Menina de 9 anos chega à emergência com relato de ter apres...
O melhor tratamento inicial para esta paciente é:
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Vamos analisar a questão apresentada. Estamos diante de uma paciente pediátrica com quadro clínico sugestivo de Síndrome Hemolítico-Urêmica (SHU). Esta condição é frequentemente caracterizada pela tríade de anemia hemolítica microangiopática, insuficiência renal aguda e trombocitopenia. Os achados clínicos incluem a crise convulsiva, hipertensão, alterações no estado de consciência e sinais de insuficiência renal, como oligoanúria.
Com base nesse cenário, o tratamento imediato deve focar em controlar a hipertensão e em resolver a convulsão, que estão contribuindo para a deterioração do estado clínico da paciente. Portanto, a alternativa correta é:
D - Anti hipertensivo associado a anticonvulsivante.
Justificativa: O controle da pressão arterial elevada é crucial para evitar complicações adicionais, como danos cerebrais. Além disso, o uso de anticonvulsivantes é necessário para controlar a atividade convulsiva, que pode ser frequente em pacientes com SHU devido à hipertensão e desequilíbrios eletrolíticos.
Análise das alternativas incorretas:
A - Digital e antihipertensivo: A digoxina (digital) é utilizada em casos específicos de insuficiência cardíaca e certas arritmias, mas não tem papel no manejo de SHU.
B - Antihipertensivo e corticóide: Corticóides não são indicados rotineiramente na SHU causada por infecção, pois não demonstram benefício nesta condição e poderiam piorar um quadro infeccioso subjacente.
C - Corticóide e anticonvulsivante: Novamente, o uso de corticóides não é recomendado na SHU. Embora o anticonvulsivante seja necessário, o tratamento da hipertensão é crucial nesta situação, o que torna a opção incorreta.
E - Diurético e corticóide: Os diuréticos podem ser considerados em casos de sobrecarga de volume, mas não lidam diretamente com a crise hipertensiva e convulsões imediatas. Corticóides não são indicados por razões previamente mencionadas.
Em resumo, o manejo inicial eficaz da paciente deve abordar seus sinais agudos de hipertensão e convulsões para estabilizar o quadro clínico. Este é um exemplo clássico onde a compreensão da fisiopatologia da condição guia a escolha terapêutica.
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Dada a apresentação da menina de 9 anos com crise convulsiva tônico-clônica, alteração da consciência, taquicardia, hipertensão, oligoanúria, edema palpebral e cefaleia, o melhor tratamento inicial para essa paciente é:
alternativa correta: D: anti hipertensivo associado a anticonvulsivante.
justificativa
A paciente apresenta sintomas sugestivos de encefalopatia hipertensiva e uma possível crise convulsiva relacionada à hipertensão. Nesses casos, é essencial controlar a pressão arterial elevada para prevenir mais complicações e tratar a crise convulsiva para estabilizar a paciente.
- Anticonvulsivante: Necessário para controlar a crise convulsiva atual e prevenir novas crises.
- Anti hipertensivo: Fundamental para controlar a hipertensão, que está contribuindo para os sintomas neurológicos (encefalopatia).
análise das demais alternativas
[A]: Digital e antihipertensivo - Incorreta. Digoxina (digital) é usada para condições cardíacas específicas e não é indicada neste caso.
[B]: Antihipertensivo e corticóide - Incorreta. Embora o antihipertensivo seja necessário, os corticóides não são a primeira linha de tratamento para controle imediato de crises convulsivas.
[C]: Corticóide e anticonvulsivante - Incorreta. Os corticóides não são prioritários no manejo inicial da hipertensão e edema cerebral causado pela crise convulsiva neste contexto.
[E]: Diurético e corticóide - Incorreta. Embora diuréticos possam ajudar a reduzir o edema, não controlam a hipertensão de forma eficaz e não tratam crises convulsivas.
resumo
Para o manejo imediato da paciente, é essencial controlar a pressão arterial com antihipertensivos e estabilizar a crise convulsiva com anticonvulsivantes.
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