Durante uma reunião de acompanhamento de projetos, um anali...
"Sempre que um projeto ultrapassa o prazo estabelecido, ele é reavaliado pelo comitê de gestão. O projeto Nexus foi reavaliado pelo comitê de gestão. Logo, o projeto Nexus ultrapassou o prazo estabelecido."
A afirmação constitui um argumento com a seguinte estrutura:
Premissa 1: Sempre que um projeto ultrapassa o prazo estabelecido, ele é reavaliado pelo comitê de gestão.
Premissa 2: O projeto Nexus foi reavaliado pelo comitê de gestão.
Conclusão: O projeto Nexus ultrapassou o prazo estabelecido.
Considerando exclusivamente a estrutura lógica do argumento apresentado, é correto afirmar que ele é
Comentários
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Afirmação do consequente — argumento inválido
Estrutura: Se A → B; B; logo, A. ❌
A ocorrência de B (consequente) não permite concluir que A (antecedente) ocorreu, pois B pode ter outras causas.
Ex.: Se o projeto atrasar → será reavaliado.
O projeto foi reavaliado → não significa necessariamente que atrasou.
“Se A, então B. B aconteceu. Logo, A aconteceu” = afirmação do consequente = inválido.
Isso é uma falácia da afirmação do consequente.
A reavaliação pode ter ocorrido por diversos outros motivos. Portanto, não podemos concluir que o projeto necessariamente ultrapassou o prazo.
Exemplo simples:
A conclusão não é necessariamente verdadeira, pois a rua poderia ter sido molhada por uma mangueira, por exemplo.
✅ Resposta: C — inválido, pois a Premissa 1 estabelece que o atraso implica a reavaliação, mas não permite concluir, a partir da reavaliação, que o projeto tenha ultrapassado o prazo.
Essa questão para resolver você pode aplicar a técnica de supor que a conclusão é falsa e as premissas são verdadeiras, assim, se gerar um absurdo, o argumento é valido, e se não gerar, é inválido. Considere
P = projeto ultrapassa o prazo estabelecido
Q = ele é reavaliado pelo comitê de gestão
P -> Q (V) [ premissa 1 ]
Q (V) [ premissa 2 ]
-----------
P (F) [ conclusão ]
Observe que se P for F, e Q for V, não gera absurdo, logo o argumento é inválido
Outro exemplo ( que não tem relação nenhuma com a questão ) porém para perceber quando o argumento é válido
P -> Q (V) [ premissa 1 ]
P (V) [ premissa 2 ]
-----------
Q (F) [ conclusão ]
Perceba que se Q for F, e P for V, no primeiro argumento ( P -> Q ) ocorre um absurdo, como é possível que a premissa 1 será classificado como V, e a tabela verdade dele ser F ? ( V -> F = F )
É muito fácil.. precisa fazer nada disso kk
Achei que a questão extrapolou o "imaginario"
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