Um paciente, hoje com 73 anos, foi operado há onze anos por
AAA infrarrenal com instalação de endoprótese bifurcada mais
embolização de artéria ilíaca interna direita, que também se
encontrava muito dilatada. Sem complicações importantes,
houve uma certa demora para a cicatrização da ferida inguinal
direita, por onde foi introduzido o corpo principal da endoprótese
(embora não houvesse infecção) e claudicação glútea decorrente
da oclusão da hipogástrica, mas que cedeu após vários meses de
caminhada programada e fisioterapia.
O paciente foi acompanhado regularmente ao longo desse
período, e até o momento estava assintomático. Seus exames
agora mostram aneurismas das artérias ilíacas esquerdas
(comum = 1,3 cm; externa = 1,5 cm; interna = 1,9 cm). Confirmam
a adequação do tratamento antigo (sem migração, fratura,
endoleaks etc.), porém há progressão da doença.
Nesse quadro, deve-se optar por:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
Veja como esse erro impacta seu desempenho geral. Ver estatísticas