outras instâncias superiores. Isso garante a unificação dos padrões de segurança, eficiência das ações e cumprimento das obrigações legais. Ignorar essas normas pode colocar em risco a instituição e comprometer a efetividade do planejamento.

Estratégias para resolver questões assim:

  • Fique atento a termos como "autônomo", "independe" ou "exclusivamente", pois geralmente sugerem desvinculação de normas ou padrões, o que raramente é correto em questões de segurança institucional.
  • Lembre-se: Em órgãos públicos, especialmente no Poder Judiciário, as ações devem ser fundamentadas em regulamentações superiores.
  • Dica: Busque sempre relações entre os diagnósticos locais e o que está previsto em resoluções do CNJ e demais políticas nacionais.

Em resumo, a alternativa está errada pois o diagnóstico local deve, sim, se adaptar e seguir as normativas nacionais, garantindo integração, padronização e legalidade às ações de segurança.

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Comentários

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ERRADO.

O item está errado porque, no contexto da segurança corporativa estratégica no Poder Judiciário, o diagnóstico local (que inclui o perfil criminal e a infraestrutura física) não é autônomo nem independe de adaptação às normativas nacionais. Pelo contrário, a segurança orgânica e o planejamento de contingências em qualquer órgão público, incluindo o Poder Judiciário, devem estar intrinsecamente alinhados com a legislação, diretrizes e políticas de segurança em âmbito nacional.

A segurança no setor público, especialmente em um poder da República como o Judiciário, segue uma lógica de sistema integrado. Um diagnóstico local, por mais detalhado que seja, precisa ser confrontado com os requisitos mínimos e as melhores práticas estabelecidas em nível nacional para garantir a conformidade legal, a padronização de procedimentos e a otimização de recursos. Normativas nacionais frequentemente estabelecem critérios para análise de riscos, implantação de medidas de segurança física e lógica, e protocolos de resposta a incidentes. Ignorar essas diretrizes levaria a uma segurança fragmentada, ineficiente e potencialmente ilegal.

Para aprofundamento, sugere-se a consulta a:

  • Decretos e Leis Federais que tratam da segurança de instalações públicas e informações estratégicas (ex: Lei de Acesso à Informação - Lei nº 12.527/2011, e suas regulamentações pertinentes à segurança da informação).
  • Normas e Portarias dos Conselhos de Justiça, como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que frequentemente emitem resoluções e recomendações sobre segurança institucional no Poder Judiciário. Exemplos incluem resoluções sobre segurança das instalações judiciais e segurança da informação.
  • Doutrina e Publicações especializadas em Segurança Pública e Privada, que abordam o planejamento estratégico de segurança para grandes instituições, focando na integração entre o diagnóstico situacional e as diretrizes normativas.

Estudar as resoluções do CNJ sobre segurança institucional e de tecnologia da informação seria particularmente útil para compreender a interdependência entre o local e o nacional no contexto do Poder Judiciário.

Fonte: Gemini

Errado.

No contexto da segurança corporativa estratégica no Poder Judiciário, o diagnóstico local — que inclui o perfil criminal da região, a infraestrutura física, os riscos identificados, entre outros fatores — deve estar alinhado às normativas nacionais, como as resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), especialmente a Resolução CNJ nº 291/2019, que institui a Política Nacional de Segurança do Poder Judiciário.

Essa política não apenas orienta como obriga os tribunais a seguirem diretrizes nacionais, respeitando, sim, as especificidades locais, mas dentro de um modelo padronizado nacionalmente, o qual visa à eficiência, integração e interoperabilidade entre os órgãos do Judiciário.

Assim, o diagnóstico local não é autônomo nem independente, pois deve considerar os parâmetros técnicos, estratégicos e normativos nacionais, como parte do planejamento de segurança orgânica e de contingências.

Resumo: A segurança no Poder Judiciário deve observar os diagnósticos locais, mas sempre dentro das diretrizes nacionais, garantindo uniformidade e integração.

Prezados(as),

A segurança corporativa estratégica é um campo multidisciplinar que integra conhecimentos de diversas áreas — como análise de probabilidade, proteção de dados e segurança patrimonial — para sua efetiva implementação.

Para realizar um diagnóstico local, processo que muitos doutrinadores denominam "fotografia do momento da instituição", é essential considerar um contexto amplo de normas específicas. No entanto, esse diagnóstico deve sempre respeitar as normas gerais de caráter nacional, que estabelecem as diretrizes obrigatórias para as instituições brasileiras.

Um exemplo relevante é a Resolução CNJ nº 291/2019, que institui a Política Nacional de Segurança do Poder Judiciário. Essa política não apenas orienta, mas obriga os tribunais a seguirem diretrizes nacionais, permitindo adaptações às especificidades locais — porém, dentro de um modelo padronizado e unificado. O objetivo é promover eficiência, integração e interoperabilidade entre os órgãos do Judiciário.

Diante do exposto, conclui-se que a questão analisada apresenta uma falha ao sugerir independência em relação às normas nacionais, uma vez que a atuação em segurança institucional deve sempre alinhar-se ao framework normativo superior.

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