“If we burn, you burn with us” (Se queimarmos, vocês queima...
“If we burn, you burn with us” (Se queimarmos, vocês queimarão conosco”). O lema que alguém deixou escrito neste sábado no canteiro central em frente ao complexo que abriga o Legislativo, o Executivo local e os escritórios do Governo central poderia ser aplicado tanto à fúria dos manifestantes quanto à ira da polícia de Hong Kong”.
Sobre as manifestações de 2019, em Hong Kong, quais das alternativas a seguir estão corretas?
I. As manifestações tiveram início em resposta a um projeto de lei que previa que pessoas acusadas de crimes contra a China continental poderiam ser extraditadas da Região Administrativa Especial de Hong Kong.
II. Os protestos evoluíram alimentados por temores de que as liberdades de que Hong Kong desfruta em relação ao governo central chinês estejam sendo destruídas.
III. Um dos pontos reivindicados pelos manifestantes é a abertura de uma investigação sobre o comportamento da polícia nas manifestações.
IV. Os manifestantes defendem a permanência da chefe do Governo autônomo, Carrie Lam.
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Alternativa Correta: B - I, II e III
Vamos analisar detalhadamente o tema da questão e as alternativas apresentadas.
Tema Central: As manifestações de 2019 em Hong Kong foram um marco importante para entender a relação entre Hong Kong e a China continental, assim como as tensões sobre a autonomia da região. Os protestos começaram devido a um projeto de lei de extradição e refletiram preocupações mais amplas sobre as liberdades civis e a democracia na região.
Resumo Teórico: As manifestações em Hong Kong em 2019 começaram como uma resposta a um projeto de lei proposto que permitiria a extradição de suspeitos de crimes para a China continental. Isso gerou receios de que pessoas em Hong Kong pudessem ser submetidas ao sistema legal chinês, que é visto como menos transparente e mais autoritário. Além disso, os protestos foram alimentados pelo medo de que as liberdades civis de Hong Kong, que são garantidas até 2047 sob o princípio de "um país, dois sistemas", estivessem sendo ameaçadas.
Análise das Alternativas:
I. As manifestações tiveram início em resposta a um projeto de lei que previa que pessoas acusadas de crimes contra a China continental poderiam ser extraditadas da Região Administrativa Especial de Hong Kong. - Correto. Este foi o gatilho inicial das manifestações, refletindo o temor de que a lei pudesse ser usada para silenciar dissidências políticas e comprometer a autonomia de Hong Kong. Fonte: BBC
II. Os protestos evoluíram alimentados por temores de que as liberdades de que Hong Kong desfruta em relação ao governo central chinês estejam sendo destruídas. - Correto. Esta é uma preocupação fundamental dos manifestantes, que temem pela erosão dos direitos e liberdades que Hong Kong possui em contraste com a China continental.
III. Um dos pontos reivindicados pelos manifestantes é a abertura de uma investigação sobre o comportamento da polícia nas manifestações. - Correto. Os manifestantes exigiram uma investigação independente sobre o uso da força pela polícia durante os protestos.
IV. Os manifestantes defendem a permanência da chefe do Governo autônomo, Carrie Lam. - Incorreto. Na verdade, muitos manifestantes pediram a renúncia de Carrie Lam, culpando-a pela crise e pela violência policial.
Conclusão: As alternativas I, II e III estão corretas, conforme explicado. A alternativa IV está incorreta, pois não reflete as ações e sentimentos dos manifestantes em relação a Carrie Lam.
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Os protestos em Hong Kong em 2019–2020 são uma série de manifestações em e em outras cidades da China que começaram em 31 de março de 2019, exigindo a retirada do , proposto pelo Governo de Hong Kong. Teme-se que o projeto de lei faça com que a cidade se abra ao alcance da lei chinesa e que as pessoas de Hong Kong fiquem sujeitas a um sistema legal diferente, ou seja, se promulgada, a lei permitiria às autoridades locais deter e extraditar pessoas que são procuradas em territórios com os quais Hong Kong não possui acordos de extradição, incluindo a e . Alguns temem que o projeto coloque os cidadãos de Hong Kong e visitantes sob jurisdição na China continental, prejudicando a autonomia da região e os direitos dos cidadãos.
Os protestos continuaram durante o verão, transformando-se em confrontos cada vez mais violentos, incluindo o ataque Yuen Long de 22 de julho de 2019, entre policiais, ativistas, pró-Pequim e moradores locais em mais de 20 diferentes bairros da região. Enquanto as manifestações continuam, os protestantes pedem um inquérito independente sobre a brutalidade policial, a libertação de manifestantes presos, uma retratação da caracterização oficial dos protestos como "tumultos" e para escolherem os membros do Conselho Legislativo e o Chefe do Executivo.
Fonte: wikipedia
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