Um paciente de 58 anos, submetido à
radioterapia para tratamento de câncer
orofaríngeo, apresenta, após seis meses do
término da radioterapia, dificuldades para
abrir a boca (trismo) e queixa-se de boca seca
persistente (xerostomia). Além disso, ele tem
dificuldade para mastigar, falar e deglutição, o
que impacta sua qualidade de vida.
Considerando as sequelas mais comuns da
radioterapia na região maxilofacial. A
abordagem terapêutica mais adequada para o
manejo dessas complicações é: