Considerando a incidência e prevalência do câncer do colo u...

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Q4039639 Medicina
Considerando a incidência e prevalência do câncer do colo uterino, bem como a universalidade da recomendação de rastreio para a população do sexo feminino, o Ministério da Saúde atualizou, em 2025, as recomendações para o rastreio dessa patologia. Dessa forma, assinale a alternativa que indica qual a melhor recomendação atual para rastreio do câncer do colo uterino.   
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: A questão cobra a recomendação atualizada em 2025 pelo Ministério da Saúde para rastreamento primário do câncer do colo do útero: teste molecular para detecção de DNA-HPV oncogênico, com início aos 25 anos e repetição em 5 anos se negativo. Como a alternativa A é a única que reproduz esse núcleo da diretriz vigente, ela é o gabarito.

Tema central: Rastreamento do colo do útero
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A é a única que corresponde ao núcleo da atualização ministerial de 2025: teste molecular para HPV-DNA oncogênico como exame primário, início do rastreamento aos 25 anos e intervalo de 5 anos quando o resultado é negativo. Esse é o critério técnico cobrado pela questão. Embora não explicite todos os qualificadores operacionais da diretriz, é a opção que melhor traduz a recomendação oficial atual para o rastreamento populacional padrão.
B
Errada
Está errada porque descreve a estratégia histórica baseada em citologia/Papanicolau como exame primário. Após a atualização de 2025 do Ministério da Saúde, a melhor recomendação atual para rastreamento primário passou a ser o teste molecular para DNA-HPV oncogênico. O erro decisivo aqui é o método de rastreio.
C
Errada
Está errada porque colposcopia não é exame de rastreamento populacional primário. Trata-se de exame complementar/diagnóstico, indicado para investigação de alterações em testes de triagem ou avaliação dirigida. O erro não é apenas a periodicidade: é a indicação técnica do exame.
D
Errada
Está errada porque, embora use o método atualizado correto, erra o critério de início. O rastreamento populacional padrão não começa na sexarca, e sim aos 25 anos. Antes dessa idade, predominam infecções transitórias por HPV e lesões de baixo grau com regressão espontânea, o que aumenta sobrediagnóstico e intervenções desnecessárias.
E
Errada
Está errada por dois motivos objetivos: mantém a citologia como estratégia principal e propõe início na sexarca. Ambos contrariam a recomendação ministerial atual para população de risco padrão, que adota teste molecular para DNA-HPV oncogênico e início aos 25 anos.
Pegadinha da questão
A banca explorou a confusão entre a recomendação histórica do SUS baseada em Papanicolau e a atualização de 2025, além da falsa associação de que, por o HPV ser sexualmente transmissível, o rastreamento deva começar na sexarca.
Dica para questões semelhantes
  • Se o enunciado destacar atualização de diretriz, priorize o método, a idade de início e o intervalo exatamente como mudaram na norma nova.
  • Para rastreamento do colo uterino após a atualização de 2025, pense em teste molecular para DNA-HPV oncogênico como exame primário, não em citologia como melhor resposta.
  • Sexarca não define início do rastreamento populacional padrão; nesta diretriz, o marco é 25 anos.
  • Colposcopia deve ser reconhecida como exame diagnóstico complementar, não como teste universal de rastreio.

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